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Coelho e Dias (2015), analisando os dados sobre saúde no Brasil entre 1980 e 2010, indicam que houve avanços importantes no que se refere à redução das taxas de mortalidade infantil e aumento da expectativa de vida da população brasileira, bem como na redução da desigualdade entre as regiões, os estados e municípios. Os fatores que estão estatisticamente relacionados a esses avanços são:
Expansão da oferta de serviços públicos de saúde; escolaridade dos homens; menor desigualdade de renda.
Expansão da oferta de serviços públicos de saúde; aumento da escolaridade de crianças; aumento da renda média dos municípios.
Aumento da renda média dos municípios; aumento da escolaridade das mulheres; menor desigualdade de renda.
Estabilização da desigualdade de renda; aumento da escolaridade no geral; aumento da renda média dos municípios.
Estabilização da desigualdade de renda; aumento da escolaridade das mulheres; expansão da oferta de serviços públicos de saúde.
“Nota-se que a desigualdade, expressa pela razão entre os rendimentos de uma pessoa localizada no 90º percentil da distribuição de renda e outra situada no 10º percentil, era de 11 vezes em 1970, passou para mais de 12 em 1980 e atingiu seu ápice em 2000, chegando a 14. Entretanto, essa razão caiu abruptamente entre os anos 2000 e 2010, atingindo um patamar inferior àquele observado no início dos anos 1970. A mesma tendência, de forma mais atenuada, pode ser observada na curva que expressa a razão entre os rendimentos do indivíduo mediano e daquele pertencente ao 10º percentil, que passou de 3 para 2,6 vezes entre 2000 e 2010, depois de um período de crescimento contínuo entre 1970 e 2000. Algo parecido ocorreu com a razão entre o 90º e o 50º percentis, que declinou de 4,8 para 3,75 na década de 2000.” (Menezes Filho e Kirschbaum, 2015, p. 114). Segundo os dados apresentados nesse extrato do texto, podemos afirmar que
a razão da desigualdade de renda de uma pessoa localizada no 10º percentil da distribuição de renda e outra localizada no 90º percentil dobrou entre as décadas de 1970 e 2000.
a diferença entre os rendimentos de um indivíduo mediano e aqueles de um indivíduo pertencente ao grupo dos 10% com maior renda aumentou progressivamente até 2000.
as décadas de 1970, 1980 e 1990 foram décadas de recuperação dos rendimentos dos indivíduos localizados no 90º percentil da distribuição de renda do país.
a alteração da razão entre os rendimentos do indivíduo mediano e aquele localizados no 10º percentil de 3 para 2,6 vezes significou um aumento da desigualdade nos anos 2000.
ao longo de todo o período, houve um aumento da desigualdade social expressa na diferença crescente entre a renda dos que estão localizados no 10º e aqueles do 90º percentil da distribuição de renda.
TEXTO I

CAZO. Disponível em: www.humorpolitico.com.br. Acesso em: 21 nov. 2021 (adaptado).
TEXTO II
É como se os problemas fossem criados pela pandemia quando, em verdade, isso só demonstra o quanto eles sofrem uma tentativa de serem naturalizados. Eles estavam lá, empurrados para debaixo de vários tapetes. Diversos levantamentos realizados indicam que parcela significativa dos estudantes não têm acesso à internet em suas casas, não têm computadores; têm celulares, mas com pacotes baratos que não permitem assistir a todas as aulas. E, caso tenham celulares e dados, pergunta-se: É possível elaborar um texto no celular? É possível interagir na aula remota pelo celular?
ASSIS, A. E. S. Q. Educação e pandemia. Educação em Revista, n. 37, 2021 (adaptado).
A crítica contida no texto e na figura evidencia o seguinte aspecto da sociedade contemporânea:
Exclusão social.
Expansão digital.
Manifestação cultural.
Organização espacial.
Valorização intelectual.
