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Sobre o emprego do acento indicativo de crase, com relação à tira, leia as proposições abaixo:
I- A crase no segundo balão do primeiro quadrinho não é obrigatória, pois nela não ocorre a fusão da preposição “a” com o artigo definido “a”.
II- No segundo quadrinho, em “algo que ativa a memória” deveria haver acento indicativo de crase no “a” de “a memória” pois ocorre a fusão da preposição “a” com o artigo definido “a”.
III- A crase em “à noite” (do primeiro quadrinho) está correta, pois sempre ocorre crase antes de locuções adverbiais temporais femininos.
Está (ão) CORRETA (S), apenas
I e III.
II e III.
III.
I.
I e II.
A expressão “Meu Deus!”, e a linguagem não verbal do menino no último quadrinho, expressa:
amor
alegria
complacência
susto
revolta
No fragmento do 2o quadrinho, “No entanto, não esqueceu o seu exército de piolhos selvagens”. A professora utiliza o termo em destaque a fim de enfatizar:
o tamanho dos piolhos.
o perigo que os piolhos representam.
o modo como ficam debaixo da touca.
o tipo de piolho.
a quantidade de piolhos.
A palavra “setecentos” aparece corretamente escrita nos quadrinhos. Assinale a alternativa em que a grafia das palavras também esteja correta.
Milhonário – seicentos – dusentas – sescenta.
Milionário – seiscentos – duzentas – sessenta.
Milionário – seissentos – dussentas – secenta.
Milhonário – seisentos – duzentas – sesenta.
Milionário – seicentos – duzentas – secenta.
A história em quadrinhos constitui-se da linguagem verbal associada a elementos não verbais, como o desenho e o contorno dos balões. No último quadrinho da tira, as linhas e expressões faciais mostram que
Cebolinha é um menino ingênuo.
Mônica tem uma força extraordinária.
a fome de Magali representa uma ameaça.
as personagens mostraram-se surpreendidas.
o autor pretendeu fazer uma crítica às crianças.
Para transmitir a mensagem de humor da tira, o cartunista Maurício de Souza recorreu a um conjunto de elementos, que partem
da decisão específica de não se comer carne.
das conhecidas características das personagens.
dos riscos de uma alimentação rica em gorduras.
dos conflitos comuns entre as brincadeiras infantis.
da capacidade da criança de tomar decisões maduras.
Analisando os recursos expressivos do texto acima, marque o item FALSO:
O espaço físico onde ocorre a cena é um consultório.
No 3° e no 4° quadros, usou-se uma mesma palavra para denotar ações diferentes: a primeira para perguntar e a segunda para responder.
O doutor potencializou o medo do menino, por dar relevância ao aspecto da dor.
No último quadro, a expressão facial do médico denota sarcasmo.
É coerente dizer que a expressão facial do médico, no 4° quadro, é de alegria.
A avaliação que o locutor 2 faz é que o locutor 1 é um falante que não aprendeu as regras da língua, porque ele
faltou às aulas de língua portuguesa.
possui limitações intelectuais.
tem baixa autocrítica.
vive fora da realidade.
A partir da leitura do Texto 3, podemos afirmar que Cascão Porker e seus amigos
revelaram o segredo de Rúfius.
encontraram o que procuravam.
estavam invisíveis durante toda a ação.
despertaram a curiosidade de Ex-Neipe.
descobriram o amor de Rúfius pela música.
Leia o quadrinho abaixo.

