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De acordo com Ney Luiz de Almeida, a globalização tem colocado alguns temas e proposições na agenda educacional do país. São eles:
alteração no tempo de escolaridade com maior enfoque no ensino médio / transferência de recursos da habitação e construção civil para o setor educacional / retomada do programa nacional de alfabetização de adultos;
redução do tempo de escolaridade / maior valorização do ensino superior / maiores parcerias com entidades da sociedade civil na implantação das políticas educacionais;
redução gradativa do tempo de escolaridade / incentivo à formação técnica priorizando, portanto, o ensino médio / implantação de projetos de articulação e colocação no mercado de trabalho;
gradativa transferência das universidades públicas para a iniciativa privada / elevação do tempo de duração do ensino médio / articulação do plano educacional com projetos para criação do primeiro emprego;
elevação do tempo de escolaridade / reorientação da educação para uma formação mais voltada para o trabalho / demanda de remanejamento de orçamento para educação sem provisão de novos recursos.
Em relação à Educação Especial (EE), percebe-se historicamente grande dificuldade em identificar o aluno de fato deficiente. Dentre as várias razões que explicam tal cenário, pode-se citar:
o conceito de deficiente é dependente das normas sociais que se impõem na definição dos critérios de normalidade;
a variedade de escalas e testes que existem para aferição do grau de deficiência contam, cada uma delas, com critérios distintos;
a deficiência se manifesta circunstancialmente e pode ser minorada e até mesmo curada, por conta do uso contínuo de medicamentos;
o deficiente pode, em razão de sua capacidade cognitiva, mascarar sintomas, produzindo uma falsa idéia de normalidade;
a deficiência é associada, por diferentes teorias explicativas, a genes hereditários, cujos testes de identificação não estão disponíveis na rede pública.
O Estado brasileiro tem agido para ampliar as oportunidades básicas de educação e saúde, por meio dos sistemas públicos, para os indivíduos e suas famílias, formalmente vinculados ao mercado de trabalho.
O desempenho do Assistente Social nas funções administrativas está assentado nos paradigmas da gestão democrática e participativa, contida na Constituição Federal de 1988, pela qual governo e sociedade civil
empenham-se no resgate do modelo tradicional, centralizador e hierárquico.
procuram manter os padrões cristalizados de comando e de gestão.
decidem, formulam políticas, exercem o controle da execução e dos resultados
são impedidos de mudar os modelos antigos de administração.
elaboram receitas de participação e de administração das empresas.
Sobre a situação social do Brasil e as políticas sociais de combate à pobreza, marque a resposta correta.
O desenvolvimento local integrado sustentável assegura a redução da pobreza, uma vez que corrige a lógica predatória do capitalismo de mercado.
A inércia age como diluidora das políticas reformistas na elástica adaptabilidade da sociedade.
Existe uma relação direta entre desigualdade de renda e inserção setorial no mercado de trabalho, já que as ocupações industriais atualmente tendem a gerar menos riqueza que as atividades no setor de serviços.
O Brasil possui um dos maiores coeficientes de Gini de todo o mundo, somente sendo superado pelos países da União Européia.
No Brasil 30% da população concentra-se nas grandes metrópoles e absorve cerca de 50% da renda nacional.
Uma das causas principais para o aumento da desigualdade e da pobreza com exclusão social é a crescente precarização das relações de trabalho e a conseqüente diminuição no financiamento do sistema de proteção social.
Segundo Maria Célia T. Mioto, a intervenção profissional junto às famílias deve incluir, necessariamente:
um estudo preliminar das necessidades apresentadas pelas famílias nos anos 90;
a opção preferencial pelas famílias desestruturadas pelo desemprego e crises conjugais;
as ações preventivas contra a dependência química;
as políticas de desenvolvimento econômico e que objetivem o bem estar social;
as ações direcionadas à formulação e à implementação de políticas sociais que dêem condições para a sobrevivência do grupo familiar.
Na "luta contra a exclusão", a política social deve levar em conta, principalmente, o modo de intervir
assistencialista, retomando velhas formas que sempre estigmatizaram os maus pobres e condenam a cultura da inatividade.
preventivo, que se dá no coração dos processos de produção e na distribuição das riquezas sociais.
positivista, que pensa ser o pobre o responsável pela situação de pobreza, nada fazendo para reverter sua situação.
especulativo, que procura indagar sobre as causas que determinam a situação de pobreza, sem, contudo, intervir na realidade.