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De acordo com a autora do texto lido, os seres humanos passaram a ignorar posturas civilizadas e se comportar como bárbaros, devido
ao excesso de informações obtidas pelas ciências sociais.
a mudanças profundas no modo de governabilidade da humanidade.
à paralisia da ação diante do excesso de brutalidade e estupidez.
à inflexibilidade de comportamento e cegueira dos ancestrais.
No texto a seguir, há algumas informações que foram suprimidas intencionalmente em relação ao texto original:
Teatrão
Personagens:
Ele – Marido.
Voz
Calada – Esposa
(Cenário: uma mesinha com um telefone. Marido sentado de um lado e esposa do outro. Os dois leem o jornal. Telefone toca, ele atende.)
Ele – Alô?
Voz –
Ele – Bom-dia, Horácio... Não, não é incômodo nenhum, a gente tem de preparar a reunião do sindicato, Horácio...
Voz–
Ele – Exato, Horácio... O problema todo é esse.
Voz–
Ele – Não, Horácio, e esse é o problema dessa reunião...
Voz –
Ele – Bom, tem de haver uma certa estratégia, Horácio...
Voz –
Ele – Exato! Exato! Você não pode imaginar quanto!
Sabendo-se que o autor do texto é Jô Soares, o fator de textualidade que redireciona a interpretação do leitor para a construção de uma nova hipótese de leitura, mesmo com a ausência de informações, é
Intertextualidade.
Intencionalidade.
Coesão.
Coerência.
Relevância.
A referência ao Soneto da Fidelidade de Vinicius de Morais no texto constitui uma estratégia argumentativa intitulada intertextualidade. Seu papel nesse texto é
mostrar que o conhecimento poético pode ser usado como argumento mesmo em um texto jornalístico que busca simplesmente informar o leitor sobre fatos cotidianos.
convencer o leitor de textos jornalísticos de que revelar a verdade é o objetivo essencial desse gênero na busca de informar o leitor.
mostrar a ideia do soneto, amor eterno enquanto dure, como semelhante ao posicionamento do autor do texto jornalístico, levando em conta que o soneto faz parte da memória do leitor.
incorporar a ideia de amor eterno enquanto dure do soneto numa relação de diferença, procurando convencer o leitor sobre o novo posicionamento científico a respeito do consumo do ovo.
Uma das marcas de textualidade é a chamada “intertextualidade”, ou seja, a presença de outros textos; a passagem abaixo em que se alude a outro texto é:
“Enorme percentual de fumantes disposto a continuar fumando, apesar de ameaças de câncer, enfisemas e outras quizílias.”;
“Além do fumo ele aspira também gastar a vida como bem entende”;
“Provando que nem só de pão, e de saúde, vive o ser humano”;
“Mas os fumantes que persistem em fumar têm um vício ainda mais idiota – a liberdade”;
“O fumo é realmente um vício idiota”.
O recurso empregado para a produção do efeito de humor no Texto 2 é a
ambiguidade.
inferência.
pressuposição.
intertextualidade.
O uso da expressão “Ou seja”, tanto no quarto quanto no quinto parágrafos, introduz uma
ironia.
paráfrase.
modulação.
adversidade.
Um segmento do texto 2 aponta traços de intertextualidade com o discurso:
político;
econômico;
religioso;
poético;
científico.
Tendo em vista o ambiente interno das prisões brasileiras, podemos estabelecer uma relação entre os celulares e a seguinte teoria do texto 1:
Você está perdendo seus sentidos;
Eles deixam as crianças malcriadas;
Ele põe sua vida em risco;
Seu telefone é uma colônia de bactérias;
Celulares podem causar esterilidade.
No texto, o segmento que NÃO expressa uma opinião/avaliação do autor é:
“talvez devêssemos calçar mais frequentemente as sandálias da humildade”
“Entre 65 países avaliados, o Brasil ficou em 58º.”
“ Nossa posição é, em si, vergonhosa.”
“Talvez seja a influência da cultura japonesa em mim”
É correto afirmar que no 1º§ do texto, o conteúdo apresentado pelo autor expressa, principalmente,
o público a que se destina.
a finalidade principal do texto.
uma síntese dos argumentos que serão utilizados no seu desenvolvimento.
recursos argumentativos que servirão de base para defesa da tese apresentada.
Seguem abaixo quatro frases famosas. Assinale aquela que resume o conteúdo do texto.
“O essencial é invisível aos olhos.” (Saint Exupèry)
“Meus filhos terão computadores sim, mas antes terão livros.” (Bill Gates)
“O computador veio para resolver todos os problemas que nós não tínhamos.” (Anônimo)
“A mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original.” (Albert Einstein)
No parágrafo introdutório do texto, promove-se uma referência ao empresário George Koukis. Pela seleção lexical empregada nessa referência, pode-se afirmar que o referido empresário
Não mede esforço para falar de suas expectativas de realizações de sonhos.
