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Analise as afirmativas abaixo, considerando o que dispõe a NOAS-SUS 01/2001.
( ) Os municípios habilitados em Gestão Plena do Sistema Municipal de Saúde também estarão habilitados em Gestão Plena da Atenção Básica Ampliada.
( ) É responsabilidade do município Gestor Pleno do Sistema Municipal de Saúde o cadastro, contratação, controle, avaliação, auditoria e pagamento aos prestadores de serviços ambulatoriais e hospitalares localizados em seu território e vinculados ao SUS.
( ) Para habilitação na Gestão Plena do Sistema Municipal de Saúde, o município deve comprovar a estruturação do componente municipal do Sistema Nacional de Auditoria/SNA, ainda que não disponha de mecanismos de controle e avaliação.
( ) Os municípios habilitados em gestão plena da atenção básica ampliada serão desabilitados quando houver indicação de suspensão por auditoria realizada pelos componentes estadual ou nacional do SNA, respeitado o prazo de defesa do município envolvido.
Assinale a alternativa que apresente a sequência CORRETA, de cima para baixo.
F, V, F, V.
V, V, F, V.
F, F, V, V.
V, V, F, F.
Sobre a legislação de plantas medicinais e fitoterápicos, indique a opção CORRETA:
O comércio de plantas medicinais é regulamentado por meio da Lei nº 5.991/1980.
As RDCs nº 211 e nº 343, ambas de 2000, instituem o procedimento eletrônico para a notificação de produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes de grau 1 (baixo risco), onde se enquadram a maioria dos produtos obtidos de plantas para uso tópico.
Medicamentos manipulados não precisam ser registrados na Anvisa, sendo o controle da sua produção feito no estabelecimento produtor. A norma que regulamenta a manipulação de medicamentos é a RDC nº 67, atualizada pela RDC nº 87, a qual define as boas práticas de manipulação de preparações magistrais e oficinais para uso humano em farmácias.
Visando a devolver à população a forma tradicional de uso das plantas medicinais, a Anvisa publicou uma norma para melhor regulamentar a produção e uso de plantas medicinais, a RDC nº 30, de 10 de março de 2010.
O Ministério da Saúde publicou a Portaria GM/MS nº 886, de 20 de abril de 2005, a qual institui a Farmácia Viva no âmbito do Sistema Único de Saúde, sob gestão estadual, municipal ou do Distrito Federal.
Relacione os entes federativos com as suas respectivas responsabilidades, segundo a Norma Operacional Básica (NOB) de 2012.
1. União
2. Estados
3. Municípios
( ) Instituir um plano de capacitação e educação permanente.
( ) Efetuar pagamento do auxilio natalidade e o auxilio funeral.
( ) Responder pela concessão e manutenção do Benefício de Prestação Continuada.
Assinale a opção que indica a relação correta, de cima para baixo
1 – 2 – 3
3 – 2 – 1
3 – 1 – 2
2 – 3 – 1
2 – 1 – 3
A Norma Operacional da Assistência à Saúde nº 01/2002 (NOAS-SUS 01/02) resulta do contínuo movimento de pacto entre as três esferas de gestão com o objetivo de aprimorar o Sistema Único de Saúde (SUS), mediante a ampliação das responsabilidades dos municípios na Atenção Básica, o estabelecimento do processo de regionalização como estratégia de hierarquização dos serviços de saúde e de busca de maior equidade.
Sobre a Instituição da Gestão Plena da Atenção Básica Ampliada (GPAB-A), como uma das condições de gestão dos sistemas municipais de saúde, consideram-se como áreas de atuação estratégica mínima:
o controle da tuberculose, a eliminação da hanseníase e da influenza.
o controle da tuberculose, a eliminação da hanseníase, o controle da hipertensão, o controle da influenza.
o controle da diabetes mellitus, a eliminação da hanseníase, o controle da hipertensão, o controle da influenza.
o controle da tuberculose, a eliminação da hanseníase, o controle da influenza, a saúde da criança e a saúde da mulher.
o controle da tuberculose, a eliminação da hanseníase, o controle da hipertensão, o controle da diabetes mellitus, a saúde da criança e a saúde da mulher.
Considere as afirmações a seguir a respeito da Política Nacional de Atenção às Urgências e a Rede de Atenção às Urgências no Sistema Único de Saúde (SUS), classificando- as como verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A garantia de implantação de modelo de atenção de caráter multiprofissional, compartilhado por trabalho em equipe, instituído por meio de práticas clínicas cuidadoras e baseado na gestão de linhas de cuidado, constitui uma das diretrizes da Rede de Atenção às Urgências no SUS.
