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A aprendizagem em arte exige vivências artísticas que estimulem o protagonismo e a criatividade dos estudantes.
Certo
Errado
Atualmente, o ensino da arte está diretamente ligado as competências da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), contudo, esse processo demandou longa jornada de evolução da qual é de extrema importância que os professores de arte tenham ciência. Sobre o ensino das artes na educação no Brasil no início do século XX, analise as afirmativas e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Na primeira metade do século XX, o ensino da arte era tecnicista, ou seja, formava o cidadão de maneira a usar as diferentes tecnologias da época para profissionalizar e ensinar uma arte técnica.
( ) Antes disso, o ensino da arte já existia e tinha como premissa a alta cultura - ou cultura erudita - na qual as escolas priorizavam convidar os artistas a trazerem sua arte para a escola.
( ) Nessa ideia de transmissão de modelos, havia apenas o desenvolvimento de habilidades manuais para ‘enaltecer dons artísticos’, contudo, basicamente desenvolvia-se apenas precisão geométrica nas crianças.
( ) Percebe-se o desenvolvimento útil e imediato no ensino da arte nas escolas: ‘Preciso aprender agora e preciso fazer para um fim específico’.
( ) O aluno era considerado como agente participativo, dotado de capacidade e com personalidade para o estudo da arte.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
V - V - F - V - F
F - F - V - V - F
V - V - V - V - F
F - V - F - V - F
F - V - V - V - F
Os componentes curriculares estão agrupados de modo que possibilitem os multiletramentos, compreendendo a linguagem para além da escrita, logo, incorporando as propriedades comunicativas da imagem, da fala, do movimento e da música.
Certo
Errado
A Arte é um artefato da cultura humana e das relações que o sujeito estabelece com o contexto, com os outros sujeitos e com ele mesmo. A educação em Arte está, pois, ligada à história das culturas da humanidade, que seguiu um padrão hegemônico até as transformações advindas com os pressupostos da modernidade. Somente com a (LDB), Lei de Diretrizes de Base da Educação Nacional nº. 9.394 de 20 de dezembro de 1996, é que Arte passa a ser considerada obrigatória na Educação Básica, como estabelece o seu Artigo 26, § 2 º:
SANTA CATARINA. Governo do Estado. Secretaria de Estado da Educação. Currículo base da educação infantil e do ensino fundamental do território catarinense / Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado da Educação. Florianópolis: Secretaria de Estado da Educação, 2019)
Considerando o Ensino da Arte no Ensino Fundamental, pode-se afirmar que
o ensino da Arte constitui componente curricular obrigatório, em diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos.
o ensino da Arte como disciplina curricular, nos diversos níveis da educação básica, enfatiza a reprodução de modelos propostos pelo professor, e não o processo criador do aluno.
o ensino da Arte deve articular os códigos estéticos e constitui um ensino obrigatório no Ensino Fundamental e Médio.
o ensino da Arte constitui como disciplina optativa nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento intelectual dos alunos.
Na atualidade, conforme os teóricos do ensino curricular de Artes, são utilizados alguns eixos estruturantes para o planejamento das aulas.
Nesse sentido, o eixo em que estão incluídas experiências que se relacionam com o contato direto com as mais variadas manifestações artísticas, por meio da observação ativa e crítica a partir de atividades ao vivo, gravadas ou filmadas, é identificado como:
Recepção e avaliação.
Análise e apreciação.
Expressão e comunicação.
Construção e representação.
Elementos básicos da linguagem.
O Teatro é abordado nos PCN – Arte a partir de sua gênese em rituais de diferentes culturas e tempos e o jogo é conceituado a partir das fases da evolução genética do ser humano e entendido como instrumento de aprendizagem, promovendo o desenvolvimento da criatividade, em direção à educação estética e práxis artística.
Nesse sentido, o jogo teatral é um jogo de:
Imitação.
Construção.
Desconstrução.
Interpretação.
Observação
Com relação aos anos iniciais da arte no ensino fundamental, a BNCC propõe unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades, para assegurar aos alunos a possibilidade de se expressar criativamente em seu fazer investigativo.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente aos objetos de conhecimento de artes visuais do 1º ao 5º ano, de acordo com a BNCC.
Contextos e práticas; Elementos de linguagem; Matrizes estéticas e culturais; Materialidades; Processos de criação; e Sistemas da linguagem.
Arte e tecnologia; Patrimônio cultural; Processos e criação; e Matrizes estéticas culturais.
