Questões de Concurso sobre Níveis de linguagem (níveis de registro)

 
 
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Assinale a alternativa em que todas as palavras fazem parte de um uso informal da língua.


A

Beleléu, rolê, incalculável.


B

Socialite, martelinho, memorabilia.


C

Playboy, coitado, repleto.


D

Memorabilia, ganhara, patrão.


E

Estripulias, beleléu, diacho.

No trecho “ela devia gostar muito pra ser estuprada por dois anos seguidos e não falar nada.” A palavra destacada, de acordo com os níveis de linguagem é


A

formal.


B

técnica.


C

informal.


D

jornalística.

Uma das passagens do texto marcada pelo uso da linguagem coloquial é:


A

“Deixa ele bater até cansar – amanhã eu pago.”


B

“Bom dia, minha senhora – disse ele, confuso.”


C

“Agarrou-se à porta do elevador e abriu-a com força...”


D

“Ainda era muito cedo, não poderia aparecer ninguém.”


E

“E agora? Alguém lá embaixo abriria a porta do elevador...”

Assinale a opção em que o trecho destacado está corretamente relacionado à figura de linguagem indicada.


A

"[ ... ]; esse tique-taque soturno, vagaroso e seco, [ ... ]" (§ 1º) - Paronomásia.


B

"Ouvi as horas todas da noite." (§1°) -Anacoluto.


C

"[ ... ], saudaram-se e ficaram de palestra." (§6°) Personificação.


D

"[ ... ]; as mesmas instituições morrem; [ ... ]" (§6°) Eufemismo.


E

"[ ... ]; e de certo tempo em diante não ouvia coisa nenhuma, [ ... ]" (§6º) - Sinestesia.

As expressões sublinhadas nas frases abaixo, são características da linguagem:


“– Ei, amigo. Acho que você esqueceu essas sacolas aqui.”

“O espantoso é que a gente se espante com isso (...).”

“E, bem... custou pouco mais de R$10 porque, de acordo com Mana, era o preço justo.”


A

Acadêmica.


B

Prolixa.


C

Coloquial.


D

Formal.

Assinale a alternativa em que há predominância da linguagem coloquial.


A

Entre eu e minha mãe há concordância de ideias.


B

Que diferença há entre mim e um artista famoso do cinema?


C

Sempre há confusão entre mim e ela na hora do acerto de contas.


D

É uma afronta pedir-me ajuda quando há entre mim e ti apenas ingresias!

Pra você ficar por dentro do que rola, convidamos a jornalista e apresentadora Renata Simões, para te guiar nesse vocabulário das ruas.


Se liga só:


Bapho: Um acontecimento para lá de inesperado, marcante. Algo que pode (ou não) causar uma revolução na vida. Às vezes é dito em tom de fofoca “preciso te contar um bapho” ou como comentário “que bapho!” Quando o bapho é muito bapho mesmo, a gente escreve com PH.

Salve: Um aceno, um alô. A gente manda salve pros amigos e quando quer avisar algo.

Tranqueira: Aquele ou aquilo que ninguém quer. Não é bom pra nada.

Causar: Tem gente que causa uma situação, um problema, um furor, uma excitação. Usado em sua maioria de maneira positiva, causar é o ato de chegar chegando ou perturbar alguma situação. O fulano pode causar no bar ao beber demais ou os amigos podem causar no show ao fazer um mosh.”

Disponível em: https://tinyurl.com/y39xbjkr. Acesso em: 5 ago. 2019.

A respeito do uso das gírias, assinale a alternativa incorreta.


A

A língua, como elemento de comunicação que está a serviço do falante, modifica-se de acordo com suas necessidades comunicacionais e de criação de identidade, sendo a gíria uma expressão dessa função da linguagem.


B

As gírias constituem uma criação de códigos linguísticos que empobrecem a linguagem, pois só são acessíveis a determinados grupos sociais. Por isso, os registros nos quais se utilizam gírias não fazem parte da língua portuguesa.


C

A modalidade coloquial, na qual se verifica o uso das gírias, constitui uma variedade da língua portuguesa que abarca não só esse fenômeno, mas também marcas de oralidade, utilização distinta da sintaxe e criação de neologismos, por exemplo.


D

Situações formais de comunicação exigem domínio das variantes formais da língua, como o conhecimento da norma-padrão. Nesses contextos, o uso de gírias e outros marcadores de dialeto não configura a escolha mais adequada de variantes linguísticas.

Está destacado um termo característico do registro informal no seguinte fragmento:


A

“A cura também representaria um novo fardo.”


B

“Também desconfiei que as enxaquecas crônicas atrapalhariam uma candidata à presidência...”


C

“...por tudo aquilo que não fiz, tipo tornar-me a primeira mulher na presidência.”


D

“Passei décadas sonhando com uma cura, geralmente deitada no quarto escuro...”

Quanto à linguagem do texto, afirma-se corretamente:


A

A expressão “a gente” em a gente tinha a impressão absoluta de que assistia a uma cena de animação (4o parágrafo) é exemplo de variação regional da linguagem, que ocorre de acordo com o local geográfico onde o falante se encontra.


