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Uma servidora, ocupante do cargo de recepcionista, ao completar 60 anos de idade, requereu benefício de aposentadoria junto ao regime próprio a que está vinculada. Ao ser atendida pela unidade gestora, foi informada que o próprio ingresso no serviço público, em cargo efetivo, tinha ocorrido em 7/6/1992, sendo parabenizada por sempre exercer o mesmo cargo, no mesmo departamento, sem qualquer falta, licença ou suspensão, por exatos 25 anos de tempo de contribuição, sem qualquer desconto. Na ocasião, a servidora apresentou o respectivo holerite, nele constando o salário base no valor de R$ 1.150,00 e uma gratificação por tempo de serviço, que se incorpora para todos os fins, no valor de R$ 350,00. Considerando que a referida servidora nasceu em 8/6/1957, que essa foi sua primeira e única atividade laborativa e que a média aritmética simples dos 80% maiores salários de contribuição representou o montante de R$ 1.500,00, a aposentadoria da servidora será no valor de
R$ 1.500,00, sem paridade.
R$ 1.250,00, sem paridade.
R$ 1.150,00, sem paridade.
R$ 1.500,00, com paridade.
R$ 1.250,00, com paridade.
Na classificação da despesa pública por natureza, temos os Grupos de Natureza de Despesa, que correspondem às agregações de elementos de despesa que apresentam as mesmas características quanto ao objeto do gasto. Conforme as normas vigentes (Portaria Interministerial STN/SOF nº 163/2001), constituem Grupos de Natureza de Despesa, entre outros, os seguintes:
Amortização da Dívida – Inversões Financeiras – Despesas Correntes.
Inversões Financeiras – Pessoal e Encargos Sociais – Juros e Encargos da Dívida.
Investimentos – Despesas de Capital – Juros e Encargos da Dívida.
Juros e Encargos da Dívida – Despesas de Capital – Inversões Financeiras.
Pessoal e Encargos Sociais – Despesas de Capital – Despesas Correntes.
Segundo o Manual de Orientação para Arranjo Institucional de Órgãos e Entidades do Poder Executivo Federal, haverá, na estrutura básica de cada Ministério, o Gabinete do Ministro e a Consultoria Jurídica, exceto no Ministério da Fazenda.
A respeito do tema, assinale a opção correta.
As atividades do Ministério da Fazenda podem prescindir de uma consultoria jurídica.
A assessoria jurídica do Ministério da Fazenda é prestada pela Consultoria Jurídica da Advocacia-Geral da União.
Cada Secretaria integrante do Ministério da Fazenda possui a sua assessoria jurídica própria.
No Ministério da Fazenda, as funções de consultoria jurídica devem ser exercidas pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.
A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional é órgão de direção superior, subordinado técnica e juridicamente ao Ministro de Estado da Fazenda.
A Portaria nº 184/08, do Ministro de Estado da Fazenda, em seu art. 1 º, determina à Secretaria do Tesouro Nacional - STN, órgão central do Sistema de Contabilidade Federal, o desenvolvimento das seguintes ações no sentido de promover a convergência às Normas Internacionais de Contabilidade publicadas pela lnternational Federation of Accountants - IFAC e às Normas Brasileiras de Contabilidade aplicadas ao Setor Público editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, respeitados os aspectos formais e conceituais estabelecidos na legislação vigente:
identificar as necessidades de convergência às normas internacionais de contabilidade publicadas pela IFAC e às normas Brasileiras editadas pelo CFC e discuti-las em reuniões periódicas com o consentimento do presidente do CFC.
editar normativos, manuais, instruções de procedimentos contábeis e Plano de Contas Nacional, objetivando a elaboração e publicação de demonstrações contábeis consolidadas, em consonância com os pronunciamentos da IFAC e com as normas do Conselho Federal de Contabilidade, aplicadas ao setor público.
publicar balancetes anuais e enviá-los ao CFC e aos CRC's para nível de comparação.
celebrar contrato de programa com ente da Federação ou com entidade da administração indireta, para a prestação de serviços públicos.
celebrar contrato de consórcio público ou por convênio de cooperação.