Práticas diversas de composição; Representação gráfica; Elementos de linguagem; Processos de criação; e Sistemas da linguagem.
Elementos de linguagem; Improvisações; Diferentes formatos; Matrizes estéticas e culturais; e Trabalho colaborativo.
Trabalho autoral em improvisação; Experimentação de possibilidades criativas; Matrizes estéticas e culturais; Sistemas da linguagem; e Representação gráfica.
O texto da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Brasil apresenta como uma das competências específicas de arte para o ensino fundamental: “Explorar, conhecer, fruir e analisar criticamente práticas e produções artísticas e culturais do seu entorno social, dos povos indígenas, das comunidades tradicionais brasileiras e de diversas sociedades, em distintos tempos e espaços, para reconhecer a arte como um fenômeno cultural, histórico, social e sensível a diferentes contextos e dialogar com as diversidades”. Assinale a alternativa que apresenta habilidade que NÃO está em sintonia com o texto da BNCC.
Conhecer e identificar a cultura de tradição europeia como uma linguagem universal e de importância hierárquica em relação às outras culturas, pois é através dos seus elementos constitutivos que todas as outras se desenvolvem.
Identificar e apreciar criticamente diversas formas e gêneros de expressão musical, reconhecendo e analisando os usos e as funções da música em diversos contextos de circulação, em especial, aqueles da vida cotidiana.
Perceber e explorar os elementos constitutivos da música (altura, intensidade, timbre, melodia, ritmo etc.), por meio de jogos, brincadeiras, canções e práticas diversas de composição/criação, execução e apreciação musical.
Explorar fontes sonoras diversas, como as existentes no próprio corpo (palmas, voz, percussão corporal), na natureza e em objetos cotidianos, reconhecendo os elementos constitutivos da música e as características de instrumentos musicais variados.
Experimentar improvisações, composições e sonorização de histórias, entre outros, utilizando vozes, sons corporais e/ou instrumentos musicais convencionais ou não convencionais, de modo individual, coletivo e colaborativo.
Segundo a BNCC, a aprendizagem de Arte precisa alcançar a experiência e a vivência artísticas como práticas sociais, permitindo que os alunos sejam protagonistas e criadores. Esta é uma habilidade proposta no documento para a Unidade Temática Dança e pertence a qual dos Objetos de Conhecimento?
Materialidade.
Elementos da linguagem.
Sistemas de linguagem.
Contextos e práticas.
Notação e registro cinestésico.
Segundo a Proposta Curricular da RMEF, destaca-se que, na atualidade, existe uma diversidade de metodologias para o ensino de teatro, bem como, suas sublinguagens – cada qual com suas possibilidades e desafios – cabendo a cada professor selecionar os procedimentos metodológicos que lhes serão úteis de acordo com os objetivos de ensino e aprendizagem e a sua proposta de processo investigativo diante das possibilidades e motivações de cada momento pedagógico.
Diferentes abordagens metodológicas dialogam no âmbito do ensino curricular de Teatro da RMEF. Entre elas estão:
O Teatro do Oprimido; as Peças de Bertold Brecht; os Jogos Teatrais sistematizados por Viola Spolin; e a Metodologia do Drama.
A Dramaturgia colaborativa e a obra de Maria Clara Machado; A distância crítica por Brecht.
A psicologia dos personagens, empatia dos atores por Stanislavisky; Teatro do oprimido, por Boal.
Jogos teatrais de Viola Spolin; Construção através do improviso.
Produção (construir e re.presentar), Recepção (apreciar e avaliar) e Contextualização (desenvolver conhecimentos históricos e teóricos do trabalho).
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) de acordo com a Proposta Curricular da Rede Municipal de Ensino de Florianópolis (2016).
( ) Do Componente Curricular Artes, as Artes Visuais apresentam as ações mais consolidadas e reconhecidas por estarem presentes historicamente há mais tempo no cotidiano educacional.
( ) O ensino das Artes, assim como outros Componentes Curriculares, necessita de espaço físico com algumas condições mínimas para o desenvolvimento adequado de suas propostas pedagógicas.
( ) O professor de cada área artística que constitui o Componente das Artes não deve estar comprometido com questões diversas nesse campo, presentes no seu contexto cultural e em outros contextos, considerando irrelevante o estímulo dos estudantes a também participarem ativamente do seu cotidiano.
( ) A fruição refere-se ao fazer artístico e ao conjunto de questões a ele relacionado, no âmbito do fazer do estudante e dos produtos sociais da arte.
