Questões de Concurso sobre Anáfora

 
 
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No fragmento “E não é culpa deles, ou não é só culpa deles, porque essa é a lógica das instituições (...)” , (5º§), o pronome “deles” está fazendo a retomada anafórica do termo ou da expressão:


A

conflitos (5º§).


B

direitos dos mais desamparados (5º§).


C

procuradores e defensores públicos (5º§).


D

um teste ou mesmo um castigo, um calvário (5º§).

Todas as estrofes da canção, com exceção da terceira, começam com o vocativo “Meu bem”. A figura de linguagem presente nessa repetição é:


A

Assonância.


B

Metáfora.


C

Anáfora.


D

Zeugma.

Cartas de antes do noivado…

Cartas de amor que começa,

Inquieto, maravilhado,

E sem saber o que peça


O elemento sublinhado acima refere-se a


A

noivado


B

amor


C

fogo


D

frio


E

cartas

Quem inventou a aviação? No Brasil, sabemos que foi Santos Dumont. No resto do mundo, o consenso vai para os irmãos Wright. Na verdade, o que esses e outros pioneiros fizeram no início do século 20 foi construir máquinas caras e praticamente inúteis, que só voavam alguns metros. Provaram, porém, que voar era possível.

A aviação veio depois, e nisso os Wright tinham duas grandes vantagens: espírito empresarial e indústria nacional capaz de realizar seus planos.

Outro “voo de galinha”, que pode ter consequências ainda mais revolucionárias, foi divulgado na revista Nature: a Google anunciou ter usado um computador quântico para fazer em 3 minutos e 20 segundos um cálculo que o supercomputador mais rápido do mundo levaria 10 mil anos para fazer.

O problema que esse computador tratou — identificação de padrões em sequências de números aleatórios — não tem grande interesse prático. A IBM, competidora da Google, apressou-se em afirmar que computadores clássicos poderiam resolvê-lo em apenas 2,5 dias (mas não ofereceu fazê-lo....).

O computador da Google custou milhões de dólares e é praticamente inútil. Seu mérito foi provar que é possível.

Computação quântica é uma das ideias mais fascinantes da ciência desde os anos 1980, quando foi proposta por Paul Benioff e outros cientistas. Computadores clássicos guardam e processam informação na forma de bits, unidades minúsculas capazes de assumir apenas dois estados: 0 ou 1. Computadores quânticos tiram proveito das propriedades bizarras da matéria descritas pela mecânica quântica para realizar cálculos de modo muito diferente.

Uma dessas propriedades é a “superposição”: as unidades básicas dos computadores quânticos, chamadas qubits, podem assumir os dois estados, 0 e 1, ao mesmo tempo! Isto lhes confere uma capacidade extraordinária para armazenar e processar informação. Outra propriedade, ainda mais estranha, é o “emaranhamento”: bits clássicos podem ser modificados independentemente uns dos outros, mas os qubits estão ligados de tal modo que ações sobre qualquer deles afetam todos os outros. Isso acelera os cálculos de maneira vertiginosa.

Essas ideias foram desenvolvidas ao longo do século 20 por gerações de cientistas cujo único objetivo era entender a natureza: é mais um exemplo de pesquisa “inútil”, mudando profundamente o nosso mundo.

VIANA, Marcelo Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloviana/2019/11/o-1o-voo-da-computacao-quantica.shtml Acesso em: 22 jan. 2020.

Com base no texto, assinale a alternativa INCORRETA.


A

Em: “Uma dessas propriedades é a “superposição”: as unidades básicas dos computadores quânticos [...] “, o uso dos dois pontos pode ser substituído por “porque”.


B

Em: “A aviação veio depois, e nisso os Wright tinham duas grandes vantagens: espírito empresarial e indústria nacional capaz de realizar seus planos.”, o termo em negrito retoma a oração anterior.


C

Em: “O computador da Google custou milhões de dólares e é praticamente inútil. Seu mérito foi provar que é possível.”, o ponto final que separa as duas proposições pode ser substituído por “mas”.


D

Em: “Computadores quânticos tiram proveito das propriedades bizarras da matéria descritas pela mecânica quântica para realizar cálculos de modo muito diferente.”, o trecho negritado constitui-se como um meio para se alcançar determinado fim.

Assinale a alternativa cuja palavra em destaque NÃO foi utilizada como elemento anafórico e de coesão no texto II.


