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No ensaio “Estrutura literária e função histórica” (Literatura e sociedade), Antonio Candido formula o tema escolhido do seguinte modo: “no referido processo de construção genealógica, isto é, no grande esforço para definir a continuidade das manifestações do específico brasileiro na vida espiritual, com base nas particularidades do meio e do homem americano, desempenhou grande papel o _________________” (p. 179), título de um livro do século 18.
O título que preenche corretamente a lacuna é:
Novo orbe seráfico (1761), do Frei Antônio de Santa Maria Jaboatão.
Uraguai (1769), de Basílio da Gama.
História literária (1826), de Ferdinand Denis
Memórias para a história da capitania de São Vicente (1797), do Frei Gaspar da Madre de Deus.
Caramuru (1781), de Santa Rita Durão.
No ensaio “Atração do mundo – políticas de globalização e de identidade na moderna cultura brasileira” (O cosmopolitismo do pobre: crítica literária e crítica cultural), Silviano Santiago conclui que os modelos das décadas de 20 (culturalista) e de 30 (economicista) do século 20 estão “sendo questionados pelas novíssimas gerações” (p. 37). Sobre o tema, é correto afirmar que
o modelo dos anos 20 permaneceu intacto no período da ditadura militar, mantendo o mesmo otimismo nacionalista dos modernistas.
o modelo dos anos 30 e sua repercussão nos anos 60 abdicou do engajamento político durante a ditadura militar.
os movimentos de crítica aos dois modelos recusam a discussão sobre identidade cultural ou mesmo sobre políticas identitárias (algumas de grupos minoritários).
as duras críticas das novas gerações vêm de tendências inspiradas por movimentos de reação à presença hegemônica da cultura estadunidense (no mundo e no Brasil).
uma das características marcantes dos movimentos é a total ausência de aliança cosmopolita, restringindo-se ao apoio exclusivo dos partidos políticos tradicionais.
De acordo com o levantamento apresentado por Regina Dalcastagnè (“Um mapa de ausências”), Literatura brasileira contemporânea, um território contestado), a personagem na literatura brasileira contemporânea é predominantemente
homem, branco e homossexual.
homem, branco e heterossexual.
homem, negro e sem gênero definido.
mulher, branca, heterossexual.
mulher, mestiça, heterossexual.
"Arte literária é mimese; é a arte que imita pela palavra." (Aristóteles, filósofo grego, séc. IV a.C.).
Aristóteles nos explica que:
a arte literária é uma mentira, um tipo de arte que utiliza da palavra para se expressar.
a arte literária é uma sofisticação, uma mimese que utiliza de versos para se expressar.
a arte literária é pura imaginação, um conceito que utiliza do objetivismo para se expressar.
a arte literária é uma imitação, um tipo de arte que utiliza da palavra para se expressar.
A experiência literária não só permite saber da vida por meio da experiência do outro, como também vivenciar essa experiência. Ou seja, a ficção feita palavra na narrativa e a palavra feita matéria na poesia são processos formativos tanto da linguagem quanto do leitor e do escritor. Uma e outra permitem que se diga o que não sabemos expressar e nos falam de maneira mais precisa o que queremos dizer ao mundo, assim como nos dizer a nós mesmos.
COSSON, R. Letramento literário: teoria e prática. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2011, p. 17(adaptado).
Considerando a informação apresentada, bem como o ensino e a aprendizagem de literatura, avalie as afirmações a seguir.
I. O objetivo do ensino de literatura deve ser desenvolver no estudante sua visão crítica de mundo, a percepção das múltiplas maneiras de expressão da linguagem e sua habilidade de leitor com eficiência e conhecimento dos diversos textos literários representativos de nossa cultura.
II. O atual ensino da literatura deve ser pautado em aulas em que o professor deve se fundamentar em livros didáticos que contemplam autores clássicos, panoramas históricos e características de estilos literários de épocas importantes para o cenário do ensino.
