Questões de Concurso sobre Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC)- Portaria 1.1130/2015

 
 
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A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC), por meio da Portaria nº 1.130, de 05/08/2015 – Ministério da Saúde/Gabinete do Ministro, refere que é de competência exclusiva do Ministério da Saúde


A

fortalecer a participação e o controle social no planejamento, execução, monitoramento e avaliação de programas e ações de atenção integral à saúde da criança.


B

implantar/implementar a PNAISC, no âmbito do seu território, respeitando suas diretrizes e promovendo as adequações necessárias, de acordo com o perfil epidemiológico.


C

propor diretrizes, normas, linhas de cuidado e metodologias específicas necessárias à implementação da PNAISC.


D

monitorar e avaliar os indicadores e as metas estaduais e distritais relativas à saúde da criança, estabelecidas no Plano Estadual de Saúde e em outros instrumentos de gestão.

A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança no âmbito do Sistema Único de Saúde tem por objetivo promover e proteger a saúde da criança e o aleitamento materno, mediante atenção e cuidados integrais.

Assinale a alternativa que corresponde a uma ação estratégica do eixo de aleitamento materno e alimentação complementar saudável.


A

Prevenção da transmissão vertical do HIV e da sífilis.


B

Disponibilização da "Caderneta de Saúde da Criança", com atualização periódica de seu conteúdo.


C

Atenção humanizada ao recém-nascido prematuro e de baixo peso, com a utilização do "Método Canguru".


D

Iniciativa Hospital Amigo da Criança.


E

Seguimento do recém-nascido de risco, após a alta da maternidade, de forma compartilhada entre a Atenção Especializada e a Atenção Básica.

A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança desenvolve ações de promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno. O aleitamento materno exclusivo, sob livre demanda, é recomendado, no mínimo, até o sexto mês de vida do bebê. No entanto, pelo Ministério da Saúde, há interrupção temporária da amamentação materna na condição de:


A

abcesso mamário unilateral, não drenado.


B

hanseníase, em tratamento com rifampicina.


C

hepatite C, com ausência de fissuras mamilares.


D

infecção herpética, com vesículas nas mamas.

Em 2015, o Governo do Brasil instituiu a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Essa política tem por objetivo promover e proteger a saúde da criança e o aleitamento materno, mediante a atenção e os cuidados integrais e integrados desde a gestação até os


A

7 anos de vida da criança.


B

9 anos de vida da criança.


C

5 anos de vida da criança.


D

2 anos de vida da criança.

A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC), do Ministério da Saúde, foi instituída pela Portaria nº 1.130, de 05 de agosto de 2015 e tem, entre os seus eixos temáticos, o aleitamento materno e alimentação complementar saudável. Identifique com “V” (VERDADEIRO) as ações estratégicas que pertencem ao eixo sobre aleitamento materno e alimentação complementar saudável e com “F” (FALSO) as ações estratégicas que não pertencem ao eixo sobre aleitamento materno e alimentação complementar saudável.


( ) A Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC).

( ) A Estratégia Nacional para Promoção do Aleitamento Materno e Alimentação Complementar Saudável no SUS.

( ) A Mulher Trabalhadora que Amamenta (MTA).

( ) A Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano.

( ) A implementação da Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes, para Crianças de Primeira Infância, o incentivo ao uso de Bicos, Chupetas e Mamadeiras (NBCAL).


A alternativa que preenche CORRETAMENTE os parênteses, na sequência de cima para baixo, é:


A

V – F – V – F – V.


B

V – V – F – V – V.


C

V – V – V – V – F.


D

V – F – V – F – F.


E

F – V – V – F – V.

Em relação aos direitos de crianças e de adolescentes hospitalizados, é correto afirmar que


A

a Resolução 41, de 13 de outubro de 1995, do Conselho Nacional da Criança e do Adolescente, estabelece que toda criança e adolescente hospitalizados devem, obrigatoriamente, ser acompanhados por sua mãe, pai ou responsável, durante todo o período de sua hospitalização.


