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Leia o texto a seguir, assinado por Jorge Duarte, presidente da Associação Brasileira de Comunicação Pública.
Caso INSS também é exemplo da crise de comunicação
Onde há vácuo de informação oficial, instala-se a desinformação, mina-se a confiança e florescem oportunismos. Não é só má-fé de terceiros: há omissão do Estado.
Mesmo em um país acostumado a escândalos com recursos públicos, o caso recente do INSS impressiona pela quantidade de pessoas afetadas, pelo volume financeiro envolvido e pela facilidade com que poderia ter sido evitado. Bastariam mecanismos básicos de controle, transparência ativa e respeito ao interesse público. O cidadão deveria saber, por óbvio, em qualquer situação e não apenas nesta, que haveria desconto, por quê, para quem, e ter como impedir com facilidade.
Esse episódio escancara uma falha estrutural: a comunicação.
O Estado segue incapaz de estabelecer relações confiáveis com a população. Onde há vácuo de informação oficial, instala-se a desinformação, mina-se a confiança e florescem oportunismos. Não é só má-fé de terceiros: há omissão do Estado. Falhou a prestação do serviço, falhou a comunicação pública.
(Correio Brasiliense, maio de 2025.)
Esse tipo de texto é característico de um(a)
release noticioso.
reportagem interpretativa.
editorial institucional.
artigo de opinião.
fact sheet sobre a Comunicação Pública.
Sobre as Diretrizes para Comunicação Pública Digital, publicadas pela Associação Brasileira de Comunicação Pública, assinale a afirmativa correta.
Os conteúdos personalistas e promocionais devem ser estimulados como recurso de humanização, de conexão e de interação com os diversos públicos.
Se a instituição tiver uma presença digital consistente em seu site e perfis oficiais ativos nas várias redes sociais digitais, estão dispensadas as ações de comunicação off-line.
As acusações infundadas e desinformação postadas como comentários nos perfis institucionais nas redes sociais digitais devem ser ignoradas.
As entidades públicas devem desenvolver e divulgar conteúdos educativos sobre desinformação, ensinando os cidadãos a reconhecer, evitar e reportar informações falsas.
Todos os canais digitais de contato com o cidadão devem ter crescimento orgânico, estando proibidas quaisquer ações que impulsionem o conteúdo nas redes.
Sobre os prazos para atendimento das solicitações de informações via Lei de Acesso à Informação (LAI), o Guia de Orientações para o cumprimento da Lei de Acesso à Informação por Estados e Municípios reforça que
Sempre que possível, o Serviço de Informação ao Cidadão (SIC) deve fornecer imediatamente a informação ao cidadão. Caso o atendimento não possa ser imediato, a LAI estabelece que os órgãos devem responder o pedido em até _____, com a possibilidade de prorrogar o prazo por mais _____. A prorrogação sempre deve ser justificada pelo órgão e deve ser feita antes de o prazo inicial acabar. Quando o cidadão se sentir insatisfeito com a resposta recebida, ele poderá interpor recurso no prazo de até _____, a contar do recebimento da resposta. Todos os órgãos públicos devem ter pelo menos uma instância recursal, a qual deve ser uma autoridade hierarquicamente superior à que respondeu ao pedido inicial. O prazo para responder o recurso é de _____.
(CGU: 2024. Adaptado)
Assinale a opção que completa corretamente o texto acima.
45 dias – 20 dias – 5 dias – 72 horas
15 dias – 5 dias – 72 horas – 48 horas
20 dias – 10 dias – 10 dias – 5 dias
30 dias – 15 dias – 15 dias – 10 dias
30 dias úteis – 10 dias úteis – 5 dias corridos – 3 dias úteis
No âmbito das relações comunicacionais estabelecidas entre o poder público e a sociedade por meio de ambientes digitais institucionais, determinadas diretrizes orientam a forma como informações e serviços são disponibilizados aos cidadãos. Na gestão de ambientes digitais governamentais, é CORRETO afirmar que o princípio do acesso universal estabelece diretrizes que incluem a:
Utilização de linguagem técnica para garantir precisão jurídica.
Exigência de cadastro prévio para acesso a informações de interesse público.
Limitação de acesso por tipo de dispositivo ou sistema operacional.
Adoção de padrões de acessibilidade, interoperabilidade e usabilidade.
Priorização de conteúdos em formato PDF para garantir fidelidade.