III. A aprendizagem nas aulas de literatura engloba um processo de interlocução que envolve leitor/ autor mediado pelo texto literário, afinal o leitor é o agente em constante procura de significações que precisam ser explicitadas e registradas para construção do conhecimento.
IV. As dificuldades no ensino e aprendizagem de literatura vêm se tornando uma grande preocupação enfrentada pelos professores, que estão comprometidos com a qualidade do ensino e com o desenvolvimento de estudantes como indivíduos questionadores.
É correto o que se afirma em
I e II.
I e IV.
II e III.
I, III e IV.
II, III e IV.
Sobre as personagens do romance Menino de Engenho, do romancista José Lins do Rego, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa correta.
( ) Carlos: personagem principal, muda-se para o engenho após ficar órfão. Asmático, é sempre cercado de muitos cuidados de sua tia; com isso, inveja a liberdade dos outros meninos saudáveis. Não é religioso e, após iniciar a vida sexual aos 12 anos, torna-se um menino libertino. Segundo ele, feito para a maldade.
( ) D. Clarice: mãe de Carlos, assassinada por seu marido quando Carlos tinha quatro anos. Era meiga, calma e muito amorosa.
( ) Pai de Carlos: não é declarado seu nome no livro. Enquanto Carlos morava com ele, dava muita atenção ao filho. Era apaixonado por sua esposa, Clarice. Após o assassinato, ficou internado num hospício.
( ) José Paulino: avô materno de Carlinhos. Era um homem justo, de caráter, respeitado, mas severo. Era muito admirado por Carlinhos. Era o dono do engenho.
( ) Tia Maria: irmã mais nova de sua mãe, cuidou de Carlinhos enquanto morava no engenho. Era muito carinhosa com ele e tentava substituir a falta que sua irmã fazia ao sobrinho.
( ) Tia Sinhazinha: cunhada de José Paulino, já de idade, cuidava da casa e era vista como uma pessoa má. Todos tinham medo dela, principalmente os criados. Após o casamento de tia Maria, ela cuida de Carlinhos e acaba se aproximando dele.
( ) Tio Juca: filho de José Paulino, vai buscar seu sobrinho na cidade para ir para o engenho. Juca se envolve com as mulatas do engenho e nunca é castigado. Faz o que quer, sem sofrer punições. Estas que, por vezes, acabam caindo sobre outras pessoas, principalmente sobre os negros.
( ) Maria Clara: senhora que fazia visitas aos engenhos e contava muitas histórias para as crianças, o que Carlinhos adorava.
( )Totonha: prima mais velha que Carlinhos, viera da cidade passar um tempo no engenho. Carlinhos se apaixona por ela aos oito anos e quando ela parte, ele sofre.
V – V – V – V – V – V – F – V – V.
V – V – V – V – V – V – V – F – F.
V – F – V – V – V – F – V – V – V.
F – V – F – V – F – V – V – V – V.
V – V – V – V – V – V – V – V – V.
Assinale a alternativa em que esteja apontada INCORRETAMENTE uma obra de Jorge de Lima.
Invenção de Orfeu.
Poemas Negros.
A Túnica Inconsútil.
Martim-Cererê.
O Modernismo Brasileiro foi complexo e contraditório, com linhas centrais e linhas secundárias, mas iniciou uma era de transformações essenciais. O escritor considerado figura central do modernismo foi:
Mário de Andrade.
José de Alencar.
Machado de Assis.
Oswald de Andrade.
Na tradição literária de Língua Portuguesa, a obra de Fernando Pessoa destaca-se pelo conceito de heteronímia. A esse respeito, é correto afirmar que:
I- O que se impõe também como fato inegável, é a importância que Fernando Pessoa atribuiu ao mito, ou à consciência mítica para o poeta. E isso, não só porque tal "consciência" aparece, desde cedo, em seus escritos (o projeto de "Mensagem" em já se encontra registrado em suas anotações, desde os anos 10), mas principalmente pelo cunho de perenidade que tentou imprimir a cada produção heterônima, com a matéria poética em grau maior, com que as construiu passo a passo. Perenidade de mito, que o poeta tentou, de certa maneira, neutralizar diante do leitor, pela invenção das biografias, com que pretendeu fixar, no cotidiano, algo que ele sabia pertencente ao intemporal.