B

Para criar sensação de intimidade com o leitor, a autora recorre a gírias, como no trecho Falsificar com tanta impudência as criações da natureza, e pra quê! (final do texto)


C

Por se tratar de linguagem informal, o emprego das vírgulas desrespeita as normas gramaticais no trecho É um galpão imenso, maior do que qualquer aeroporto, coberto por uma espécie de cúpula oblonga, de plástico (3o parágrafo).


D

No trecho Me deu pena, horror, sei lá, (4o parágrafo) observa-se uso de linguagem coloquial.


E

Por se tratar de linguagem escrita, a crônica de Queiroz segue o padrão formal culto da linguagem.

É incorreto afirmar que, para o desenvolvimento do texto, o autor fez uso do seguinte recurso:


A

Elementos de coesão para articular com maior clareza as ideias do texto.


B

Linguagem predominantemente denotativa para objetivar as informações.


C

Linguagem predominantemente impessoal para eliminar marcas de subjetividade.


D

Linguagem em prosa literária e plurissignificativa com o discurso variando entre o polêmico e o irônico.

Nesses cartazes de comemoração dos 20 anos do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), são utilizados recursos verbais para transmitir determinada mensagem. Considerando o nível de linguagem empregado, é possível concluir que o (a):


A

exame busca se aproximar de seu público-alvo por meio de uma linguagem regional, típica de dois estados da federação


B

INEP, órgão responsável pelo exame, de certa forma ironiza as recorrentes inadequações linguísticas que aparecem nas redações


C

instituição ilustra o distanciamento entre a linguagem formal exigida por uma prova nacional e a linguagem empregada pelos jovens


D

governo pretende suavizar o peso dessa avaliação, empregando uma linguagem coloquial, inadequada a uma instituição federal

Expressões como “não passo a mão na cabeça” e “marcar território” são marcas de


A

formalidade.


B

coloquialismo.


C

regionalismo.


D

jargão profissional.


E

licença poética.

Analise e escolha a alternativa correta sobre as afirmações abaixo:

I. A língua falada é mais solta, livre, espontânea e emotiva, pois reflete contato humano direto.

II. A língua escrita é mais disciplinada, obedece às normas gramaticais impostas pelo padrão culto, dela resultando um texto mais bem elaborado.

III. A linguagem culta, eleita pela comunidade como a de maior prestígio, reflete um índice de cultura a que todos pretendem chegar.

IV. A linguagem popular é usada no cotidiano, não obedece rigidamente às normas gramaticais.


A

apenas I e II estão corretas.


B

apenas II e III estão corretas.


C

apenas II, III e IV estão corretas.


D

Todas estão corretas.

Analise este texto.


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em:<encurtador.com.br/mwDGU> . Acesso em: 29 maio 2019.


As palavras utilizadas nesse texto são exemplos de linguagem


A

apropriada para entrevistas de emprego.


B

utilizada entre colegas.


C

empregada em artigos acadêmicos.


D

apregoada pela norma-padrão.

O texto acima está predominando a linguagem:


A

informal com variedades linguísticas.


B

formal.


C

padrão.


D

normal culta

No texto, a linguagem predominante é a


A

Referencial, pois traduz objetivamente a realidade externa ao emissor, ou seja, trata do papel da filosofia na educação.


B

Fática, porque objetiva iniciar um contato do emissor com o receptor, testando a importância do canal utilizado para enfatizar a importância da filosofia no papel de formação do educando.


C

Metalinguística, em virtude de ter sido utilizada para explicar a si mesma e, sobretudo, evidenciar a dificuldade de definir para o leitor certos termos próprios da área da filosofia.


D

Apelativa, visto que procura influir no comportamento do leitor, por meio de apelos, para que avalie a importância da filosofia.

Quanto ao uso dos registros da linguagem, analise as assertivas.

I- Whatsapp de adolescente a um amigo: Oi, cara. Vamos no cinema no domingo? Me responde logo. -> Linguagem coloquial adequada.

II- E-mail de aluna do ensino médio a uma de suas professoras: Envio-lhe este e-mail para justificar minha falta ontem, que era dia de prova. Amanheci muito mal, com dores pelo corpo. Amanhã levarei atestado médico. Obrigada. -> Linguagem culta adequada.

III- Ligação telefônica de estudante universitário à secretaria de seu curso: Aí, cara, tô ligando pra saber se amanhã vai ter aula, se vão abrir o portão. -> Linguagem coloquial adequada.

Está correto o que se afirma em


A

III, apenas.


B

I e II, apenas.


C

I, II e III.


D

II e III, apenas.

Que tipo de linguagem é utilizada nesses textos (diário)?


A
informal e coloquial.

B
formal e coloquial.

C
descritiva e informativa.

D
injuntiva.

É empregada uma palavra típica da linguagem coloquial e informal no seguinte trecho:


A

a cultura de botequim se transforma no tempo, conforme o que acontece


B

No botequim, não se pensa duas vezes ao preferir a piada à verdade


C

reclamava de nossos mosquitos que não paravam de picá-lo


D

Hoje, mais do que nunca, o cara no botequim é um machista.

   
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