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Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro. A distinção entre Restos a Pagar Processados e Não Processados reside no fato de que:
Os processados são aqueles que ainda dependem de licitação.
Os não processados referem-se a despesas de capital exclusivamente.
Os processados são despesas cujos empenhos foram cancelados antes da liquidação.
Os processados referem-se a despesas que já percorreram o estágio da liquidação, restando apenas o pagamento.
A gestão do caixa público exige o acompanhamento constante dos indicadores financeiros para garantir o equilíbrio das contas. Sobre os conceitos de disponibilidade e restos a pagar, assinale a alternativa correta.
O indicador de endividamento público é calculado dividindo-se o ativo permanente pelo passivo circulante, visando medir a lucratividade das autarquias municipais.
Os Restos a Pagar Processados são despesas que foram empenhadas, mas que não atingiram o estágio da liquidação até o encerramento do exercício financeiro em trinta e um de dezembro.
A elaboração do fluxo de caixa deve considerar como entrada de recursos apenas os empréstimos bancários, desconsiderando as receitas tributárias de arrecadação própria.
A reserva de contingência é um valor destinado exclusivamente ao pagamento de gratificações por desempenho para os servidores da secretaria municipal de finanças.
Disponibilidade de caixa é o somatório do numerário em espécie, depósitos bancários e aplicações financeiras de liquidez imediata, deduzidos os compromissos pendentes.
Em relação aos Restos a Pagar, analise as assertivas a seguir:
I. As despesas empenhadas e não pagas até o encerramento do exercício podem ser inscritas em Restos a Pagar, observadas as condições legais aplicáveis.
II. Os Restos a Pagar Processados correspondem às despesas empenhadas e liquidadas que ainda não foram pagas.
III. Os Restos a Pagar Não Processados correspondem às despesas empenhadas que ainda não passaram pela fase de liquidação.
IV. O cancelamento de Restos a Pagar Processados implica, necessariamente, o reconhecimento de receita orçamentária no exercício em que ocorrer.
Quais estão corretas?
Apenas I e IV.
Apenas I, II e III.
Apenas II, III e IV.
I, II, III e IV.
Restos a pagar processados correspondem às despesas empenhadas e liquidadas, mas não pagas até 31 de dezembro, enquanto os restos a pagar não processados correspondem às despesas empenhadas, mas ainda não liquidadas até o encerramento do exercício financeiro.
Certo
Errado
Assinale a alternativa que apresenta a razão, tecnicamente falando pela qual, os valores identificados como restos a pagar ao final de um exercício, devem ser registrados como receitas extraorçamentárias no exercício seguinte.
O fato destas despesas não terem sido pagas no exercício em que foram previstas pode decorrer de diversos fatores extraordinários aos registros dos fatos contábeis referentes à execução do orçamento, por isso devem ser consideradas como receita extraorçamentárias.
A receita prevista para fazer frente a esta despesa que foi empenhada e não paga antes do final do exercício já foi arrecadada, registrada e autorizada no exercício original. Como não ocorreu o desembolso propriamente dito, se o valor fosse registrado novamente como receita orçamentária do novo exercício ocorreria uma interpretação de duplicidade de valores de receita, e consequentemente uma duplicidade de contagem do patrimônio e um erro de compensação no balanço financeiro.
Por se tratar de fatos extraordinários de capital, as classificações corretas tanto das receitas quanto das despesas devem ser nas rubricas extraorçamentárias do ano seguinte.
Como não se pode afirmar categoricamente quando serão efetivamente pagas estas despesas, e provavelmente as receitas já foram utilizadas para pagamentos de outros itens do orçamento, o registro do ano seguinte deve ser isolado no grupo de extraorçamentário por serem estranhos ao orçamento atual.
Restos a pagar decorrem de despesas empenhadas e não pagas até o encerramento do exercício financeiro, sendo classificados como processados quando a despesa já foi liquidada, e como não processados quando a despesa ainda não foi liquidada.
Certo
Errado
No encerramento do exercício, a distinção entre restos a pagar processados e não processados interfere na leitura da execução orçamentária e financeira. Marque a alternativa correta.
Os processados foram empenhados e liquidados, os não processados ainda dependem de liquidação, e o pagamento posterior é extraorçamentário, pois a despesa pertence ao exercício do empenho.
Os processados aguardam a entrega do objeto, os não processados possuem o direito do credor verificado, e ambos geram nova despesa orçamentária no pagamento realizado no exercício seguinte.
