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“Uso público de área localizada no pavimento térreo que não pode ser fechada com edificações, instalações, ou equipamentos. Tem como objetivos estimular e melhorar a oferta de áreas qualificadas para o uso público com que privilegiem o pedestre e promovam o desenvolvimento de atividades com valor social, cultural e econômico.” As informações se referem a:
Park(ing) Day.
Parque urbano.
Ruas compartilhadas.
Área de fruição pública.
Sistema de espaços livres.
Para fins de licenciamento ambiental de intervenção situada na margem do rio Paraíba do Sul, o órgão ambiental competente estabeleceu que seja efetuado plantio de espécies nativas em faixa situada ao longo do rio. O projeto, por sua vez, requer que sejam plantadas espécies arbóreas de porte variado e que algumas delas sejam ornamentais (com floração) e algumas frutíferas.
Dentre as alternativas, tenderá a essas determinações legais e técnicas o plantio das espécies
pau-ferro, oliveira e resedá.
figueira brava, oliveira e resedá.
falsa seringueira, ipê-amarelo e pitangueira.
quaresmeira, pitangueira e pau-ferro.
falsa seringueira, figueira brava e quaresmeira.
Considere o texto de Silva et al (2016), intitulado Densidade, dispersão e forma urbana, transcrito abaixo.
No que se refere a projetos de assentamentos urbanos, além do custo ambiental e humano, a construção urbana apresenta uma relação dispendiosa conforme as decisões de projeto e desenho das cidades. Assim, alguns desenhos morfológicos de cidade oferecem custos maiores ou menores, conforme as suas relações de uso e ocupação, adequação topográfica, sistema viário e demais infraestruturas, entre outras condicionantes ou determinantes de projeto. Sabese que a pavimentação e a drenagem são as infraestruturas urbanas mais onerosas, pois são responsáveis por 55% a 60% do custo de toda a infraestrutura urbana, os custos do subsistema sanitário detêm aproximadamente 20%, e o energético os 20% restantes. (SILVA, Geovany J. A. da; SILVA, Samira E.; SILVA, Carlos A. N.. Densidade, dispersão e forma urbana. Dimensões e limites da sustentabilidade habitacional. Arquitextos, São Paulo, ano 16, n. 189.07, Vitruvius, fev. 2016).
Em relação aos custos de projetos de assentamentos urbanos, analise as afirmativas seguintes.
I. O espaço ocupado pelo sistema viário e pela drenagem tende a ser superior em relação aos demais subsistemas.
II. O respeito à topografia aperfeiçoa o projeto de subsistema sanitário com dimensões menores e redução dos custos com os sistemas de captação de esgoto, água pluvial, distribuição de água potável, aterros, etc.
III. Um projeto urbano acessível deve ampliar as superfícies de vias, e buscar utilizar os mesmos materiais, seja em vias de alta-velocidade e fluxo intenso, seja em vias de menor volume e rapidez de deslocamento, reduzindo o tempo da obra.
Está(ão) correta(s)
I, II e III.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (SEINFRA) e a Defesa Civil de Goiânia comemoraram a eficiência dos jardins de chuva implantados na área do canal do Córrego Botafogo. Há planos de construções semelhantes em outros pontos da cidade de Goiânia, conforme detalhes das imagens apresentadas a seguir.
Disponível em: http://www.dm.com.br/cotidiano/2019/05/prefeitura-de-goiania-implanta-mais-quatro-jardinsde-chuva-no-setor-universitario.html. Acesso em: 08 jun. 2023 (adaptado).

Figura 1. Rotatória da avenida Av. C-17, Setor Sudoeste, Goiânia. Disponível em: https://www.facebook.com/pg/prefeitura. goiania/photos/?ref=pageinternal. Acesso em: 08 jun. 2023.

Figura 2. Detalhe esquemático de um jardim de chuva. Disponível em: http://criaarquitetura.com.br/jardins -de-chuva/. Acesso em: 08 jun. 2023.
Acerca das funções da infraestrutura retratada na figura 2, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A instalação de jardim de chuva no perímetro urbano reduz não só o escoamento superficial, mas também os riscos de alagamento.
PORQUE
II. Os focos principais da instalação dos jardins de chuva são o tratamento das águas da bacia hidrográfica da região e a dimensão estética do passeio público.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.
Considere a figura a seguir, extraída de uma versão do Manual de Projetos da CDHU, na qual se apresentam convenções a serem utilizadas em uma planta do projeto de urbanismo.