B

o Estatuto da criança e do adolescente em seu Art. 7º estabelece que a criança e o adolescente têm direito à proteção, à vida e à saúde, mediante efetivação de políticas sociais públicas que permitam exclusivamente um nascimento sadio e harmonioso.


C

os hospitais devem identificar o recém-nascido mediante o registro de sua impressão plantar e digital e da impressão digital do pai, sem prejuízo de outras formas normatizadas pela autoridade administrativa competente.


D

as crianças e os adolescentes hospitalizados têm o direito de serem informados sobre sua enfermidade, prognósticos, cuidados terapêuticos e diagnósticos a serem utilizados, respeitando sua fase cognitiva, além de receber amparo psicológico, quando se fizer necessário.


E

os estabelecimentos de atendimento à saúde deverão obrigatoriamente, em todos os níveis de atendimento, proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou de adolescente.

Uma criança de 4 anos de idade, cursando com diarreia há dois dias, febre, desidratada, com perda de peso e recusa à dieta oferecida, foi atendida no Pronto Socorro Municipal de Alenquer. A enfermeira elegeu dois problemas de responsabilidade da enfermagem: desidratada e com perda de peso, relacionando-os, respectivamente, às seguintes necessidades humanas básicas:


A

motilidade e eliminação.


B

hipohidratação e nutrição.


C

desidratação e aceitação.


D

hidratação e nutrição.

Acidentes domésticos na infância são comuns, estando relacionados com a faixa etária e das condições ambientais. Nas ações de prevenção, o enfermeiro deve considerar que há maior prevalência de acidentes por:


A

Asfixia, entre 3 e 6 anos de idade, porque nesta fase a criança é incapaz de perceber a profundidade espacial e é capaz de abrir portas e janelas.


B

Afogamento, entre 7 e 10 anos de idade, pois não teme ações motoras perigosas e experimenta novas atividades no meio ambiente.


C

Intoxicação, entre 2 e 4 meses de idade, porque nesta fase a criança possui coordenação das mãos e olhos, sendo capaz de manipular objetos.


D

Queimaduras, entre 12 e 36 meses de idade, porque nesta fase a criança é capaz de explorar orifícios, alcançar alturas mais elevadas, e puxar objetos.

Em 1997 foram hospitalizadas no Sistema Único de Saúde mais de 1.600.000 crianças menores de cinco anos, com um custo de mais de 400 milhões de reais. Destaca-se o fato de que cerca de 60% das causas que levaram estas crianças à hospitalização foram decorrentes de problemas respiratórios e de doenças infecciosas e parasitárias. Diante desta situação, uma das ações concretas encaminhadas pelo Ministério da Saúde foi a incorporação, dentro de todas as políticas de atenção à saúde da criança, da estratégia de Atenção Integrada às Doenças Prevalentes na Infância - AIDPI. Esta estratégia é preconizada pela Organização Mundial de Saúde e pelo UNICEF e direcionada para o atendimento em nível primário, destacando-se:


A

como mecanismo de reorientação o modelo assistencial a partir da atenção básica, contemplando aspectos de curativos;


B

a incorporação, na política de saúde dos governos federal, estaduais e municipais, de estratégias de ampliação de vagas em hospitais infantis;


C

o fortalecimento da capacidade de resolução do primeiro nível de atenção e o uso de tecnologias mais avançadas dentro do SUS, tornando-o mais resolutivo;


D

o atendimento pré, trans e pós-hospitalar de qualidade às patologias de maior prevalência na população infantil;


E

a integração das ações promotoras de saúde da criança, contemplando aspectos preventivos e curativos; alcance de uma maior eqüidade no acesso à atenção adequada de saúde, disponibilizando tecnologias apropriadas de diagnóstico e tratamento e priorizando os grupos de riscos.

   
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