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A alternativa cuja definição NÃO corresponde ao conceito abarcado pelo termo entre parênteses é:
Ocorre a retomada de um texto ou de uma ideologia mantendo-se o sentido e as intenções da(s) obra(s) a que se refere. (PARÁFRASE);
Inserção explícita do discurso de outrem em um texto, com o uso de recursos gráficos, como aspas ou travessão. (CITAÇÃO);
Resultado de uma cópia de características presentes em determinado gênero, de forma repetida e mal trabalhada. (PASTICHE);
Processo em que um texto dialoga com outro apresentando elementos que se opõem ao modelo a que se refere. (PARÓDIA).
Ao longo do texto o narrador fala em Caetano e no Eclesiastes. Este recurso denomina-se:
Intertextualidade.
Informatividade.
Situacionalidade.
Temporalidade.
O processo de argumentação utilizado na construção do texto é classificado como:
Epígrafe;
Paráfrase;
Citação;
Intertextualidade.
Observe a tira a seguir.

Uma das marcas de textualidade dessa tira é a presença de intertextualidade, presente
na referência de “antidemocrático” em relação a Fidel Castro.
na presença do vocábulo “Fidel” no segundo quadrinho.
na alusão a textos de cartilha de alfabetização.
na exemplificação dos vocábulos citados no primeiro quadrinho.
na citação de nomes próprios conhecidos socialmente.
Analise a seguintes assertivas:
I. Papai Noel e o Coelhinho da Páscoa são figuras mitológicas utilizadas pelo autor para mostrar que, assim como a obtenção da igualdade social, o povo só é feliz quando se realiza no mundo das ilusões.
II. Utilizar a história de Adão e Eva é uma estratégia do autor para convencer o leitor de que a felicidade do homem é, em sua essência, algo divino.
III. Conforme o autor, a felicidade nada mais é do que os melhores pequenos momentos cotidianos que fazem o ser humano se sentir bem consigo mesmo.
Quais estão INCORRETAS?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Um dos recursos utilizados para enriquecer um texto é a intertextualidade. Pode-se dizer que ela ocorre nos trechos a seguir, exceto naquele apontado em qual alternativa?
“Na manhã de Natal havia um tobogã novinho em folha debaixo da árvore”.
“a neve finalmente veio me salvar do meu purgatório de culpa.”
“O Abominável Cachorro das Neves.”
“essa era a melhor de todas, o Santo Graal da vida no inverno do norte.”
Assim como no texto I da prova, a charge acima
insere um tema moderno na história bíblica.
apresenta Eva como causadora do pecado original.
mostra a maçã como símbolo de sexo.
denuncia Deus como vingativo.
indica a presença da serpente no paraíso.
O resumo mais adequado para o texto “Publicidade danosa às crianças” está indicado em
Apresentando um breve histórico da educação de crianças no Brasil, o texto sobre Publicidade e Propaganda aborda sobre a linguagem. Há uma conceituação de propaganda enganosa e abusiva e, finalmente, trata da especificidade da mídia para crianças, relatando a influência e os efeitos da propaganda nesse público. Sendo a criança o ponto central, torna-se imprescindível a conceituação desse target e defendendo-a como ser humano em desenvolvimento. Elenca, por fim, os instrumentos jurídicos brasileiros, comparando-os aos da Corte colombiana, que, em tempos outros, decidiu sobre a propaganda de tabaco com repercussões públicas desfavoráveis à época.
Sendo o impacto da propaganda destinada ao público infantil importante para as empresas e a sociedade, o artigo apresenta o entendimento das crianças na tarefa de interpretar/decodificar uma propaganda. O estudo, de caráter exploratório, envolveu pesquisa bibliográfica e entrevistas com crianças, além dos instrumentos jurídicos brasileiros, a exemplo da Constituição Federal de 1988, o Conanda e o Estatuto da Criança e do Adolescente. Os resultados sugerem que as crianças reconhecem as marcas, conseguem entender os comerciais e manifestam influência das propagandas no consumo. Por isso, é essencial estudar o comportamento do consumidor, associando à liberdade de expressão, direito fundamental do ser humano.
Baseando-se no direito fundamental do homem, trata o texto de posicionamento crítico acerca do controle da publicidade dirigida à criança, combatendo a ideia de direito à liberdade da publicidade para alcançar a promoção de vendas, visto a influência negativa que essa exerce nos pequenos. Traz à lume a decisão da Corte Constitucional da Colômbia quanto à publicidade do tabaco, ao enfatizar quão oportuna é a discussão sobre o tema no Brasil, mostrando que existem outros instrumentos jurídicos a exemplo do Conanda e do Estatuto da Criança e do Adolescente, bem como a Constituição de 1988. Por fim, ratifica a necessidade de proteção dos direitos e da dignidade da criança em detrimento ao lucro incomensurável dos comerciantes.
Buscando o discurso publicitário como um tipo de produção simbólica que objetiva fazer a aproximação entre o produto anunciado e o público-alvo, o artigo tem como objetivo analisar a publicidade à luz dos instrumentos jurídicos brasileiros, considerando a propaganda como um indicador privilegiado do contexto sociocultural onde é veiculada. A hipótese desenvolvida é que a publicidade recupera os elementos que fazem parte do repertório da cultura da sociedade a qual se dirige e, assim, pode ser considerada um reflexo das relações de sociabilidade e da cultura dessa sociedade. Nesse caso específico, a criança é um ser extremamente vulnerável, cabendo ao Estado protegê-la a exemplo do que acontece com outros países como a Colômbia.
