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Analise as informações sobre a Linguagem Escrita relacionadas ao desenvolvimento, avaliação e/ou intervenção fonoaudiológicas. Identifique se são verdadeiras (V) ou falsas (F) e marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
1. ( ) O principal fator que interfere de forma positiva para a compreensão do princípio alfabético da escrita é a compreensão de que os sons das palavras faladas são registrados na forma escrita por meio das letras.
2. ( ) Há uma intrínseca relação entre a linguagem oral e a linguagem escrita, e as seguintes situações linguísticas orais são consideradas indicativas de possíveis comprometimentos na alfabetização: atraso na fala; dificuldade na formulação e ordenação das ideias; vocabulário restrito; problemas na memória sequencial auditiva; dificuldade em executar instruções simples e/ou complexas.
3. ( ) Quando uma criança consegue ler SAPO, mas ainda não consegue ler GARÇA, a explicação mais provável é pelo fato de a palavra “sapo” representar um animal conhecido, ao contrário de “garça”.
4. ( ) A Ortografia é um processo que pode ser bastante difícil para as crianças com dificuldades na escrita; nesse sentido, deve-se priorizar o ensino das regras ortográficas, pois, para todas as palavras da Língua Portuguesa, há uma regra específica que rege a ortografia.
5. ( ) Na intervenção terapêutica em Dislexia, independentemente da classificação, devem fazer parte do planejamento: análise e síntese de sons com reforço visual; identificação de sons não-verbais e verbais; memória visual e auditiva; relação fonema – grafema e vice-versa.
1. V – 2. V – 3. F – 4. F – 5. V
1. F – 2. F – 3. V – 4. V – 5. F
1. V – 2. F – 3. V – 4. V – 5. F
1. F – 2. F – 3. V – 4. F – 5. V
A literatura aponta alguns sinais do transtorno do espectro autista (TEA) como preocupantes (red flags) no desenvolvimento da criança, os quais indicam a necessidade de uma avaliação por especialista, como
a criança não sorri quando sorriem para ela, mas mantém contato de olho.
quando é chamada pelo nome, ela somente olha, mas não responde verbalmente.
fala somente palavras simples aos 16 meses e não fala frases com 2 palavras.
faz movimentos repetitivos somente com objetos e chama atenção para os brinquedos.
qualquer perda de linguagem adquirida ou habilidade social em qualquer idade.
A leitura e a escrita envolvem habilidades cognitivas complexas, além de capacidade de reflexão sobre a linguagem no que se refere aos aspectos fonológicos, sintáticos, semânticos e pragmáticos. Na dislexia encontra-se dificuldades específicas na realização da leitura e da escrita, havendo, de maneira geral, dois tipos de dislexia: a dislexia de desenvolvimento e a dislexia adquirida.
Assinale a alternativa que corresponde a característica da dislexia do desenvolvimento:
Ocorre a diminuição da capacidade de leitura associada a disfunção cerebral, havendo uma alteração específica na aquisição das habilidades de leitura e consequente dificuldade no aprendizado da leitura.
Ocorre que o aprendizado da leitura, que foi adquirido com dificuldade, é oriundo por uma lesão.
Ocorre devido ao aprendizado da leitura e da escrita, que foi adquirido normalmente, é perdido como resultado de uma lesão cerebral.
Ocorre a diminuição da capacidade da linguagem expressiva que se relaciona após uma lesão cerebral.
A literatura aponta que, em quadros de dislexia adquirida, numa abordagem cognitiva, a análise do perfil de erros traz informações importantes sobre os processamentos mantidos e comprometidos. Um dos erros encontrados nesses pacientes é quando se observa o reconhecimento da palavra alvo, mas a enunciação tem uma ou várias omissões, além de adições, deslocamentos ou substituições. Esse tipo de erro é denominado
regularização.
paralexia fonêmica.
paralexia verbal semântica.
paralexia literal.
extração semântica.
Parte significativa das teorias de aquisição de leitura e escrita divide esse processo em estágios ou fases. Relacione os estágios do desenvolvimento da leitura a seguir, baseados na teoria do desenvolvimento intelectual de Piaget, a suas respectivas características.
1) Adivinhação linguística
2) Aproximação visual
3) Decodificação sequencial
4) Decodificação hierárquica
( ) ocorre por volta dos sete anos, sendo caracterizado pelo início do processo de decodificação.
( ) caracteriza-se pela aquisição de um vocabulário visual, ou seja, um pequeno grupo de palavras que podem ser reconhecidas visualmente pela criança
( ) há um reconhecimento de certas características gráficas das palavras.
( ) há a decodificação completa e a criança utiliza regras contextuais para cada novo estímulo.
Assinale a opção que mostra a relação correta, de cima para baixo.
2, 3, 4 e 1.