A

“Também compreende o sentido de inflexível, rígido e que não admite opinião ou posição divergente...” (l. 3 a 5).


B

“...os outros, sendo não humanos, podem ser tratados como tais”. (l. 20 e 21).


C

“...reconhecer a expressão da condição humana no que nos é absolutamente diverso.” (l. 17 a 19).


D

“Está aí uma das chaves para a compreensão das causas do aumento da intolerância...” (l. 21 a 23).

No trecho “que a nossa lógica comum, quotidiana, de dia a dia, repele imediatamente”, o pronome “que” retoma no texto a palavra:


A

Explicações.


B

Ignorância.


C

Justificações.


D

Mistério.

Observe a tirinha a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


LEGENDA


PRIMEIRO QUADRINHO:

COMO VOCÊ CHAMA ISTO?!

NÃO TENHO UM NOME PARA ISSO - SIMPLESMENTE JUNTEI ALGUMAS SOBRAS.


SEGUNDO QUADRINHO:

ME RECUSO A COMER COMIDA ANÔNIMA.


Os termos isto e isso, presentes na tirinha, permitem dar coesão aos elementos e ideias. Esse tipo de coesão é conhecido como coesão referencial


A

por elipse.


B

anafórica.


C

catafórica.


D

anafórica e catafórica.

No excerto “Greta, que se tornou uma das pessoas mais influentes do planeta em menos de um ano, comparando-se com as virtudes geralmente atestadas por autoridades internacionais, é reconhecida por declarações tão brilhantes quanto afiadas. Em uma delas, responde aos adultos que olham extasiados para seu rosto de boneca de souvenir e confessam de olhos úmidos (...)” (5º§), o pronome sublinhado está fazendo a retomada anafórica do termo:


A

Pessoas.


B

Virtudes.


C

Autoridades.


D

Declarações.

Nas duas frases citadas, foram empregados elementos de coesão textual, responsáveis pela referenciação:


A

(1) endofórica e (2) associativa.


B

(1) anafórica e (2) catafórica.


C

(1) exofórica e (2) extratextual.


D

(1) associativa e (2) desfocalizada.


E

(1) desfocalizada e (2) catafórica.

No seguinte texto: “Andava um bando de macacos em troça, pulando de árvore em árvore, nas bordas de uma grota. Eis senão quando, um deles viu no fundo uma onça que lá caíra. Os macacos se enterneceram e resolveram salvá-_(1). Para isso arrancaram cipós, emendaram-_(2) bem, amarraram a corda assim feita à cintura de cada um deles e atiraram uma das pontas à onça. Com o esforço reunido de todos, conseguiram içá-_(3) e logo se desamarraram, fugindo. Um deles, porém não _(4) pode fazer a tempo, e a onça segurou- _(5) imediatamente.” (Barreto, Lima. Triste Fim de Policarpo Quaresma. p.13)


Assinale a alternativa que traga os pronomes corretos nas lacunas acima numeradas, na ordem:


A

la – os – lo – o – a


B

lo – lhes – la – lhe – o


C

la – nos – la – o – o


D

las – les – las – o – lhe

Considere as seguintes afirmações:


I. Na linha 07, a substituição de “prazeres” por “alegrias” tornaria necessária, entre outras alterações, a inserção de sinal indicativo de crase.

II. Na linha 07, o pronome “los” refere-se a “prazeres mundanos”.

III. Na linha 10, é correto substituir “Há” por “Fazem”.

IV. Na linha 31, o segmento ”a transformar o modo” pode ser substituído, sem nenhum prejuízo para o texto, por “à transformação do modo”.


Quais estão corretas?


A

Apenas I e II.


B

Apenas I e IV.


C

Apenas I, II e III.


D

Apenas II, III e IV.


E

I, II, III e IV.

Dado o enunciado “Como você verá, o que está por trás deles é o que impressiona”, avalie as explicações quanto à sua estrutura, assinalando (V) para verdadeiro e (F) para Falso.


( ) A expressão linguística “Como você verá” implica a participação cooperativa do leitor nas intenções pretendidas pelo autor.

( ) Em “o que está por trás deles”, o pronome “eles” retoma o termo “números” num processo de coesão anafórico.

( ) A expressão “o que impressiona” pode ser substituído sem alterar o sentido pelo termo “impressionante”.


A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:


A

F, V e F.


B

V, F e V.


