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A Norma Operacional Básica do SUS (NOB-SUS) de 1996 consolidou importantes diretrizes para o funcionamento do Sistema de Saúde. Sobre as mudanças introduzidas por essa norma marque a opção CORRETA.
A NOB-SUS/96 centralizou os processos de gestão nas esferas estaduais, limitando a autonomia dos municípios.
Estabeleceu o Piso de Atenção Básica (PAB), garantindo financiamento fixo para as ações de atenção básica em todos os municípios.
A norma extinguiu os repasses financeiros baseados na captação populacional, substituindo-os por contratos de gestão direta.
Regulamentou o funcionamento das equipes de saúde da família como substitutas obrigatórias das unidades de saúde tradicionais.
A NOB-SUS/96 eliminou o controle social, priorizando a eficiência técnica das ações de saúde.
As Normas Operacionais Básicas (NOB-SUS) foram instrumentos fundamentais para a consolidação do SUS. Sobre a NOB-SUS de 1996, assinale a afirmativa CORRETA.
A NOB-SUS/96 extinguiu os repasses financeiros fixos, priorizando o modelo de pagamento por produção de serviços.
A gestão plena da atenção básica foi instituída, permitindo que municípios assumissem, integralmente, a organização dessa área.
A norma estabeleceu a centralização da gestão dos serviços de saúde em nível estadual, com apoio técnico da União.
A participação da sociedade civil no controle social foi descontinuada, priorizando decisões técnicas centralizadas.
O financiamento direto da atenção especializada tornou-se obrigatório para todos os municípios com gestão plena.
A Norma Operacional Básica (NOB) 93 representou um marco para o Sistema Único de Saúde (SUS), pois surgiu como resposta às discussões e anseios de atores sociais envolvidos em sua construção. Essa norma se destacou por:
Reforçar a centralização administrativa, assegurando a condução das políticas exclusivamente pela União, com foco em uniformidade nacional.
Estabelecer diretrizes de organização progressiva, gradual, flexível e democrática dos sistemas de saúde municipais e estaduais.
Transferir integralmente as responsabilidades operacionais aos municípios, extinguindo a participação dos estados no processo de gestão.
Priorizar exclusivamente a gestão hospitalar, em detrimento da atenção básica, como eixo central de descentralização.
Considerando os aspectos organizativos e operacionais do SUS, a estrutura em rede regionalizada e hierarquizada implica a articulação entre municípios para o planejamento de ações de saúde. Nesse contexto, a regionalização promove:
A transferência exclusiva da responsabilidade pela atenção básica para os consórcios intermunicipais de saúde.
A concentração dos recursos financeiros no nível federal, mantendo a gestão centralizada dos serviços especializados.
A padronização obrigatória de todos os indicadores epidemiológicos entre as regiões, independentemente das especificidades locais.
A divisão de responsabilidades sanitárias de forma pactuada, garantindo fluxos de referência e contrarreferência entre níveis de atenção.
A autonomia total dos municípios na definição de protocolos sem necessidade de coordenação estadual.
A Norma Operacional Básica (NOB) do Sistema Único de Saúde (SUS) é um instrumento fundamental estabelecido na Constituição Federal do Brasil. Acerca do assunto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
(__)A NOB elimina a responsabilidade da família, da comunidade e dos próprios indivíduos na promoção da saúde.
(__)A NOB transfere todas as responsabilidades pela saúde pública exclusivamente para o governo federal, retirando a função dos municípios.
(__)A NOB desconsidera a importância da cooperação técnica e financeira dos poderes públicos estadual e federal.
(__)A NOB visa promover e consolidar o pleno exercício da função de gestor da atenção à saúde pelos municípios e pelo Distrito Federal.
A sequência está correta em:
V − V − V − V.
F − F − F − V.
V − F − F − F.
F − F − V − V.
A Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde foi publicada em 1996 (NOB-SUS/96) e tem por finalidade primordial promover e consolidar o pleno exercício, por parte do poder público municipal e do Distrito Federal, da função de gestor da atenção à saúde dos seus munícipes, com a consequente redefinição das responsabilidades dos Estados, do Distrito Federal e da União, avançando na consolidação dos princípios do SUS. Segundo a NOB-SUS/96, é papel básico do gestor federal,
exercer a gestão do SUS, no âmbito nacional, estadual e municipal.
promover as condições e incentivar o gestor estadual com vistas ao desenvolvimento dos sistemas municipais, de modo a conformar o SUS-Estadual.
fomentar a harmonização, a integração e a modernização dos sistemas municipais compondo, assim, o SUS-Municipal.
participar na formulação da política e na execução das ações de saneamento básico.
exercer as funções de coordenação e supervisão no que se refere à gestão nacional do SUS.
