Questões de Concurso sobre Normas Operacionais do SUS

 
 
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O Brasil, por meio do Ministério da Saúde em 2011, considerando o conceito da saúde como direito social e de cidadania e dentre outros vários pontos importantes como a de prover a atenção qualificada à saúde para toda população brasileira, incluindo o atendimento ágil e resolutivo das urgências e emergências, resolve criar a portaria que reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no Sistema Único de Saúde – SUS (Portaria MS/GM N° 1.600, de 7 de julho de 2011). Assinale a alternativa CORRETA relacionada ao tema Urgência e Emergência.


A

Unidades de Pronto-Atendimento (UPA 24h) e o Conjunto de Serviços de Urgência 24 horas objetiva prestar atendimento resolutivo e quantitativo aos pacientes acometidos por quadros agudos ou agudizados de natureza clínica e prestar primeiro atendimento aos casos de natureza cirúrgica ou de trauma, estabilizando os pacientes e realizando a investigação diagnóstica inicial, definindo, em todos os casos, a necessidade ou não de encaminhamento a serviços hospitalares de maior complexidade.


B

Atenção Domiciliar objetiva a reorganização do processo de trabalho das equipes que prestam cuidado domiciliar na atenção básica, ambulatorial e hospitalar, com vistas à redução da demanda por atendimento hospitalar e/ou redução do período de permanência de pacientes internados, a humanização da atenção, a desinstitucionalização e a ampliação da autonomia dos usuários.


C

A finalidade da Rede de Atenção às Urgências (RUE) é articular e integrar todos os equipamentos de saúde, objetivando ampliar e quantificar o acesso humanizado e integral aos usuários em situação de urgência e emergência nos serviços de saúde, de forma ágil e oportuna.


D

A vítima com fratura da região pélvica, pode apresentar dor na palpação do púbis e crista ilíaca, perda da mobilidade dos membros inferiores, dificuldade de urinar e relacionado à cinemática do trauma (atropelamento, quedas em que a vitima caiu sentada, quedas de altura, acidentes onde a vitima use cinto de segurança sub-abdominal). O profissional ao se deparar com essa situação deve colocar o coxim do KED entre os membros inferiores e prender as duas pernas da vitima com faixas ou lençol.

A Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social-NOB/SUAS estabelece que, para aderir ao SUAS, o município deve comprovar com documentos a criação, instituição e funcionamento de:


A

Centro de Referência da Assistência Social, Comissão de Assistência Social e Plano de Assistência Social


B

Conselho de Assistência Social, Plano de Assistência Social e Centro de Referência da Assistência Social


C

Conselho de Assistência Social, Plano de Assistência Social e Fundo de Assistência Social


D

Fundo de Assistência Social, Comissão de Assistência Social e Centro de Referência da Assistência Social

Qual o principal objetivo do NOAS/ SUS ? Assinale a alternativa CORRETA.


A

Promover maior equidade na alocação de recursos e no acesso da população às ações e serviços de saúde em todos os níveis de atenção. Estabelece o processo de regionalização como estratégia de hierarquização dos serviços de saúde e de busca de maior equidade. Institui o Plano Diretor de Regionalização (PDR) como instrumento de ordenamento do processo de regionalização da assistência em cada Estado e no Distrito Federal.


B

A identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde; a assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventiva.


C

A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantindo mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.


D

Nenhuma das alternativas.

A Norma Operacional da Assistência à Saúde - NOAS-SUS 01/2002, aprovada nos termos do Anexo II da Portaria nº 2.048, de 3 de setembro de 2009, trata sobre:


I - Restringe as responsabilidades dos Municípios na Atenção Básica.

II - Estabelece o processo de federalização como estratégia de hierarquização dos serviços de saúde e de busca de maior equidade.

III - Cria mecanismos para o fortalecimento da capacidade de gestão do Sistema Único de Saúde.

IV - Atualiza os critérios de habilitação de Estados e Municípios.


Sendo assim:


A

As assertivas I, e II estão corretas.


B

As assertivas II e IV estão corretas.


C

As assertivas I e III estão corretas.


D

As assertivas III, IV estão corretas.


E

As assertivas I, III e IV estão corretas.

