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Analise as afirmativas a seguir sobre o modelo de ocupação das capitanias hereditárias no Brasil colonial:
I. Os capitães donatários, além de receberem amplos poderes administrativos e jurídicos sobre suas capitanias, assumiam também os encargos financeiros da colonização.
II. As capitanias foram administradas por agentes da Coroa portuguesa, que tinham autonomia para representar diretamente os interesses do rei.
III. O modelo das capitanias hereditárias foi adotado como medida temporária, restrita à região Norte do Brasil, onde se concentravam os principais interesses econômicos da Coroa.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
No período colonial do Brasil, o estado da Paraíba tinha como principal destaque uma atividade econômica baseada no sistema de plantation, estruturando a sociedade e a ocupação do território. Esse sistema caracterizava-se pela monocultura, grandes propriedades rurais (latifúndios) e trabalho escravizado, voltado à exportação para o mercado europeu. Com base nessas informações, marque a alternativa que indica a principal atividade econômica desenvolvida na Paraíba durante o período colonial:
A atividade de mineração.
A venda de gado.
O plantio da cana-de-açúcar.
A comercialização de tecidos europeus.
O artesanato.
Durante a década de 1990, o Brasil enfrentava um cenário de instabilidade econômica marcado por hiperinflação, perda do poder de compra e desequilíbrio das contas públicas. Nesse contexto, foi implementado um conjunto de medidas econômicas e políticas que buscavam restabelecer a credibilidade monetária. Esse conjunto de ações ficou conhecido como Plano Real, considerado um dos marcos da história econômica do país.
Com base nesse contexto, qual foi o principal resultado obtido com a implementação do Plano Real?
O controle efetivo da inflação e a estabilização da moeda brasileira.
A extinção do Banco Central e a criação de um sistema cambial fixo.
O aumento da dívida externa e a desvalorização permanente da nova moeda.
A substituição das exportações agrícolas pela produção mineral.
A dolarização completa da economia e a perda de autonomia monetária.
Ao longo do século XIX, a escravidão tornou-se objeto de crescentes questionamentos no Brasil, tanto por pressões externas quanto por ações internas articuladas em uma ampla frente antiescravista. A chamada Campanha Abolicionista não se limitou a projetos legislativos, mas envolveu práticas insurgentes, articulações transatlânticas, e novas formas de mobilização política e cultural. Sobre o processo histórico da Campanha Abolicionista, é correto afirmar que:
O movimento abolicionista brasileiro rompeu totalmente com a estrutura agrária após a Lei Áurea, promovendo políticas de inclusão econômica e cidadania plena para os ex-escravizados, nos moldes do que já ocorria em países como os Estados Unidos.
A campanha abolicionista teve forte apoio das elites agrárias do Sudeste, que viam na abolição uma oportunidade de modernizar a economia cafeeira e integrar os libertos no mercado de trabalho assalariado rural.
A participação de mulheres, negros livres e intelectuais na campanha contribuiu para a construção de espaços públicos alternativos, como clubes, jornais e associações, que desafiaram as hierarquias raciais e ampliaram o alcance da luta antiescravista.
Embora progressista em sua retórica, a campanha abolicionista reproduziu a lógica da tutela senhorial, ao centrar-se em ações parlamentares de elite que excluíam os negros livres e libertos da arena pública.
No Brasil, os principais adeptos do liberalismo foram homens cujos interesses se relacionavam com a economia de exportação e importação. Muitos eram proprietários de grandes extensões de terra e elevado número de escravos e ansiavam por manter as estruturas tradicionais de produção ao mesmo tempo que se libertavam do jugo de Portugal e das restrições que este impunha ao livre-comércio. [...].
No decorrer do século XIX, o discurso e a prática liberais revelaram constantemente essa tensão.
(Emília Viotti da Costa. Da monarquia à república: momentos decisivos)
A “tensão” indicada por Emília Viotti é uma referência ao fato de que
os liberais brasileiros se opunham à Coroa portuguesa, na medida em que esta se identificava com os interesses da elite escravagista, sendo, portanto, um movimento de natureza abolicionista, em meio à hegemonia da aristocracia rural.
as estruturas sociais e econômicas que as elites brasileiras desejavam conservar significavam a sobrevivência de um sistema de clientela e patronagem e de valores que representavam a essência do que os liberais europeus pretendiam destruir.
a condição colonial da economia brasileira propiciou a formação de um liberalismo peculiar, que teve suas origens na luta contra as elites portuguesas, contra seu caráter monarquista e colonialista, desejando a República como forma de governo.
a revolução industrial e o desenvolvimento do capitalismo na Europa eram a força motriz para os movimentos de revolta colonial – e não os ideais da Revolução Francesa, conforme apregoado pela historiografia brasileira tradicional.
o status de “civilizado” conferido pela propaganda da ideologia liberal na Europa ganhou ares de intelectualidade e avanço cultural, o que contrastava com a manutenção dos valores da monarquia portuguesa, por parte da elite brasileira.