Os processados decorrem de obrigações reconhecidas depois do encerramento, os não processados decorrem de créditos adicionais, e ambos pertencem ao orçamento aprovado para o exercício financeiro seguinte.
Os processados resultam de empenhos estimativos abertos, os não processados resultam de empenhos globais vencidos, e o pagamento posterior exige nova dotação orçamentária específica no exercício seguinte.
Os processados registram compromissos com prescrição interrompida, os não processados registram obrigações reconhecidas tardiamente, e ambos são pagos por dotação destinada a despesas de exercícios anteriores.
De acordo com a Lei n.º 4320/64, os Restos a Pagar, são:
As despesas empenhadas, mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas.
As despesas empenhadas, mas pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas.
As receitas empenhadas, mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas.
As despesas empenhadas, mas não pagas até o dia 01 de janeiro distinguindo-se as processadas das não processadas.
Ao final do exercício financeiro, determinado órgão possui despesas empenhadas e não pagas. Parte dessas despesas refere-se a bens já entregues, enquanto outra parte corresponde a serviços ainda não executados. Considerando a Lei nº 4.320/1964 e a Lei de Responsabilidade Fiscal, assinale a alternativa INCORRETA.
Despesas empenhadas e não pagas podem ser inscritas em restos a pagar, independentemente da execução.
Restos a pagar processados referem-se a despesas já liquidadas.
Restos a pagar não processados correspondem a despesas não liquidadas.
A inscrição em restos a pagar deve observar limites e controles legais.
A gestão de restos a pagar impacta o equilíbrio fiscal do ente.
Na execução orçamentária, os restos a pagar e as despesas de exercícios anteriores (DEA) podem gerar pagamentos em exercício posterior, mas possuem origens jurídicas distintas.
Essa distinção quanto à origem é definida por:
restos a pagar que reúnem despesas empenhadas e pendentes de pagamento no encerramento, enquanto DEA abrangem despesas de exercícios encerrados que deixaram de ser processadas na época própria, com crédito e saldo suficientes, restos a pagar com prescrição interrompida e compromissos reconhecidos posteriormente.
restos a pagar que reúnem obrigações reconhecidas depois do encerramento, enquanto DEA abrangem despesas empenhadas cujo pagamento foi transferido ao exercício seguinte por decisão administrativa, inclusive quando faltavam crédito próprio e saldo suficiente no orçamento anterior.
restos a pagar processados que exigem nova dotação para pagamento, enquanto DEA são pagas de modo extraorçamentário porque pertencem ao exercício em que a obrigação foi assumida, ainda que o reconhecimento administrativo tenha ocorrido depois do encerramento.
restos a pagar cancelados que se convertem automaticamente em DEA, enquanto compromissos reconhecidos tardiamente são reinscritos como restos a pagar depois da abertura de crédito adicional, com pagamento extraorçamentário no exercício corrente.
restos a pagar que ficam restritos às despesas liquidadas, enquanto DEA recebem despesas empenhadas que aguardavam liquidação no encerramento, desde que a programação financeira mantenha disponibilidade suficiente para o pagamento posterior.
Assinale a alternativa que articula adequadamente a distinção entre restos a pagar e suprimento de fundos.
Restos a pagar representam receita estimada e suprimento é despesa.
Restos a pagar representam saldos bancários e suprimento é passivo.
Restos a pagar representam obrigação pendente e suprimento é adiantamento.
Restos a pagar representam crédito adicional e suprimento é dotação.
Ao final do exercício financeiro, determinadas despesas foram regularmente empenhadas e liquidadas, mas não foram pagas no citado exercício.
Essas despesas devem ser classificadas como:
dívida fundada.
restos a pagar processados.
despesas de exercícios anteriores.
restos a pagar não processados.
créditos adicionais.
Despesas em restos a pagar não processados demandam atenção, uma vez que causam efeitos diretos no fluxo de caixa, como compromissos financeiros futuros. É importante, portanto, controlar este tipo de despesa para evitar o descontrole fiscal, que erode as finanças públicas e dificulta o planejamento orçamentário.