Assinale a alternativa correta acerca da desigualdade social no Brasil:
O fenômeno da desigualdade se manifesta no acesso aos direitos e no acesso a oportunidades, fruto da má distribuição de renda.
O fenômeno da desigualdade se manifesta no acesso aos direitos, mas não no acesso às oportunidades.
Foi erradicada pela garantia de acesso aos direitos e oportunidades, sendo o fenômeno superado no Brasil.
Foi erradicada pela distribuição de renda ocasionada pelo aumento do salário mínimo e cobertura do saneamento básico em 100% dos lares brasileiros.
O fenômeno da desigualdade se manifesta no acesso aos direitos e no acesso a oportunidades, mas não está vinculado à má distribuição de renda.
As credenciais educacionais são uma variável pouco relevante para se compreender a desigualdade de renda.
Certo
Errado
Por uma perspectiva sociológica, embora tenha havido, no período em questão, uma mudança no mercado de trabalho brasileiro para diminuir a desigualdade, a lógica de hierarquização de status entre as ocupações pouco se modificou.
Certo
Errado
Leia e analise o texto abaixo.
Para Tomazi, o Brasil passou por grandes transformações nos últimos anos, mas a questão do desemprego ainda continua sendo um dos maiores problemas nacionais. A chamada política de modernização dos setores produtivos e de serviços majorou a riqueza nacional, entretanto não resultou em aumento da quantidade de postos de trabalho.
Sendo assim, conforme Tomazi (2007), afirma-se que o desemprego é resultado do(a)
pouco investimento do Estado em desenvolvimento econômico, dificultando o incremento das empresas e seu crescimento.
política econômica e monetária de juros altos e também de uma política fiscal de redução dos gastos públicos.
baixo investimento do Estado em políticas educacionais e de educação profissional, gerando profissionais com baixa qualificação para o mercado de trabalho.
política econômica e monetária de juros baixos e também de uma política fiscal de aumento dos gastos públicos.
Assinale a alternativa correta que aborda alguns dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
A marginalização, o preconceito de origem e de raça.
As desigualdades sociais e a construção de uma sociedade igualitária.
O desenvolvimento nacional e o preconceito de idade.
Construir uma sociedade solidária e com preconceitos de origem.
O desenvolvimento nacional e a redução das desigualdades sociais.
A sociedade brasileira é marcada, dentre outras características, por diversas situações de desigualdades, entre classes e entre grupos de pessoas, que interferem e prejudicam a qualidade de vida de grande parte da população. Sobre as desigualdades existentes na sociedade brasileira, apenas é CORRETO afirmar:
Não existiram desigualdades durante o período colonial no Brasil. Elas surgiram recentemente, com a urbanização.
Não existem desigualdades no Brasil, isso porque nossa Constituição afirma que todos são iguais perante a Lei.
No Brasil, existem grandes desigualdades sociais: desigualdades entre classes, desigualdades raciais e entre homens e mulheres.
No Brasil, ocorre apenas a desigualdade entre classes sociais, pois não existem preconceitos envolvendo os demais grupos de pessoas.
As desigualdades existem entre grupos de pessoas no Brasil, porque a legislação não assegura o pagamento do salário mínimo.
“A criminalização a que estão sujeitos por toda a Europa os militantes dos movimentos sociais de desempregados, de sem teto e contra a discriminação como podemos ver de forma extrema nos ataques promovidos pela polícia aos manifestantes antiglobalização em Gênova, durante o encontro do G8, no verão de 2001 – não pode ser entendida fora do sentido amplo da penalização da pobreza.”
(Wacquant, 2008. P. 93.)
A penalização da pobreza é um fenômeno que vem sendo observado não só na Europa e em países centrais, mas também em países periféricos como o Brasil. É possível afirmar que esse fenômeno expressa, EXCETO:
Uma política de proteção da sociedade contra o crime, atuando na defesa social que permite legitimar a aplicação do poder punitivo por parte do Estado com a finalidade de proteger a sociedade do crime.
