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Dentre as alternativas abaixo, relativamente ao pagamento das dívidas deixadas pelo falecido, autor da herança, apenas uma é INCORRETA. Assinale-a:
Antes da partilha, poderão os credores do espólio requerer ao juízo do inventário o pagamento das dívidas vencidas e exigíveis; a petição, acompanhada de prova literal da dívida, será distribuída por dependência e autuada em apenso aos autos do processo de inventário.
Os donatários serão chamados a pronunciar-se sobre a aprovação das dívidas, ainda que não haja possibilidade de resultar delas a redução das liberalidades, atendendo-se ao devido processo legal.
Separados os bens, tantos quantos forem necessários para o pagamento dos credores habilitados, o juiz mandará aliená-los, observando-se as disposições legais relativas à expropriação.
Concordando as partes com o pedido, o juiz, ao declarar habilitado o credor, mandará que se faça a separação de dinheiro ou, em sua falta, de bens suficientes para o pagamento.
Assinale a assertiva correta sobre a suspensão do processo de execução.
Apenas I
Apenas II
Apenas III
Apenas I e III
I, II e III
A respeito da execução em geral, considere:
.
I. A necessidade de simples operações aritméticas para apurar o crédito exequendo não retira a liquidez da obrigação constante do título executivo.
II. Recaindo mais de uma penhora sobre o mesmo bem, cada exequente conservará o seu título de preferência.
III. Feita a partilha, cada herdeiro responde solidariamente pela totalidade das dívidas do falecido, dentro das forças da herança.
.
Está correto o que se afirma APENAS em
I e III
I e II
II e III
II
III
Ao tratar das diversas espécies de execução o Código de Processo Civil determina o que incumbe ao exequente na propositura da ação. Avalie as alternativas abaixo e assinale a INCORRETA.
Requerer a intimação do credor pignoratício, hipotecário, anticrético ou fiduciário, quando a penhora recair sobre bens gravados por penhor, hipoteca, anticrese ou alienação fiduciária
Requerer a intimação do proprietário de terreno com regime de direito de superfície, enfiteuse, concessão de uso especial para fins de moradia ou concessão de direito real de uso, quando a penhora recair sobre direitos do superficiário, do enfiteuta ou do concessionário
Proceder à averbação em registro público do ato de propositura da execução e dos atos de constrição realizados, para conhecimento de terceiros
Requerer a intimação do titular de usufruto, uso ou habitação, quando a penhora recair sobre bem gravado por usufruto, uso ou habitação
Requerer a intimação do promitente vendedor, quando a penhora recair sobre direito aquisitivo derivado de promessa de compra e venda ainda que não registrada
Tratando-se de execução de título extrajudicial, não tendo sido encontrado o executado para citação pelo Oficial de Justiça, assinale a alternativa correta.
Somente se houver prova do periculum in mora, o juiz determinará o arresto dos bens do devedor até o limite da dívida.
Não será possível o arresto de bens, até que o credor os indique e a sua localização.
Deverão ser penhorados quantos bens forem necessários para a garantia da execução.
Em razão da natureza do título e de sua força executiva extravagante, enquanto não houver a citação, não serão arrestados bens.
Será possível o arresto bancário prévio por meio eletrônico, nos moldes da penhora, por interpretação analógica.
Carlos alugou, tendo como fiador Paulo, imóvel residencial pertencente a Fábio, deixando de honrar o pagamento dos aluguéis. Em razão do inadimplemento, Fábio ajuizou ação contra ambos, Carlos e Paulo, a qual foi julgada procedente. Na fase de cumprimento de sentença, Fábio requereu a penhora do único imóvel residencial de Paulo, no qual reside com sua família. Requereu também a penhora do único imóvel residencial de Carlos, o qual este alugou a terceiros para obtenção de renda necessária à moradia e subsistência de sua família. De acordo com jurisprudência dominante do Superior Tribunal de Justiça, é
inválida a penhora de ambos os imóveis, devendo recair sobre a renda do bem de Carlos, em sua totalidade.
inválida a penhora do bem de Paulo e válida a do bem de Carlos.
válida a penhora de ambos os imóveis.
inválida a penhora de ambos os imóveis, não podendo recair nem sequer sobre a renda do bem de Carlos.
válida a penhora do bem de Paulo e inválida a do bem de Carlos.
Em conformidade com a legislação civilista pode ser objeto de penhora:
I. O domínio direto.
II. Os direitos oriundos da imissão provisória na posse, quando concedida à União, aos Estados, ao Distrito Federal, aos Municípios ou às suas entidades delegadas e respectiva cessão e promessa de cessão.
III. Os imóveis e os acessórios dos imóveis conjuntamente com eles.
IV. As aeronaves.
A sequência correta é:
Apenas as assertivas I, III e IV estão corretas.
Apenas a assertiva IV está correta.
Apenas as assertivas I e IV estão corretas.
As assertivas I, II, III e IV estão corretas.
Falecendo o devedor, contra seu espólio foi movida execução por quantia certa, tendo como título executivo uma nota promissória por aquele emitida. Verificando o credor que o inventário era negativo, por não existirem bens, indicou à penhora seguro de vida de que era beneficiária a viúva, que fora casada sob o regime da comunhão universal de bens. Neste caso, o seguro
poderá ser penhorado e o que sobejar da indenização será entregue à beneficiária.
não poderá ser penhorado e a execução deverá ser extinta.
não poderá ser penhorado e a execução deverá ser suspensa.
poderá ser penhorado, mas à viúva se permite opor ao credor apenas exceções que lhe sejam pessoais.
poderá ser penhorado, mas à viúva se permite opor ao credor somente as exceções pessoais que tinha o falecido.
Sobre a chamada “penhora de mão própria”, é correto afirmar que:
não pode recair sobre crédito do executado.
se manifesta como mera garantia do juízo de execução.
não prefere aos bens imóveis na ordem de gradação dos bens penhoráveis.
opera compensação ope legis até o limite do crédito do executado perante o exequente.
depende da demonstração de que os frutos do imóvel do executado são suficientes para saldar a dívida executada.
No processo de execução por quantia certa, é errado afirmar:
que não existe previsão legal para a alienação judicial de parte de um imóvel, mesmo que este comporte cômoda divisão;
que é possível a suspensão da praça;
que a arrematação pode ser desfeita, quando provada a existência de ônus real não mencionado no edital;
que não se realiza a avaliação se a penhora incidir sobre títulos que tenham cotação em bolsa.