( ) “Promoção, Prevenção e Vigilância à Saúde” como componente da Rede de Atenção às Urgências no SUS tem por objetivo estimular e fomentar o desenvolvimento de ações de saúde e educação permanente voltadas para a vigilância e prevenção das violências e acidentes, das lesões e mortes no trânsito e das doenças crônicas não transmissíveis, além de ações intersetoriais, de participação e mobilização da sociedade.
( ) A composição mínima do Comitê Gestor da Rede Municipal de Atenção às Urgências deve compreender: o Coordenador Municipal da Rede de Atenção às Urgências e os representantes: dos serviços de saúde prestadores da área das urgências; do Conselho Municipal de Saúde; do Corpo de Bombeiros, das Polícias Rodoviária, Civil e Militar, da Guarda Municipal, onde essas corporações atuem na atenção às urgências; da Defesa Civil Municipal; do gestor municipal da área de trânsito; e, quando justificável, dos representantes da Aeronáutica, Marinha e Exército brasileiros.
A classificação correta obtida, de cima para baixo, é:
V, F, F.
F, F, V.
V, F, V.
F, F, F.
V, V, V.
Município que administra o Fundo Municipal de Saúde, com o conjunto de receitas municipal e repasses estaduais e da união, com a anuência e deliberação do Conselho Municipal de Saúde é considerado:
Gestão plena.
Gestão semi-plena.
Gestão descentralizada.
Gestão dependente.
As Normas Operacionais Básicas são instrumentos utilizados para a definição de estratégias e movimentos tático-operacionais que reorientem a operacionalidade do Sistema, a partir da avaliação periódica de implantação e desempenho do SUS. Embora o instrumento que formaliza a norma seja uma portaria do Ministério da Saúde, o seu conteúdo é definido de forma pactuada entre o Ministério da Saúde e representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS). Entre os objetivos das Normas Operacionais marque a alternativa INCORRETA:
Induzir e estimular mudanças;
Aprofundar e reorientar a implementação do SUS;
Definir novos objetivos estratégicos, prioridades, diretrizes, e movimentos tático operacionais;
Regular as relações entre seus gestores;
Desenvolver e valorizar o atendimento acolhedor e resolutivo à pessoa idosa, baseado em critérios de risco.
A NOB-SUS/96 em seu corpo das finalidades, aponta a esfera municipal como responsável imediato pelo atendimento das necessidades e demandas de saúde da coletividade que a compõem, assim como, é responsável pelas exigências de intervenções saneadoras em seu território. Neste segundo aspecto da responsabilidade municipal, deve ser contemplado com ações de:
assistência dirigidas aos indivíduos e coletividade e prestadas, seja no âmbito ambulatorial, hospitalar, domiciliar ou outro espaço.
políticas externas ao setor saúde, que interferem nos determinantes sociais do processo saúde-doença das coletividades, como por exemplo as questões relativas ao: emprego, habitação, educação, lazer, disponibilidade e qualidade dos alimentos.
ampliação do enfoque assistencial representado pela incorporação de um modelo clínico dominante centrado no processo saúde-doença.
intervenções ambientais, que inclui foco nas condições sanitárias dos ambientes, controle de vetores e hospedeiros e saneamento ambiental.
De acordo com a NOAS-SUS 01/02, a vacinação pelo Sistema Único de Saúde (SUS) deve ser no esquema de cobertura universal preconizado pelo Programa
Mundial de Imunizações da Organização Mundial da Saúde restrito à população infantil.
Nacional de Imunizações restrito à população infantil.
Mundial de Imunizações da Organização Mundial da Saúde.
Nacional de Imunizações restrito à população infantil e a de idosos.
Nacional de Imunizações para todas as faixas etárias.
De acordo com a Norma Operacional de Assistência à Saúde (NOAS) de 2002 a principal estratégia de hierarquização dos serviços de saúde e de busca de maior equidade é a:
Municipalização.
Humanização.
Regionalização.
Programação Pactuada Integrada.
Após a promulgação da Lei 8.080/90, amparado pela Constituição de 1988, se iniciou o processo de implantação do Sistema único de Saúde (SUS). Entretanto, seu processo de implantação foi orientado pela (o) (as) (os) __________________, que define (m) as competências de cada esfera de governo e as condições necessárias para que estados e municípios possam assumir as novas posições no processo de implantação do SUS.
A alternativa que completa corretamente a frase é:Normas Operacionais básicas e Norma Operacional de Assistência à Saúde.
Lei Orgânica da Saúde.
Conselhos Municipais de Saúde.
Agência Nacional de Saúde.
