Questões de Concurso sobre Estratégias argumentativas

 
 
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Os termos iniciais da frase de Sócrates – Pois bem - têm o valor de:


A

explicação


B

conclusão


C

condição.


D

consequência.


E

causa.

Com base na leitura integral do texto, constata-se que as palavras “suor” e “lágrima”, presentes no título, estabelecem entre si uma relação de


A

contrariedade


B

concessão


C

alternância


D

tempo e condição


E

causa e efeito

Em Contudo, embora isso seja real, creio que se deu um agravamento generalizado; e, exatamente porque as coisas estão tão assustadoras, ficamos paralisados[...], a conjunção embora e o advérbio tão estabelecem, nesse enunciado, relações de sentido, respectivamente, de


A

causa e consequência


B

concessão e intensidade


C

restrição e quantidade


D

oposição e comparação

São estratégias argumentativas utilizadas pelo autor do texto, EXCETO:


A

O uso de dados estatísticos para embasar o que é veiculado no texto.


B

A utilização de um argumento de autoridade, já que traz para o texto a “voz” de um especialista.


C

O uso de alguns nomes técnicos que conferem ao texto mais credibilidade.


D

A presença de colocações que apelam para o lado emocional do leitor, tornando-o mais “aberto” ao texto.

"- E quase impossível evitar o excesso de amor que o bobo provoca. E que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.”


Lendo o parágrafo transcrito, infere-se que


A

só o bobo é capaz de amar.


B

na vida o bobo só tem desvantagens.


C

o bobo deve ser evitado porque vive cometendo excessos.


D

o excesso de amor que o bobo provoca resulta do seu amor demasiado.


E

o amor é um sentimento tão complexo que ele é impossível até para o bobo.

A ênfase no fato de que “responsabilidade social” não é assistencialismo, no Texto 1, tem o objetivo de conferir credibilidade aos dizeres do texto. O mesmo objetivo é encontrado no Texto 2. A estratégia discursiva do Texto 2 para conferir credibilidade ao dizer é a


A

mobilização de vozes de autoridade.


B

citação da origem etimológica dos conceitos.


C

enumeração de conhecimentos de base científica.


D

exemplificação dos fatos com base na estatística.

Em todas as frases a seguir há comparações.

Assinale a opção em que a comparação não é explicada.


A

“Os avarentos são como as bestas de carga: carregam o ouro e se alimentam de aveia”.


B

“Sei que meu trabalho é como uma gota no oceano, mas sem ele, o oceano seria menor”.


C

“O fim da ambição é como o horizonte: recua à medida que avançamos”.


D

“Ambição é como a fome. Sua única lei é o apetite”.


E

“Preocupações são como um cavalo bravo, dá a você alguma coisa com que se ocupar, mas não te leva a lugar nenhum”.

Na abordagem temática do texto, o autor vale-se, sistematicamente, da estratégia argumentativa


A

da exemplificação.


B

da probabilidade.


C

da quantificação.


D

do discurso de autoridade.

Ano: 2016
Prova: OPPUS - Prefeitura - Técnico em Enfermagem - 2016

Sobre o texto "Seminário discute crença e ciência no mundo contemporâneo", assinale a alternativa correta:


A

O texto utiliza, como estratégia argumentativa, argumentos de autoridades reconhecidas no assunto e professores universitários.


B

O texto utiliza questionamentos que, no decorrer do texto, não são respondidos para instigar o leitor a querer saber mais sobre a crença e a ciência.


C

O texto afirma que os debatedores renomados, como Sérgio Rouanet, Olgária Matos, Jorge Coli e Adauto Novaes argumentam que a crença é uma questão religiosa.


D

O texto finaliza que o ser humano tem dificuldades para crer, sintomas de uma geração baseada em fatos científicos e históricos.


E

O texto não define o que é crença pelo fato dos debatedores serem cientistas pautados na objetividade e comprovação da ciência.