A virada punitiva do Estado, que se revela claramente no acirramento das funções penais, repressivas e punitivas como forma de gestão da miséria, sendo os trabalhadores precarizados e/ou desempregados o alvo principal dessa política altamente letal.
O incremento das funções penais e policiais do Estado que foram ocupando o lugar da política social, com forte deslocamento de recursos públicos de áreas sociais para a área de “segurança pública”, para garantir a implementação de políticas basicamente repressivas e punitivas.
Uma mudança na atuação dos poderes públicos com relação aos pobres, sendo considerado o centro irradiador do crime, de acordo com estudiosos; o que mudou radicalmente não foi a criminalidade – cujos indicadores mostravam que tendia a manter-se ou a diminuir, e sim a atuação baseada em teorias conservadoras.
“Sete de Outubro – Morreu um menino aqui na favela. Tinha dois meses. Se vivesse ia passar fome”. O trecho citado de Quarto de despejo: diário de uma favelada retrata alguns dos desafios da política e do Estado brasileiro. Em relação a esse tema relevante para o trabalho sociológico, assinale a alternativa correta.
Na década de 1980, o Welfare State foi uma medida de enfrentamento dos movimentos sociais adotados pelas economias liberais, tendo como objetivo a diminuição dos gastos sociais e flexibilização das leis trabalhistas.
Sérgio Buarque de Holanda, em Raízes do Brasil, explica que somente um Estado forte poderia modernizar o Brasil e romper com individualismo anárquico e não identificação com a ordem pública. nossos vícios coloniais de exploração,
Segundo Celso Furtado, em Formação econômica do Brasil, o subdesenvolvimento brasileiro é resultado de uma relação de dominação e dependência de outros países industrializados.
Segundo Marx, o Estado moderno é o gestor dos interesses da classe burguesa. Nesse sentido, o autor expõe que a revolução proletária deve ser marcada pela substituição da burguesia para instrumentalizar a transformação social.
O Estado brasileiro desenvolvimentista que regulamenta os direitos dos trabalhos foi alcançado com a Revolução Constitucionalista após a queda de Getúlio Vargas. Essas conquistas tiveram a participação dos militares e da classe média, que estavam preocupados em instaurar um projeto econômico que desvinculava a economia da política.
A compreensão dos aspectos sociais relacionados aos problemas ambientais é fundamental para avaliar o progresso e desenvolvimento da sociedade. A respeito desse tema, assinale a alternativa correta.
As discussões sociológicas que envolvem a superação da fome mundial estão relacionadas à produção insuficiente de alimentos em razão do crescimento da legislação ambiental.
Em 1992, a realização da Conferência das Nações Unidas para o meio Ambiente (Cnumad) teve como objetivo apresentar estudos científicos que apontavam para a possibilidade de manutenção do uso dos recursos naturais do planeta para atender ao desenvolvimento tecnológico e aos padrões de consumo mundial.
O preservacionismo defende que a interferência humana é compatível com a ideia de equilíbrio ambiental e que as áreas de preservação podem ter seus recursos naturais explorados com a minimização de desperdícios.
A partir da segunda metade da década de 1960, os impactos ambientais foram incorporados às discussões políticas de diversos países. O relatório Os limites do crescimento foi um marco para esses debates. Nele, foi acordado que níveis de crescimento econômico e energético devem ser abastecidos apenas por usinas nucleares, uma alternativa considerada mais segura que o uso de combustível fóssil desde o final dos anos 1970.
Josué de Castro, em Geografia da fome, afirma que a fome está relacionada às opções políticas do país. Dentre os fatores mais negativos que colaboram para a perpetuação da crise alimentar, destaca-se a estrutura agrária centralizada, concentrada nas mãos de poucos proprietários.
Quanto às características fundamentais das diversas formas de estratificação e desigualdades sociais, assinale a alternativa correta.
