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A Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde (NOB-SUS 01/96) instituiu a estruturação dos componentes do Sistema Nacional de Auditoria (SNA) nas três esferas gestoras do SUS: federal, estadual e municipal. São componentes da esfera federal do SNA:
DENASUS, SISAUD e GDASUS.
DENASUS, SEAUDS e DIAUDS.
DCAA, CAUDI e SISAUD.
DIAUDS, SIPAC e SEAUDS.
FIDEPS, DCAA e GDASUS.
A Portaria n.º 2048/GM de 5 de novembro de 2002, que regulamenta o atendimento das urgências e emergências, estabelece como competências do enfermeiro que compõe a equipe de atendimento pré-hospitalar -APH:
I. selecionar o tipo de veículo para o atendimento da vítima, que proporcione a melhor resposta;
II. prestar cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica a pacientes graves e com risco de morte;
III. realizar parto sem distócia;
IV. conhecer equipamentos e realizar manobras de extração manual de vítimas;
V. determinar o local de destino da vítima.
Está correto o contido em
II e V, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, II e V, apenas.
I, II, III e V, apenas.
I, II, III, IV e V.
De acordo com a Norma Operacional Básica da Assistência à Saúde, que foi editada pela Portaria do Ministério da Saúde, em 26 de janeiro de 2001, assinale a alternativa CORRETA:
É um instrumento que amplia as responsabilidades estatais na Atenção Básica;
Cria mecanismos para fortalecimento do gestor;
Define o processo de regionalização da assistência;
Atualiza os critérios de defesa à saúde, para os estados e municípios.
A NOAS-SUS 01/2002, define sete áreas de atuação estratégicas mínimas como condição de Gestão Plena da Atenção Básica Ampliada. Três dessas áreas são:
controle da tuberculose, eliminação da hanseníase e controle de. hipertensão arterial
saúde da criança, saúde da mulher e saúde do idoso
saúde bucal, saúde do idoso e controle da hipertensão arterial
controle da diabetes mellitus, controle da hipertensão arterial e controle da dengue
controle da dengue, controle da tuberculose e eliminação da hanseníase
Na organização dos serviços de média complexidade, cabe ao gestor estadual a adoção de critérios para a organização regionalizada das ações, desde que considerados a necessidade de qualificação e especialização dos profissionais, a complexidade e o custo dos equipamentos, além de métodos e técnicas requeridos para a realização das ações.
Certo
Errado
A norma operacional do SUS/96 (NOBSUS 96) define como papel do gestor estadual de Saúde. Os seguintes papéis, exceto:
Exercer a gestão do SUS no âmbito estadual
Promover as condições e incentivar o poder municipal para que assuma a gestão secundária e primária da atenção à saúde de seus municípios
Promover a harmonização, integração e da modernização dos sistemas municipais
Gerenciar a gestão da saúde municipal em caráter transitório, se necessário
Estabelecer fluxo contínuo de assessoramento dos programas de informatização da saúde
A Norma Operacional da Assistência à Saúde n°. 01/2002 (NOAS-SUS n°. 01/02) resulta do contínuo movimento de pactuação entre os três níveis de gestão, visando ao aprimoramento do Sistema Único de Saúde, estabelecendo a organização dos serviços de média e alta complexidade. Compreende um conjunto de ações e serviços ambulatoriais e hospitalares que visam atender os principais problemas de saúde da população, cuja prática clínica demande a disponibilidade de profissionais especializados e a utilização de recursos tecnológicos de apoio diagnóstico e terapêutico, que não justifique a sua oferta em todos os municípios do país. Assinale a alternativa que apresenta, de acordo com a NOAS-SUS n°. 01/2002, o serviço a que se refere essa definição.
Atenção de baixa complexidade.
Atenção de média complexidade.
Atenção de alta complexidade.
Atenção de extrema complexidade.
43 A Norma Operacional Básica 01/1996 estabeleceu três modalidades de gestão para os municípios: a plena da atenção básica, a semi-plena do sistema municipal e a plena do sistema municipal.
O Plano Diretor de Regionalização deve conter a descrição da organização do território estadual em regiões ou microrregiões de saúde.
Certo
Errado
A organização de fluxos de referência e contrarreferência coordenada pelo gestor estadual pode adotar critérios que permitam a superposição de serviços, de maneira a ampliar a garantia ao acesso.
Certo
Errado
A Norma· Operacional Básica 96 tem por finalidade primordial:
promover e consolidar o pleno exercício do poder municipal e do Distrito Federal de gestor da atenção à saúde dos seus munícipes
estabelecer o processo de regionalização como estratégia de hierarquização dos serviços de saúde e de busca de maior equidade
definir as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde
estabelecer as normas e as condições de funcionamento dos serviços de saúde
dispor sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde
O Plano Diretor de Regionalização constitui instrumento de ordenamento do processo de regionalização da assistência em cada estado e no DF.
Certo
Errado
A organização da assistência no âmbito estadual define como município polo aquele que, de acordo com a definição da estratégia de regionalização de cada estado, apresenta papel de referência para outros municípios, em qualquer nível de atenção.
Certo
Errado
A Norma Operacional Básica 01/1993 estabeleceu o repasse regular e automático fundo a fundo do Ministério da Saúde para os municípios, tendo assumido o piso histórico como parâmetro de referência para o cálculo do valor do repasse.
As Normas Operacionais Básicas 01/1993 e 01/1996 foram importantes no sentido de ampliar as responsabilidades dos municípios em relação aos Sistemas Locais de Saúde e de regionalizar o processo, respectivamente.
Em relação à legislação do Sistema Único de Saúde, a ampliação das responsabilidades dos municípios na Atenção Básica e o estabelecimento do processo de Regionalização como estratégia de hierarquização dos serviços de saúde são finalidades da
Constituição Federal de 1988.
NOB 93.
NOB 96.
NOAS 01/02.
Lei nº 8.080/90.
Os municípios habilitados segundo a NOAS-SUS 1/2002, que trata da gestão plena de atenção básica ampliada, deverão assumir as responsabilidades, cumprir os requisitos e gozar de prerrogativas. Porém, aos municípios não habilitados caberá à secretaria estadual de saúde a gestão do SUS.
O plano diretor de regionalização instituído na NOAS-SUS 1/2002 tem, como uma de suas perspectivas, a garantia de acesso dos cidadãos aos serviços o mais próximo possível de sua residência.
Em relação à direção e à articulação do SUS, a NOB 96 destaca que o processo de articulação entre os gestores, nos diferentes níveis do sistema, ocorre, preferencialmente, em dois colegiados de negociação. Um desses colegiados é a Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é composta paritariamente por representação do(a)
Ministério da Saúde (MS) e do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS).
Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS) e do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS).
Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS) e do Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde (COSEMS).
Secretaria Estadual de Saúde (SES) e do Conselho Estadual dos Secretários Municipais de Saúde (COSEMS).
Secretaria Estadual de Saúde (SES) e do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (CONASS).
Relacione a coluna A com a coluna B.
COLUNA A | COLUNA B |
( ) NOB 91 | A) Criação do PAB |
( ) NOB 96 | B) Criação do PAB-A |
( ) NOAS/2001 | C) Define a política de financiamento do SUS |
Assinale a alternativa que contém a sequência correta.
A – B – C.
A – C – B.
B – A – C.
B – C – A.
C – A – B.