A Norma Operacional Básica, NOB-SUS, de 06/11/96, tem por finalidade primordial:
promover e consolidar o pleno exercício, por parte do poder público municipal e do Distrito Federal, da função de gestor da atenção à saúde dos seus munícipes.
redefinir as responsabilidades dos municípios para consolidação dos princípios do SUS.
viabilizar a cooperação técnica e financeira entre os agentes de saúde existentes no âmbito da municipalidade.
atribuir as responsabilidades do poder federal pela gestão de um sistema que atenda, com integralidade, à demanda das pessoas pela assistência à saúde e às exigências sanitárias ambientais.
O ministério da Saúde visando ampliar as responsabilidades dos municípios quanto a Atenção Básica de Saúde, em 2002 após ampla discussão, normatizou a NOAS-Norma Operacional de Assistência a Saúde - 01/02 estabelecendo como estratégias:
I. não mais organizar a prestação de serviços em saúde de forma hierarquizada.
II. criar mecanismos de fortalecimento da gestão do SUS.
III. revisar os critérios de regionalização.
IV. manter os critérios anteriores quanto a habilitação de estados e municípios.
Os itens I e II, apenas.
Os itens II e III, apenas.
Os itens III e IV, apenas.
Os itens IV e I, apenas.
O planejamento em saúde deve responder às exigências constitucionais e legais quanto à elaboração de planos plurianuais (PPA), lei de diretrizes orçamentárias (LDO) e lei orçamentária anual (LOA).
A NOAS-01/02 elaborou um plano como instrumento de ordenamento do processo de regionalização o qual denominou:
Plano Diretor de Regionalização
Proposta Diretora de Regionalização
Plano Indireto de Regionalização
Proposta Indireta de Regionalização
De acordo com a norma operacional da assistência à saúde, NOAS-SUS 01/2001, da elaboração do plano diretor de regionalização, no que diz respeito à assistência, o Plano Diretor de Regionalização deverá ser elaborado na perspectiva de garantir o acesso aos cidadãos, o mais próximo possível de sua residência, a um conjunto de ações e serviços vinculados às seguintes responsabilidades mínimas, EXCETO:
Acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil.
Tratamento dos distúrbios mentais e psicossociais mais frequentes.
Acompanhamento de pessoas com doenças degenerativas de alta incidência.
Tratamento clínico e cirúrgico de casos de pequenas urgências ambulatoriais.
Segundo o anexo 3-B NOAS SUS 01/2001, os municípiossede de módulos assistenciais deverão dispor de leitos hospitalares, no mínimo, para o atendimento básico em
clínicas de nefrologia.
clínicas médica, pediátrica e obstetrícia (parto normal).
clínicas cirúrgicas.
clínicas de ortopedia e urologia.
O processo de implantação do SUS tem sido orientado por instrumentos chamados Normas Operacionais, instituídas por meio de portarias ministeriais. Estas normas definem as competências de cada esfera de governo e as condições necessárias para que Estados e Municípios possam assumir as responsabilidades e prerrogativas dentro do Sistema. Acerca da implantação do SUS é INCORRETO afirmar que as normas são
instrumentos usados para definir estratégias.
instrumentos usados para definir aspectos operacionais.
instrumentos usados para definir as políticas da organização.
pactuadas pelos gestores.
Com relação à implantação das Normas Operacionais Básicas do SUS - NOB-SUS 91, 93 e 96, assinale a alternativa CORRETA:
Promoveu uma integração de ações entre as três esferas de governo.
Desencadeou um processo decisório de regionalização intenso.
Intensificou para os municípios, um conjunto de responsabilidades e recursos para o financiamento do Sistema Único de Saúde, antes concentradas a nível estadual.
No que diz respeito aos municípios, houve avanços significativos na organização de redes articuladas e resolutivas de serviços, mediante o desenvolvimento do processo de programação regulada, a implantação de centrais integradas, o fortalecimento do controle e avaliação, a organização de consórcios intergestores ou, ainda de forma mais explícita, por meio da formulação e progressiva implementação de planos de descentralização promovidos pelas Secretarias de Municipais de Saúde/SMS.
A NOB/96 teve por finalidade primordial promover e consolidar o pleno exercício, por parte do poder público municipal e do Distrito Federal, da função de gestor da atenção à saúde dos seus munícipes. As instâncias básicas para a viabilização desses propósitos integradores e harmonizadores são os fóruns de negociação, integrados por representantes do(a)
Conselho Nacional de Saúde (CNS), Conselho Estadual de Saúde (CES) e Conselho Municipal de Saúde (CMS).
Ministério da Saúde (MS), Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS) e Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS).
Conselho Nacional de Saúde (CNS), Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS) e Conselho de Gestão Municipal.
Comissão Intergestores Tripartite (CIT), Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e Conselhos de Saúde.
Ministério da Saúde, Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e Agentes Comunitários de Saúde.