A sociedade de castas da Índia regula, oficialmente, a vida de milhões de pessoas. Esse sistema se constitui como uma referência cultural e política para toda sociedade hinduísta, impedindo o contato daqueles que pertencem a uma casta inferior com grupos superiores.
A sociologia reconhece que o enfrentamento das desigualdades sociais deve ser feito utilizando apenas critérios econômicos, pois os fatores historicamente relevantes foram superados a partir das conquistas civis.
As manifestações culturais de origem cotidiana e popular não representaram a cultura institucional de um povo.
A PEC das domésticas é uma importante conquista trabalhista que busca romper com o discurso escravagista de exploração, principalmente das mulheres negras na sociedade brasileira.
Para o sociólogo Charles Wright Mills, mesmo quando uma grande parcela da população se encontra desempregada e em condições de vulnerabilidade, as soluções podem ser individualizadas para garantir o estilo de vida dos indivíduos.
A noção de exclusão social é bastante utilizada pelas ciências sociais e também quando governos elaboram políticas públicas. Embora não existam consensos em torno do conceito, elementos consistentes são listados quando se trata do tema. Entre eles, estão frágil acesso a direitos fundamentais, condições de vida precária e ruptura de laços sociais. A partir dessa afirmação, é correto afirmar que a pessoa vive em situação de exclusão social quando houver:
habitação subnormal; trabalho infantil; falta de vagas no sistema de saúde público; alto índice de analfabetismo entre adultos.
alto índice de abstenção eleitoral; remuneração diferenciada entre as categorias profissionais; dificuldade de acesso à rede de ensino privado.
alto índice de abstenção eleitoral; analfabetismo entre adultos; trabalho infantil.
falta de saneamento básico; dificuldade de acesso à rede de ensino privada; trabalho infantil.
existência de movimentos separatistas; alto índice de abstenção eleitoral; remuneração diferenciada entre as categorias profissionais.
No ensaio “Urbanizaçao ‘sociopática’ e tensões sociais na América Latina”, presente no livro Ensaios de sociologia do desenvolvimento, Luiz Pereira faz uma discussão sobre as consequências sociais do desenvolvimento das economias latino-americanas, notadamente no que se refere ao processo de urbanização. Sobre a definição dada por Luiz Pereira ao que ele chama de Urbanização Sociopática, é correto afirmar que esse fenômeno social
está associado de modo intrínseco e necessário à etapa urbano-industrial do processo geral de desenvolvimento histórico do modo capitalista de produção.
decorreu do fortalecimento dos laços de dependência entre as economias dos países periféricos e dos países centrais no pós-II Guerra Mundial.
resultou da urbanização generalizada das economias periféricas sem a contrapartida necessária em termos de crescimento das oportunidades de emprego.
é típico do desenvolvimento capitalista latino-americano, que se caracteriza pela inadaptação do trabalhador do campo à disciplina fabril.
As políticas sociais no Brasil sofreram mudanças ao longo das últimas décadas no que diz respeito às competências dos entes federados e da sociedade civil. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.
Alguns estudos mostram que a agenda política para áreas como educação fundamental e saúde estão a cargo apenas dos municípios.
As políticas estatais voltadas para áreas de habitação e saneamento básico têm, historicamente, um caráter estatal e centralizador, que não foi alterado pela agenda de reformas dos anos 1990.
A política de assistência social sofreu inúmeras mudanças, mas o atendimento a populações em situação de vulnerabilidade ficou sob responsabilidade das entidades assistenciais sem fins lucrativos.
Na década de 1990, a descentralização e a universalização das políticas de saúde conferiram aos municípios brasileiros a responsabilidade pela gestão dos serviços públicos nessa área. Contudo o financiamento ficou a cargo das três esferas de governo.
A Construção do Sistema Único de Saúde (SUS) implicou em uma ampla reforma que envolveu o princípio ordenador do direito à saúde, deixando-a prioritariamente com o setor privado.