A expressão sublinhada – “meter o bedelho” – indica que Frank
tinha um parafuso solto.
procurava um parafuso solto.
vigiava a biblioteca durante a noite.
intrometia-se onde não devia.
tinha medo do professor Ex-Neipe.
No TEXTO 07, a construção do efeito de humor se baseia
na disputa de poder pelo domínio do discurso, o qual materializa ideologias próprias de cada personagem feminino.
na relação superioridade versus inferioridade concretizada pelo diálogo entre as duas meninas.
na crítica irônica ao discurso engajado de Mafalda, que apresenta um duplo sentido característico dos textos de humor.
na quebra de expectativa estabelecida no último quadro, pois Suzanita lutou pelo direito de falar, mas seu comentário foi fútil.
no comentário de Mafalda (primeiro quadro) chamando a pergunta de Suzanita de estúpida, crítica direta ao discurso individualista e elitizado.
Leia a tirinha para responder a seguinte questão.

Na historinha acima no segundo quadrinho o Cebolinha xinga a Mônica, fazendo o contrário do que ela havia pedido no primeiro quadrinho. Sabendo que o contrário de GORDUCHA é MAGRELA, relacione quanto o Sinônimo das palavras abaixo:
I. Relapso
II. Extraordinário
III. Porém
IV. Necessário
( ) respeitoso, importante, admirável
( ) senão, falha, contudo
( ) desinteressado, faltoso, desaplicado
( ) fundamental, forçoso, imprescindível
Marque a alternativa CORRETA:
II, III, I, IV.
IV, I, II, III.
II, IV, I, III.
III, IV, II, I.
Leia a tirinha para responder a seguinte questão.

Na tirinha acima está sendo representada uma figura de linguagem, sendo assim marque a alternativa CORRETA:
Eufemismo.
Metáfora.
Metonímia.
Onomatopeia.
Assinale a alternativa que contenha, correta e respectivamente, a classificação morfológica de "que", em "Que farão comigo?" e "Terá que pagar cinco cruzados".
Conjunção e conjunção.
Pronome e conjunção.
Preposição e pronome.
Pronome e preposição.
Advérbio e pronome.
Em “Cachorro morde ‘instrutor’”, o termo destacado é um
predicado.
predicativo do sujeito.
adjunto adverbial.
adjunto adnominal.
sujeito.
Em relação à tirinha acima, assinale a alternativa correta.
O quadrinho emprega a linguagem verbal e não verbal, também chamada de linguagem mista.
O formato e a quantidade de quadrinhos em sequência nos fornece a noção de passagem do tempo.
O uso de onomatopeia é essencial para a compreensão do quadrinho.
As linhas cinéticas não indicam o movimento da ave.
A imagem no balão de pensamento representa a descoberta do leitor sobre a condição de náufrago do pássaro.
Considerando a leitura do Texto 1, a tira em análise
insinua a ineficácia do trabalho em equipe nas situações difíceis.
demonstra a crença relacionada aos superpoderes maternos.
sugere a morte de um dos personagens por falta de socorro.
ironiza as práticas medicinais desenvolvidas por neófitos
Leia a tira abaixo de Quino.