Assinale a opção que descreve corretamente despesas que devem ser inscritas em restos a pagar não processados.
despesas inscritas em restos a pagar, nos casos em que a verificação do direito adquirido pelo credor já tiver sido realizada
despesas contratadas até o dia 31 de dezembro de cada exercício, mas não pagas até o início do ano legislativo subsequente
despesas cuja inscrição deve ser realizada antes da anulação do pedido de pagamento
despesas relativas a serviço contratado que tenha sido prestado e aceito pelo contratante no exercício financeiro, mas que não foram pagas nesse exercício
despesas a liquidar, nos casos em que o prazo para cumprimento da obrigação assumida pelo credor estiver vigente
No que se refere aos Restos a Pagar, o Relatório Resumido da Execução Orçamentária, de acordo com a Lei Complementar nº 101/2000, deve apresentar:
Apenas o montante total de Restos a Pagar.
O detalhamento dos Restos a Pagar por Poder e órgão, incluindo os valores inscritos, os pagamentos realizados e o montante a pagar.
Somente os valores inscritos em Restos a Pagar no exercício corrente.
A previsão de pagamento dos Restos a Pagar para o próximo exercício.
De acordo com a Lei no 4.320/1964 e com as informações apresentadas da execução orçamentária da despesa, é correto afirmar que, no período, o valor total dos restos a pagar
processados das despesas do grupo investimentos foi de R$ 193.000,00.
processados das despesas correntes foi de R$ 124.000,00.
processados das despesas do elemento Serviços – pessoa jurídica e pessoa física foi de R$ 87.000,00.
não processados das despesas do grupo outras despesas correntes foi de R$ 120.000,00.
não processados das despesas de capital foi de R$ 636.000,00.
Sobre os Restos a Pagar, é correto afirmar que:
Não podem ser cancelados valores inscritos em Restos a Pagar.
Os restos a pagar não processados são aqueles em que ainda não ocorreu o empenho da despesa.
Restos a pagar processados exigem que a despesa tenha sido empenhada e liquidada, mas sem a ocorrência do pagamento.
Restos a pagar somente podem ocorrer para despesas correntes, vedada sua inscrição para despesas de capital.
Restos a pagar não processados são utilizados para despesas extraorçamentárias que não foram pagas no exercício financeiro.
Sobre os restos a pagar, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) Se o serviço contratado foi prestado pelo contratante, e as despesas, liquidadas, mas não pagas no exercício financeiro, a despesa referente a esse fato será inscrita em restos a pagar não processados.
( ) Restos a pagar são despesas regularmente empenhadas, do exercício atual ou anterior, mas não pagas até 31 de dezembro do exercício financeiro vigente.
( ) Por ser restos a pagar, sua inscrição não tem a necessidade de observar as disponibilidades financeiras e condições da legislação pertinente.
( ) Quando o prazo para cumprimento da obrigação assumida pelo credor estiver vigente (despesa a liquidar), a despesa referente a esse fato deve ser inscrita em restos a pagar não processados.
Assinale a sequência correta.
V V F V
F F V F
V F V F
F V F V
A Prefeitura Municipal de Tapurah, ao final do exercício financeiro, apresentou a seguinte execução orçamentária:
Despesa Empenhada no Exercício | R$ 1.000.000,00 |
Despesa Liquidada no Exercício | R$ 700.000,00 |
Despesa Paga no Exercício | R$ 600.000,00 |
Com base nos dados acima, o valor total dos restos a pagar processados é:
R$ 100.000,00
R$ 300.000,00
R$ 400.000,00
R$ 700.000,00
Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas e não pagas até 31 de dezembro. Sobre restos a pagar, é correto afirmar que
os Restos a Pagar Não Processados (RPNP) provenientes de dotação decorrente de créditos extraordinários não serão passíveis de bloqueio.
as unidades gestoras responsáveis pelos restos a pagar bloqueados deverão apresentar justificativa ao Ministério da Fazenda, a fim de que este proceda com o desbloqueio até 30 de junho.
a inscrição de Restos a Pagar Não Processados (RPNP) é condicionada à indicação das despesas empenhadas pelo ordenador de despesa.
todas as transferências obrigatórias constitucionais entre entes federativos não são passíveis de bloqueio.
os Restos a Pagar Processados (RPP) serão bloqueados, caso não sejam pagos até 30 de junho do exercício subsequente à sua inscrição.
Considere que, em determinado município, tenham sido detectados elevados valores de restos a pagar não processados relacionados à construção de escolas e creches, cuja execução orçamentária fora realizada mediante descentralização de créditos entre unidades gestoras da respectiva secretaria municipal de educação. Nesse caso, se as obras estiverem em execução e ainda não tiverem sido liquidadas até o encerramento do exercício financeiro, é suficiente que o município registre as despesas empenhadas no SIAFI local, sem a necessidade de nova inscrição em restos a pagar não processados.
Certo
Errado