As favelas têm sido objeto de investigação sociológica das cidades brasileiras. Abrigam população de baixa renda, que vive em habitações precárias, em áreas de pouca infraestrutura e poucos equipamentos e com atendimento deficiente em relação aos serviços públicos.
Assinale a alternativa correta com relação às favelas.
O surgimento das favelas está diretamente relacionado às migrações internas em direção às metrópoles da Região Sudeste, ocorridas, principalmente, a partir da metade do século XX.
O principal interesse sociológico no tema da favela está relacionado ao problema da violência urbana.
Trata-se de um fenômeno que apresenta características similares nas diferentes regiões do Brasil, com poucas variações nas suas manifestações locais ou regionais.
O estigma criado em torno da favela e da figura do favelado surgiu recentemente com o agravamento dos índices de criminalidade.
As favelas têm recebido nas duas últimas décadas, grande atenção da mídia nacional e internacional, convertendo-se muitas delas em espaço de atuação de Organizações Não-Governamentais e outras entidades da sociedade civil.
A tabela abaixo foi elaborado a partir de dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).
Média de anos de estudo da população ocupada com 16 anos ou mais de idade, segundo sexo/cor/raça. Brasil, 1999 e 2009.
Ano | Mulher | Homem | ||
Branca | Negra | Branco | Negro | |
1999 | 8,0 | 5,6 | 7,1 | 4,7 |
2009 | 9,7 | 7,8 | 8,8 | 6,8 |
Fonte: Retrato das desigualdades de gênero e raça (adaptado)
Em relação aos dados apresentados, analise as proposições.
I. A escolarização das mulheres não varia de acordo com a raça.
II. Em ambos os grupos raciais as mulheres escolarizam-se mais que os homens.
III. Os avanços nos anos de estudos da população ocupada no período 1999 – 2009 foram iguais para brancos(as) e para negros(as).
IV. A escola brasileira revela a existência de desigualdades raciais.
Assinale a alternativa correta.
Somente as afirmativas II e IV são verdadeiras.
Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras.
Somente as afirmativas I e III são verdadeiras.
Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras.
Somente a afirmativa IV é verdadeira.
Ainda que as transformações demográficas tenham cada vez mais repercutido no aumento da proporção e do número de idosos na sociedade de maneira global, se observa que certos estereótipos com relação à velhice seguem prevalecendo como visões parciais e confusas dessa etapa da vida. Um conjunto de atitudes, em geral negativas e que se expressam de diferentes maneiras, no que diz respeito ao envelhecimento, ainda que nem sempre de modo intencional, caracteriza a gerofobia (do grego gero = velho ou idoso fobos = temor, medo), a qual, atrás do rascismo e sexismo, é a terceira forma mais comum de discriminação. O termo se refere a visões e atitudes depreciativas para com os idosos, a exemplo da discriminação pela idade ou da imposição da perda de protagonismo, que se observa a partir de uma lógica marginalizadora, respaldada socialmente na “ditadura” da idade.
(Neilson Santos Meneses. Gerofobia. Universidade Federal de Sergipe. Disponível em: http://www.ufs.br/conteudo/20100-gerofobia. Adaptado)
Em conformidade com o texto, podemos perceber que diversas formas de preconceito – como gerofobia, racismo e sexismo – contribuem para a desumanização e coisificação do outro. Desse modo, conclui-se que
as atitudes que expressam preconceitos são intencionais e podem ser revertidas ao coisificar o outro.
os processos de coisificação do outro ocorrem como resultado de atitudes positivas de respeito pela diferença.
a perda de protagonismo das pessoas discriminadas é superada por meio de processos de desumanização.
os preconceitos em geral se baseiam em uma lógica de marginalização e coisificação do outro.
os estereótipos que servem de base a atitudes preconceituosas adotam uma lógica de humanização do outro.