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Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Arte no Ensino Fundamental apontam três eixos norteadores da aprendizagem. Marque a opção que representa estes três eixos.
Diversidade, contextualização e cultura;
Criação, reflexão e cultura;
Estética, leitura e fruição;
Produção, fruição e contextualização.
Leia:
“Segundo os PCNs, as aulas de Arte devem contemplar atividades de quatro linguagens: dança, artes visuais, teatro e música. As diferentes manifestações culturais (das mais clássicas às mais vanguardistas) merecem ser analisadas como resultado de um conjunto de valores e uma maneira de os seres humanos interagirem com o mundo em que vivem (ou viveram)[...]”
Disponível em: <https://novaescola.org.br/conteudo/1509/o-que-ensinarem-arte>. Acesso em: 11 abril 2019.
A arte inspira, emociona e instiga a reflexão. Por isso, é uma potente ferramenta para a Educação, trabalhando com a pluralidade de culturas e sua vasta abrangência. Sobre a relação entre teoria e prática nas aulas de arte, assinale a alternativa CORRETA:
Dentro da Arte Educação, o conhecimento é dividido em dois termos: informal e formal. É relevante apenas o conteúdo formal, aplicado através de livros e tendo o professor como mestre em uma via de mão única.
A arte é atrelada ao contexto escolar. É vital que o professor saiba explorar o espaço da sala de aula como experiência única de conhecimento, visto que todo o ensino se dá somente entre os limites da escola.
Há um descompasso entre a produção teórica e a prática, tendo assim, desafios que ainda necessitam de superação. É necessário a rejeição de atividades estereotipadas e um maior aprofundamento das linguagens artísticas.
Nenhuma das alternativas.
Considerando-se a Arte como conhecimento, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Ensinar Arte significa articular três campos conceituais: a criação/produção, a percepção/análise e o conhecimento da produção artístico-estética da humanidade, compreendendo-a histórica e culturalmente.
( ) Nos PCN Arte, os campos conceituais estão denominados como produção, fruição e reflexão.
( ) É importante ensinar Arte através dos campos conceituais, explorando apenas a transmissão do conhecimento e busca de modelos de imagens, realizando experiências e vivências através da observação.
C - C - E.
E - C - C.
C - E - E.
E - C - E.
E - E - C.
A BNCC propõe que a abordagem das linguagens articule seis dimensões do conhecimento que, de forma indissociável e simultânea, caracterizam a singularidade da experiência artística. Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma dessas dimensões:
Crítica.
Estesia.
Fruição.
Domínio.
Os conteúdos de Arte nos Parâmetros Curriculares do Ensino Fundamental são propostos com base nos seguintes eixos norteadores:
I. apreciação
II. produção
III. reflexão
É verdadeiro o que se afirma somente em:
De acordo com o PCN-Arte, nas novas tendências de ensino para o século XXI, destacam-se as tendências que visam a melhoria da aprendizagem e do ensino da arte, estabelecendo relações entre a educação:
Diretiva e expressiva.
Estética e artística.
Museológica e de mobilização.
Polivalente e ampla.
Técnica e de tarefas pré-fixadas.
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais de arte, é incorreto afirmar que:
A obra de arte situa-se no ponto de encontro entre o particular e o universal da experiência humana.
A percepção estética é a chave da comunicação artística.
A arte representa ou reflete a realidade, não é percebida de um outro ponto de vista.
O conhecimento da arte envolve o exercício conjunto do pensamento, da intuição, da sensibilidade e da imaginação.
