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Em relação à orientação da ação no pensamento de Max Weber, é correto afirmar que
uma ação social não pode simultaneamente ser considerada racional em relação a fins e a valores.
age de modo estritamente em relação a fins quem, sem considerar as consequências previsíveis, se comporta segundo suas convicções.
a relação social se caracteriza pela probabilidade de que uma determinada forma de conduta social tenha seu sentido partilhado.
a ação em relação a valores é aquela orientada de acordo com o nexo racional que vincula os meios aos fins.
a relação social é efêmera, não tem continuidade e não persiste no decorrer do tempo.
“Não existe qualquer análise científica puramente “objetiva” da vida cultural, ou – o que pode significar algo mais limitado, mas seguramente não essencialmente diverso, para nossos propósitos – dos “fenômenos sociais”, que seja independente de determinadas perspectivas especiais e parciais, graças às quais estas manifestações possam ser, explícita ou implicitamente, consciente ou inconscientemente, selecionadas, analisadas e organizadas na exposição, enquanto objeto de pesquisa. Deve-se isso ao caráter particular do alvo do conhecimento de qualquer trabalho das ciências sociais que se proponha ir além de um estudo meramente formal das normas – legais ou convencionais – da convivência social”.
WEBER, Max. A “objetividade do conhecimento nas Ciências Sociais. In COHN, Gabriel. (org). Sociologia: Weber. São Paulo: Editora Ática, 2006.
A clássica reflexão de Max Weber sobre a objetividade do conhecimento destaca que as Ciências Sociais são ciências que
Relacione, corretamente, os itens apresentados a seguir aos conceitos desenvolvidos por Max Weber em sua obra Economia e sociedade, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.

A sequência correta, de cima para baixo, é:
Atitudes subjetivas consideradas, apenas, se orientadas para comportamentos de outros, cuja dinâmica compõe o objeto de estudo da sociologia preconizada por Max Weber e pode ser identificado como:
Fato social.
Instituição social.
Ação social.
Classes sociais.
Sociedade.
Para Max Weber, a cultura capitalista moderna revela o “espírito de trabalho”. Na obra A ética protestante e o espírito do capitalismo (2004), Weber analisa aspectos da moderna vida capitalista na Alemanha e em outros países da Europa, e observa o fato das camadas superiores da sociedade, os proprietários do capital, diretores e ocupantes de postos de trabalho mais elevados serem, predominantemente, protestantes. Marque a alternativa correta da análise weberiana sobre confissão religiosa e estratificação social.
Historicamente, nas regiões em que a confissão religiosa coincide com a diferença de nacionalidade, as minorias religiosas ou nacionais são impulsionadas à atividade econômica e ocorre a relação entre a confissão e a estratificação social.
A relação entre a confissão religiosa e a estratificação social é um efeito de fenômenos econômicos. Os protestantes herdaram as condições materiais mais favorecidas, por isso se rebelaram contra toda dominação e ocuparam as camadas superiores da sociedade.
A Reforma significou a eliminação da dominação eclesiástica e a transformação da Alemanha, não somente em um país protestante que deixou de ser pluriconfessional, mas esta condição também gerou nos protestantes a vocação para o trabalho e a aquisição capitalista.
A ascensão de protestantes às camadas superiores da sociedade deveu-se às diferenças históricas entre as manifestações cristãs, o que reduziu a participação de católicos nas atividades comerciais e industriais.
As relações entre confissão religiosa e estratificação social aparecem em meio à inesgotável multiplicidade. Uma das relações de causalidade está na diferença entre o ensino superior proporcionado pelos pais protestantes aos seus filhos, em que a peculiaridade espiritual inculcada pela educação determinou a escolha da profissão e o destino profissional dos protestantes.
Quanto aos fundamentos propostos por Max Weber, vinculados à noção de tipo ideal, é correto afirmar:
Uma vez construído um tipo ideal, ele passa a servir como parâmetro a todas as pesquisas posteriores sobre o mesmo tema.
O tipo ideal é uma construção mental, feita na cabeça do investigador. Ele é um exagero que obrigatoriamente deve corresponder a uma realidade da vida prática.
O tipo ideal é uma construção conceitual que visa estabelecer um parâmetro de comparação do que seria uma sociedade perfeita.
Por tratar-se de uma construção conceitual, subjetiva, feita pelo pesquisador, o tipo ideal não permite uma análise objetiva da realidade.
Os tipos ideais cumprem duas funções principais: selecionar explicitamente a dimensão do objeto que será analisada e apresentar essa dimensão de uma forma pura, despida de suas nuanças concretas.
A efervescente sociedade moderna, na transição do século XIX para o século XX, balizou-se na visão racionalizadora do mundo. De acordo com a percepção de Max Weber, o efeito colateral do novo modelo de civilização produziu:
A volta à idade das trevas.
O desencantamento do mundo.
A revitalização do pensamento mítico-religioso.
O colapso do espírito capitalista.
Tipos ideais hegemônicos baseados no totemismo.
A noção elaborada por Max Weber, que aproxima o investigador da realidade para entendê-la, sem pretender ser a própria realidade, trata-se de construção mental, é:
O fato social.
A instituição social.
O materialismo histórico.
O tipo ideal.
A ideologia.