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As normas em vigor que disciplinam o instituto da novação, de acordo com a concepção moderna e rejeitando a concepção romana, têm merecido encômios da doutrina, que não dispensa elogios à sua excelência no ponto de vista técnico. Sobre esse instituto da relação obrigacional, é certo afirmar-se que:
a novação subjetiva se dá se as partes acordam na modificação da espécie obrigacional.
a novação por substituição do devedor pode ser efetuada independente do consentimento deste.
a novação, como o pagamento e a compensação, produz a imediata satisfação do crédito.
se, nas obrigações indivisíveis, um dos credores novar a dívida, a obrigação se extingue para os outros.
se o novo devedor for insolvente, terá sempre o credor, que o aceitou, ação regressiva contra o primeiro.
"A", "B" e "C" são devedores solidários de "D" pela quantia de R$ 30.000,00; "D" renuncia à solidariedade em favor de "A". O credor, por isso:
pode exigir tanto de "B" como de "C" R$ 30.000,00.
pode reclamar de "A" apenas R$ 10.000,00, pois "B" e "C" continuarão respondendo solidariamente por R$ 20.000,00.
pode liberar "A" de qualquer pagamento e sua renúncia da solidariedade alcança "B" e "C", logo só pode exigir de cada um R$ 10.000,00.
não pode reclamar os R$ 10.000,00 daquele que se beneficiou com a renúncia da solidariedade.
pode reclamar de "B" e "C" o total do débito, não abatendo da dívida a quota de "A".
Se uma empresa deve para outra, mas é por ela incorporada ou ocorre uma fusão de ambas, surge no lugar de ambas uma terceira empresa, que, passando a ser titular tanto do ativo como do passivo, faz com que se confundam em uma única pessoa jurídica as figuras de credor e devedor, e extinga-se também a obrigação.
Considere a seguinte situação hipotética
A sociedade empresária Madeira Móveis Ltda., constituída pelos sócios Adauto e Bento, que passam por árduas dificuldades financeiras, admitiu, em seu quadro de sócios, Carlos e Daniel.
Nessa situação, caso advenha execução judicial, pelas dívidas sociais, Carlos e Daniel somente responderão pelos débitos contraídos após seus respectivos ingressos no quadro societário.
Quando da constituição de um direito real de garantia, o direito do credor se concentra sobre determinado patrimônio do devedor para obter o pagamento da obrigação contraída. No entanto, é vedada a imposição de cláusula comissória no contrato, bem como não é permitido que, após o vencimento, o devedor substitua o pagamento pela entrega do próprio bem garantido.
Assinale a alternativa correta:
a estipulação de arras penitenciais veda, salvo se expressamente pactuada, a possibilidade de resilição unilateral.
os contratos de alienação não transferem a propriedade que depende do registro no registro de imóveis ou no departamento de trânsito, respectivamente a imóveis e veículos.
a mora submete o devedor ao pagamento de juros, correção monetária, honorários de advogado além dos prejuízos inclusive os decorrentes da impossibilidade da prestação que resulte de caso fortuito ou força maior.
a cláusula penal prefixa a indenização, sendo impossível a postulação de saldo indenizatório.
Novação é a substituição de uma obrigação por outra, extinguindo-se a primeira e surgindo uma nova obrigação. Ocorre a novação objetiva quando as partes permanecem inalteradas e o que se modifica é a própria obrigação. Na novação subjetiva, ocorre a troca do devedor ou do credor.
A novação pode ser subjetiva, quando há troca do credor ou do devedor, ou objetiva, quando as partes permanecem as mesmas e o que se modifica é a própria obrigação.
Pafúncio é devedor da quantia de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) ao Banco da Praça S.A. Aconselhado pelo gerente do Banco, Pafúncio contraiu nova dívida no valor de R$ 1.100.000,00 (um milhão e cem mil reais) para quitar, extinguir e substituir a dívida anterior. Do ponto de vista do direito das obrigações, nesse caso ocorreu uma:
Na hipótese descrita na questão anterior, estando inadimplente o adquirente do imóvel, é correto afirmar
a inadimplência gerará a resilição contratual.
entre as verbas a serem pagas ao Distrito Federal, a título de perdas e danos, não se pode cobrar indenização pelo período em que o imóvel foi ocupado indevidamente pelo particular, mesmo após a resolução da avença, a menos que tal verba tivesse previsão contratual.
a inadimplência gerará a resolução do contrato.
eventual alegação, pelo particular, da perda de seu emprego, desde que comprovada, é motivo suficiente para que se aplique a teoria da imprevisão e se reduza eqüitativamente o valor do imóvel.
a inadimplência, em virtude do caráter social da alienação do imóvel em questão, não justifica a extinção do contrato, tendo em vista a função social da propriedade.
Tício é Juiz de Direito. Foi procurado por José, cidadão de sua Comarca, o qual lhe narrou ter emprestado R$ 20.000,00 a João, que, no entanto, deixou de efetuar o pagamento na data do vencimento da dívida. Pediu-lhe providências para receber seu crédito. Tício
só poderá prestar tutela jurisdicional ao interessado se a requerer, nos caso e formas legais
só poderá prestar tutela jurisdicional ao interessado se for pobre na acepção legal do termo
poderá ordenar de ofício a instauração de procedimento de cobrança e a citação do devedor para pagamento
poderá determinar a notificação do devedor para pagar em 24 horas, sob pena de penhora de bens
só poderá prestar tutela jurisdicional ao interessado se a dívida estiver representada por cheque ou nota promissória
As dívidas em dinheiro devem ser pagas em moeda corrente ou cheque, sob pena da legítima possibilidade de recusa por parte do credor.
Certo
Errado
I e II;
II e III;
III e IV;
II e IV;
I, II e III.