C

F, V e V.


D

V, F e F.


E

V, V e V.

Os pronomes “ele” (em todas as incidências do terceiro parágrafo) e “ela” (l. 33) retomam, anafórica e respectivamente, os termos:


A

ser humano (l. 26) – pessoa gorda (l. 32)


B

ser humano (l. 26) – lanchonete (l. 32)


C

lugar de estudo (l. 25) – pessoa gorda (l. 32)


D

ambiente de trabalho (l. 24)– pessoa gorda (l. 32)


E

lugar de estudo (l. 25) – lanchonete (l. 32)

“[...] seu desempenho [...]” (linha 7).


É correto afirmar que o trecho retirado do Texto, no contexto em que está inserindo, está se referindo ao desempenho do(a):


A

“Centro de dados” (linha 4).


B

“Fundo do oceano” (linha 5).


C

“Pesquisadores da Microsoft” (linha 6).


D

“Eficiência energética” (linha 9).

A alternativa na qual a palavra “que” foi usada como elemento referencial, anafórico, com função sintática de sujeito é


A

“Imagine que você queira ensinar a voar.” (Linha 17)


B

“Aí você aprisiona um pássaro numa gaiola e pede que ele o ensine a voar.” (Linha 18)


C

“Tenho a suspeita de que se pretendem formar educadores [...]” (Linha 23)


D

“[...] notas que lhes permitirão tirar o diploma [...]” (Linhas 32-33)


E

“Aplicando-se essa metáfora à educação, podemos dizer que a mensagem [...]” (Linha 24)

No texto, álcool e bebida alcoólica são referidos de muitas maneiras. Assinale a alternativa cujo termo NÃO se refere a essas palavras.


A

ele (l. 15).


B

seu (l. 16).


C

droga de mais fácil acesso (l. 21).


D

a (l. 23).


E

fator causal (l. 26).

A coesão do texto 1 é construída com base em diferentes recursos de referenciação. A partir dessa informação, assinale a alternativa CORRETA sobre as formas referenciais empregadas nos trechos abaixo:


A

Em: “Enquanto palestrava, a especialista foi interrompida por homem que sugeriu a leitura de um estudo sobre o assunto – que ela mesma tinha escrito”, o termo “a especialista” remete à “neurocientista”, enquanto “ela” remete à “leitura”.


B

Em: “O caso de Stanton é um exemplo de mansplaining: enquanto ela palestrava, um cientista homem a interrompeu no meio do discurso e sugeriu que ela lesse determinado artigo para 'entender melhor' o assunto”, o pronome pessoal “ela” e o pronome oblíquo “a” são referenciais anafóricos que retomam “Stanton”.


C

Em: “O caso de Stanton é um exemplo de mansplaining: enquanto ela palestrava, um cientista homem a interrompeu no meio do discurso e sugeriu que ela lesse determinado artigo para 'entender melhor' o assunto”, o pronome pessoal “ela” e o pronome oblíquo “a” são referenciais catafóricos que retomam “Stanton”.


D

Em: “Enquanto palestrava, a especialista foi interrompida por homem que sugeriu a leitura de um estudo sobre o assunto – que ela mesma tinha escrito”, a expressão em negrito se refere anaforicamente a “estudo”.


E

Em: “O caso de Stanton é um exemplo de mansplaining: enquanto ela palestrava, um cientista homem a interrompeu no meio do discurso e sugeriu que ela lesse determinado artigo para 'entender melhor' o assunto”, a expressão em negrito remete a “discurso”.

Assinale a alternativa em que a palavra, no TEXTO I, não apresente papel anafórico.


A

isso (linha 4)


B

este (linha 9)


C

essa (linha 17)


D

assim (linha 23)

No fragmento “Como existia demanda e isso até encurta a permanência das pessoas no hospital, de acordo com diversos estudos, criamos esse fluxo e o transformamos em uma rotina,...”, o elemento destacado retoma coesivamente:


A

rotina.


B

estudos.


C

pessoas.


D

fluxo.


E

hospital.

Nas primeiras orações do texto, afirma o autor:


“creio na liberdade onipotente, criadora das nações robustas; creio na lei, emanação dela, o seu órgão capital”.


Em relação ao termo “dela”, pode-se afirmar que recupera no texto a expressão:


A

Lei.


B

Órgão capital.


C

Nações robustas.


D

Liberdade onipotente.

   
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