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Ikujiro Nonaka, um dos autores mais representativos da Gestão do Conhecimento (Ed. Bookman, 2008), afirma: “O novo conhecimento começa sempre com o indivíduo. Um pesquisador brilhante tem um insight que leva a uma nova patente. O sentido de intuição de tendências do mercado de um administrador intermediário torna-se o catalisador para um importante novo conceito de produto. Um operário extrai de anos de experiência uma inovação em um processo novo. Em cada caso, o conhecimento pessoal de um indivíduo é transformado em conhecimento organizacional para a empresa como um todo.” Pode-se caracterizar, a partir da afirmação do autor, esse tipo de organização como
funcional e especialista.
orgânica e funcional.
de aprendizagem.
de competência.
Em uma organização, a socialização constitui forma de criação de conhecimento a partir da interação entre o conhecimento tácito e o explícito: por meio do desenvolvimento de um processo para compartilhar experiências, é criado o conhecimento tácito.
Para o desenvolvimento da educação corporativa, cujo foco é preventivo e o objetivo, estratégico, é necessário que a empresa seja coesa e centralizada.
O aprendizado de primeira ordem diz respeito à mudança de normas, estratégias e pressupostos para que se garantam o crescimento e a sobrevivência da organização.
A inteligência organizacional distingue-se da inteligência empresarial e a complementa na tomada de decisões táticas e estratégicas.
Denomina-se cultura de aprendizagem a concepção acerca da importância do permanente processo de aprendizagem da equipe como forma de tornar a organização apta a enfrentar constantes mudanças.
Externalização é a conversão de parte do conhecimento tácito do indivíduo em algum tipo de conhecimento explícito, o que pode ocorrer por meio de relatos orais de fatos, por exemplo.
Ocorre internalização quando parte do conhecimento tácito de uma pessoa converte-se no conhecimento tácito de outrem, tal como ocorre na realização de atividades práticas sob a supervisão de tutores.
“Sistema de informações” pode ser entendido como:
processo de transformação de dados em informações.
qualquer elemento identificado em sua forma original.
qualquer elemento trabalhado que permite tomar uma decisão.
conjunto de regras e informações sistematizadas.
processo de arquivo, manutenção e divulgação de informações.
Os dados são requisitos para a informação, e esta é requisito para a construção do conhecimento; porém uma hierarquia inversa a essa também faz sentido; nesse caso, a informação emerge somente após existir o conhecimento que permita compreender a sua estrutura, e os dados são percebidos somente após a informação que permite verificar a existência dos fatos.
Os recursos não tangíveis de uma empresa incluem marcas e patentes, valores respeitados pela sociedade e também o conhecimento e a capacidade de aprendizado que os funcionários dessa empresa potencialmente detêm.
A combinação caracteriza-se pela conversão de algum tipo de conhecimento explícito gerado por um indivíduo com o objetivo agregá-lo ao conhecimento explícito da organização.
Para que produza efeitos práticos nas empresas, a gestão do conhecimento deve estar plenamente ancorada nas decisões tomadas e nos compromissos assumidos pela alta administração em relação às iniciativas necessárias ao desenvolvimento estratégico e organizacional.
A criação do conhecimento organizacional envolve processos como compartilhamento do conhecimento tácito e criação de conceitos. Uma equipe de desenvolvedores de software, por exemplo, inicia a promoção do conhecimento quando se reúne e compartilha o conhecimento tácito sobre uma parte desse software.
A gestão do conhecimento aplica-se apenas a empresas de grande porte, uma vez que, para a efetividade desse tipo de gestão, requerem-se a criação de novos modelos organizacionais (estruturas, processos, sistemas gerenciais) e novas posições a respeito do aproveitamento da capacidade intelectual de cada funcionário.
A socialização é a conversão de partes do conhecimento explícito da organização em conhecimento tácito do indivíduo.
O compartilhamento de informações entre os trabalhadores desconsidera o papel relevante da competição entre os departamentos da empresa para o alcance dos resultados.