Uma crônica pode ser, também, um texto de opinião: expressar a posição do autor/cronista diante dos fatos do cotidiano. Para essa construção, usa-se o argumento e/ou o contra-argumento.


Em alguns dos trechos seguintes, há marcas argumentativas. Observe-as:


I) “O Ivo que via a uva, o macaco matuto comendo mamão e o papai que passava pomada na panela eram companheiros numa amizade sem conflitos nas páginas coloridas da cartilha, com uma graça forçada, igual ao sorriso amarelo que damos após uma gafe monumental. ”

II) “Mas o Ivo, o macaco e o papai se davam muito bem, porque não precisavam ter coesão nem coerência, palavrinhas infernais que aprendi a pronunciar mais tarde nas aulas de redação. E que nunca soube muito bem para que serviam...”

III) “Então... Vamos fazer o mesmo com a leitura e a escrita. Ah, e também com a matemática (por sinal, dispensável depois que inventaram a calculadora!). ”

IV) “Acho que os estudantes ficariam muito mais contentes se não precisassem ler. Principalmente se fosse para adquirir o tal de conhecimento sobre o mundo. Acho desnecessário saber sobre o mundo. Acho que nunca vou sair da minha cidade: para que me serviria o mundo? ”

V) “Outro dia fiquei sabendo que um ex-colega de escola conseguiu emprego numa livraria. (...) Passei lá nessa loja por acaso e entrei para falar com o cara. ”


Agora, escolha a opção que apresenta a indicação CORRETA sobre essas marcas argumentativas:


A

Somente há indícios de argumentos nos exemplos I e III.


B

Há argumentos nos exemplos II e V.


C

Há argumentos nos exemplos III, IV e V.


D

Somente os exemplos I e V não apresentam argumentos.


E

Todos os exemplos apresentam argumentos.

O modelo do queijo suíço enfatiza que, em organizações complexas, os erros devem perpassar múltiplas camadas de proteção para causar um resultado devastador.

C
Certo

E
Errado

Na defesa de suas ideias, o autor articula à sua argumentação ponderações e reflexões apresentadas na University of East Anglia, em uma palestra proferida por Andrew G. Haldane, economista-chefe do Banco da Inglaterra. Esse procedimento mostra que, ao longo de seu texto, o produtor explorou como estratégia argumentativa


A

o raciocínio indutivo.


B

o testemunho de autoridade.


C

a apresentação de um paralelo.


D

a expressividade da modalidade oral.


E

a impessoalização no tratamento do tema.

Entre os recursos empregados no desenvolvimento do texto, não se inclui


A

alusão histórica.


B

argumento de autoridade.


C

informação consensual.


D

refutação de argumento contrário.

Marque a opção que apresenta um trecho em que há uma comparação:


A

“Saiu. Voou para o galho mais próximo. Olhou para baixo. Puxa! Como era alto.” (linha 13)


B

“Pois não é que para surpresa sua, um dia o seu dono a esqueceu aberta.” (linha 11)


C

“De sua vida o mínimo que se poderia dizer era que era segura e tranquila, como seguras e tranquilas são as vidas das pessoas bem casadas e dos funcionários públicos.” (linha 1)


D

“Somente podem gozar a liberdade aqueles que têm coragem.” (linha 29)


E

“O seu canto era aluguel que pagava ao seu dono pelo gozo da segurança da gaiola...” (linha 8)

Com relação às estratégias argumentativas utilizadas no texto, é correto afirmar que o autor


A

vale-se da pergunta retórica do título, respondida afirmativamente por ele mesmo.


B

apresenta apenas posicionamentos de estudiosos que são idênticos aos seus.


C

vale-se do uso das aspas nos quatro momentos para se distanciar daquilo que é dito.


D

utiliza a primeira pessoa do plural para se aproximar do leitor e o persuadir sobre seu ponto de vista.


E

apresenta com total imparcialidade pontos de vista diversos sobre a manipulação da mídia.