( ) A formação continuada pode ser destacada como um dos pontos fortes com relação ao Componente de Artes, pois a partir de encontros regulares, os professores das diferentes áreas artísticas dialogam, trocam experiências, aprimoram suas práticas e se atualizam sob o ponto de vista pedagógico e artístico.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
F • V • F • F • V
F • V • V • F • F
V • F • F • F • V
V • F • V • V • F
V • V • F • F • V
“(...) A questão central do ensino de Arte no Brasil diz respeito a um enorme descompasso entre a produção teórica, que tem um trajeto de constantes perguntas e formulações, e o acesso dos professores a essa produção, que é dificultado pela fragilidade de sua formação, pela pequena quantidade de livros editados sobre o assunto, sem falar nas inúmeras visões preconcebidas que reduzem a atividade artística na escola a um verniz de superfície, que visa as comemorações de datas cívicas e enfeitar o cotidiano escolar. Em muitas escolas ainda se utiliza, por exemplo, o desenho mimeografado com formas estereotipadas para as crianças colorirem, ou se apresentam “musiquinhas” indicando ações para a rotina escolar (hora do lanche, hora da saída). Em outras, trabalha-se apenas com a auto-expressão; ou, ainda os professores estão ávidos por ensinar história da arte e levar os alunos a museus, teatros e apresentações musicais ou de dança. Há outras tantas possibilidades em que o professor polivalente inventa maneiras originais de trabalhar, munido apenas de sua própria iniciativa e pesquisa autodidata. Essa pluralidade de ações individuais representa experiências isoladas que têm pouca oportunidade de troca, o que se realiza nos eventos, congressos regionais, onde cada vez mais professores se reúnem, mas aos quais a grande maioria não tem acesso. O que se observa, então, é uma espécie de círculo vicioso no qual um sistema extremamente precário de formação reforça o espaço pouco definido da área com relação às outras disciplinas do currículo escolar. Sem uma consciência clara de sua função e sem uma fundamentação consistente de arte como área de conhecimento com conteúdos específicos, os professores não conseguem formular um quadro de referências conceituais e metodológicas para alicerçar sua ação pedagógica; não há material adequado para as aulas práticas, nem material didático de qualidade para dar suporte às aulas teóricas. (...)”
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.
A partir dessas constatações, os Parâmetros Curriculares Nacionais:
Buscam formular princípios que orientem os professores na sua reflexão sobre a delimitação do espaço que a Arte pode ocupar no ensino fundamental, a partir de uma investigação do fenômeno artístico e de como se ensina e como se aprende arte.
Compilam conceitos teóricos e metodologias bem sucedidas ao longo do século XX, buscando reaproveitá-las na elaboração de um manual de boas práticas pedagógicas.
Reconhecem que a manifestação artística tenha em comum com o conhecimento científico, técnico ou filosófico seu caráter de criação e inovação e a despeito disso propõe que a Arte seja pensada isoladamente.
Afirmam arte e ciência como áreas de conhecimento totalmente distintas, sendo a ciência produto do pensamento racional e a arte, pura sensibilidade, sendo a imaginação, para a ciência, prescindível como é para a arte o conhecimento.
Entende-se que a arte expressa representações imaginárias das distintas culturas, que se renovam através dos tempos, construindo o percurso da história humana, e que por isso os conteúdos relacionados à ciência são incompatíveis com os conteúdos da disciplina de Arte.
A BNCC propõe que a abordagem das linguagens articule seis dimensões do conhecimento que, de forma indissociável e simultânea, caracterizam a singularidade da experiência artística. Tais dimensões perpassam os conhecimentos das Artes visuais, da Dança, da Música e do Teatro e as aprendizagens dos alunos em cada contexto social e cultural. Não se trata de eixos temáticos ou categorias, mas de linhas maleáveis que se interpenetram, constituindo a especificidade da construção do conhecimento em Arte na escola. Desta forma:
Há uma hierarquia entre essas dimensões, uma ordem para se trabalhar com cada uma no campo pedagógico, sendo assim a primeira dimensão é fruição e a última criação.
A Estesia refere-se às possibilidades de exteriorizar e manifestar as criações subjetivas por meio de procedimentos artísticos, tanto em âmbito individual quanto coletivo.
A Criação refere-se ao fazer artístico, quando os sujeitos criam, produzem e constroem. Trata-se de uma atitude intencional e investigativa que confere materialidade estética a sentimentos, ideias, desejos.