O eMAG 3.1 é a versão 3.1 do Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico, um conjunto de diretrizes técnicas adotado pelo Governo Federal brasileiro para orientar a criação, manutenção e avaliação de sítios e sistemas digitais governamentais acessíveis. De acordo com o eMAG 3.1, assinale a alternativa que apresenta uma prática RECOMENDADA para a redação de links acessíveis em sítios governamentais.
Utilizar expressões como "clique aqui" ou "leia mais", desde que acompanhadas do atributo title com a descrição completa do destino.
Fornecer textos de link que façam sentido mesmo quando lidos fora de contexto, como "Saiba mais sobre acessibilidade digital".
Priorizar o uso do atributo title para descrever o link, pois ele é amplamente suportado por todos os leitores de tela e dispositivos móveis.
Em listas de links adjacentes, separá-los apenas com quebras de linha (<br>), pois isso simplifica o código HTML.
Manter links com o mesmo texto se eles levarem a destinos semelhantes, mesmo que as páginas finais sejam diferentes.
No âmbito da comunicação pública, o Guia de Comunicação Pública, da Associação Brasileira de Comunicação Pública, classifica o tipo de publicidade que “tem como finalidade divulgar direitos e serviços colocados à disposição do cidadão. Ele apresenta comando de ação objetivo, claro e de fácil entendimento, tem o objetivo de informar, educar, orientar, mobilizar, prevenir ou alertar a população para adotar comportamentos que lhe tragam benefícios individuais ou coletivos e que melhorem a sua qualidade de vida”.
O tipo de publicidade referido é a publicidade
interna.
de utilidade pública.
mercadológica.
institucional.
legal.
A comunicação pública pode ser compreendida a partir de cinco áreas, que definem tanto um campo de saberes quanto um conjunto de atividades profissionais. Uma dessas áreas parte da premissa de que a comunicação atua na difusão de ideias, opiniões e posicionamentos políticos e também na regulação exercida pelo Estado sobre os meios de comunicação e sua relação com a sociedade. Nessa vertente, a mídia cumpre papel central na mediação do poder e na formação do debate público.
Essa área da comunicação pública é classificada como:
Comunicação política.
Comunicação organizacional.
Comunicação governamental.
Comunicação científica.
Comunicação da sociedade civil organizada.
Os procedimentos previstos Lei de Acesso à Informação (LAI) e devem ser executados em conformidade com os princípios básicos da administração pública e com as algumas diretrizes, entre elas a de que
o preceito geral da administração pública é o sigilo, por isso, para garantir o acesso à informação de órgãos públicos é necessário recorrer a LAI.
a divulgação de informações de interesse público referente aos órgãos do poder executivo só podem ser fornecidas mediante solicitações via LAI.
a LAI não se aplica a informações sobre recursos públicos recebidos por entidades privadas sem fins lucrativos para realização de ações de interesse público.
a LAI pode ser usada para fomentar desenvolvimento da cultura de transparência na administração pública e do controle social da administração pública.
a LAI se aplica exclusivamente aos órgãos públicos integrantes da administração direta dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Na transmissão de informações governamentais, a comunicação pública
deve priorizar a promoção da imagem governamental.
deve limitar-se à divulgação de dados oficiais.
deve orientar-se para o interesse público.
substitui canais de participação social.
deve ater-se à publicidade institucional.
“A comunicação pública acontece, obrigatoriamente, no espaço público; seu foco é o cidadão; ela deve visar sempre à construção da cidadania; melhorar a vida das pessoas; e ser construída a partir da perspectiva de interesse público” (CUNHA, 2022). Assinale a alternativa correta a respeito dos eixos e princípios da comunicação pública.
A amplificação da transparência pressupõe que o CRECI DF publique balanços no Portal da Transparência, sem obrigatoriedade de converter esses dados complexos em formatos digeríveis e visualmente atrativos.
A presença constante e a curadoria do Portal/Site e mídias sociais devem refletir a Comunicação de Estado, sendo necessário reiniciar os canais e alterar a identidade institucional sempre que houver mudança na Diretoria para evitar vínculos com a gestão anterior.
Embora existam redes sociais e podcasts, o CRECI DF deve evitar formatos de áudio ou vídeo curtos, pois a comunicação pública exige o uso de textos longos e formais para manter a credibilidade, tornando irrelevante a escolha de canais dinâmicos como o LinkedIn.
O CRECI DF deve usar sua comunicação online para estabelecer sua voz como fonte oficial e verídica, combatendo ativamente a desinformação, o que é um exercício direto do princípio da credibilidade e veracidade da comunicação pública.