II- Pessoa criou "autores" que ele próprio não poderia sê-lo, atribuindo-lhes de características físicas, psicológicas, políticas, religiosas. Dotoulhe de características detalhadas em seus pormenores, como data e local de nascimento. Assim, Fernando Pessoa, ao transformar-se no outro, ao "outrar- se", dá ao seu mundo a possibilidade de convivência com "colegas" que demonstram estados de consciência distintos dos seus e, por vezes, infinitamente diferentes. O "eu" de Pessoa assume outra personalidade, inventa uma nova individualidade, como forma essencial de construção de sua vida, de seu mundo.
III- Na arte moderna, a poesia está liberta de qualquer finalidade utilitária. O poema possui seu valor em si mesmo, em sua perfeição formal e temática, e não no seu assunto. Não há vínculos com as questões sociais da época. Os poetas modernistas mantêm sua poesia à parte do contexto ao qual estão inseridos. Em vista disso, teremos diversas poesias em que se descreve um determinado objeto ou uma determinada cena. Vemos, no final do século XIX, o decréscimo da influência das doutrinas racionalistas, até então vigentes. O progresso industrial segue a todo vapor comandado pela alta burguesia, que aumenta cada vez mais o seu poder econômico e sua influência política.
I e III estão corretas.
II e III estão corretas.
I e II estão corretas.
I, II e III estão corretas.
O “Soneto de Separação” é formado por:
quatro estrofes, quinze versos, três quartetos e dois tercetos.
quatro estrofes, quatorze versos, dois quartetos e dois tercetos.
três estrofes, quatorze versos, dois quartetos e sete tercetos.
quatro estrofes, dez versos, dois quartetos e dois tercetos.
Assinale a alternativa, onde temos, sequencialmente, representantes da 1ª, 2ª e 3ª gerações modernistas.
Mário de Andrade, Graciliano Ramos, Carlos Drummond de Andrade.
Oswald de Andrade, Jorge Amado, Guimarães Rosa.
Menotti del Picchia, Rachel de Queiroz, Cecília Meireles.
Manuel Bandeira, José Lins do Rego, Vinícius de Moraes.
Quantos períodos há na primeira estrofe do poema?
2.
3.
4.
5.
6.
A literatura é uma das formas de expressão artística. Ao longo dos tempos, os seres humanos foram desenvolvendo diversas modalidades de manifestação artística com o objetivo de (re)construir mundos real, imaginário, psicológico e ficcional, resguardar nossa memória e registrar e representar nossa cultura e nossa história.
Nesse contexto, é INCORRETO afirmar que:
A arte literária está relacionada com a leitura e análise de textos verbais e, por isso, é considerada como sendo a arte construída pelas palavras. A leitura de textos, ficcionais ou não, provoca diferentes efeitos de sentido nos leitores/ouvintes e permite sair do mundo real e alcançar o mundo da fantasia.
A essência da arte literária está nas palavras, em seus potenciais sonoros, sintáticos e semânticos, estabelecendo interlocução entre autores e leitores/ouvintes. O trabalho com as palavras pode ser realizado no sentido denotativo ou conotativo, sendo essa a característica essencial da linguagem literária.
Assim como outras artes, a literatura não tem o poder de modificar a realidade imediata dos leitores, mas é capaz de fazê-los (re)avaliar a própria vida e seus comportamentos. Isso porque a arte literária, ao mesmo tempo que provoca a reflexão, responde a algumas de nossas inquietações por meio de construções simbólicas.