A Fruição refere-se às possibilidades de exteriorizar e manifestar as criações subjetivas por meio de procedimentos artísticos, tanto em âmbito individual quanto coletivo.
As seis dimensões do conhecimento em arte contemplam aspectos das artes visuais, da música, da dança e do teatro.
Certo
Errado
Na BNCC, na Unidade Temática Dança, a Habilidade “Estabelecer relações entre as partes do corpo e destas com o todo corporal na construção do movimento dançado” refere-se ao Objeto de Conhecimento
Contextos e práticas.
Elementos da Linguagem.
Matrizes estéticas e culturais.
Materialidades.
Processos de Criação.
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN de Artes, as oportunidades de aprendizagem de arte, dentro e fora da escola, mobilizam a expressão e a comunicação pessoal e ampliam a formação do estudante como cidadão, principalmente por:
debates e manifestações de educadores, na atual legislação educacional brasileira.
vigorar como área de conhecimento e trabalho com as várias linguagens.
intensificar as relações dos indivíduos tanto com seu mundo interior como com o exterior.
criar um campo de sentido para a valorização do que lhe é próprio.
favorecer o entendimento da riqueza e diversidade da imaginação humana.
Criar com o corpo formas diversificadas de expressão de sentimentos, sensações e emoções, tanto nas situações do cotidiano quanto em brincadeiras, dança, teatro, música.
(BNCC – Campo de Experiências “Corpo, Gestos e Movimentos”)
O objetivo de aprendizagem e desenvolvimento apresentado tem adequação para a faixa etária de
zero a 1 ano e 6 meses.
1 ano e 7 meses a 3 anos e 11 meses.
4 anos a 5 anos e 11 meses.
5 anos e 7 meses a 6 anos e 6 meses.
6 anos e 7 meses a 7 anos e 6 meses.
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe que a abordagem das linguagens artísticas articule seis dimensões do conhecimento que, de forma indissociável e simultânea, caracterizam a singularidade da experiência artística. Assinale a alternativa que apresenta essas seis dimensões do conhecimento.
Criação, Fruição, Estesia, Contextualização, Expressão e Harmonização.
Criação, Análise, Fruição, Reflexão, Contextualização e Expressão.
Criação, Crítica, Estesia, Expressão, Fruição e Reflexão.
Criação, Expressão, Fruição, Contextualização, Reflexão e Análise.
O PCN de Artes traz que a música sempre esteve associada às tradições e às culturas de cada época. Atualmente, o desenvolvimento tecnológico aplicado às comunicações vem modificando consideravelmente as referências musicais das sociedades pela possibilidade de uma escuta simultânea de toda produção mundial por meio de discos, fitas, rádio, televisão, computador, jogos eletrônicos, cinema, publicidade etc.
Sendo assim, analise as alternativas e marque a INCORRETA:
Composições, improvisações e interpretações são os produtos da música.
A diversidade permite ao aluno a construção de hipóteses sobre o lugar de cada obra no patrimônio musical da humanidade.
O processo de criação de uma composição é conduzido pela intenção do compositor a partir de um projeto musical
Uma vez que a música tem expressão por meio dos sons, uma obra que ainda não tenha sido interpretada só existe como música na mente do compositor que a concebeu
O professor não precisa abrir espaço para o aluno trazer música para a sala de aula contextualizando-a.
No Ensino Fundamental – Anos Finais, é preciso assegurar aos alunos a ampliação de suas interações com manifestações artísticas e culturais nacionais e internacionais, de diferentes épocas e contextos. Essas práticas podem ocupar os mais diversos espaços da escola, espraiando-se para o seu entorno e favorecendo as relações com a comunidade (BRASIL, 2017).
É correto afirmar que:
A arte na educação básica se insere na área das práticas artísticas populares socialmente construídas.
A Arte na educação escolar se insere na área de manifestações visuais como uma expressão das práticas artísticas populares socialmente construídas.
A arte na educação básica se insere na área das práticas artísticas vinculada às normatizações que a regulam, imbricada com o trabalho que a iguala às demais produções humanas.
A Arte na educação escolar se insere na área de linguagem como uma expressão humana que oportuniza compartilhar as culturas em sua diversidade e congrega valores, posturas, condutas que a caracterizam e ao mesmo tempo a diferenciam de outras áreas de conhecimento e de outras manifestações de linguagem.
A Arte na educação escolar se insere na área de manifestações visuais vinculada às normatizações que a regulam, imbricada com o trabalho que a iguala às demais produções humanas.