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O recurso hierárquico impróprio é aquele que
o interessado requer o reexame do ato à própria autoridade que o emitiu.
é dirigido a outro órgão não integrado na mesma hierarquia daquele que proferiu o ato.
o servidor público, punido pela Administração, utiliza para reexame da decisão, em caso de surgirem fatos novos.
o servidor dirige à autoridade superior a que proferiu o ato.
o interessado denuncia irregularidades feitas perante à própria Administração.
Compete ao Tribunal de Contas da União:
I. julgar as contas dos dirigentes das sociedades de economia mista de cujo capital a União participe.
II. fi scalizar as contas nacionais das empresas supranacionais de cujo capital a União participe.
III. aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade da despesa, as sanções cabíveis.
IV. fi scalizar a aplicação dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios, repassados aos mesmos.
V. assinar prazo para que o órgão adote as providências necessárias ao exato cumprimento da lei, em caso de ilegalidade.
Estão corretas
apenas as afirmativas I, II, III e V.
apenas as afirmativas I, II, III e IV.
apenas as afirmativas I, II, IV e V.
apenas as afirmativas II, III, IV e V.
as afirmativas I, II, III, IV e V.
Ato administrativo eivado de ilegalidade praticado por superintendente de conservação de água e solo (SAS) da Agência Nacional de Água (ANA) poderá ser examinado pelo Poder Judiciário sob o aspecto da legalidade, mas não, da moralidade.
Cabe ao órgão central do sistema de controle interno do Poder Executivo apreciar as contas prestadas anualmente pelo presidente da República, mediante parecer prévio a ser elaborado em noventa dias a contar de seu recebimento.
A regra segundo a qual o Poder Judiciário não pode imiscuirse no mérito do ato administrativo tem sido cada vez mais flexibilizada, para assegurar, de modo mais efetivo, a verificação da legalidade dos atos administrativos, ainda que se trate de ato discricionário.
As irregularidades ou ilegalidades praticadas no âmbito da Administração Pública não podem ser denunciadas
pelos responsáveis pelo controle interno.
por qualquer cidadão.
pelos partidos políticos.
pelas associações ou sindicatos.
pelos membros do Poder Judiciário.
Em relação aos controles interno e externo, na Administração Pública, é correto afirmar que
avaliar o cumprimento das metas previstas no Plano Plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União são algumas das atividades precípuas do sistema de controle interno que o Poder Judiciário deverá manter.
o parecer prévio, emitido pelos Tribunais de Contas estaduais e municipais, só deixará de prevalecer por decisão da maioria absoluta dos membros da Câmara Municipal.
a avaliação de resultados dos programas de governo é atividade exclusiva do Tribunal de Contas da União.
os responsáveis pelo controle interno do Tribunal Regional do Trabalho, ao tomarem conhecimento de irregularidades ou ilegalidades, deverão dar ciência ao Tribunal de Contas da União, sob pena de responsabilidade subsidiária.
o Controle Externo, a cargo do Congresso Nacional, exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, tem a competência de apreciar as contas anuais do Presidente da República e, dentro do prazo de sessenta dias, a contar do seu recebimento, deverá julgá-las.
O Controle Interno na administração pública federal constitui atuação do:
Secretaria de Federal de Controle;
Tribunal de Contas;
Poder Legislativo
Poder Judiciário;
Ministério Público.
O Controle administrativo é exercitado pelos Poderes do Estado sobre suas próprias atividades, visando mantê-las dentro da lei, segundo as exigências do serviço. Os atos administrativos são passíveis de controle interno e externo. Assim, pode-se afirmar, CORRETAMENTE, que:
o controle jurisdicional revoga o ato administrativo;
a Administração pode rever os seus atos modificando-os ou invalidando-os, para se adequar à lei;
é causa suspensiva do controle jurisdicional a existência de processo administrativo;
a coisa julgada administrativa gera definitividade da decisão, não existindo possibilidade de questionamento no Poder Judiciário;
não há previsão de prescrição administrativa
Tendo em vista o controle da administração, considere as afirmações abaixo.
É correto o que se afirma SOMENTE em
O controle exercido pelo Ministério Público é classificado como controle interno, pois se trata de órgão pertencente ao próprio Estado.
No que tange ao controle dos atos da Administração Pública, é correto afirmar:
O Poder Judiciário efetiva os controles de legalidade e de mérito dos atos administrativos, podendo anulá-los ou revogá-lo quando inconvenientes ou inoportunos.
A Administração Pública, no exercício de sua autotutela,pode anular os atos administrativos ilegais e revogar os inconvenientes e inoportunos.
O controle externo dos atos administrativos é realizado pelos Poderes Legislativo e Executivo e por meio da efetivação do poder hierárquico.
O controle jurisdicional dos atos administrativos é deflagrado ex officio e aquele realizado pela Administração Pública depende de provocação da parte interessada.
O Poder Judiciário tem competência para exercer o controle da legalidade do ato administrativo, podendo declarar o referido ato nulo em decorrência da inobservância da formalidade determinada por lei.
Assinale a opção correta com referência ao controle da administração.
O controle da administração pública se exerce unicamente pelo controle administrativo, exercido pelo próprio Poder Executivo e pelo Poder Judiciário.
Ao Poder Judiciário não compete exercer controle de legalidade do mérito do ato administrativo, ainda que em decorrência de desvio de finalidade.
O controle da administração pública é interno quando decorrente do poder de autotutela, e externo, quando exercido pelo Poder Legislativo, com o auxílio do tribunal de contas.
Controle de legalidade e controle de mérito do ato administrativo são expressões sinônimas.
São meios de controle jurisdicional dos atos administrativos passíveis de serem utilizados, individualmente, por qualquer pessoa física:
Não é constitucional a intervenção do Poder Judiciário, com a finalidade de realização de controle jurisdicional, em tema de implementação de políticas públicas, ainda que configurada hipótese de abusividade governamental.
Na atividade de controle interno, a avaliação da execução de orçamentos visa a comprovar a legalidade e a legitimidade dos atos e a examinar os resultados quanto a economicidade, eficiência e eficácia da gestão orçamentária, financeira, patrimonial, de pessoal e demais sistemas administrativos e operacionais.