No ambiente digital, a distinção entre a imagem da gestão e a identidade corporativa do CRECI DF deixa de existir. A comunicação deve unificar ambas as imagens, utilizando os canais oficiais para divulgar as opiniões pessoais e partidárias da Diretoria.
O setor de Comunicação do CRECI DF decidiu implementar ferramentas de Inteligência Artificial (IA) para otimizar seus processos de comunicação organizacional e relacionamento. Considerando as potencialidades e os riscos éticos do uso de IA na gestão pública, assinale a alternativa correta.
O uso de chatbots com IA para o atendimento aos corretores deve substituir integralmente a equipe de atendimento humano, visto que a tecnologia possui capacidade superior de interpretação de nuances emocionais e resolução de conflitos complexos, gerando economia de recursos.
A aplicação de IA para análise de sentimento em comentários nas redes sociais e canais de ouvidoria permite quantificar e qualificar a reputação institucional em tempo real, servindo como ferramenta de suporte à decisão, mas não dispensa a análise qualitativa humana para a compreensão de ironias e contextos culturais locais.
A IA generativa é a ferramenta ideal para a redação final de notas oficiais e pareceres jurídicos do Conselho, pois seus algoritmos são isentos de viés ideológico e garantem a neutralidade absoluta exigida na comunicação pública, dispensando revisão.
No endomarketing, o uso de algoritmos para personalizar o envio de informações aos colaboradores é vedado na administração pública, pois fere o princípio da impessoalidade e da isonomia, devendo todos receberem exatamente o mesmo volume de informações, independentemente do cargo.
A IA aplicada à comunicação organizacional restringe-se à automação de postagens em redes sociais, não possuindo aplicabilidade relevante em áreas estratégicas como assessoria de imprensa, monitoramento de crises ou comunicação interna
A Associação Brasileira de Comunicação Pública estabeleceu diretrizes para orientar o uso responsável da comunicação digital por instituições públicas, com objetivo de “fortalecer um ambiente comunicacional ético, inclusivo e comprometido com a verdade factual e os valores democráticos”.
Sobre as estratégias para estimular o engajamento, avalie as afirmativas a seguir.
I. A comunicação digital deve ser acessível, interativa e colaborativa e os recursos multimídia, como vídeos, infográficos e transmissões ao vivo tendem a favorecer a retenção e compartilhamento da informação.
II. Deve-se considerar a utilização de memes e bordões típicos da Internet, quando estes auxiliarem na transmissão da mensagem e na compreensão dos assuntos.
III. Os formatos e a linguagem escolhidos devem priorizar a interação e o engajamento, ampliando a disseminação de informação verdadeira e, incentivando a participação popular, valorizando ainda recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
A Associação Brasileira de Comunicação Pública, em meados de 2024, emitiu uma recomendação de princípios, conceitos e diretrizes para adoção de tecnologias de Inteligência Artificial (IA) nos processos de comunicação, no âmbito da Administração Pública.
Sobre essa adoção, recomenda-se que
o processo de verificação e validação de produtos de comunicação gerados por IA seja feito, preferencialmente, por instituições públicas referenciadas.
o emprego de Inteligência Artificial Preditiva seja preferencial em relação à Inteligência Artificial Generativa.
não haja responsabilização do ser humano frente a produções decorrentes do uso de IA.
o uso de ferramentas de IA como fontes de informações para elaboração de produtos de comunicação seja progressivo.
a IA substitua o ser humano em atividades-fim específicas da comunicação, desde que ele seja deslocado para outra função.
A transparência pública pode ser ativa ou passiva. Quanto à segunda categoria, o Guia de Orientações para cumprimento da Lei de Acesso à Informação por Estados e Municípios, editado pela Controladoria-Geral da União, indica que
o site próprio deve ser substituído por perfis oficiais em redes sociais como Instagram, Facebook e Twitter, para promover a transparência e chegar mais facilmente aos cidadãos.
deve existir um Serviço de Informação ao Cidadão, instalado em local físico, com condições apropriadas para atender e orientar o público e receber e tratar os pedidos de acesso à informação.
haja compartilhamento do site oficial, apenas se tiver o domínio “gov.br”, com o de outras entidades e municípios do mesmo estado para otimizar as ações de comunicação e acessar mais cidadãos.
as informações disponíveis nos sites oficiais devem ser formatadas para possibilitar a gravação de relatórios em diversos formatos eletrônicos, inclusive abertos e não proprietários, para facilitar sua análise.
os sites oficiais devem disponibilizar informações concernentes aos procedimentos licitatórios, inclusive os respectivos editais e resultados, bem como os contratos celebrados.
