

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Leia a charge abaixo e respectivo excerto.

(Fonte: Intolerance Religious)
Numa guerra não se matam milhares de pessoas. Mata-se alguém que adora espaguete, outro que é gay, outro que tem uma namorada. Uma acumulação de pequenas memórias...
A partir do texto e figura, assinale a alternativa correta.
Os casos de intolerância religiosa no Brasil são raros e ficam na esfera das relações cotidianas menos visíveis
A intolerância é sempre, essencialmente, a expressão de uma vontade de assegurar a coesão daquilo que é considerado como que saísse de si, idêntico a si, que busca destruir tudo o que se opõe a essa preeminência absoluta
A liberdade de expressão garante o direito para dizer o que se quer sobre crenças ou religiões que não a nossa
A intolerância religiosa não deve ser considerada crime no Brasil, e sim, uso da liberdade de expressão
A única instituição social que detém o monopólio da violência considerada “legítima” é:
A justiça.
A polícia.
A sociedade organizada.
O Estado.
De acordo com Maria Stela Grossi Porto (2010), sobre a abordagem sociológica da violência, é CORRETO afirmar que:
A violência dever ser pensada como um fenômeno singular, que se ramifica diferentemente pelo conjunto social.
Por ser um fenômeno plural, a violência não pode ser sistematicamente identificada a uma única classe, segmento ou grupo social. Nem a supostos condicionantes territoriais, que explicariam sua existência seja se referindo a sua maior incidência em determinados estados do país seja apontando para sua concentração em espaços específicos, como no campo e na cidade.
Associar a violência à pobreza, à desigualdade, à marginalidade e à segregação espacial possibilita uma análise sociológica mais ampla do fenômeno, visto que esta parcela da população está mais suscetível às manifestações da violência.
A violência está mais presente no espaço urbano graças, sobretudo, à atenção que a criminalidade urbana violenta recebe dos diferentes meios de comunicação.
O sentimento de insegurança predominante no cotidiano da vida social produz a banalização da violência.
Violeta Loureiro, ao analisar o conflito da CIDAPAR, demonstra que
o Estado e os cartórios garantiam a propriedade dos ocupantes.
a proposta do Estado brasileiro era preservar a população do campo.
a ação policial tinha como objetivo garantir os interesses dos posseiros.
o Estado dissimulou os fatos relacionados à morte de Quintino, ao invertê-los, alegando que Quintino havia agredido a polícia.
A violência simbólica se manifesta
pelas diversas formas de agressão física, que podem culminar com a morte do indivíduo.
pelo uso da força ou do poder contra si mesmo, causando mutilações.
pela depredação do patrimônio público, conduzindo ao esvaziamento dos espaços de convívio social.
pela violação do princípio da propriedade privada e quebra dos fundamentos do contrato social.
pela agressão a crenças, valores e cultura do indivíduo, o que significa agredir sua identidade ou grupo social.
Leia o texto abaixo.
Os jovens que cometem atos violentos ou uma infração ou que já estiveram em situação de liberdade assistida são, conforme apontaram nossos estudos, qualificados como violentos. Tal qualificação adere-se a eles como uma tatuagem e eles começam a ser vistos a partir dessa ótica e toda a sua trajetória de vida é reinterpretada a partir do ato de violência cometido, como exemplificado no relato do jovem entrevistado por nós. Esse jovem encontrava-se em liberdade assistida: por melhor que procurasse relacionar-se com as pessoas de fora de seu círculo íntimo, era visto unicamente como delinquente. A identidade a ele atribuída, de jovem delinquente, o definia e demarcava todas as relações que estabelecia com os outros. Da mesma forma, as expectativas que os outros construíam sobre sua vida futura acabavam por ser delimitadas por essa condição (Salles et al., 2007). Há aqui um processo de atribuição de identidade. Nesse caso, é a atribuição de uma identidade estigmatizada. Mas esse processo não é apenas externo, exterior a ele, pois essa identidade atribuída é assumida por ele.
SALLES, Leila Maria Ferreira. Jovens, escola e violência: alguns apontamentos sobre o processo de inclusão e exclusão simbólica de jovens.
Com base no trecho do livro, pode-se inferir que
atribuir uma identidade violenta a um jovem não afeta a formação da sua personalidade.
reafirmar para um jovem que ele é violento significa dar-lhe uma identidade estigmatizada.
identificar sistematicamente um jovem como violento não significa estigmatizá-lo.
identificar um jovem como violento, no atual contexto, não gera nenhuma repercussão no seu comportamento.
rotular um jovem de violento contribui para que esse modifique seu comportamento.
O exercício pleno da cidadania na democracia representativa ocorre quando os cidadãos possuem a garantia dos direitos civis, políticos e sociais, que possibilitam:
direito à vida, acesso à propriedade e participação nos lucros.
liberdade individual, igualdade perante a lei e igualdade econômica.
liberdade coletiva, democracia direta e direito à propriedade.
liberdade, participação nos destinos da sociedade e na riqueza coletiva.
direito de ir e vir, autogestão da vida coletiva e liberdade econômica.
Considere o seguinte excerto:

A partir do excerto acima, o autor em questão é:
Se há um assunto a respeito do qual quase todo mundo se sente preparado para opinar é a criminalidade e a violência. No nível do senso comum, a criminalidade é explicada como o resultado da falta de oportunidades de ascensão social, da ausência de uma família constituída. Sobre o ensino do tema o tratamento sociológico do fenômeno da criminalidade, tendo como base as recomendações do Centro de Referência Virtual, assinale a alternativa incorreta.
Os estudos sobre as causas da criminalidade têm se desenvolvido em duas direções: naquela das motivações individuais e na dos processos que levariam as pessoas a se tornarem criminosas.
Um foco de estudo são as relações entre as taxas de crime em face das variações nas culturas e nas organizações sociais.
Os estudos atuais do círculo acadêmico procuram encontrar uma causa geral para o comportamento criminoso, de sorte que, virtualmente, ao extirpá-la, seria possível erradicar a criminalidade.
Uma das mais conhecidas abordagens, devida a Lombroso, colocava como determinante da criminalidade as patologias individuais.
Apesar de existir um Plano de Ações Integradas para Prevenção e Controle da Tortura no Brasil (2010), sabe-se que o crime de tortura é uma prática comum. Pode-se dizer que o crime de tortura no Brasil:
é um “mal necessário” para extrair informação por “um bem maior”, ou seja, a solução de um crime.
é geralmente julgado, e os responsáveis, punidos na forma da lei.
os agentes torturadores estatais (agentes do estado, policiais e agentes penitenciários) são os únicos responsáveis pela tortura.
justifica-se perfeitamente no que se poderia chamar de legitima defesa social, ou seja, justifica-se para que nós, a sociedade, possamos “dormir tranquilos”.
beneficia-se com o discurso excepcionalista que remete a tortura ao regime ditatorial de 1964 a 1985, como se fosse um crime datado ou em extinção.
Para responder à questão, leia o texto a seguir.
De acordo com uma pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo, a cada 15 segundos uma mulher é agredida no Brasil. Estima-se que mais de dois milhões de mulheres são espancadas a cada ano por maridos ou namorados, atuais ou antigos.
(BRYM, R. J. et al. Sexualidade e gênero. In: BRYM, R. J. et al. Sociologia, sua bússola para um novo mundo. São Paulo: Cengage Learning, 2008)
Sob a perspectiva sociológica, quais são as causas da violência de gênero?
A ideologia burguesa que conduz as mulheres à submissão às autoridades constituídas.
A hierarquização das relações de trabalho, que transferiu a autoridade masculina da esfera pública para a vida privada.
A modernização social, que conduziu homens e mulheres à banalização de todas as formas de violência.
A interferência do Estado na vida privada, com a criação de leis de proteção à mulher e à criança.
Uma concepção arraigada na sociedade de que é natural e correto que os homens dominem as mulheres.
Sobre a relação entre xenofobia e genocídio, é correto afirmar que:
genocídio pressupõe xenofobia, mas nem toda xenofobia implica genocídio;
o genocídio é uma condição de possibilidade da xenofobia;
a xenofobia é consequência direta do genocídio;
o genocídio é a tradução prática do sentimento de xenofobia;
genocídio pressupõe xenofobia, e toda xenofobia implica genocídio.
As pesquisas de vitimização, utilizadas pelo poder público para maior conhecimento acerca da violência e da criminalidade, são instrumentos que auxiliam no planejamento estratégico da polícia, pois trazem informações que, geralmente, não estão contidas nos registros oficiais da polícia, mas que são necessárias para a elaboração de políticas públicas.