O Brasil colonial, sob domínio português, estruturou-se politicamente e economicamente de acordo com interesses metropólios, explorando mão de obra e recursos naturais. Qual alternativa expressa corretamente essa organização?
O sistema colonial brasileiro baseou-se na administração centralizada, na exploração de recursos e na utilização de mão de obra indígena e africana escravizada.
A sociedade colonial era igualitária, sem distinção entre indígenas, africanos e colonos europeus.
A economia colonial baseou-se exclusivamente na produção artesanal e no comércio local.
O Brasil colonial foi marcado pela completa autonomia política e econômica em relação a Portugal.
Tendo como referência o período colonial brasileiro (1500-1822), analise as afirmativas a seguir:
I- O aspecto defensivo dos primeiros povoamentos brasileiros pode ser exemplificado pelo caso de Salvador-BA que desenvolveu características militares devido ao seu papel de defesa do litoral brasileiro.
II- Efetivamente, o poder público forneceu normas e orientações claras e incisivas quanto ao modelo do traçado urbano.
III- No Brasil colonial, a concepção de cidade não podia ser dissociada das relações entre sagrado e profano.
IV- A cidade colonial não exerceu seu domínio sobre um modelo econômico que era baseado na produção rural.
É CORRETO o que se afirma em:
I, II, III e IV.
II e IV apenas.
III e IV apenas.
II e III apenas.
I e III apenas.
A alternativa que melhor caracteriza o sistema de plantation no contexto da colonização americana:
O plantation deve ser compreendido como modo de produção original, caracterizado por contradições internas entre o trabalho escravo e a acumulação capitalista, sendo expressão colonial de um capitalismo em formação.
O plantation constituiu uma forma de economia autônoma e autossuficiente com base em produção de comodities, na qual a escravidão e a grande propriedade atendiam principalmente às necessidades internas do mercado colonial.
A estrutura produtiva do plantation decorreu em razão de fatores climáticos e demográficos locais, como a escassez de mão de obra local, sem relação com a lógica mercantil europeia e com o acúmulo primitivo de capital.
O plantation correspondeu à etapa inicial do capitalismo industrial, marcada pela produção baseada em eficiência, automação e racionalização do trabalho agrícola.
“Em consequência dessas informações, o governo português arrendou, por três anos, em 1502, a exploração do pau-brasil a comerciantes. A obrigação destes era construir um forte e enviar navios que explorassem anualmente trezentas léguas de litoral. Em contrapartida, tinham isenção fiscal no primeiro ano de contrato, passando a pagar 1/6 de direitos reais no segundo ano e ¼ no terceiro. Há indicações de que o sistema deu bons lucros a ambas as partes. Em 1503, o grupo comercial enviou uma segunda expedição exploradora provavelmente responsável pela fundação da feitoria de Cabo Frio, destinada à extração de pau-brasil.”
(WEHLING, Arno. Formação do Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994. p. 45)
O sistema, estabelecido no período pré-colonial, através do qual estabeleceu-se o monopólio sobre a exploração do pau-brasil era conhecido como:
Estanco.
Feitoria.
Escambo.
Monopsônio.
Sesmaria.
Citando um padre jesuíta chamado Antonil, no capítulo três da obra Brasil: uma biografia, as historiadoras Lilia Schawrez e Heloísa Starling, mostram que no período colonial brasileiro, os escravizados eram como as mãos e os pés do senhor do engenho, porque sem eles no Brasil não era possível fazer, conservar e aumentar a fazenda, nem ter engenho corrente. Assim, o escravismo marcou a organização, os usos e os costumes do Brasil Colônia profundamente, e seu peso histórico pode ser sentido no Brasil atual. Desse modo, assinale a opção correta.
Os primeiros escravizados chegaram ao território colonial ainda na primeira metade do século XVI por livre vontade, para empreender na empresa açucareira localizada no nordeste brasileiro e pouco alterou a estrutura social da região já marcada por uma diferenciação entre os ricos canavieiros e os empobrecidos trabalhadores rurais.
Apesar da viagem longa e exaustiva nos navios tumbeiros, os escravizados chegavam com relativa saúde nos portos coloniais brasileiros e, após a sua venda aos senhores de engenho, começavam a adoecer rapidamente devido a subnutrição, excesso de trabalho e castigos físicos.