Os “Princípios da Comunicação Pública”, definidos pela Associação Brasileira de Comunicação Pública são premissas importantes para o entendimento do papel do assessor nos órgãos públicos.
Sobre eles, avalie as afirmativas a seguir.
I. A comunicação do serviço público deve produzir conteúdo adaptado e acessível, abrindo espaço à diversidade de pensamento, garantindo representatividade e uso de linguagem inclusiva.
II. A comunicação pública é dever e responsabilidade do Estado e deve colaborar ativamente para o cumprimento dos princípios constitucionais da publicidade e da transparência.
III. A comunicação pública deve ser personalista, priorizando a publicidade dos governantes e de suas ações em prol da população, de modo a criar uma imagem positiva dos dirigentes de cada órgão público.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas.
I, II e III.
O presidente da Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública), Jorge Duarte, defende que os profissionais da comunicação pública garantam ao cidadão “o acesso à informação de qualidade e estabeleçam pontes, criando espaços de diálogo construtivo, o que envolve promover ações coordenadas para a prevenção, mitigação e preparação para riscos e crises”.
As opções a seguir apresentam alternativas de ações nesse sentido, à exceção de uma. Assinale-a
Fechamento dos canais de comunicação durante as situações de crise.
Realização de campanhas de educação e mobilização.
Oferta de informações claras e acessíveis.
Adoção de canais inclusivos que alcancem diferentes públicos.
Fortalecimento da transparência das informações.
Os princípios fundamentais de toda a administração pública, devem nortear a elaboração dos atos e das comunicações oficiais. Por isso, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República – 3ª edição, revista, atualizada e ampliada, a redação oficial deve ter, entre outras, as características expressas nas opções a seguir, à exceção de uma. Assinale-a.
informalidade e personalismo.
clareza e precisão.
coesão e coerência.
objetividade e padronização.
uso da norma padrão da língua portuguesa.
O Serviço de Informação ao Cidadão - SIC, previsto no Art. 9º, I, da Lei Federal nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação - LAI ) é prestado, no âmbito da ALE/RO, pela(o)
Divisão de Apoio às atividades parlamentares.
Ouvidoria Administrativa.
Divisão de Redes Sociais da Superintendência de Comunicação Social.
Assessoria de Imprensa de cada parlamentar
Divisão de Publicidade e Propaganda da Superintendência de Comunicação Social.
Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil concedeu à Assembleia Legislativa de Rondônia o Selo Diamante em transparência pública.
No Portal da Transparência do Poder Legislativo de Rondônia, se quisermos informações sobre a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias e a LOA (Lei Orçamentária Anual), devemos buscá-las na seção intitulada
Institucional.
Planos de Obras.
Receitas e despesas.
Licitações e contratos.
Planejamento Governamental.
Leia o trecho abaixo, publicado em dezembro de 2025, no site do Rondoniagora.
“A Assembleia Legislativa de Rondônia conquistou um dos prêmios mais importantes da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), que neste ano realizou a sua 28ª edição, reunindo parlamentares, especialistas e representantes dos 26 estados e do Distrito Federal. Ao longo de três dias de programação, o encontro recebeu mais de 150 conferencistas, que debateram temas como inovação, gestão pública e transparência. Foi nesse cenário de grande visibilidade nacional que a ALERO se destacou.”
O prêmio de melhor iniciativa de Atendimento ao Cidadão foi conquistado pelo projeto
De olho na Lei, que usa programas televisivos para informar os direitos e deveres do cidadão de acordo com as leis estaduais.
CCJ Cidadã, no qual a CCJR (Comissão de Constituição, Justiça e Redação) percorre os municípios, para que a população acompanhe o trabalho parlamentar e o processo de análise das normas e dos projetos de lei que tramitam na ALERO.
Corrida da Democracia, no qual para retirar seu kit, cada participante deveria doar uma cesta básica, a ser distribuída para a população carente.
Acelero Enem, que oferece aulões de matemática, física, biologia, química, história e redação para estudantes que pretendem prestar o exame.
ALERO Cidadania, que visa divulgar os canais para os quais os cidadãos devem denunciar riscos ou ocorrências de queimadas na região.