Nem toda obra artística pode ser considerada como exemplar da expressão de sua época, de sua cultura. Isso porque a produção artística está localizada em um tempo, cultura, histórias e tradições.
Sobre o romance Capitães da Areia, de Jorge Amado, relacione as duas colunas e assinale a alternativa correta.
Coluna I.
A- Pedro-Bala.
B- Sem-Pernas.
C- Gato.
D- Professor.
E- Pirulito.
F- Boa-Vida.
G- João-Grande.
H- Volta-Seca.
I- Querido de Deus.
Coluna II.
(1) Grande capoeirista da Bahia, respeita o grupo e é respeitado por ele. Ensina sua arte para alguns deles e exerce grande influência sobre os garotos.
(2) E respeitado pelo grupo em virtude de sua coragem e da grande estatura. Ajuda e protege os novatos do bando contra atos tiranos praticados pelos mais velhos.
(3) O apelido traduz seu caráter indolente e sossegado. Contenta-se com pequenos furtos, o suficiente para contribuir para o bem-estar do grupo e com algumas mulheres que não interessam mais ao Gato.
(4) E o galã do bando, bem-vestido, domina a arte da jogatina, trapaceando com seu baralho marcado, todos os que se aventuram numa partida contra ele. Além dos furtos e do jogo, consegue dinheiro como cafetão de uma prostituta chamada Dalva.
(5) Era o mais cruel do bando, até que, tocado pelos ensinamentos do Padre José Pedro, converte-se à religião católica. Executa com os demais os roubos necessários à sobrevivência, sem jamais deixar de praticar a oração e sua fé em Deus.
(6) Deficiente físico, possui uma perna coxa. Preso e humilhado por policiais bêbados, que o obrigaram a correr em volta de uma mesa na delegacia até cair extenuado. Conserva as marcas psicológicas desse episódio, que provocou nele um ódio enorme, contra tudo e todos, incluindo os próprios integrantes do bando.
(7) Admirador do Cangaceiro Lampião, a quem chama de padrinho, sonha um dia participar de seu bando.
(8) Intelectual do grupo, deu início às leituras depois de um assalto em que roubara alguns livros. Além de entreter os garotos, narrando as aventuras que lê, ajuda decisivamente Pedro-Bala, aconselhando-o no planejamento dos assaltos.
(9) Líder do grupo, tem o cabelo loiro e uma cicatriz de navalha no rosto, fruto da luta em que venceu o antigo comandante do bando. Seu pai, conhecido como Loiro, era estivador e liderara uma greve no porto, onde foi assassinado por policiais.
A (9 )- B (6 ) - C ( 4) - D ( 8) - E (3 ) - F ( 5) - G (2 ) - H ( 7) - I (1 ).
A (9 )- B (6 ) - C ( 4) - D ( 8) - E (5 ) - F (3 ) - G ( 2) - H (1) - I ( 7).
A ( 8)- B (6 ) - C ( 4) - D (8 ) - E ( 5) - F (3 ) - G ( 2) - H (7 ) - I ( 1).
A (9 )- B ( 6) - C ( 4) - D (8 ) - E ( 5) - F ( 3) - G (2 ) - H (7 ) - I (1 ).
A (1 )- B (6 ) - C ( 4) - D (8 ) - E ( 5) - F ( 3) - G (2 ) - H (7 ) - I ( 9).
No ensaio “O cosmopolitismo do pobre” (O cosmopolitismo do pobre: crítica literária e crítica cultural), Silviano Santiago indica existir pelo menos duas formas de multiculturalismo, uma “antiga” e outra atual. Sobre elas, é correto afirmar:
O novo culturalismo se afirma pelo reforço dado ao conceito de nação como “comunidade imaginada”.
A nova forma de multiculturalismo precisa incorporar ou considerar somente os desfavorecidos dentro de cada nação, considerada individualmente.