Como instrumento de regulação do SUS, a NOB-SUS/1996, além de incluir as orientações operacionais propriamente ditas, explicita e dá consequência prática, em sua totalidade, aos princípios e às diretrizes do sistema, consubstanciados na Constituição Federal e nas Leis n.º 8.080/1990 e 8.142/1990, favorecendo, ainda, mudanças essenciais no modelo de atenção à saúde no Brasil.

A principal finalidade da NOB-SUS/1996 é:


A

Instituir a Gestão Plena da Atenção Básica Ampliada (GPAB-A) como uma das condições de gestão dos sistemas municipais de saúde e criar mecanismos para o fortalecimento da capacidade de gestão do SUS.


B

Instituir o Plano Diretor de Regionalização (PDR) como instrumento de ordenamento do processo de regionalização da assistência em cada estado e no Distrito Federal.


C

Promover e consolidar o pleno exercício, por parte do poder público municipal e do Distrito Federal, da função de gestor da atenção à saúde dos seus munícipes.


D

Ampliar as responsabilidades dos municípios na atenção básica, definir o processo de regionalização da assistência, favorecer a implantação do Piso de Atenção Básica, iniciando um importante processo de ampliação do acesso à atenção básica.


E

Aplicar portarias e normas técnicas e operacionais do SUS, com controle do acesso assistencial.

A Norma Operacional da Assistência à Saúde/SUS – NOAS-SUS 01/02 definiu


A

que o Ministério da Saúde é responsável pela gestão da política da alta complexidade/custo no âmbito dos estados e dos municípios.


B

a Atenção de Média Complexidade como um conjunto de ações e serviços ambulatoriais e hospitalares que visam atender os principais problemas de saúde da população, cuja prática clínica demande a disponibilidade de profissionais especializados e a utilização de recursos tecnológicos de apoio diagnóstico e terapêutico, que não justifique a sua oferta em todos os municípios do país.


C

Município-polo como o município que, de acordo com a definição da estratégia de regionalização de cada estado, apresente papel de referência para outros municípios, em qualquer nível de atenção, em condições de ofertar os serviços de saúde aos municípios de pelo menos duas Regiões de Saúde.


D

Município-sede como o município existente em um módulo assistencial que apresente a capacidade de ofertar a totalidade dos serviços com suficiência, para sua população e para a população de outros municípios a ele adscritos, sem custos.


E

Região de Saúde como base territorial de planejamento da atenção à saúde a ser definida pela Secretaria Estadual de Saúde, coincidente com a divisão administrativa do estado, de acordo com as especificidades e estratégias de regionalização da saúde em cada estado, considerando as características demográficas, socioeconômicas, sanitárias, epidemiológicas, oferta de serviços, relações entre municípios, entre outras.

Segundo a Norma Operacional da Assistência à Saúde/SUS - NOAS-SUS de 2002, a regulação da assistência, voltada para a disponibilização da alternativa assistencial mais adequada à necessidade do cidadão, de forma equânime, ordenada, oportuna e qualificada, pressupõe:


I. a definição das interfaces da estratégia da regulação da assistência com o processo de planejamento, programação e outros instrumentos de controle e avaliação.

II. a realização prévia de um processo de avaliação das necessidades de saúde e de planejamento/programação, que considere aspectos epidemiológicos, os recursos assistenciais disponíveis e condições de acesso às unidades de referência.

III. a delegação pelo gestor competente de autoridade sanitária ao médico regulador, para que exerça a responsabilidade sobre a regulação da assistência, instrumentalizada por protocolos técnico-operacionais.

IV. a definição da estratégia de regionalização que explicite a responsabilização e papel dos vários municípios, bem como a inserção das diversas unidades assistenciais na rede.


É verdadeiro o que se afirma em:


A

I, II, III e IV


B

II e III


C

I e II


D

III e IV

O Piso Assistencial Básico (PAB) consiste em um montante de recursos financeiros destinado ao custeio de procedimentos e ações de assistência básica, de responsabilidade tipicamente municipal. O PAB foi criado pela Norma Operacional Básica


A

01/90.


B

01/91.


C

01/93.


D

01/96.

Com a PORTARIA Nº 2.203, DE 5 DE NOVEMBRO DE 1996, o então Ministro de Estado da Saúde, Adib Jatene, considerando que estava expirado o prazo para apresentação de contribuições ao aperfeiçoamento da Norma Operacional Básica – NOB 1/96 do Sistema Único de Saúde (SUS), definido pela Portaria nº 1.742, de 30 de agosto de 1996, e prorrogado por recomendação da Plenária da 10ª Conferência Nacional de Saúde, aprovou, nos termos do texto anexo a esta Portaria, a NOB 1/96, a redefinição do modelo de gestão do Sistema Único de Saúde.