(https://www.cdhu.sp.gov.br/documents/20143/37009/ manual-de-projetos.pdf/31dc7a0a-f50c-cbf1-7ede-928708994547)
As larguras A e B e as indicações I, II e III correspondem, respectivamente, aos elementos denominados:
leito viário, leito carroçável, divisa entre lotes, pontos de inflexão do alinhamento, guia.
leito viário, faixa de domínio da via, alinhamento viário, pontos de concordância do alinhamento, guia.
leito carroçável, leito viário, alinhamento viário, pontos de concordância do alinhamento, meio-fio.
faixa de domínio da via, leito viário ou leito carroçável, alinhamento viário, pontos de concordância do alinhamento, meio-fio.
faixa de domínio da via, leito viário ou leito carroçável, alinhamento viário, pontos de inflexão do alinhamento, guia.
O arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, em seu livro “Cidades para pessoas”, destaca a importância da escala urbana para a percepção sensorial do ser humano e sua respectiva sensação de acolhimento no espaço urbano.
Avalie as afirmações sobre os sentidos e escala nos projetos de arquitetura e urbanismo.
I - A distância de 100 metros nos permite ver movimentos e linguagem corporal em linhas gerais, sendo a distância de referência para arenas esportivas e grandes eventos.
II - Ao dirigirmos um carro, a escala dos 60 km/h tem amplos espaços e vias largas, proporcionando uma experiência sensorial rica, detalhada e multifacetada.
III - A comunicação entre pessoas no nível térreo e nos edifícios altos e seus arredores é possível até o quinto andar. Nesse pavimento do edifício ainda é possível participar da vida urbana e interagir com as pessoas.
IV - O campo de visão social de cerca de 200 metros se reflete no tamanho da maior parte das praças das cidades antigas, sendo ainda hoje a distância de referência para que o pedestre tenha uma visão geral do que acontece na praça.
V - Em ruas estreitas e espaços pequenos, onde podemos ver com detalhes as pessoas e os prédios, a situação urbana é muitas vezes percebida como impessoal e fria. Isso contrasta com a experiência em cidades e complexos urbanos onde os edifícios e espaços públicos são enormes, proporcionando uma cena calorosa e convidativa.
Está correto apenas o que se afirma em
I e II.
I e III.
II e V.
I, II e V.
I, III e IV.
O conceito de Ecourbanismo consiste no desenvolvimento de comunidades multidimensionais sustentáveis inseridas em ambientes edificados de forma harmônica e equilibrada. Desta forma, para se fazer planejamento urbano, deve-se compreender profundamente os impactos das questões ecológicas e ambientais, bem como das inovações tecnológicas nas cidades e nos modos de vidas das pessoas.
Considerando essa temática, é correto afirmar que
a mobilidade urbana não é um exemplo de aspecto a ser considerado para o desenvolvimento urbano sustentável.
os recursos locais primordiais para o ecourbanismo são a iniciativa empresarial, a vontade política e o capital dos cidadãos.
o uso de energias renováveis, bem como o consumo de água consciente, são recursos locais dispensáveis para um desenvolvimento sustentável nas cidades.
as cidades devem ser consideradas como ecossistemas, onde os seres vivos e seu habitat funcionam como uma unidade ecológica em equilíbrio.
os assentamento urbanos devem ser planejados a partir da visão política estratégica, sem considerar a participação popular.
De acordo com o arquiteto e urbanista dinamarquês Jan Gehl, um bom planejamento urbano exige um trabalho que combine as três escalas: grande, média e pequena.
De acordo com o conceito do arquiteto, avalie o que se afirma sobre a escala urbana.
I - A grande escala é o tratamento holístico dado à cidade, abrangendo bairros, funções e instalações de tráfego.
II - A escala média é a escala da paisagem humana, na qual a cidade é experimentada pelas pessoas que a utilizam ao nível dos olhos.
III - A escala pequena é a escala humana que pode ser considerada menos importante na hierarquia de prioridades do planejamento urbano.
IV - A escala das pessoas em Brasília é um exemplo de planejamento urbano humanizado, visto que os espaços são convidativos e interessantes.
V - Idealmente, os três níveis de escala deveriam ser tratados e amalgamados em um todo convincente que fornecesse um espaço convidativo para as pessoas na cidade.
Está correto apenas o que se afirma em
I e II.
I e V.
III e V.
II, III e IV.