Defendendo a ideia de que a publicidade dirigida ao público infantil é danosa porque pressiona as crianças a desejarem cada vez mais bens de consumo, associando-os a um discurso enganoso de alegria, felicidade e status social, o artigo apresenta de forma analógica as repercussões ocorridas no Brasil e na Colômbia acerca dos instrumentos jurídicos que regem o bem estar das pessoas, especialmente, as crianças. Baseado no Conanda conclui que, além de trazer sofrimento às crianças que não podem adquirir esses bens devido à falta de recursos financeiros, essa pressão causa estresse familiar e não pode ser devidamente elaborada pelos pequenos, cujo senso crítico ainda está em desenvolvimento.
Sobre o texto, é possível afirmar:
Há uma crítica a pessoas que, após o resultado das atuais eleições, foram às ruas defender a ditadura militar.
O termo ‘essa gente’ refere-se aos leitores do texto.
Os dois personagens estão em prudência quanto as suas ideias.
A palavra ‘gente’ foi empregada no sentido conotativo.
O autor se vale apenas da linguagem verbal para expressar sua opinião.
Os tipos de intertextualidade estão corretamente identificados entre parênteses em
I- (...) a tecnologia possibilita esses comportamentos, mas não pode causá-los. (linha 116) (ALUSÃO)
II- Não precisamos mais pedir ajuda ou permissão a profissionais para dizer as coisas em público. (linha 12) (CITAÇÃO)
III- Isadora Faber usou o Facebook para mostrar as condições da escola onde estuda. Assim como ela, muita gente tem usado a web para se fazer ouvir. (EPÍGRAFE)
IV- Depois de ler reportagens sobre o Diário de Classe, a médica Luisa Portugal, 25, decidiu que era hora de mostrar a todos o que se passava no posto de saúde onde ela trabalhava, em Goiânia (GO). (linha 82) (REFERÊNCIA)
Estão corretos apenas os itens
I, III.
II, IV.
III, IV.
I, II, III.
I, II, IV.
No texto há uma série de referências ao mundo atual. Assinale a opção que apresenta a frase em que está ausente qualquer referência desse tipo.
“não recorreram à sapiência técnica e científica do ex-doutor Abdelmassih”.
“ou evoluído do macaco, como Darwin sugeriu”.
“lendo a obra completa do meu amigo Paulo Coelho”.
“A maçã de Steve Jobs não tem nada a ver com isso”.
“deixando a barba crescer ou tomando banho no Ganges”.
Uma característica fundamental de alguns textos é a de que são marcadamente heterogêneos, isto é, são atravessados, ocupados, habitados por ditos presentes em outros textos. Essa propriedade relaciona-se a qual das passagens abaixo?
“Estou aprimorando a minha mente”. (Texto 4)
“Enquanto você fica lendo esse livro chato, eu vou fazer algo divertido!”. (Texto 3)
“fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes”. (Texto 2)
“A gente tenta resistir, se esforça, mas a literatura é um grande diálogo”. (Texto 1)
“Há algo de físico na leitura”, identifica a cientista cognitiva Maryanne Wolf, da Tufts University, “talvez até mais do que gostaríamos de pensar enquanto avançamos na leitura digital, talvez com insuficiência de reflexão. Queria preservar o melhor possível das formas mais antigas, mas saber quando usar o novo”.
Nesse segmento de uma reportagem sobre a leitura digital, há a presençado que é denominada “intertextualidade”, na forma de
uma alusão a um outro texto.
um plágio, já que a cópia é literal e extensa.
uma paródia, já que se pretende a desmoralização da leitura não digital.
um pastiche, ou seja, uma cópia organizada de vários outros textos.
uma simples citação, marcada pelo uso de aspas.
Respeitando-se as regras gramaticais, as ideias desenvolvidas no último parágrafo do texto podem ser assim sintetizadas: O respeito a igualdade de todos perante a lei é fonte da superioridade da democracia frente à outros sistemas políticos, o que garante-lhe sua perenidade.
No texto, o trecho “Nenhum de nós pode se lisonjear de não ser um criminoso relativamente a um estado social dado, passado, futuro ou possível” (linhas 8-9) é um exemplo de
metáfora
paráfrase
intertextualidade
intratextualidade
O principal recurso na construção da coerência em “Meninas do Brasil” consiste na:
rima
antítese
comparação
intertextualidade
O diálogo entre duas ou mais obras de arte chamamos de intertextualidade. Ela pode ser observada em qualquer manifestação cultural, inclusive na literatura. Muitos poetas “reinventaram” a “Canção do exílio”, partindo desse poema de Gonçalves Dias criaram intertextos do poema.
Canção do exílio
Gonçalves Dias
Minha terra tem palmeiras,
onde canta o sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
(...)
Canção do exílio
Murilo Mendes
Minha terra tem macieiras da Califórnia
onde cantam gaturamos de Veneza.
Os poetas da minha terra
são pretos que vivem em torres de ametista,
(...)
Nossas flores são mais bonitas
nossas frutas mais gostosas
mas custam cem mil rés a dúzia
Ai quem me dera chupar uma carambola de verdade
e ouvir um sabiá com certidão de idade!
Outra Canção do exílio
Eduardo Alves da Costa
Minha terra tem Palmeiras
Corinthians e outros times
De copas exuberantes
Que ocultam muitos crimes.
As aves que aqui revoam
São corvos do nunca mais,
A povoar nossa noite
com duros olhos de açoite
que os anos esquecem jamais.
Em cismar sozinho, ao relento,
sob o céu poluído, sem estrelas,
Nenhum prazer tenho eu cá...
....................................
Murilo Mendes e Eduardo Alves da Costa estabelecem intertextualidade em relação a Gonçalves Dias por:
conotação positiva.
reiteração de imagens.
conservação das técnicas de composição.
oposição de ideias.
valorização do nacionalismo.