Esta NOB redefiniu:


I - os papéis de cada esfera de governo e, em especial, no tocante à direção única.


II - os instrumentos gerenciais para que municípios e estados superem o papel exclusivo de prestadores de serviços e assumam seus respectivos papéis de gestores do SUS.


III - os mecanismos e fluxos de financiamento, aumentando progressiva e continuamente a remuneração por produção de serviços e ampliando as transferências de caráter global, fundo a fundo, com base em programações ascendentes, pactuadas e integradas.


IV - a prática do acompanhamento, controle e avaliação no SUS, superando os mecanismos tradicionais, centrados no faturamento de serviços produzidos, e valorizando os resultados advindos de programações com critérios epidemiológicos e desempenho com qualidade.


V - os vínculos dos serviços com os seus usuários, privilegiando os núcleos familiares e comunitários, criando, assim, condições para uma efetiva participação e controle social.


Está(ão) correta(s):


A

somente I, III, IV e V.


B

somente I, II, IV e V.


C

somente I, II, III.


D

somente II e V.


E

I, II, III, IV e V.

As pessoas a seguir relacionadas são agentes públicos e se prontificaram a executar algumas ações para controle do mosquito Aedes aegypti sempre que se verificar situação de iminente perigo à saúde pública. Vejamos:


  1. Miriam promove a realização de campanhas educativas e de orientação à população.
  2. Isabel visita imóveis públicos para eliminação do mosquito e de seus criadouros.
  3. Pablo visita imóveis particulares para eliminação do mosquito e de seus criadouros.
  4. Joel adentra imóveis particulares em situação de abandono.


Quais estão agindo de acordo com a Portaria nº 120/2016?


A

Somente Miriam.


B

Somente Isabel e Pablo.


C

Somente Pablo e Joel.


D

Somente Miriam, Isabel e Joel.


E

Miriam, Isabel, Pablo e Joel.

Tem por finalidade primordial promover e consolidar o pleno exercício, por parte do poder público municipal e do Distrito Federal, da função de gestor da atenção à saúde dos seus munícipes, com a consequente redefinição das responsabilidades dos Estados, do Distrito Federal e da União, avançando na consolidação dos princípios do SUS. Essa definição corresponde a


A

Norma Operacional Básica - SUS 01/1991.


B

Norma Operacional Básica – SUS 01/1993.


C

Norma Operacional Básica – SUS 01/1996.


D

Norma Operacional da Assistência à Saúde – SUS 01/2001.

Nos anos 1990, o processo de descentralização da política de saúde e seu esquema de financiamento foram operados pelas Normas Operacionais Básicas (NOB) do SUS. Na medida em que o processo de descentralização avançava, novas formas de alocação dos recursos federais foram implantadas no interior do sistema. Entre 1994 e 1997, a alocação de recursos federais apoiou-se na Norma Operacional Básica de 1993 (NOB/93) que estabeleceu


A

a introdução de alguns incentivos financeiros, o PAB-variável, com vistas a estimular o desenvolvimento de programas específicos, como o Programa Saúde da Família (PSF), e outros.


B

a introdução do Piso da Atenção Básica (PAB), composto por um valor per capita mínimo, denominado PAB-fixo (valor per capita médio nacional para os municípios).


C

a introdução das transferências do Fundo Nacional de Saúde para os Fundos Municipais de Saúde, por meio de repasse global e automático de recursos, sem vinculá-los à implantação de determinados programas nos municípios.


D

a definição de blocos gerais de alocação dos recursos federais, sendo eles: atenção básica, atenção da média e alta complexidades, vigilância em saúde, assistência farmacêutica, gestão e investimento.


E

a introdução das transferências do Fundo Nacional de Saúde para os Fundos Municipais de Saúde, por meio do Bloco de Custeio das Ações e Serviços Públicos de Saúde e do Bloco de Investimento na Rede de Serviços Públicos de Saúde.

