

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
0,5%.
1%.
1,5%.
2,5%
3,5%.

A região crítica definida pela razão entre as verossimilhanças sob a hipótese nula e a hipótese alternativa é aquela que minimiza a soma das probabilidades dos erros do tipo I e do tipo II.
4,55% e 30,854%
27,611% e 68,916%
30,854% e 4,55%
68,916% e 27,611%
Em um teste de hipóteses para se comparar duas médias amostrais, o tamanho amostral é um fator importante, pois, à medida que o tamanho da amostra aumenta, a probabilidade do erro de tipo I (nível de significância do teste) tende a diminuir.
Uma empresa compra rolos de papéis de dois fornecedores, A e B. Os rolos de papel de A apresentam diâmetro médio de 58 cm e desvio-padrão de 5 cm, enquanto os do fornecedor B, 60 cm e 4 cm, respectivamente. A empresa apresenta uma regra simples de decisão, se a média amostral é igual ou maior que 59 cm, ela considera como sendo do fabricante B. A empresa recebe uma caixa com 20 rolos de papel sem identificação. Investigar se o rolo é do fabricamente B significa estabelecer hipótese nula H0: X~N(60;42) e H1: X~N(58;52). A probabilidade de erro tipo II associada à hipótese nula é
Pr (Erro II) = Pr[X≥59∣X∼N(58;2052)].
Pr (Erro II) = Pr[X≤59∣X∼N(58;2052)].
Pr (Erro II) = Pr[X≤59∣X∼N(60;2042)].
Pr (Erro II) = Pr[X>59∣X∼N(60;2042)].
Se um segundo preditor (X2) for adicionado ao modelo Y = b0 + b1X1 + ,NULL, em que b0 e b1 são os coeficientes do modelo, o valor do erro padrão dos resíduos pode aumentar ou diminuir, mas o valor de R2 não pode diminuir.
Em um processo industrial que está sob controle, a probabilidade de erro tipo I deve ser utilizada para se determinar o tempo médio de espera até a observação do primeiro alarme falso.
A proporção de pessoas favoráveis a certo projeto governamental, em uma população, é p. Sorteiam-se 4 pessoas ao acaso e com reposição desta população e calcula-se a proporção pˆ de pessoas na amostra favoráveis ao projeto. Desejando-se testar H0: p = 0,5 versus H1: p = 0,7, decidiu-se rejeitar a hipótese nula se a região crítica do teste relativa a pˆ for {1}. Nessas condições, a probabilidade do erro do tipo II é
0,7599
0,7012
0,5035
0,3240
0,2835

![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
A proporção de pessoas favoráveis a um certo projeto governamental é p. Sorteiam-se ao acaso, e com reposição, 400 pessoas. Calcula-se a proporção pˆ de pessoas favoráveis ao projeto na amostra. Deseja-se testar:

Fazendo uso do Teorema do Limite Central, o valor de K para que a probabilidade do erro tipo I seja igual à probabilidade do erro tipo II é
4/5
3/5
5/6
2/3
5/8
Em um teste de hipótese, a probabilidade de não rejeitar a hipótese nula quando ela é falsa, e a probabilidade de rejeitar a hipótese nula quando ela é verdadeira, são denominados, respectivamente, como
Erro tipo I e Erro tipo II.
Erro tipo II e Erro tipo I.
Erro tipo I e poder do teste.
Nível de significância e poder do teste.
Os modelos 4, 5 e 6 na tabela são de Soate, Husch e Meyer, respectivamente.
Os modelos 1, 2 e 3 na tabela são de Naslund, de Schumacher-Hall e de Spurr, respectivamente.
Sendo y um erro de medida expresso em milímetros, y é uma variável aleatória cuja variância
não pode ser calculada se a distribuição de y for contínua.
é a raiz quadrada do desvio padrão de y.
é uma grandeza sem unidades.
é o dobro da média de y.
mede a dispersão de y em torno de sua média.
Uma variável aleatória X tem distribuição normal com média μ e desvio padrão σ. Desejando-se fazer um teste de hipóteses para a média de X do tipo,
Ho: μ = 120 (σ = 20) contra Ha: μ = 125 (σ = 10),
com base numa amostra de 100 observações, a região crítica apropriada ao teste, dada em termos da média amostral , para que a probabilidade de se cometer erro do tipo I seja a metade da de se cometer erro do tipo II, é dada por
Uma variável aleatória X tem distribuição normal com média μ e desvio padrão σ2. Desejando-se fazer um teste de hipóteses para a média de X do tipo:
Ho: μ = 150 (σ2 = 100) contra Ha: μ = 140 (σ2 = 225),
com base numa amostra de 100 observações, a região crítica apropriada ao teste, dada em termos da média amostral X , para que a probabilidade de se cometer erro do tipo I seja igual à de se cometer erro do tipo II, é dada por
{ X ∈ R| X ≤ 146}
{ X ∈ R | X ≤ 144,5}
{ X ∈ R | X ≤ 143,5}
{ X ∈ R | X ≤ 142,8}
{ X ∈ R | X ≤ 142,5}