A publicação da Norma Operacional de Assistência à Saúde (NOAS) contribuiu para o processo de implantação do Sistema Único de Saúde (SUS). Sua ênfase maior consiste em:
Estímulo à participação popular.
Processo de regionalização do SUS.
Fortalecer o arcabouço jurídico do SUS.
Consolidação da integralidade entre os níveis de atenção à saúde.
Os serviços públicos que integram o SUS constituem campo de prática para o ensino e a pesquisa, mediante normas específicas, elaboradas conjuntamente com o sistema educacional.
Certo
Errado
A Norma Operacional da Assistência à Saúde/SUS (NOAS-SUS 01/2002), representou um avanço significativo na consolidação e aprimoramento do Sistema Único de Saúde (SUS) ao reorganizar as diretrizes operacionais do sistema, promovendo a qualificação da gestão e a ampliação do acesso aos serviços de saúde.
A respeito dessa norma, assinale a alternativa incorreta:
A NOAS-SUS 01/2002 instituiu a elaboração do Plano Diretor de Regionalização como instrumento de ordenamento do processo de regionalização da assistência em cada estado e no Distrito Federal, baseado nos objetivos de definição de prioridades de intervenção coerentes com as necessidades de saúde da população e garantia de acesso dos cidadãos a todos os níveis de atenção.
A NOAS-SUS 01/2002 definiu “município-pólo” como um conceito-chave para a organização da assistência no âmbito estadual, sendo este município que apresenta papel de referência para outros municípios, em qualquer nível de atenção.
A NOAS-SUS 01/2002 definiu que a Atenção de Alta Complexidade compreende um conjunto de ações e serviços ambulatoriais e hospitalares que visam atender os principais problemas de saúde da população, cuja prática clínica demande a disponibilidade de profissionais especializados e a utilização de recursos tecnológicos de apoio diagnóstico e terapêutico. Dessa forma, não se justifica a sua oferta em todos os municípios do país, sendo portanto utilizado o município-polo como referência para atender essa demanda em alguns territórios do país.
A NOAS-SUS 01/2002 ampliou as responsabilidades dos municípios na Atenção Básica, estabeleceu o processo de regionalização como estratégia de hierarquização dos serviços de saúde e de busca de maior eqüidade, criou mecanismos para o fortalecimento da capacidade de gestão do Sistema Único de Saúde e procedeu à atualização dos critérios de habilitação de estados e municípios.
De acordo com a Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde, a atenção à saúde, que encerra todo o conjunto de ações levadas a efeito pelo SUS, em todos os níveis de governo, (...), compreende três grandes campos.
Assinale a opção que os indica
planejamento, gestão e execução.
estudo social, territorialização e controle.
assistência, intervenções ambientais e política externa.
coordenação, cooperação e intervenção.
Sobre as Normas pertinentes ao Sistema Único de Saúde (SUS), a Norma Operacional Básica (NOB) foi a mais municipalizadora do SUS e estabeleceu a transferência regular e automática de recursos financeiros federais para os municípios. Corresponde à
NOB 91.
NOB 92.
NOB 93.
NOB 96.
Norma Operacional da Assistência à Saúde.
Sobre os desafios do SUS, assinale a afirmativa correta.
A questão política não interfere nas decisões do SUS.
A questão do financiamento fragiliza as ações do SUS.
Os gastos per capita do setor público e os da saúde suplementar não mostram diferenças significativas.
O clientelismo impacta de forma positiva o funcionamento do sistema de saúde.
O fisiologismo, que vulnerabiliza o SUS, não deriva da gestão partidária.
Em relação às transferências e contrapartidas, o reembolso das despesas, realizadas em função de atendimentos prestados por unidades públicas a beneficiários de planos privados de saúde, constitui, segundo a Norma Operacional Básica de 1996:
Uma fonte adicional de recursos.
Uma forma de arrecadação exclusivamente municipal.
Uma forma ilegal de arrecadação de verbas implicadas ao SUS.
Uma forma de arrecadação eu fomenta apenas insumos financeiros à Federação.
Uma forma de arrecadação que não segue regras específicas de cada Estado.
Considerando as competências dos entes federativos na direção do SUS, compete ao âmbito da gestão municipal:
elaborar normas para regular as relações entre o SUS e os serviços privados contratados de assistência à saúde
estabelecer normas, em caráter suplementar, para o controle e avaliação das ações e serviços de saúde
coordenar e participar na execução das ações de vigilância epidemiológica
controlar e fiscalizar os procedimentos dos serviços privados de saúde
O Relatório Analítico é o principal produto da fase analítica da auditoria do SUS, haja vista que será o guia para a ação da equipe na fase operativa.
O relatório deverá ser confeccionado pela equipe e revisado pelo supervisor técnico, com o fim de ser submetido à COPLAO (Coordenação de Planejamento e Operacionalização) para validação.