Em uma reunião familiar, Sueli explica aos seus parentes um pouco sobre seu trabalho junto ao Programa Nacional de Controle da Dengue – PNCD, instituído pela Portaria nº 1.347/2002. Como ela não é acostumada com bebidas alcoólicas, a taça de vinho que consumiu fez com que ela se confundisse e fizesse uma afirmação INCORRETA sobre o programa, qual seja:


A

Atua de forma singular e focada em uma única região para fomentar a destinação adequada de resíduos líquidos e também a utilização de recipientes variados para a coleta de água.


B

Busca criar uma maior responsabilização de cada família na manutenção de seu ambiente doméstico livre de potenciais criadouros do vetor através de campanhas de informação.


C

Melhora a qualidade do trabalho de campo de combate ao vetor.


D

Integra as ações de controle da dengue na atenção básica, com a mobilização do Programa de Agentes Comunitários de Saúde e Programa de Saúde da Família.


E

Utiliza instrumentos legais que facilitem o trabalho do poder público na eliminação de criadouros em imóveis comerciais, casas abandonadas, dentre outras.

Por qual razão a Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde de 05 de novembro de 1996 (NOB-96) foi fundamental para o desenvolvimento do SUS em todo o território Brasileiro?


A

Porque centralizou a gestão do Sistema de Saúde na esfera federal.


B

Porque instituiu o Plano Diretor de Regionalização.


C

Porque imprimiu aos municípios a função de gestor da atenção à saúde.


D

Porque constituiu as comissões intergestores bipartite e tripartite.

Conforme a Norma Operacional da Assistência à Saúde – NOAS-SUS 01/2002. 6. Para se qualificarem aos requisitos da NOAS SUS 01/02, os estados e o Distrito Federal deverão submeter à CIT os produtos, bem como os meios de verificação correspondentes, definidos no Anexo 6 desta norma, contendo, no mínimo:

Assinale a alternativa INCORRETA.


A

a descrição da organização do território estadual em regiões/microrregiões de saúde e módulos assistenciais, com a identificação dos municípios-sede e municípios-pólo e dos demais municípios abrangidos.


B

a identificação das prioridades de intervenção em cada região/microrregião.


C

o Plano Diretor de Investimentos para atender as prioridades identificadas e conformar um sistema resolutivo e funcional de atenção à saúde, preferencialmente identificando cronograma e fontes de recursos.


D

Nenhuma das alternativas.

De acordo com a Norma Operacional da Assistência à Saúde – NOAS-SUS 01/2002. 60. Os municípios habilitados em gestão plena da atenção básica ampliada estarão passíveis de desabilitação quando:

Assinale a alternativa INCORRETA


A

descumprirem as responsabilidades assumidas na habilitação do município.


B

apresentarem situação irregular na alimentação dos Bancos de Dados Nacionais, estabelecidos como obrigatórios pelo MS, por 2 (dois) meses consecutivos ou 3 (três) meses alternados.


C

não cumprirem as metas de cobertura vacinal para avaliação da Atenção Básica.


D

Nenhuma das alternativas.

A Norma Operacional Básica do SUS, de 1996, teve a finalidade de promover e consolidar o pleno exercício, por parte do poder público municipal e do Distrito Federal, com a consequente redefinição das responsabilidades dos Estados, do Distrito Federal e da União. Entre as determinações, encontra-se


A

o processo de descentralização das ações de saúde das diferentes esferas de governo, com a autonomia total entre o Ministério da Saúde, as secretarias estaduais e municipais de saúde.


B

o processo de articulação entre os gestores, nos diferentes níveis do SUS, por meio da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) e da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), em consonância com o âmbito legislativo dos municípios e estados.


C

o enfoque dos sistemas estaduais como a base e os elementos fortalecedores do Sistema Nacional de Saúde, desde que integrados, harmonizados e modernizados, com equidade.


D

a instituição da Programação Pactuada e Integrada (PPI) como o instrumento essencial de reorganização do modelo de atenção e gestão do SUS, de alocação dos recursos e da explicitação do pacto estabelecido entre as três esferas de governo.


E

a definição das transferências de recursos fundo a fundo para a assistência ambulatorial, ações de Vigilância Sanitária e ações de epidemiologia e controle de doenças, deixando de fora somente a assistência hospitalar.

Sobre a Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde, a NOB-SUS/96 é correto afirmar.