3, 2, 1 e 4.
2, 1, 3 e 4.
3, 1, 2 e 4.
1, 2, 4 e 3.
Dentre as teorias de aquisição de leitura e escrita, aquela que está baseada na teoria de desenvolvimento intelectual de Piaget define 4 estágios: adivinhação linguística; aproximação visual; decodificação sequencial e decodificação hierárquica. O estágio de decodificação sequencial caracteriza-se
pela aquisição de um vocabulário visual, pequeno grupo de palavras que a criança reconhece como se fossem desenhos.
pelo desenvolvimento do léxico logográfico com acesso direto da palavra escrita à memória semântica.
pela decodificação completa em que a criança utiliza regras contextuais para cada novo estímulo.
pela aquisição de algumas regras simples de correspondência grafema-fonema.
pelo reconhecimento de certas características gráficas das palavras como o tamanho da palavra.
Assinale a alternativa que melhor define Agrafia.
Perda total ou parcial das habilidades de cálculo em função de uma lesão cerebral.
Perda ou alteração da capacidade para produzir a linguagem escrita em função de lesão cerebral adquirida.
Perda ou alteração da habilidade para compreender a linguagem escrita em função de lesão cerebral.
Perda ou alteração da habilidade da linguagem oral e escrita em função de lesão cerebral.
Perda total da habilidade de linguagem oral.
Para além das fases de aquisição e desenvolvimento da leitura e da escrita, a abordagem do processamento da informação conta com o reconhecido modelo de dupla-rota.
Sobre esse modelo, é INCORRETO afirmar que
na rota fonológica, o leitor é proficiente e não necessita da mediação fonológica para ter acesso direto ao significado da palavra lida.
o escritor utiliza a rota fonológica para escrever pseudopalavras, palavras pouco frequentes ou desconhecidas.
a rota lexical é usada para escrever as palavras conhecidas ou familiares que já compõem o léxico grafêmico ou a memória lexical ortográfica.
o leitor proficiente utiliza a rota lexical para estabelecer uma conversão grafofonêmica direta, sem mediação fonológica e com acesso direto ao significado da palavra lida.
Uma criança de nove anos de idade foi diagnosticada com deficiência intelectual leve associada à síndrome alcóolica fetal. Após o diagnóstico, foi encaminhada para intervenção fonoaudiológica por apresentar dificuldade na aquisição da leitura e da escrita. Para que essa aprendizagem se desenvolva, é necessário um bom desenvolvimento da linguagem escrita, que envolve aspectos que dependem
de um bom desenvolvimento da linguagem verbal, independentemente da capacidade de desenvolvimento da linguagem não verbal.
do desenvolvimento dos desenhos e dos rabiscos feitos pelas crianças pré-escolares, pois eles representam a linguagem oral e antecedem o desenvolvimento da escrita.
da primeira etapa do desenvolvimento da escrita da criança, que é união entre gestos e língua escrita, representando a fase dos jogos, com a passagem do rabisco para a escrita gráfica.
da análise dos erros de escrita de origem ortográfica e classifica-los segundo a complexidade segmental ou prosódica.
da análise do sistema pré-silábico do desenvolvimento da escrita, que compreende a percepção de que a criança, no início da alfabetização, poderá escrever uma letra para representar uma sílaba.
Abaixo estão descritas algumas alterações ortográficas encontradas na escrita de uma criança.
parto (prato); chamarão (chamaram); potaria (portaria); fagueiro (vaqueiro); cumê (comer); muinto (muito); emcima (em cima).
Assinale a alternativa que corresponde, respectivamente, à análise ortográfica das alterações encontradas:
inversão; confusão; apoio na oralidade; junção/separação; omissão; troca surdo/sonoro; acréscimo.
acréscimo; confusão; omissão; troca surdo/sonoro; apoio na oralidade; inversão; junção/ separação.
inversão; confusão; omissão; troca surdo/sonoro; apoio na oralidade; acréscimo; junção/ separação.
omissão; acréscimo; confusão; omissão; troca surdo/sonoro; inversão; junção/separação.
Na última versão revisada do Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-V), proposto em 2013 pela Associação Americana de Psiquiatria, houve mudanças em relação aos critérios anteriores quanto ao Transtorno do Espectro Autista (TEA), DSM-5, dentre as quais podemos mencionar que
os domínios sociais e de comunicação devem ser vistos como domínios distintos com três critérios diagnósticos: comunicação, interação e comportamentos.
a ocorrência de possíveis alterações sensoriais não podem mais ser consideradas nos critérios de diagnóstico.
não há mais necessidade de que os sintomas tenham se iniciado antes dos 3 anos de idade, bastando terem se iniciado precocemente.
o atraso ou ausência total de desenvolvimento de linguagem expressiva mantem-se como característica universal.
a diferenciação entre desenvolvimento típico e TEA sustentam-se em subgrupos diagnósticos.