Nesse sentido, o Relatório Analítico não deverá conter
a visão geral do objeto da auditoria.
o cronograma detalhado de realização da fase operativa.
os documentos, normas, áreas ou especialistas consultados.
o cronograma detalhado de realização da fase de relatório final.
a metodologia utilizada na fases analítica, operativa e relatório final.
Qual Ato Regulamentar do SUS significou uma verdadeira ruptura com a lógica tradicional de repasse de recursos por produção de serviços?
Norma Operacional Básica de 1991 (NOB-91)
Norma Operacional Básica de 1993 (NOB-93
Norma Operacional Básica de 1996 (NOB-96)
Norma Operacional Básica de 1998 (NOB-98)
Lei Orgânica nº 8.142/1990 33.
A Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde de 1996 (NOB/1996) e as Normas Operacionais da Assistência à Saúde (NOAS-SUS 01/2001 e NOAS-SUS 02/2002) representaram marcos significativos na reorganização e descentralização da gestão do SUS. Considerando as disposições e contribuições desses documentos para o sistema de saúde brasileiro, considera-se que a(s)
NOAS 01 e 02 focaram no fortalecimento da gestão estadual, enquanto a NOB/1996 buscou ampliar as competências dos municípios no sistema de saúde.
NOB/1996 foi responsável pela implementação do processo de regionalização e hierarquização dos serviços, enquanto as NOAS se concentraram exclusivamente na atenção básica.
NOB/1996 introduziu o Piso da Atenção Básica (PAB), enquanto as NOAS consolidaram o processo de regionalização da assistência, sem alterar o financiamento do SUS.
NOB/1996 estabeleceu critérios para a municipalização da saúde, mas foi somente com as NOAS que se implementou a gestão plena da atenção básica pelos municípios.
NOAS 01 e 02 introduziram os Planos de Assistência à Saúde, mas aboliram a figura dos gestores plenos do sistema municipal, uma inovação da NOB/1996.
Sobre a Norma Operacional da Assistência à Saúde (NOAS-SUS 01/2001), que ampliou as responsabilidades dos municípios na atenção básica e definiu o processo de regionalização da assistência, analise os itens abaixo:
I. Foi aprovada pela Portaria GM/MS nº 95, de 26 de janeiro de 2001.
II. Tinha como Objetivo geral promover maior equidade na alocação de recursos e no acesso da população às ações e aos serviços de saúde.
III. O conjunto de propostas regulamentado na NOAS-SUS 01/01 assume a hierarquização como macroestratégia fundamental para o aprimoramento do processo de descentralização, nesse momento específico da implantação do SUS.
IV. O conceito de Atenção Básica Ampliada, adotado na NOAS-SUS 01/01, se relaciona ao conjunto de ações do segundo nível de atenção em saúde que devem ser ofertadas por todos os municípios do País em seu próprio território.
Está (ão) CORRETO(S)
todos.
apenas três.
apenas dois.
apenas um.
Nenhum item correto.
Um documento que direciona aspectos importantes do SUS é a Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde (NOB-SUS/1996). Analise as afirmações a seguir sobre a NOB-SUS/1996 e marque a alternativa correta:
A determina a criação do Conselho Nacional de Saúde.
O principal objetivo da NOB-SUS/1996 é somente promover as condições e incentivar o gestor estadual com vistas ao desenvolvimento dos sistemas municipais, de modo a conformar o SUS-Estadual;
A presente Norma Operacional Básica tem por finalidade primordial promover e consolidar o pleno exercício, por parte do poder público estadual e do Distrito Federal, da função de gestor da atenção à saúde dos seus munícipes (Artigo 30, incisos V e VII, e Artigo 32, Parágrafo 1º, da Constituição Federal).
A NOB-SUS/1996 traz a descentralização como uma das principais diretrizes para o SUS.
I.A NOB-SUS/1996 deixou de fortalecer o papel da União na coordenação do SUS.
A Portaria MS/GM nº 2.048/2009 aprova o regulamento técnico do SUS, estabelecendo normas e diretrizes para a organização e funcionamento das ações e serviços de saúde no Brasil, visando assegurar a integralidade e qualidade da assistência à saúde. Com base no Regulamento do Sistema Único de Saúde (SUS), qual das alternativas abaixo está correta?
O Pacto pela Saúde 2006 não inclui diretrizes operacionais que visem a gestão dos serviços de saúde.
As Diretrizes Operacionais do Pacto pela Saúde têm três componentes: Pactos Pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão.
O Termo de Compromisso de Gestão é um documento que não deve incluir metas e objetivos do Pacto pela Vida.
A Norma Operacional Básica - NOB - SUS 01/93 estabelece diretrizes para a centralização da gestão dos serviços de saúde.
O Regulamento do SUS é publicado e revisado a cada cinco anos pelo Ministério da Saúde.