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O planejamento das ações compreendidas no sistema nacional de vigilância em saúde, também tem se modificado no processo de:
atenção integral.
universalização.
participação social.
descentralização.
O planejamento em saúde
deve estar vinculado ao planejamento para o desenvolvimento econômico e social, envolvendo os diversos atores inseridos no contexto.
não necessita levar em conta a problemática do desenvolvimento.
requer, eventualmente, algumas variáveis econômicas e sociais.
terá resultados satisfatórios independente da contribuição dos outros setores econômicos e sociais.
deve ser subordinado ao retorno financeiro do capital aplicado no setor saúde.
Em relação aos aspectos do Planejamento em Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde, é CORRETO afirmar que:
O planejamento da saúde em âmbito Municipal deve ser realizado de maneira regionalizada, a partir das necessidades da União, considerando o estabelecimento de metas de saúde.
O planejamento da saúde é obrigatório para os entes públicos e será indutor de políticas para a iniciativa privada.
No planejamento não devem ser considerados os serviços e as ações prestados pela iniciativa privada.
Compete aos Conselhos de Saúde municipais pactuar as etapas do processo e os prazos do planejamento municipal em consonância com os planejamentos estadual e nacional.
A elaboração de um Plano Municipal de Saúde requer algumas etapas, sendo que uma delas consiste no processo de identificação, formulação e priorização de problemas em uma determinada realidade. O objetivo dessa etapa é permitir a identificação dos problemas e orientar a definição das medidas a serem adotadas. Essa importante etapa denomina-se:
análise situacional.
definição de instrumentos básicos.
análise orçamentária.
formulação de objetivos e estratégias.
A utilização do conceito de autonomia técnica na análise do trabalho em saúde procede à medida que é possível desenhar um projeto assistencial.
A perspectiva habermasiana, que distingue agir-instrumental de agir-comunicativo, articulada às concepções acerca de processo de trabalho em saúde, permite abarcar a complexa dinâmica da ação multiprofissional, contemplando dialeticamente a dimensão estrutural dos arranjos persistentes e cristalizados do trabalho e da racionalidade assistencial, bem como a dimensão dos sujeitos partícipes, expressa na intersubjetividade.
No campo da avaliação em saúde, podem ser identificados os campos da avaliação normativa e da pesquisa avaliativa. Em uma perspectiva mais abrangente, a pesquisa avaliativa consiste em fazer um julgamento ex-post de uma intervenção usando métodos científicos e, usualmente, está relacionada à tomada de decisões. Nesse contexto, considere o fluxograma a seguir, que ilustra o esquema de uma pesquisa avaliativa.

A Pesquisa Avaliativa. Adaptado de Hartz, Z.M.A. (Org.) Avaliação em Saúde: dos modelos conceituais à prática na análise da implantação de programas. Rio de Janeiro: Fiocruz, 1997. Com base nesse fluxograma, analise as afirmativas abaixo.
I | A análise dos efeitos procura medir a eficácia da intervenção, ou seja, a influência dos serviços (ou das atividades) sobre o estado de saúde. |
II | A análise da produtividade compara intervenções ao examinar a relação entre os resultados obtidos e os meios implementados. |
III | A análise de implantação busca observar a transferência de uma intervenção para o plano operacional. |
IV | A análise do rendimento estuda a relação entre os recursos utilizados (meios) e o volume e a qualidade dos serviços prestados (atividades). |
Estão corretas as afirmativas
I e III.
II e IV
I e IV.
II e III.
Na área de saúde, o Planejamento Estratégico Situacional (PES) tem se consolidado nos últimos anos como uma matriz conceitual bastante utilizada nos diversos espaços do Sistema Único de Saúde (SUS). As quatro fases fundamentais do PES, denominadas “momentos” podem sofrer uma ou outra adaptação a depender da situação, mas , invariavelmente, estão sempre presentes os momentos “explicativo”, “normativo”, “estratégico” e “tático -operacional”. No momento "explicativo" podem ser empregadas diferentes técnicas para tentar descrever e explicar o problema. Levando-se em consideração essas técnicas, analise as afirmações abaixo.
I | Na técnica da “árvore de problemas”, o problema é colocado na parte central da árvore, as supostas causas nos galhos e as consequências ficam nas raízes, de modo que é possível fazer uma leitura do problema de baixo para cima. |
II | No “fluxograma situacional”, os fatores associados ao problema são postos em uma linha horizontal e, quanto mais à esquerda, mais profundas são as causas , e, quanto mais à direita, mais superficiais |
III | Na “tempestade de ideias”, as possíveis explicações do problema são dispostas em um diagrama composto de caixas e setas cheias e pontilhadas, em que as primeiras indicam as causas mais proximais e as segundas indicam as causas mais distais. |
IV | Na proposta do “jogo dos três porquês”, pode-se perguntar por que o problema ocorre, em seguida, perguntar por que ocorre o primeiro fator explicativo do problema e, finalmente, perguntar por que ocorre o segundo fator explicativo. |
Estão corretas as afirmações
I e IV.
II e III.
I e II.
II e IV.