Sobre a consciência fonológica, analise as assertivas abaixo:
I. Pode ser encarada como um facilitador para a aquisição da escrita.
II. É uma inadequação da fala que tem sua origem no nível da organização mental do sistema fonológico da língua.
III. É a habilidade de refletir sobre e manipular os sons da fala de forma consciente.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e III.
I, II e III.
A Linguagem Escrita é estudada a partir de teorias que envolvem perspectivas comportamentais, construtivistas, sociointeracionistas e neurocognitivas, e o profissional fonoaudiólogo que atua nessa área precisa conhecer os pressupostos teóricos, a fim de identificar qual é a estratégia terapêutica mais indicada para cada caso.
Acerca dessa observação, analise as alternativas para definir se as informações são verdadeiras (V) ou falsas (F) e marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
( ) Na abordagem construtivista na alfabetização, um dos níveis de escrita é caracterizado como silábico-alfabético, no qual a criança já escreve algumas sílabas de forma completa, enquanto outras ainda são representadas por uma vogal ou uma consoante (Exemplo: CEBOLA → “CEBLA”).
( ) No estágio logográfico da leitura, o reconhecimento da palavra impressa está vinculado a determinadas propriedades da palavra, como a forma, a cor e o contexto; além disso, as letras não precisam estar ordenadas da forma sequencial correta para que a criança consiga identificar a palavra.
( ) Embora não seja consenso na literatura, o termo decodificação refere-se ao ato de identificar a palavra impressa e o termo leitura significa o ato de compreender o conteúdo impresso que foi decodificado.
( ) Quando uma criança conhece o alfabeto, mas está com dificuldades para entender a relação entre o som e a respectiva letra e vice-versa, o(a) fonoaudiólogo(a) deve priorizar as estratégias visuais para facilitar a memorização da letra.
( ) A compreensão textual é um processo que está vinculado a alguns comportamentos e/ou condições, tais como: familiaridade com os conteúdos do material escrito, concentração, memória e motivação.
V – F – F – V – F
V – V – V – F – V
F – F – F – V – V
F – V – F – F – F
V – F – F – V – V
Em uma situação de terapia, a fonoaudióloga apresentou uma imagem para o paciente escrever um pequeno resumo do que foi observado. O paciente é um menino de 10 anos, cursando o 3º ano do Ensino Fundamental I, e que ainda apresenta o processo fonológico de Dessonorização. Na imagem, havia uma casa com um jardim na frente e crianças brincando com bola, pula corda e com dois cachorrinhos.
Analise a escrita apresentada pelo paciente para marcar a alternativa que exemplifica o adequado raciocínio clínico frente à situação.
“TINHAUMA CAZA DO AMICO MEU QUE ELE TINHA DOISCAXORINHO E TAÍ UM DIA EU FUI NA CAZA DELE TINHAMAIS AMICO PA PINCÁ. DAÍNOS PINCAMO DE XOCÁ POLA E PULÁ CÓTA. EUTENHO METO TUS CAXORO DAÍNÃO PINQUEI COM ELES”.
O paciente apresenta uma Disgrafia como condição paralela ao diagnóstico de Dislexia.
Observa-se uma dificuldade no nível da Pragmática, já que o relato escrito não está relacionado ao contexto.
As manifestações incorretas de ortografia podem ser caracterizadas como sendo decorrentes da mesma origem, ou seja, dificuldades para associar os sons às letras correspondentes.
O paciente apresenta dificuldades no nível gramatical observado, por exemplo, pelo não cumprimento às regras sintáticas, aglutinação de palavras na frase e escrita baseada na oralidade.
A troca de letras que representam fonemas sonoros por letras que representam os fonemas surdos em algumas palavras que o paciente escreveu é indicativo de Deficiência Auditiva de grau moderado/severo.
A partir da Teoria Construtivista da aprendizagem, apresentada pelo educador Jean Piaget (1896-1980), diversos estudiosos contribuíram com seus estudos, principalmente na área da Alfabetização. A partir da década de 1980, surgiram os estudos da psicolinguista argentina Emilia Ferreiro, que propôs a teoria da Psicogênese da Escrita, mostrando que a criança passa por diversos estágios até atingir o domínio da leitura e da escrita.
Acerca desses estágios, é correto afirmar:
No estágio pré-silábico (níveis 1 e 2), a criança já começa a demonstrar um certo domínio da oralidade ao “escrever” palavras com letras parecidas com aquelas convencionais que caracterizam o sistema de escrita alfabético.
Quando uma criança de quatro anos lê, por exemplo, “café” para qualquer palavra impressa em uma caixa comercial do produto que é consumido em sua casa, ela já está demonstrando um conhecimento acerca da relação entre letras (grafemas) e sons (fonemas).