Preocupa-se em descrever os detalhes da sua trajetória de empresário bem sucedido.
Faz uma abordagem abrangente e veementemente apaixonada da sua trajetória.
Procura envolver seu público-alvo, especialmente, delimitando seu discurso às situações mais embaraçosas.
Usa da retórica da paixão e da apologia às realizações das utopias pessoais para fazer com que cada um invista em si e em seu sonho.
Sobre o texto II, é correto afirmar que o narrador
compara ironicamente suas memórias as de Pentateuco, a fim de obter a mesma respeitabilidade das memórias da escritura bíblica.
reforça a estética realista ao utilizar o paradoxo, uma figura de pensamento, para descrever o processo de tessitura textual da referida obra literária.
mostra o contraste entre ser um defunto autor e um autor defunto no tocante ao foco narrativo e na composição do personagem que não é o principal.
apresenta possibilidades distintas de se compor uma narrativa na estética realista, em contraste com as demais tendências literárias em que, o foco narrativo é estanque.
Finalizar o texto com “A vida muda quando ‘você muda’.” (linha 28) leva o leitor a
discordar da argumentação anterior.
fazer uma reflexão interna sobre seus atos.
aceitar obrigatoriamente a argumentação anterior.
posicionar-se de maneira aleatória quanto ao assunto tratado.
Observe a charge abaixo:

O segmento da segunda teoria citada que se relaciona diretamente aos elementos dessa charge de Amarildo, publicada em outubro de 2015, é:
ele põe sua vida em risco;
no Brasil, falar ao celular enquanto se está no volante é uma infração de trânsito;
isso acontece porque o telefone realmente tira a atenção dos motoristas;
mas há relatos de que a distração causada pelos celulares vai muito mais além;
até mesmo quando estamos caminhando, ficamos mais suscetíveis a acidentes quando estamos em ligações.
“E cedo entendi que, entre uma história e outra, o ideal é esgotar o que inicialmente se encontra sob o meu domínio, até dar caça de novo ao singular.”
A redação que corresponde a uma paráfrase do período transcrito é:
Para não se confundir no processo criativo, o escritor deve ter o cuidado de concluir uma narrativa mesmo que já tenha matéria para iniciar outra.
Logo cheguei ao entendimento de que, ente uma narrativa e outra, devo completar o que já conheço, para depois procurar elementos ainda não explorados.
E logo entendi que, ao passar de uma história para a outra, é importante que, antes de completar totalmente a primeira, eu busque elementos novos para servir de enredo à próxima.
Tendo completado uma narrativa, o escritor deve buscar com urgência matéria para novo livro para não ter sua imaginação criativa inibida.
Todo escritor tem em conta que para atender ao seu constante processo criativo é ideal que esteja em busca permanente de matéria para um novo livro, mesmo ainda no processo de criação do que está em curso.
Em 2006, o jornal O Globo publicou o seguinte “pensamento do dia”, atribuído a Caetano Veloso: “Ladrão que rouba ladrão tem quatro anos de reeleição”. Essa pequena frase tem marcas de textualidade.
Assinale a opção em que a marca indicada está corretamente caracterizada.
Intertextualidade do tipo citação, pois copia um ditado popular de amplo conhecimento.
Conhecimento de mundo, pois apela para o conhecimento do leitor sobre a realidade política de nosso país.
Coesão por catáfora, já que o pronome relativo que se refere a um termo futuro, na progressão do texto.
Coerência, particularmente realizada na frase “ladrão que rouba ladrão”.
Coesão referencial entre “ladrão” e “reeleição”, pela repetição do som de um elemento anterior.
Assinale a alternativa que apresenta uma versão modificada da frase Não sou torcedora de time que seja, e meus sobrinhos adoram dizer que, já que não tenho time, sou do time deles em dia de jogo (l. 01-04), com sentido literal equivalente.
Já que não tenho time, não sou torcedora de time que seja, e meus sobrinhos adoram dizer que sou do time deles em dia de jogo.
Não sou torcedora de time que seja, e, já que não tenho time, meus sobrinhos adoram dizer que sou do time deles em dia de jogo.
Não sou torcedora de time que seja e, já que não tenho time, sou do time dos meus sobrinhos em dia de jogo.
Já que não tenho time e meus sobrinhos adoram dizer que sou do time deles em dia de jogo, não sou torcedora de time que seja.
Como sou torcedora do time dos meus sobrinhos em dia de jogo e já que não tenho time, meus sobrinhos adoram dizer que não sou torcedora de time que seja.