O projeto executivo urbanístico é a parte final do desenvolvimento do projeto, com o propósito de ser executado. Deve conter detalhes construtivos, todas as dimensões (cotas) necessárias para a construção do projeto, contendo especificações (informações de acabamentos) e níveis. É obrigatório apresentar os seguintes documentos gráficos, EXCETO:
perspectivas (de interiores ou exteriores, parciais ou gerais).
planta geral de implantação, contendo informações planialtimétricas e de locação;
planta e cortes de terraplenagem com as cotas de nível projetadas e existentes.
Plantas dos ambientes urbanos específicos.
detalhes de elementos das edificações necessárias e de seus componentes construtivos em escalas compatíveis.
. Em relação à declividade do sítio, no projeto dos ambientes urbanos, pode-se:
desprezar o seu impacto na alteração dos ventos.
considerar as declividades com até 2% como ideais para drenagem pluvial.
evitar locais com declividade entre 16% e 30%, pois são necessárias obras especiais para a sua utilização.
criar caminhos gramados em declividades acima de 20%.
Pode-se dizer que a forma urbana corresponde ao conjunto de objetos arquitetônicos, ligados entre si, por relações especiais.
Analise as afirmativas abaixo quanto aos sistemas de percepção determinantes para a compreensão da forma urbana.
1. Sistema de orientação: através da visão se constrói a parte mais importante da imagem da cidade, pressupondo o movimento e a apreensão do espaço em sequência visual.
2. Sistema visual: respeita o equilíbrio vertical e as noções de acima/abaixo, esquerda/direita, horizontal/vertical, alto/baixo, longe/perto, que permitem ao homem orientar-se na cidade.
3. Sistema tátil: considera as percepções térmicas e de fricção com a atmosfera (vento, correntes de ar, calor, sol, frio), importantes na vivência, compreensão e caracterização da cidade.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
É correta apenas a afirmativa 3.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 3.
São corretas as afirmativas 1, 2 e 3.
Assinale a alternativa que apresenta os documentos escritos mínimos que devem ser apresentados em um Anteprojeto urbanístico (AP-URB).
Memorial descritivo do anteprojeto arquitetônico - Memorial de cálculo dos elementos fixos - Cronograma físico - financeiro.
Memorial descritivo do anteprojeto urbanístico - Planilhas orçamentárias - Lista de pranchas.
Memorial de cálculo do anteprojeto urbanístico - Memorial qualitativo dos elementos e componentes construtivos - Lista de documentos.
Memorial descritivo do anteprojeto urbanístico - Memorial qualitativo dos elementos e componentes construtivos - Planilhas orçamentárias.
Memorial descritivo do anteprojeto urbanístico - Memorial descritivo dos elementos e componentes construtivos - Lista de pranchas e documentos.
MASCARÓ e MASCARÓ classificam os recintos urbanos em duas grandes categorias. Sobre esse assunto, analisar os itens abaixo:
I. São classificados como recintos para circular os destinados ao trânsito de veículos, pedestres ou ambos, sendo espaços lineares e contínuos; e recintos de permanência, que têm configuração espacial descontínua, usados, preferencialmente, por pedestres, compõem o conjunto de espaços abertos como praças, lagos e parques.
II. Para cada um dos recintos, os critérios de localização de vegetação são semelhantes, pois devem ser integrados ao desenho urbano a fim de facilitar a legibilidade e a compreensão da malha urbana pelo usuário.
III. Em todos os casos, a localização das árvores deve priorizar o usuário, promover a facilidade de movimentação e evitar a criação de barreiras e obstáculos.
Está(ão) CORRETO(S):
Somente o item I.
Somente o item II.
Somente os itens I e III.
Somente os itens II e III.
Todos os itens.
Quanto às características projetuais das praças contemporâneas brasileiras, assinale a alternativa INCORRETA.
Na composição formal das praças, destacam-se os traçados geométricos, gráficos e rígidos.
As praças voltam a ser palco de atividades de comércio e serviços, como feiras livres, mercado e lanchonetes.
As praças ganham vocação para área de passagem de pedestres com a criação de grandes pisos e esplanadas de circulação.
A revitalização ganha espaço com a valorização de ícones do passado, mudança de uso e reestruturação dos espaços antigos.
Os projetos são livres e irreverentes, com elementos e equipamentos de diversos tipos e formas, como pórticos, ruínas e esculturas.
Sobre os índices urbanísticos a serem calculados assinale a alternativa INCORRETA:
Área de projeção é a soma das áreas dos pisos cobertos utilizáveis, de todos os pavimentos e edificações do lote.