No estágio silábico de escrita, a criança ainda não demonstra conhecimento de que as letras que escreve representam os sons das palavras que fala, de forma que, na sua “escrita”, observa-se o registro de apenas uma letra para representar a sílaba completa.
Quando a criança escreve “ELFTE” para a palavra “elefante”, pode-se considerar que está no estágio ortográfico da escrita, mas com alguma manifestação de dificuldade para compreender o processo de representação da fala por meio da linguagem escrita.
No estágio alfabético de escrita, considera-se que a criança já está alfabetizada, mesmo que ainda possa escrever, por exemplo: “xinelo” para “chinelo”, “muzica” para “música” e “oge” para “hoje”.
Durante a aprendizagem da escrita, as crianças cometem “erros”, os quais tendem a se tornar cada vez mais específicos e ocasionais, até que elas dominem de forma mais segura o sistema ortográfico. Porém, algumas crianças parecem ter uma trajetória diferente, exibindo uma diversidade e frequência de alterações de escrita mais intensa e duradoura, apresentando diversas alterações ortográficas.
Examine as seguintes alterações ortográficas de uma criança com queixa de dificuldades para a leitura e escrita, persistentes desde a alfabetização, apresentadas no ditado:
“barço” (braço)
“fela” (vela)
“durmir”(dormir)
“sague” (sangue)
As alterações ortográficas observadas são, respectivamente,
acréscimo de letras, generalização, inversão de letras e omissão de letras.
omissão de letras, substituição surdo / sonoro, representações múltiplas, inversão de letras.
inversão de letras, generalização, acréscimo de letras, inversão de letras.
inversão de letras, substituição surdo / sonoro, apoio na oralidade, omissão de letras.
Considere um paciente que apresenta queixa de dificuldades para a leitura e escrita, persistentes desde a alfabetização, escreve no ditado: “cato” (gato), “camarrão” (camarão), “pimha” (pinha) e “Predo" (pedro). As alterações ortográficas observadas segundo a perspectiva de Zorzi, são respectivamente:
substituição surdo / sonoro, acréscimo, confusão de letras parecidas, inversão de letras;
omissão de letras, substituição surdo / sonoro, representações múltiplas e inversão de letras;
representações múltiplas, substituição surdo / sonoro, apoio na oralidade e omissão de letras;
acréscimo de letras, omissão de letras, apoio na oralidade e inversão de letras.
Sobre a importância da consciência fonológica para a aquisição da escrita, é INCORRETO afirmar que:
Muitos trabalhos demonstram que a consciência fonológica influencia negativamente a aquisição da escrita.
A língua portuguesa apresenta escrita alfabética.
A relação grafofonológica só é alcançada através da reflexão sobre os sons da fala e sua relação com os grafemas da escrita.
Jogos e brincadeiras que envolvam a identificação e manipulação dos sons das palavras possibilitam que a criança desenvolva suas habilidades metafonológicas.
A consciência fonêmica pode ser desenvolvida na fase pré-escolar.
Analise o seguinte caso de uma criança que está concluindo a 1º ano do Ensino Fundamental:
O aluno consegue reconhecer rapidamente as seguintes palavras escritas: UVA – MOLA – SINO e também consegue associá-las ao significado. Ao visualizar no quadro as palavras SACOLA – VENTO – MOCHILA, diz à professora: “Não consigo ler essas palavras”!
Marque a alternativa CORRETA:
Essa criança está familiarizada com o significado de uva, mola e sino e, por isso, é mais fácil para ela reconhecer palavras que já estão em seu léxico mental.
As palavras uva, mola e sino já estão armazenadas em sua forma ortográfica e, portanto, foram identificadas pela Rota Lexical.
As palavras sacola, vento e mochila poderiam ser decodificadas pela Rota Fonológica, caso a criança já tivesse aprendido a fazer a conversão grafema X fonema.
Estão corretas as explicações das alternativas B e C.
Estão corretas as explicações das alternativas A e B.
É uma afasia fluente, em que aparecem déficits severos ou moderados de compreensão. O paciente é capaz de realizar muito bem provas de repetição, sem necessariamente compreender o que repete. Na fala, aparecem parafasias semânticas, anomias e circunlóquios. A compreensão da escrita também se encontra alterada e pode ocorrer de o paciente apresentar uma leitura em voz alta praticamente normal (ou com algumas parafasias) sem, no entanto, compreender o que leu. A escrita espontânea pode apresentar paragrafias de todos os tipos e o paciente provavelmente apresentará melhor desempenho no ditado do que nas demais provas. Trata-se da afasia
amnéstica.
de Wernicke.
de condução.
transcortical sensorial.