As capacidades que poderão ser desenvolvidas pelo aluno na linguagem teatro como comunicação e produção coletiva são:
reconhecimento das relações socioculturais por meio da prática teatral, que propõe a troca entre atuantes e público (palco-plateia) com base nas atividades dos jogos teatrais e da organização das cenas
identificação e aprofundamento dos elementos essenciais para a construção de uma cena teatral: atuantes/papéis, atores/ personagens; estruturas dramatúrgicas: peça/roteiro/enredo, cenário/locação
observação, análise e reformulação constante dos produtos das cenas trabalhadas pelos alunos em sala de aula
aprofundamento das disciplinas do currículo escolar por meio de improvisações e jogos teatrais
Segundo o autor, uma das tarefas do educador é trabalhar com os educandos a rigorosidade metódica com que devem se aproximar dos objetos cognoscíveis. A ideia apresentada compreende que:
é imprescindível que o educador tenha domínio completo do assunto e possa transmitir todo o conteúdo rigorosamente
ensinar pressupõe que, ensinando, se aprende o conhecimento já existente e se trabalha o conhecimento ainda não existente
ensinar pressupõe que o conteúdo deve ser apreendido e eficientemente incorporado pelo aluno, sem sofrer influências ao longo do processo
é fundamental que o educador transfira todo o conteúdo antes que os conhecimentos sejam superados, validando as críticas dos discentes ao processo
Os PCNs estabelecem critérios para a avaliação de música na Educação Básica. Entre esses não consta:
interpretar, improvisar e compor, demonstrando alguma capacidade ou habilidade.
distinguir, priorizando suas conquistas no tempo, e cultivar a música clássica de compositores como Mozart e Chopin para criar discernimento valorativo às produções populares como xote, sertanejo e funk.
Compreender a música como produto cultural histórico em evolução e sua articulação com as histórias do mundo.
Levar o aluno a valorizar o caminho de seu desenvolvimento.
Na primeira metade do século XX, as disciplinas Desenho, Trabalhos Manuais, Música e Canto Orfeônico faziam parte dos programas das escolas primárias e secundárias.
(PCN-Arte, 1997)
Segundo o documento, elas concentravam o conhecimento
na recuperação da cultura popular, no folclore indígena, em particular.
na transmissão de padrões e nos modelos das culturas predominantes.
no enfoque metodológico da Abordagem Triangular.
no debate decolonial.
no alinhamento com as práticas das Escolinhas de Arte no Brasil.
Toda ação humana envolve a atividade corporal. A criança é um ser em constante mobilidade e utiliza-se dela para buscar conhecimento de si mesma e daquilo que a rodeia, relacionando-se com objetos e pessoas.
(PCN-Arte, 1997)
Segundo o documento, a ação física é necessária para que a criança
adestre sua capacidade motora e fortaleça o corpo para a vida adolescente e adulta.
tenha autonomia do ponto de vista corporal de forma rápida para se integrar na sociedade.
possa interagir com outras crianças e adultos de maneira eficiente para a vida escolar.
incorpore as práticas sociais para uma vida ajustada do ponto de vista de sua cultura.
harmonize de maneira integradora as potencialidades motoras, afetivas e cognitivas.
Conforme definido na BNCC, as competências associadas à unidade temática música para a etapa do ensino fundamental diferem em alguns aspectos das competências associadas às unidades temáticas artes visuais, dança, teatro e artes integradas.
“Em música, a partir dos anos 30, dominou o Canto Orfeônico, (…). Embora não tenha sido o primeiro programa de educação musical brasileiro sério, nem o único, pois coexistiu em um emaranhado de tendências diversas, notadamente a escola-novista (…), esse projeto pretendia levar a linguagem musical de maneira sistemática a todo o país” (PCN-Arte, 1998).
O documento aponta que essa ação foi liderada por
Carlos Gomes.
João Carlos Martins.
Naomi Munakata.
Heitor Villa-Lobos.
Julio Medaglia.
Assinale a opção INCORRETA sobre o breve histórico das Leis e do Ensino de Arte no Brasil, apresentado a seguir.
A primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação de 1º e 2º Grau 5.692/71, conhecida como a Lei Educacional da Ditadura Militar. Apesar do avanço de ter sido garantido em lei a obrigatoriedade do ensino de arte no currículo escolar, democratizando o acesso ao seu ensino, houve também uma tentativa de esvaziar o ensino dessa área do seu teor crítico e reflexivo.