Somente é possível compreender a montagem de uma instituição do porte do escravismo moderno, no caso do modelo português, atentando-se para a articulação entre a criação de colônias no ultramar e seu funcionamento sob a forma de grandes unidades agricolas e manufatureiras com produtos voltadas para abastecer o mercado externo.
Os escravizados que chegaram às Américas demonstraram, diante das proibições feitas pela Igreja Católica, muita habilidade em ocultar crenças sob um manto cristão, dando origem a cultos muito populares até hoje, como o candomblé (Brasil), o vodu (Haiti) e a santeria (Cuba).
O escravismo moderno estava baseado na interiorização da autoridade senhorial sob os escravizados, pois o objetivo era gerar uma submissão passiva ao trabalho compulsório, o qual foi um grande caso de sucesso porque a população escrava brasileira, diferentemente da haitiana, não planejou ou executou grandes revoltas em solo brasileiro.
A matriz do dissenso historiográfico está na caracterização do sistema escravista, tido por alguns como violento e cruel, por outros como brando, benevolente. Quem inicialmente obteve grande repercussão ao difundir essa última concepção foi Gilberto Freyre.
A partir da década de 1950, Florestan Fernandes, Otávio Ianni, Emília Viotti da Costa passam a produzir teses que divergem diametralmente das de Freyre.
(Suely Robles Reis de Queiróz. Escravidão negra em debate. Em: Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva. Adaptado)
Para os pensadores que se opunham às ideias de Freyre, a escravidão
teve a função de disseminar, nas sociedades colonial e imperial, a ideologia de valorização dos escravizados, assim como da miscigenação racial.
era pedra basilar no processo de acumulação do capital e a coerção seria a principal forma de controle social do escravizado.
permitiu que as ordens sociopolíticas de variados espaços africanos fossem reproduzidas no Brasil e fossem estimadas pela elite escravocrata.
possibilitou a rápida e incisiva inserção dos afrodescendentes na sociedade brasileira, principalmente por meio do acesso ao catolicismo.
havia sido uma instituição que teve apenas importância durante o longo ciclo da cana de açúcar e o início da produção cafeeira em Minas Gerais.
No final do século quinze, teve início a escravidão comercial e o tráfico negreiro. O tráfico de escravos movimentou portos da América do Sul, como os do Rio de Janeiro, Salvador e Recife. Nos portos, os escravos eram vendidos para novos senhores, que os levavam para o trabalho forçado em suas propriedades. A partir de seus conhecimentos acerca da formação social do Brasil, faça a CORRETA associação entre a segunda coluna e a primeira.
1. Navio negreiro
2. Acarajé
3. Capitão-do-mato
4. Feitor
( ) Era um fiscal dos escravos que trabalhavam no campo e na mineração.
( ) Era um funcionário que prendia e devolvia os escravos fugidos aos seus senhores.
( ) Era uma embarcação em cujo porão o espaço era apertado e o calor quase insuportável.
( ) É um prato que se tornou tradição, cujo nome e receita estão associados ao candomblé.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo.
1, 2, 4, 3.
3, 4, 1, 2.
3, 4, 2, 1.
4, 3, 2, 1.
4, 3, 1, 2.
Em 1534, houve um avanço da colonização portuguesa no Brasil e a criação das capitanias hereditárias. Analise o seguinte fragmento de texto sobre esse período.
Com o avanço da colonização do Brasil, o território foi dividido em grandes lotes de terra. Esses lotes foram entregues a capitães___________, que tinham a tarefa de investir nessas terras, protegê-las e torná-las ____________. Com a morte dele, os direitos eram transmitidos ao seu herdeiro. Por isso, essas terras eram chamadas capitanias _________________.
As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado, na ordem, são:
donatários, produtivas, hereditárias.
donatários, ocupadas, dos portos.
do exército, preservadas, hereditárias.
do mato, ocupadas, hereditárias.
do mato, produtivas, dos portos.
Durante o período colonial, as populações indígenas desenvolveram diversas formas de resistência contra o domínio europeu. Sobre esse assunto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) A resistência indígena foi essencialmente passiva, limitando-se à aceitação das normas coloniais e à conversão ao catolicismo para evitar conflitos diretos.
( ) A resistência indígena foi insignificante, pois a superioridade militar e tecnológica dos europeus impediu qualquer tentativa de rebelião ou contestação por parte dos povos nativos.
( ) A resistência indígena manifestou-se de diversas formas, incluindo guerras, fugas para o interior, reorganização sociopolítica, aliança com grupos rivais dos colonizadores e manutenção de suas tradições culturais.
C - C - E.
E - C - C.
E - E - C.
C - E - C.
Durante as primeiras expedições europeias ao litoral brasileiro, um navegador foi o primeiro a chegar à região onde hoje está localizada a Ilha de Santa Catarina, explorando a faixa entre o continente e a ilha. Quem foi esse navegador?