De acordo com a Portaria Interministerial MPS/MF n.º 15, de 10 de janeiro de 2013, os salários de contribuição incluídos na tabela de contribuição dos segurados empregado, empregado doméstico e trabalhador avulso, para pagamento de remuneração a partir de 1.º de janeiro de 2013, para as alíquotas de 8%, 9% e 11%, respectivamente, serão de:
até R$ 1.047,70
de R$ 1.047,71 até R$ 1.879,50; e
de R$ 1.879,51 a R$ 2.959,00
até R$ 1.147,70
de R$ 1.147,71 até R$ 1.979,50; e
de R$ 1.979,51 a R$ 3.059,00
até R$ 1.247,70
de R$ 1.247,71 até R$ 2.079,50; e
de R$ 2.079,51 a R$ 4.159,00
até R$ 1.347,70
de R$ 1.347,71 até R$ 2.179,50; e
de R$ 2.179,51 a R$ 4.259,00
até R$ 1.447,70
de R$ 1.447,71 até R$ 2.279,50; e
de R$ 2.279,51 a R$ 4.359,00
Nos termos da Portaria MEFP n.º 497/1990, é vedado o aceite de contra garantia nas operações de crédito ou de arrendamento mercantil a serem celebradas pela União na ocorrência
de caução de títulos.
de fiança prestada por instituição financeira controlada pelo Distrito Federal.
de 100% do valor da operação de crédito.
de caução das cotas de repartição das receitas tributárias mediante interveniência do Estado.
de cessões de créditos existentes em contas de depósitos provenientes de receitas de serviços.
Considerando que determinado município seja proponente mutuário de empréstimo externo, assinale a opção correta, no que se refere à fase de abertura do processo no Ministério da Fazenda.
O município deve informar ao ministro da Fazenda o nome da instituição financeira estadual ou municipal que oferecerá a garantia para a contratação dessa operação de crédito.
A autorização para a concessão de garantia do Tesouro Nacional para a contratação dessa operação de crédito deve ser solicitada ao ministro da Fazenda.
Deve ser apresentada à Secretaria do Tesouro Nacional (STN) a resolução da COFIEX que autoriza a preparação do projeto.
As pendências relacionadas a ressalvas anotadas pela COFIEX podem ser supridas pela inequívoca intenção de saná-las.
Dada a possibilidade de solicitação do empréstimo ser feita por governador ou prefeito, não há impedimento para que a minuta do contrato de empréstimo enviada pelo credor possa conter cláusula de natureza política.
Com base nas normas fundamentais de auditoria, assinaladas na IN/SFC no 01/2001, os controles internos administrativos implementados em uma organização devem
prioritariamente, ter caráter preventivo.
temporariamente, estar voltados para a correção de eventuais desvios em relação aos parâmetros estabelecidos.
prevalecer como instrumento principal da gestão.
estar direcionados para atender apenas o nível hierárquico estratégico da administração.
ser de responsabilidade da auditoria independente.
Sobre o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais – CARF, julgue os itens a seguir, para então assinalar a opção que corresponda às suas respostas.
I. Trata-se de órgão colegiado, paritário e integrante da estrutura do Ministério da Fazenda.
II. Tem por finalidade julgar recursos de ofício e voluntário de decisão de primeira instância, bem como os recursos de natureza especial, que versem sobre a aplicação da legislação referente a tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.
III. Sua estrutura compreende a divisão interna em seções, especializadas em razão da matéria; as seções, por sua vez subdividem-se em câmaras.
IV. Sendo órgão paritário, isto é, composto por conselheiros representantes dos contribuintes e por conselheiros representantes da Fazenda Nacional, a presidência de cada câmara será exercida, alternativamente, por um e por outro, respectivamente.
V. A indicação de candidatos a conselheiro, recairá, no caso de representantes da Fazenda Nacional, sobre Procuradores da Fazenda Nacional ou Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil, em exercício no cargo há pelo menos 5 (cinco) anos.
Estão corretos apenas os itens:
De acordo com a IN SFC/MF nº 01/2001, as auditorias serão executadas das formas abaixo, exceto:
indireta terceirizada.
simplificada.
direta centralizada.
direta descentralizada.
direta compartilhada.