A LDB 5.692/71 não instituiu a obrigatoriedade da formação de professores específicos para lecionarem a atividade de Educação Artística na escola, deixou brechas para que o ensino fosse ministrado por profissional de qualquer área. Essa medida enfraqueceu a “comunidade disciplinar”, contribuindo para a descaracterização da disciplina, acentuando o estigma da arte como acessório, que serve apenas para decoração do espaço escolar, especialmente na produção de lembrancinhas para as datas comemorativas.
Na nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei 9.394/96, a arte não estava prevista para ser incluída como componente disciplinar no currículo da educação básica. Várias campanhas e movimentos foram feitos, sendo possível, graças à mobilização desses arte-educadores, a garantia da arte como um componente curricular obrigatório em todos os níveis de ensino. Porém, o texto da referida lei não especificava as linguagens artísticas (Artes Visuais, Música, Teatro e Dança), apenas informava que a arte é um componente curricular obrigatório.
No momento da elaboração dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), os arte-educadores elaboraram um livro próprio da área de arte. Nesse documento, a arte está representada como uma área de conhecimento humano, sendo explicitadas as linguagens artísticas que fazem parte dessa área, com conteúdos próprios, apresentando, também, algumas sugestões que ajudam a criar projetos educativos e a planejar as aulas de arte, buscando proporcionar a reflexão sobre a prática educativa.
Em 23 de fevereiro de 2016, foi aprovada na Câmara do Senado o Substitutivo da Câmara dos Deputados que altera o parágrafo sexto do artigo 26 da LDB 9.394/96, que fixa as diretrizes e bases da educação nacional, referente ao ensino da arte. Essa Ementa dispõe que as Artes Visuais, a Música, a Dança e o Teatro são as linguagens do Componente Curricular do ensino da arte obrigatório nos diversos níveis da educação básica. Finalmente o componente curricular Arte é posto como uma área de conhecimentos próprios na BNCC-Base Nacional Comum Curricular.
Para Luquet, a tendência natural na representação gráfica da criança é:
A autoexpressão.
A espontaneidade.
O realismo.
A observação.
A imitação.
Os três campos conceituais fundamentais para o ensino de arte são:
Abstração – metáfora – consciência.
Sensibilização – imaginação – autonomia.
Repertório – símbolos – técnica.
Linguagem – releitura – composição.
Percepção – criação – contextualização.
Conforme o PCN-Arte, é condição para a compreensão estética e artística:
A cultura.
O significado.
A percepção.
A imaginação.
O conhecimento artístico.
No ensino fundamental, o componente curricular arte está centrado nas seguintes linguagens: artes visuais, dança, música e teatro. Essas linguagens articulam saberes referentes a produtos e fenômenos artísticos e envolvem as práticas de:
produzir, discutir, imitar e descrever
observar, criar, reproduzir e refletir
imitar, reproduzir, ler e discutir
criar, ler, produzir e refletir
O autor afirma que todos somos seres histórico-sociais porque temos a capacidade de criticar, intervir, escolher e operar nossa realidade. A situação descrita a seguir que expressa uma relação de ensino-aprendizagem de acordo com a ideia apresentada é a seguinte:
em uma sequência de movimentos, a execução do aluno deve almejar aproximar-se ao máximo da execução do professor, estimulando, assim, a capacidade de escolha, com base na perfeição
em uma aula de dança na escola, é fundamental que o aluno apresente o biotipo exigido pela modalidade, demostrando coerência com a atividade vivenciada
em uma aula de balé na escola, o educador pode utilizar a improvisação como estratégia em vários momentos, estimulando a capacidade de escolha
em uma aula de jazz na escola, deve-se dispensar laboratórios de criação, pois eles pouco inteferem na aquisição técnica e na capacidade crítica