Américo Vespúcio.
Juan Díaz de Solís.
Cristóvão Colombo.
Sebastião Caboto.
Martim Afonso de Sousa.
Até aqui discutimos a gênese do feudalismo na Europa Ocidental como síntese de elementos liberados pela dissolução circunstancial dos modos de produção comunais primitivo e escravo; e, então, esboçamos a estrutura constitutiva do modo de produção feudal desenvolvido no Ocidente. Este modo de produção jamais existiu em um estado puro em parte alguma da época medieval.
(Perry Anderson.Passagens da Antiguidade ao Feudalismo)
Segundo Anderson, o modo de produção feudal jamais existiu em estado puro porque, entre outras razões,
a doutrina social da Igreja Católica impedia qualquer forma de exploração de trabalho compulsório.
a existência de servos da gleba foi numericamente reduzida e limitada à península Ibérica.
os camponeses livres nunca foram totalmente eliminados em lugar algum durante a época medieval.
a posse fundiária foi desconcentrada e a presença de feudo marcou poucas regiões, como a Inglaterra.
os direitos senhoriais prevaleceram apenas por um breve período, na transição para o feudalismo.
Segundo a historiografia, sobre a escravização na América, é INCORRETO afirmar que era um(a):
Projeto mercantilista.
Comércio viável para o período, um negócio.
Solução para a demanda de mão de obra, um negócio de lucro para as metrópoles.
Projeto de acolhimento, empregabilidade e livramento das condições desumanas de origem.
“Os portugueses foram os primeiros europeus a explorar as costas da África no século XV. Desembarcaram na Ilha de Arguin, em 1443, e estabeleceram vários postos comerciais ao longo da costa, do Senegal à Costa do Ouro”.
(In: Silvério, Valter Roberto. Síntese da coleção História Geral da África: Século XVI ao século XX / coordenação de Valter Roberto Silvério e autoria de Maria Corina Rocha, Mariana Blanco Rincón, Muryatan Santana Barbosa. – Brasília: UNESCO, MEC, UFSCar, 2013, p. 84)
Com base no contexto histórico da citação acima, analise as afirmativas abaixo:
I. Entre 1462 e 1480, os portugueses exploraram todo o Golfo da Guiné.
II. Durante todo o século XVI, os portugueses exerceram a supremacia marítima e comercial na costa da África ocidental, de Arguin até Angola.
III. Entre 1640 e 1750, numerosos fortes e feitorias foram edificadas nas costas africanas, mas mudavam constantemente de proprietários, de acordo com as lutas nas quais se engajavam as nações escravistas.
Sobre as afirmativas acima é correto afirmar:
Todas as afirmativas estão corretas;
Todas as afirmativas estão incorretas;
Apenas a afirmativa I está correta;
Apenas a afirmativa III está correta.
Durante o período colonial, o Brasil foi cenário de diversos movimentos que expressavam o descontentamento com o domínio português. Mesmo antes da independência oficial, em 1822, surgiram revoltas e articulações que já apontavam para o desejo de autonomia política, econômica e até de ruptura com a metrópole.
Com base nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta um movimento de independência ocorrido ainda no Brasil Colonial:
Revolta dos Malês
Revolta da Vacina
Inconfidência Mineira
Revolução Farroupilha
A formação do Brasil Colonial foi resultado da articulação entre interesses econômicos europeus, a exploração do território americano e a implantação de estruturas administrativas e sociais que marcaram profundamente a história do país. O modelo colonial lusitano, em especial, baseou-se na lógica do exclusivismo comercial, na exploração da mão de obra compulsória e na adaptação a realidades locais e internacionais em constante transformação. Considerando o contexto da colonização portuguesa no Brasil, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:
A economia colonial brasileira do período moderno foi majoritariamente de subsistência, voltada para o mercado interno, sem grandes vínculos com o comércio atlântico ou com os interesses mercantis da Coroa portuguesa.
A estrutura administrativa do Brasil Colonial sempre se baseou na autonomia dos núcleos locais, não havendo centralização nem interferência metropolitana, o que permitiu o desenvolvimento de uma elite colonial totalmente independente de Portugal.
A colonização portuguesa no Brasil foi marcada, desde o início, por uma ocupação densa e homogênea do território, com a instalação de vilas e instituições administrativas em todo o interior, promovendo uma ampla integração entre colônia e metrópole já no século XVI.
A introdução da economia açucareira no Brasil, baseada em grandes propriedades monocultoras e no trabalho escravizado de africanos, representou a consolidação do modelo agroexportador e reforçou a dependência da colônia em relação aos capitais e mercados europeus.