No cerne do processo de compreensão da tira, está um processo figurativo. Que figura é essa?
Metáfora.
Metonímia.
Eufemismo.
Prosopopeia.
TEXTO 1 – FUGA
1 Mal colocou o papel na máquina, o menino
começou a empurrar uma cadeira pela sala,
fazendo um barulho infernal.
- Para com esse barulho, meu filho –
5 falou, sem se voltar.
Com três anos já sabia reagir como homem
ao impacto das grandes injustiças paternas:
Não estava fazendo barulho, estava só
empurrando uma cadeira.
10 - Pois então para de empurrar a cadeira.
- Eu vou embora – foi a resposta.
Distraído, o pai não reparou que ele
juntava ação às palavras, no ato de juntar
do chão suas coisinhas, enrolando-as num
15 pedaço de pano. Era a sua bagagem: um
caminhão de madeira com apenas três rodas,
um resto de biscoito, uma chave (onde diabo
meteram a chave da dispensa? - a mãe mais
tarde irá dizer), metade de uma tesoura
20 enferrujada, sua única arma para a grande
aventura, um botão amarrado num barbante.
A calma que baixou então na sala era
vagamente inquietante. De repente, o pai
olhou ao redor e não viu o menino. Deu com a
25 porta da rua aberta, correu até o portão:
- Viu um menino saindo desta casa? -
gritou para o operário que descansava diante
da obra do outro lado da rua, sentado no
meio-fio.
30 - Saiu agora mesmo com uma trouxinha –
informou ele.
Correu até a esquina e teve tempo de vê-lo
ao longe, caminhando cabisbaixo ao longo
do muro. A trouxa, arrastada no chão, ia
35 deixando pelo caminho alguns de seus
pertences: o botão, o pedaço de biscoito e –
saíra de casa desprevenido – uma moeda de 1
cruzeiro. Chamou-o, mas ele apertou o
passinho, abriu a correr em direção à
40 avenida, como disposto a atirar-se diante do
lotação que surgia a distância.
- Meu filho, cuidado!
O lotação deu uma freada brusca, uma
guinada para a esquerda, os pneus cantaram
45 no asfalto. O menino, assustado, arrepiou
carreira. O pai precipitou-se e o arrebanhou
com o braço como a um animalzinho:
- Que susto você me passou, meu filho –
e apertava-o contra o peito fora de si.
50 - Deixa eu descer, papai. Você está me
machucando.
Irresoluto, o pai pensava agora se não
seria o caso de lhe dar umas palmadas:
- Machucando, é? Fazer uma coisa dessas
55 com seu pai.
- Me larga. Eu quero ir embora.
Trouxe-o para casa e o largou novamente
na sala – tendo antes o cuidado de fechar a
60 porta da rua e retirar a chave, como ele
fizera com a da despensa.
- Fique aí quietinho, está ouvindo?
Papai está trabalhando.
- Fico, mas vou empurrar esta cadeira.
65 E o barulho recomeçou.
(Manuel Bandeira)
TEXTO 2
PROFUNDAMENTE
1 Quando ontem adormeci
Na noite de São João
Havia alegria e rumor
Estrondos de bombas luzes de
5 Bengala
Vozes cantigas e risos
Ao pé das fogueiras acesas.
No meio da noite despertei
10 Não ouvi mais vozes nem risos
Apenas balões
Passavam errantes
Silenciosamente
Apenas de vez em quando
15 O ruído de um bonde
Cortava o silêncio
como um túnel.
Onde estavam os que há pouco
Dançavam
20 Cantavam
E riam
Ao pé das fogueiras acesas?
- Estavam todos deitados
25 Dormindo
Profundamente
*
Quando eu tinha seis anos
30 Não pude ver o fim da festa de
São João
Porque adormeci
Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
35 Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
40 Onde estão todos eles?
- Estão dormindo
Estão todos deitados
Dormindo
45 profundamente.
(Fernando Sabino)
TEXTO 3
1 Os principais problemas da agricultura
brasileira referem-se muito mais à
diversidade dos impactos causados pelo
caráter da modernização, do que à
5 persistência de segmentos que dela teriam
ficado imunes. Se hoje existem milhões de
estabelecimentos agrícolas marginalizados,
isso se deve muito mais à natureza do
próprio processo de modernização, do que à
10 sua suposta falta de abrangência.
(Folha de São Paulo, 13/09/94, 2-2)
Texto 4

Os textos 1, 2, 3 e 4 podem ser classificados, respectivamente, como
artigo, narrativa, relato e tirinha.
narrativa, poema, reportagem e charge.
artigo, poema, reportagem e tirinha.
narrativa, poema, reportagem e tirinha.
artigo, narrativa, relato e charge.
O verbo “parecer”, no terceiro quadrinho, está conjugado no mesmo TEMPO e MODO que o verbo destacado na seguinte sentença:
Minha mãe quer que eu estude mais.
Faça já o seu dever, João!
Estude mais, disse minha mãe.
Eu entrego todos os meus trabalhos dentro do prazo.
Se ele entregasse o dever no prazo, não ficaria com pontos a menos.