Com referência aos aspectos linguísticos, pode-se afirmar:


A

Na frase “(...) alguém falar que “tá tranquilo” (L.14/15), o vocábulo “que”, em destaque, tem o mesmo valor morfológico do vocábulo “que” em “Vendo o que o funk proporcionou na vida dele...” (L.20), também em negrito.


B

“de todos os órgãos públicos” (L.23) e “desses bailes” (L.23) exercem a mesma função sintática.


C

As aspas em, "Há! Eu tô maluco" (L.3), introduzem o discurso indireto.


D

O vocábulo “até” (L.25) pode ser tomado como expressão expletiva.

Texto para responder às questões de 01 a 10.


Dificilmente, em uma ciência-arte como a Psicologia-Psiquiatria, há algo que se possa asseverar com 100% de certeza. Isso porque há áreas bastante interpretativas, sujeitas a leituras diversas, a depender do observador e do observado. Porém, existe um fato na Psicologia-Psiquiatria forense que é 100% de certeza e não está sujeito a interpretação ou a dissimulação por parte de quem está a ser examinado. E revela, objetivamente, dados do psiquismo da pessoa ou, em outras palavras, mostra características comportamentais indissimuláveis, claras e objetivas. O que pode ser tão exato, em matéria de Psicologia-Psiquiatria, que não admite variáveis? Resposta: todos os crimes, sem exceção, são como fotografias exatas e em cores do comportamento do indivíduo. E como o psiquismo é responsável pelo modo de agir, por conseguinte, temos em todos os crimes, obrigatoriamente e sempre, elementos objetivos da mente de quem os praticou.

Por exemplo, o delito foi cometido com multiplicidade de golpes, com ferocidade na execução, não houve ocultação de cadáver, não se verifica cúmplice, premeditação etc. Registre-se que esses dados já aconteceram. Portanto, são insimuláveis, 100% objetivos. Basta juntar essas características comportamentais que teremos algo do psiquismo de quem o praticou. Nesse caso específico, infere-se que a pessoa é explosiva, impulsiva e sem freios, provável portadora de algum transtorno ligado à disritmia psicocerebral, algum estreitamento de consciência, no qual o sentimento invadiu o pensamento e determinou a conduta.

Em outro exemplo, temos homicídio praticado com um só golpe, premeditado, com ocultação de cadáver, concurso de cúmplice etc. Nesse caso, os dados apontam para o lado do criminoso comum, que entendia o que fazia.

Claro que não é possível, apenas pela morfologia do crime, saber-se tudo do diagnóstico do criminoso. Mas, por outro lado, é na maneira como o delito foi praticado que se encontram características 100% seguras da mente de quem o praticou, a evidenciar fatos, tal qual a imagem fotográfica revela-nos exatamente algo, seja muito ou pouco, do momento em que foi registrada. Em suma, a forma como as coisas foram feitas revela muito da pessoa que as fez.


PALOMBA , Guido Arturo. Rev. Psique : nº 100 (ed.comemorativa), p. 82.


Para persuadir o ouvinte a chegar a determinada conclusão, em qualquer matéria polêmica, recorre o falante a estratégias argumentativas variadas, tais como:


1. deduções lógicas ou racionais

2. comparações esclarecedoras

3. ilustrações com passagens literárias

4. exemplificação com dados reais


No texto apresentado, vale-se o autor de:


A

apenas 1 e 2.


B

apenas 3.


C

apenas 1, 2 e 4.


D

1, 2, 3 e 4.


E

apenas 3 e 4.

A passagem destacada na oração a seguir “E, além disso, há quem diga que homens são biologicamente mais propensos a seguir carreira na área das exatas e, as mulheres, no campo das humanas” (linhas 1 a 3) foi substituída por uma vírgula na oração coordenada que a sucede. Essa estratégia de construção textual autorizada pelas regras discursivo-gramaticais chama-se


A

substituição.


B

elipse.


C

omissão


D

estilo.


E

redundância

   
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