Coeficiente de aproveitamento é o índice pelo qual se correlacionam a área total construída e a área total do lote.
Taxa de ocupação é a relação entre a projeção horizontal da área construída e a área do lote.
Taxa de permeabilidade é a relação entre a soma de todas as áreas permeáveis do lote e a área total do lote.
Sobre as características projetuais dos parques modernos brasileiros, é correto afirmar que
são resgatados no projeto os objetos pitorescos e a composição romântica.
a vegetação nativa existente é descartada para a inserção de vegetação exótica e ornamental.
o programa de usos dos parques modernos é restrito, tendo destaque as atividades esportivas.
a configuração formal e funcional do parque moderno se vincula tanto cultural como socialmente ao nacionalismo vigente.
a estrutura morfológica dos parques é rebuscada e complexa, com forte hierarquia e determinação de uso dos espaços.
O skyline de perfil de quadra deve ser utilizado em projetos de intervenções urbanas, ou seja, em projetos que irão impactar a dinâmica e a morfologia de uma área da cidade. Marque a alternativa correta que expressa a função de tal ferramenta projetual:
"Ajustar'' a nova intervenção ao conteúdo arquitetônico existente. O skyline possibilita ao arquiteto exercitar parâmetros de escalas, gabaritos, cheios e vazios e, assim, introduzir a nova intervenção de maneira mais consistente e adequada à morfologia do lugar.
A paisagem nada tem de fixo, pois quando a sociedade passa por um processo de mudança, a paisagem transforma-se para se adaptar às novas necessidades da sociedade, tornando o skyline uma ferramenta ultrapassada.
O skyline é importante apenas em áreas de interesse histórico, pois ajuda a estabelecer as necessárias relações entre a intervenção contemporânea e a tipologia pré-existente.
O Skyline é um instrumento aceitável em projetos urbanos, de grandes escalas, sendo de pouca utilidade em projetos arquitetônicos.
Ao longo da história do planejamento urbano, foram surgindo posturas metodológicas de análise urbana que foram idealizadas por diversos autores e que foram utilizadas proporcionando referência de grande relevância para as práticas nas cidades atuais. Marque a alternativa correta.
No seu livro, A Imagem da Cidade (1960), Kevin Lynch escreve sobre como analisar e melhorar as formas visuais das cidades, o que trouxe o conceito denominado de: Mapas de Orientação Visual. Para isso, analisou três cidades norte-americanas (Boston, New Jersey e Los Angeles).
O conceito de análise da paisagem urbana definido por Gordon Cullen propõe a avaliação dos espaços urbanos provocando impactos de ordem emocional e em série. Utiliza três categorias, ou aspectos, que são: ótica, rua e malha urbana.
Jane Jacobs afirma que é perfeitamente possível estabelecer diretrizes para o planejamento urbano, a partir do conhecimento do profissional acerca do funcionamento e necessidades das cidades. Foi criado o termo Jane’s Walk para que o profissional percorra a cidade e elabore seu diagnóstico a partir de mapas realizados com dados de infraestrutura, sistema viário, diferentes ocupações urbanas, entre outros.
Para Kevin Lynch, urbanista americano, a percepção da cidade pelas pessoas é feita aos poucos e de acordo com a percepção do usuário. Seu método de leitura do ambiente baseia-se em cinco categorias (percepção e cognição), sendo elas: vias, nós, limites, bairros e marcos.
Aldo Rossi afirma que o crescimento urbano ocorre de forma espontânea, pelas tendências naturais, resultado dos diversos grupos dispersos nas cidades e que, consequentemente, explicam e modificam a sua estrutura.
Aditivos contratuais configuram crime de responsabilidade administrativa quando buscam contemplar alterações de projeto ou no cronograma físico-financeiro inicialmente aprovado para a execução de obras públicas.
Em um projeto urbano, foi desenhada uma linha “L” longitudinal a cada via, em posição central à seção transversal, representada pela convenção traço-ponto-traço. Essa linha é seccionada a cada 20 m (na escala do desenho) por pequenos segmentos de reta numerados sequencialmente a partir de zero (que corresponde ao início da via). Esses segmentos e a linha “L” corresponderão, respectivamente, a
estacas e eixo viário.
estacas e indicação de seção.
marcações de lote e eixo viário.
marcações de lote e eixo de simetria.
indicações de seção e eixo de simetria.