Com base nas diretrizes para o processo de planejamento no âmbito do Sistema Único de Saúde, analise as afirmativas a seguir.
l. O Relatório de Gestão é o instrumento que operacionaliza as intenções expressas no Plano de Saúde;
ll. Um dos objetivos da Programação Anual de Saúde é prever a alocação dos recursos orçamentários a serem executados;
Ill. A estrutura do sistema de saúde e as condições sociossanitárias são os principais elementos norteadores na elaboração dos Planos de Saúde.
Está correto apenas o que se afirma em:
l.
ll.
lll.
l e ll.
II e III.
Na busca de fortalecer a perspectiva interprofissional no processo de formação em saúde, uma universidade vem encorajando a realização de atividades de aprendizagem compartilhadas entre diferentes cursos da saúde. Com essa orientação, os Núcleos Docentes Estruturantes dos Cursos de Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Medicina e Odontologia começaram a planejar atividades capazes de desenvolver competências de três tipos: específicas, que constroem as identidades das profissões; comuns, relacionadas à atuação como profissional da saúde; e colaborativas, que melhoram a capacidade para o efetivo trabalho em equipe.
A experiência tem demonstrado que a educação interprofissional em saúde é importante porque
fortalece os silos profissionais, na medida em que valoriza as competências específicas na construção da identidade de profissionais da área da saúde.
constrói um novo profissionalismo pautado no compartilhamento, na parceria, na interdependência e no equilíbrio dos poderes, que são fundamentos da colaboração.
constrói uma identidade de equipe através do reforço às identidades profissionais, legitimadas pelas competências específicas.
contribui para a redução dos erros, por valorizar as competências específicas, importantes para a divisão do trabalho e a otimização dos resultados.
Leia as afirmativas a seguir:
I. O Sistema de Informações Hospitalares (SIH) contém informações sobre as internações hospitalares.
II. Segundo a OMS, mais que cinco medicamentos por prescrição já é considerado polimedicação.
III. As equipes das Unidades de Saúde da Família não devem realizar o cadastramento das famílias em sua área de abrangência.
Marque a alternativa CORRETA:
Nenhuma afirmativa está correta.
Está correta a afirmativa I, apenas.
Está correta a afirmativa II, apenas.
Estão corretas as afirmativas I e II, apenas.
Todas as afirmativas estão corretas.
O conceito de hospital é aplicado para todos os estabelecimentos com pelo menos cinco leitos para a internação de pacientes que garantam um atendimento básico de diagnóstico e tratamento, sendo correto no conceito que:
com equipe clínica desorganizada e com prova de admissão e assistência permanente prestada por médicos.
com equipe clínica organizada e com prova de admissão e assistência permanente prestada por médicos.
com equipe clínica organizada e com prova de admissão e sem assistência permanente prestada por médicos.
com equipe clínica organizada e com prova de admissão e assistência permanente prestada por não médicos.
O planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa são instrumentos de gestão e organização da atenção à saúde do SUS, previstos no decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011, que regulamenta a Lei nº 8.808, de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde. Também são considerados instrumentos com tal função, exceto:
Relação Nacional de Ações e Serviços de Saúde (RENASES).
Mapa de saúde.
Pacto de gestão do SUS.
Comissão Intergestores Regional (CIR).
Relação nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME).
Como sujeitos do processo de trabalho, os profissionais exercem autonomia técnica. Esta é concebida como a esfera de liberdade de julgamento e de tomada de decisão diante das necessidades de saúde dos usuários.
A estratégia de Saúde da Família é um modelo de organização dos serviços de Atenção Primária à Saúde do SUS e a principal porta de acesso ao sistema de saúde.
As equipes multiprofissionais mínimas são compostas por:
Um médico generalista ou de família, um enfermeiro e um auxiliar de enfermagem.
Um médico generalista ou de família, um dentista, um enfermeiro, um auxiliar de enfermagem e quatro a seis agentes comunitários de saúde.
Um enfermeiro, um auxiliar de enfermagem, um técnico de higiene dental e um agente de controle de endemias .
Um médico generalista ou de família, um enfermeiro, um auxiliar de enfermagem e quatro a seis agentes comunitários de saúde.
Um médico generalista ou de família, um auxiliar de enfermagem, um técnico de higiene dental, e quatro a seis agentes comunitários de saúde.
O planejamento é uma ferramenta que tem como finalidade aprimorar os serviços de saúde e auxiliar administrativamente a adequá-los à instituição, aos recursos, aos custos, às necessidades da população e ao momento social (histórico e político), aumentando assim a eficiência das ações e melhorando a qualidade dos serviços oferecidos. Marque a alternativa CORRETA:
A capacidade de intervenção engloba a vulnerabilidade do problema e o custo das ações. A vulnerabilidade refere-se à possibilidade de resolver o problema.
A análise da situação de saúde comumente produz uma lista de problemas que devem ser abordados de modo simultâneo.
A Organização Mundial da Saúde propôs os clássicos critérios frequência, transcendência e capacidade de intervenção como ferramentas técnicas para serem usadas em todos os problemas simultaneamente.
Ao sistematizar uma intervenção para um problema prioritário, deve-se estar atento para o foco individual.