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Segundo as pesquisas mais recentes, o treinamento de força não é recomendado para populações idosas.
Ao longo do processo de envelhecimento, a participação em programas de atividade física regular aumenta significativamente os riscos do desenvolvimento de problemas cardiovasculares.
Nas atividades físicas com a terceira idade, devemos observar vários fatores. Dentro desses fatores, existem as contra-indicações. Marque a alternativa que corresponde ao assunto:
I- Diabetes descompensada.
II- Arritmias de difícil controle.
III- Angina instável.
IV- Convulsões recentes.
V- Doença sistêmica aguda e febre.
Está correta a seqüência:
I, II e III.
III, IV e V.
II, IV e V.
I, III e IV.
Todas estão corretas.
Considere que um senhor de 80 anos de idade, após realizar atividade de musculação, apresente os seguintes sinais e sintomas: padrão respiratório irregular; incapacidade neurológica, crise convulsiva, olhos roxos, inconsciência e perda de controle urinário. Nessa situação, os sinais e sintomas apresentados pela vítima são mais do que suficientes para se afirmar que se trata de portador de diabetes.
Na avaliação da aptidão física do idoso, o teste de "sentarlevantar", procura verificar, basicamente:
Força e resistência do segmento corporal inferior;
Força e resistência muscular do segmento superior do corpo;
Flexibilidade do segmento inferior do corpo;
Adução, abdução, rotação interna e externa do segmento corporal inferior;
Mobilidade, velocidade e equilíbrio dinâmico.
Exercícios regulares promovem os seguintes efeitos neuropsicológicos aos idosos, exceto:
Atenuação da ansiedade;
Diminuição da tensão;
Atenuação da depressão;
Melhora da função cognitiva;
Maior tempo de reação.
O principal fator relacionado com a queda dos idosos é a diminuição da:
Flexibilidade
Coordenação motora;
Força;
Agilidade;
Equilíbrio.
Na prescrição do treinamento para pessoas com idade avançada, deve-se levar em consideração que todo treinamento deve ser iniciado com um tempo maior de aquecimento, sendo que o aumento da intensidade e do volume das cargas deverá ser sempre gradual.
São limitações à indicação de atividade física no idoso, exceto:
Angina instável;
Doença sistêmica aguda ou febre;
Diabetes descontrolado (glicemia> 400mg/dL);
Hipertensão arterial controlada com medicamentos;
Hipotensão ortostática (>20 mmHg) sintomática;
Para uma pessoa idosa, na montagem de um programa de treinamento de força resistida (musculação), é recomendável a inclusão de pelo menos um exercício para todos os grandes grupos musculares.
A prática de treinamento com exercícios isométricos intensos é contra-indicada para pessoas idosas propensas a doenças coronarianas e hipertensas, pois pode produzir grandes aumentos na pressão intratorácica, reduzindo o retorno venoso para o coração, aumentando o seu trabalho e aumentando a pressão arterial.
As maiores limitações para as atividades de vida diária dos idosos são a diminuição da:
Flexibilidade e força;
Equilíbrio e resistência cardiorrespiratória;
Tônus muscular e destreza;
Potência muscular e equilíbrio;
Resistência e potência muscular.
No idoso, a potência, o rendimento mecânico, as respostas dos sistemas respiratório, circulatório e metabólico podem melhorar com o treinamento sistematizado.
O aumento da massa corporal isenta de gordura observada com o envelhecimento é menor nos idosos ativos.
Qual das atividades relacionadas abaixo é mais indicada para idosos, na prevenção à osteoporose:
Caminhada.
Hidroginástica.
Musculação.
Alongamento.
Excluída toda e qualquer condição patológica, as capacidades fisiológicas e as relacionadas ao desempenho físico de uma pessoa começam a declinar a partir dos 50 anos de idade.
Uma redução de cerca de 40% a 50% na massa muscular (atrofia das fibras musculares e perda de unidades motoras) constitui a causa primária da diminuição da força e da potência entre homens e mulheres sadios e fisicamente ativos.
Devido à menor queda dos componentes da aptidão física nos idosos ativos, é correto supor que atividade física habitual confere alguma proteção contra os efeitos do envelhecimento, proporcionando, dessa forma, maior qualidade de vida.
O consumo máximo de oxigênio do idoso não aumenta com a melhoria do seu condicionamento físico.