Questões de Concurso sobre Tipos de Erro

 
 
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Seja p a probabilidade de ocorrer cara quando se lança uma determinada moeda. Com base em 100 lançamentos da moeda, deseja-se testar a hipótese de que a moeda é não viciada (p = 0,5) contra a alternativa de que p = 0,8. Com base na variável aleatória pˆ que representa a proporção de caras em 100 lançamentos, estabeleceu-se para o teste a seguinte região crítica (RC): RC = {pˆ ≥ 0,75}. Sendo β a probabilidade do erro do tipo II, e admitindo-se a aproximação à normal para a distribuição de pˆ , o valor de β é

A
0,150

B
0,250

C
0,106

D
0,053

E
0,125
Imagem associada para resolução da questão

A
Imagem associada para resolução da questão

B
Imagem associada para resolução da questão

C
Imagem associada para resolução da questão

D
ocorre erro tipo I quando se aceita H0 e H0 é falsa.

E
se α for igual a 5%, então a probabilidade de ocorrer erro tipo II é 95%.

A região crítica definida pela razão entre as verossimilhanças sob a hipótese nula e a hipótese alternativa é aquela que minimiza a soma das probabilidades dos erros do tipo I e do tipo II.


C
Certo

E
Errado
Considere que a v.a. X  tenha distribuição normal com média μ e variância 400. Ao testar as hipóteses H0: μ = 750 versus H1: μ = 760, com n = 25, estabeleceu-se a seguinte região de aceitação: 

Imagem associada para resolução da questão

Os valores da probabilidade de ocorrência do erro tipo I e da probabilidade de ocorrência do erro tipo II neste caso são, respectivamente: 


 Dados:

P(Z  > 0,1) = 0,46017      P(Z  > 0,4)  = 0,34458   P(Z  > 0,5) = 0,30854
P(Z  > 0,9) = 0,18406      P(Z  > 0,2)  = 0,02275   P(Z  > 4,5) = 0,00000

A

4,55% e 30,854%


B

27,611% e 68,916%


C

30,854% e 4,55%


D

68,916% e 27,611%

Em um teste de hipóteses para se comparar duas médias amostrais, o tamanho amostral é um fator importante, pois, à medida que o tamanho da amostra aumenta, a probabilidade do erro de tipo I (nível de significância do teste) tende a diminuir.


C
Certo

E
Errado

Uma empresa compra rolos de papéis de dois fornecedores, A e B. Os rolos de papel de A apresentam diâmetro médio de 58 cm e desvio-padrão de 5 cm, enquanto os do fornecedor B, 60 cm e 4 cm, respectivamente. A empresa apresenta uma regra simples de decisão, se a média amostral é igual ou maior que 59 cm, ela considera como sendo do fabricante B. A empresa recebe uma caixa com 20 rolos de papel sem identificação. Investigar se o rolo é do fabricamente B significa estabelecer hipótese nula H0: X~N(60;42) e H1: X~N(58;52). A probabilidade de erro tipo II associada à hipótese nula é


A

Pr (Erro II) = Pr.


B

Pr (Erro II) = Pr


C

Pr (Erro II) = Pr.


D

Pr (Erro II) = Pr.

Se um segundo preditor (X2) for adicionado ao modelo Y = b0 + b1X1 + ,NULL, em que b0 e b1 são os coeficientes do modelo, o valor do erro padrão dos resíduos pode aumentar ou diminuir, mas o valor de R2 não pode diminuir.


C
Certo

E
Errado
Define-se poder do teste como a probabilidade de a hipótese nula ser rejeitada quando esta é, de fato, falsa. Logo, o poder do teste é igual a Imagem associada para resolução da questão é a probabilidade de haver o erro do tipo I.

C
Certo

E
Errado

Em um processo industrial que está sob controle, a probabilidade de erro tipo I deve ser utilizada para se determinar o tempo médio de espera até a observação do primeiro alarme falso.


C
Certo

E
Errado

A proporção de pessoas favoráveis a certo projeto governamental, em uma população, é p. Sorteiam-se 4 pessoas ao acaso e com reposição desta população e calcula-se a proporção pˆ de pessoas na amostra favoráveis ao projeto. Desejando-se testar H0: p = 0,5 versus H1: p = 0,7, decidiu-se rejeitar a hipótese nula se a região crítica do teste relativa a pˆ for {1}. Nessas condições, a probabilidade do erro do tipo II é


A

0,7599


B

0,7012


C

0,5035


D

0,3240


E

0,2835

A proporção de pessoas favoráveis a um certo projeto governamental é p. Sorteiam-se ao acaso, e com reposição, 400 pessoas. Calcula-se a proporção pˆ de pessoas favoráveis ao projeto na amostra. Deseja-se testar:

Imagem associada para resolução da questão

Fazendo uso do Teorema do Limite Central, o valor de K para que a probabilidade do erro tipo I seja igual à probabilidade do erro tipo II é


A

4/5


B

3/5


C

5/6


D

2/3


E

5/8

Em um teste de hipótese, a probabilidade de não rejeitar a hipótese nula quando ela é falsa, e a probabilidade de rejeitar a hipótese nula quando ela é verdadeira, são denominados, respectivamente, como


A

Erro tipo I e Erro tipo II.


B

Erro tipo II e Erro tipo I.


C

Erro tipo I e poder do teste.


D

Nível de significância e poder do teste.


E
Poder do teste e nível de significância.

Sendo y um erro de medida expresso em milímetros, y é uma variável aleatória cuja variância


A

não pode ser calculada se a distribuição de y for contínua.


B

é a raiz quadrada do desvio padrão de y.


C

é uma grandeza sem unidades.


D

é o dobro da média de y.


E

mede a dispersão de y em torno de sua média.

Uma variável aleatória X tem distribuição normal com média μ e desvio padrão σ. Desejando-se fazer um teste de hipóteses para a média de X do tipo,

Ho: μ = 120 (σ = 20) contra Ha: μ = 125 (σ = 10),

com base numa amostra de 100 observações, a região crítica apropriada ao teste, dada em termos da média amostral Imagem associada para resolução da questão, para que a probabilidade de se cometer erro do tipo I seja a metade da de se cometer erro do tipo II, é dada por


A
Imagem associada para resolução da questão

B
Imagem associada para resolução da questão

C
Imagem associada para resolução da questão

D
Imagem associada para resolução da questão

E
Imagem associada para resolução da questão

Uma variável aleatória X tem distribuição normal com média μ e desvio padrão σ2. Desejando-se fazer um teste de hipóteses para a média de X do tipo:


Ho: μ = 150 (σ2 = 100) contra Ha: μ = 140 (σ2 = 225),


com base numa amostra de 100 observações, a região crítica apropriada ao teste, dada em termos da média amostral , para que a probabilidade de se cometer erro do tipo I seja igual à de se cometer erro do tipo II, é dada por


A

{ ∈ R| ≤ 146}


B

{ ∈ R | ≤ 144,5}


C

{ ∈ R | ≤ 143,5}


D

{ ∈ R | ≤ 142,8}


E

{ ∈ R | ≤ 142,5}

   
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