O “antigo” multiculturalismo nega a convivência pacífica entre grupos étnicos e sociais nas nações do Novo Mundo, daí nunca ter defendido a miscigenação.
O antigo multiculturalismo nega o conceito de aculturação que, no caso do Brasil e em conformidade com o exposto, só se fez fortalecer com a ideologia do “homem cordial”.
A reestruturação do antigo multiculturalismo solicita uma teorização que considere na marcha da economia globalizada, duas formas de “desnacionalização”: a da política e a do espaço urbano.
No contexto político em que escreveu os ensaios de Achados e perdidos (1966-1979), Davi Arrigucci Jr., ao pensar na então literatura contemporânea, sobretudo nos textos que problematizam as circunstâncias históricas brasileiras sob o Regime Militar, dedica um texto à análise de um romance, cuja principal estratégia narrativa é a montagem, caracterizando uma “escrita multifacetada”. Trata-se de:
As meninas, de Lygia Fagundes Telles.
O que é isso, companheiro?, de Fernando Gabeira.
Quatro-Olhos, de Renato Pompeu.
Zero, de Ignacio de Loyola Brandão.
Reflexos do baile, de Antonio Callado.
Leyla Perrone-Moisés, no ensaio intitulado “Paradoxos do nacionalismo literário na América Latina” (Vira e mexe, nacionalismo), analisa as imagens e metáforas usadas, desde o descobrimento, para qualificar o continente americano, como a oposição entre a “velha Europa” e a “nova América”, presente inclusive na obra de intelectuais como Jorge Luís Borges e Sérgio Buarque de Holanda, configurando uma tópica do americanismo como
destino.
estigma.
desterro.
fratura.
origem.
Um dos traços que Regina Dalcastagnè analisa na literatura brasileira contemporânea é a posição do narrador: no “lugar daquele sujeito poderoso, que tudo sabe e comanda, vamos sendo conduzidos para dentro da trama por alguém que tropeça no discurso, esbarra em outras personagens, perde o fio da meada” (p. 75) (“O narrador e suas circunstâncias”, Literatura brasileira contemporânea, um território contestado). Uma noção teórica de que se vale a autora para pensar esta questão é
a autoficção, de Serge Doubrovsky.
a escrita de si, de Michel Foucault.
a ilusão biográfica, de Pierre Bourdieu.
o eu biográfico, de Philippe Lejeune.
o herói problemático, de Gyorgy Lukács.
Os textos incluídos em Achados e perdidos, de Davi Arrigucci Jr. podem ser entendidos como um amplo movimento de pensar a literatura brasileira a partir de contextos culturais que não se restringem ao cânone nacional. Essa perspectiva pode ser observada pela ênfase, verificada, sobretudo nos títulos dos ensaios da antologia e nos autores analisados ao longo do livro, que o autor confere à literatura
francesa.
hispano-americana.
alemã.
norte-americana.
oriental.
TEXTO I

HAZOUMÉ, R. Nanawax. Plástico e tecido. Galerie Gagosian, 2009. Disponível em: www.actuart.org. Acesso em: 19 jun. 2019.
TEXTO II
As máscaras não foram feitas para serem usadas; elas se concentram apenas nas possibilidades antropomórficas dos recipientes plásticos descartados e, ao mesmo tempo, chamam a atenção para a quantidade de lixo que se acumula em quase todas as cidades ou aldeias africanas.
FARTHING, S. Tudo sobre arte. Rio de Janeiro: Sextante, 2011 (adaptado).
Romuald Hazoumé costuma dizer que sua obra apenas manda de volta ao oeste o refugo de uma sociedade de consumo cada vez mais invasiva. A obra desse artista africano que vive no Benin denota o(a)
empobrecimento do valor artístico pela combinação de diferentes matérias-primas.
reposicionamento estético de objetos por meio da mudança de função.
convite aos espectadores para interagir e completar obras inacabadas.
militância com temas da ecologia que marcam o continente africano.
realidade precária de suas condições de produção artística.