A

Os sistemas municipais de saúde apresentam níveis diferentes de complexidade, sendo comum estabelecimentos ou órgãos de saúde de um município atenderem usuários encaminhados por outro. Em vista disso, quando o serviço requerido para o atendimento da população estiver localizado em outro município, as negociações para tanto devem ser efetivadas exclusivamente entre as secretarias de saúde municipais. Essa relação, mediada pelo município, tem como instrumento de garantia a programação pactuada e integrada na CIB regional e submetida ao Conselho de Saúde correspondente. A discussão de eventuais impasses, relativos à sua operacionalização, deve ser realizada também no âmbito dessa Comissão, cabendo, ao gestor municipal, a decisão sobre problemas surgidos na execução das políticas aprovadas.


B

A totalidade das ações e de serviços de atenção à saúde, no âmbito do SUS, deve ser desenvolvida em um conjunto de estabelecimentos, organizados em rede regionalizada e hierarquizada, e disciplinados segundo subsistemas, um para cada município. Os estabelecimentos desse subsistema municipal, do SUS-Municipal, não precisam ser, obrigatoriamente, de propriedade da prefeitura, nem precisam ter sede no território do município. Suas ações, desenvolvidas pelas unidades estatais (próprias, estaduais ou federais) ou privadas (contratadas ou conveniadas, com prioridade para as entidades filantrópicas), têm que estar organizadas e coordenadas, de modo que o gestor municipal possa garantir à população o acesso aos serviços e a disponibilidade das ações e dos meios para o atendimento integral.


C

A atenção à saúde, que encerra todo o conjunto de ações levadas a efeito pelo SUS, no nível municipal, para o atendimento das demandas pessoais e das exigências ambientais, compreende três grandes campos, a saber: o da assistência, em que as atividades são dirigidas às pessoas, individual ou coletivamente, e que é prestada no âmbito ambulatorial e hospitalar, bem como em outros espaços, especialmente no domiciliar; o das intervenções em grupo, no seu sentido mais amplo, incluindo as relações familiares e sociais; e o das políticas externas ao setor saúde, que interferem nos determinantes sociais do processo saúdedoença das coletividades, de que são partes importantes questões relativas às políticas macroeconômicas, ao emprego, à habitação, à educação, ao lazer e à disponibilidade e qualidade dos alimentos.


D

A presente Norma Operacional Básica tem por finalidade primordial promover e consolidar o pleno exercício, por parte do poder público estadual e municipal, da função de gestor da atenção à saúde dos seus com a consequente redefinição das responsabilidades dos Estados e da União, avançando na consolidação dos princípios do SUS.

A NOB-SUS 1/1993 estabelece normas e procedimentos reguladores do processo de descentralização da gestão das ações e serviços de saúde. Essa norma, do Ministério da Saúde, tem como objetivo disciplinar o processo de descentralização da gestão das ações e serviços de saúde na perspectiva de construção do SUS. Considerando esse assunto, marque a alternativa CORRETA.


A

O estabelecimento dessa nova prática requer a existência e o funcionamento regular dos Conselhos de Saúde, paritários e deliberativos, como mecanismo privilegiado de participação restrito dos governos.


B

As bases descentralizadas devem seguir a estrutura física padronizada pelo Ministério da Saúde, incluída a padronização visual.


C
Com a Lei n.º 8.080/1990, fica regulamentado o SUS, estabelecido pela Constituição Federal de 1986, que agrega todos os serviços estatais ? das esferas federal e estadual ? e os serviços privados, e é responsabilizado pela concretização dos princípios constitucionais.

D
O Conselho Municipal de Saúde é instância permanente e deliberativa, atua na formulação de estratégias e no controle da execução da Política Municipal de Saúde, com composição e atribuições previstas em lei estadual, observado o disposto na Lei n.º 8.080/1990.

E

O gerenciamento do processo de descentralização no SUS, de forma a atender aos pressupostos apresentados, tem como eixo a prática do planejamento integrado em cada esfera de governo e como foros de negociação e deliberação as Comissões Intergestores e os Conselhos de Saúde respectivamente, estruturando funcionalmente a articulação.

Para garantir adequada gestão financeira e administrativa das ações do Sistema Único de Saúde, o governo editou as Normas Operacionais Básicas (NOB) e, dentre elas, a NOB-SUS 01/1996 representa um importante avanço nessa área, principalmente no que se refere à


A

introdução do modelo de gestão semiplena.


B

orientação para o enquadramento do Estado na gestão plena da atenção básica.


C

consolidação da municipalização.


D

indicação de mudança gradual do modelo de gestão parcial para semiplena.

   
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