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Na leitura do texto, é possível concluir que:
O texto é uma exposição;
O texto e uma injunção;
O texto é uma crônica;
O texto é um conceito técnico;
O texto é uma narrativa.
O Texto 1 organiza-se, principalmente, como:
Injuntivo
Narrativo
Descritivo
Argumentativo
O texto é predominantemente opinativo, na medida em que o autor expõe ideias peculiares.
Certo
Errado
Quanto à tipologia textual, pode-se AFIRMAR que:
Se trata de uma dissertação;
Se trata de uma descrição com alguns traços narrativos;
O autor priorizou o discurso direto;
Não se detecta a presença de personagens.
Considerando o texto 1, leia as afirmações abaixo, relativas à estrutura e à tipologia textuais.
I - O texto, escrito em linguagem coloquial, apresenta estrutura narrativa de introdução, desenvolvimento e desfecho.
II - Devido à adequada estruturação de parágrafos, o texto se enquadra na tipologia de texto dissertativo, além de usar linguagem técnica e metafórica, o que o qualifica como um texto argumentativo.
III - É um texto informativo constituído de parágrafos adequadamente construídos e escrito em linguagem culta.
Das afirmações acima, qual(is) está(ão) correta(s)?
Apenas a I.
Apenas a II.
Apenas a III.
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Assinale a correta. O texto foi escrito principalmente para:
Divulgar a descoberta de que pessoas cruéis estão próximas a todos e que é preciso fazer algo contra elas.
Relatar para o leitor dados resultantes de pesquisa que apontam para os perigos da convivência com pessoas cruéis.
Informar sobre a crueldade disfarçada a partir de dados da realidade e da reflexão sobre informações científicas.
Instruir sobre a melhor forma de não ser uma pessoa cruel e sobre saber identificar quando estiver sendo vítima de uma.
Com base no texto 'ANS ANUNCIA NOVOS PROCEDIMENTOS QUE PLANOS DE SAÙDE DEVERÂO COBRIR', leia as afirmativas a seguir:
I. O texto que se apresenta é denominado “notícia” e possui caráter informativo. Nele, o autor busca informar o público sobre um tema atual e relevante para os leitores a que se destina.
II. O texto em análise demonstra um rebuscamento e um virtuosismo característicos do gênero jornalístico. O autor utiliza o jogo sutil de palavras e ideias, ousadia de metáforas e associações para apresentar ao leitor seu ponto de vista sobre um tema socialmente relevante.
Marque a alternativa CORRETA:
As duas afirmativas são verdadeiras.
A afirmativa I é verdadiera, e a II é falsa.
A afirmativa II é verdadeira, e a I é falsa.
As duas afirmativas são falsas.
Assinale a alternativa em que fragmento do texto que, quanto ao tipo textual, pode se classificar como descritivo.
Ficaram cansados. Resolveram mudar de vida: um sonho louco: navegar! Um barco, o mar, o céu, as estrelas, os horizontes sem fim: liberdade. Venderam o que tinham, compraram um barco capaz de atravessar mares e sobreviver (...)
Era uma família grande, todos amigos. Viviam como todos nós: moscas presas na enorme teia de aranha que é a vida da cidade. Todos os dias a aranha lhes arrancava um pedaço.
Mas para navegar não basta sonhar. E preciso saber. São muitos os saberes necessários (...)
Se os barcos se fazem com ciência, a navegação faz-se com os sonhos. Infelizmente a ciência, utilíssima, especialista em saber ‘como as coisas funcionam’, tudo ignora sobre o coração humano.
Na verdade, a ordem verdadeira é a inversa. Primeiro, os homens sonham com navegar. Depois aprendem a ciência da navegação. E inútil ensinar a ciência da navegação a quem mora nas montanhas...
A sequência textual em que está escrito o texto 01 é:
Argumentativa
Descritiva
Injuntiva
Dialogal
Tempo de Escolher
“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”
(Albert Schweitzer)
Muitos amigos leitores têm solicitado minha opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras. Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde estão. Outros admiram a harmonia conquistada, mas não têm qualquer prazer no exercício de suas atividades. Uns recebem propostas para mudar de emprego, financeiramente desfavoráveis, porém desafiadoras. Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas coisas por fazer, mas não conseguem abraçar a tudo.
Todas estas pessoas têm algo em comum: a necessidade premente de escolhas. Lembro-me de Clarice Lispector: “Entre o sim e o não, só existe um caminho: escolher".
Acredito que quase todas as pessoas passam ao longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um momento especial em que uma decisão específica e irrevogável tem que ser tomada apenas porque a vida não pode continuar como está. Algumas pessoas passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam várias vezes no decorrer de sua existência.
Fazer escolhas implica renunciar a alguns desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo ao muito duvidoso. Assim, uma companhia que lhe oferece estabilidade com apatia pode dar lugar a uma dotada de instabilidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um casamento.
Prazer e Vocação
Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira delas vem de Leonardo da Vinci que dizia: “A sabedoria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse o contrário. Porém, refletindo, passei a compreender que quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se apenas procurarmos fazer o que gostamos, sempre estaremos numa busca insaciável, porque o que gostamos hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.
Todavia, é indiscutível a importância de alinhar o prazer às nossas aptidões. Encontrar o talento que reside dentro de cada um de nós ao que chamamos vocação. Oriunda do latim vocatione, e traduzida literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido de certa magia e divindade. Uma voz imaginária que soa latente, capaz de converter advogados em músicos, fazer engenheiros virarem suco. É um lugar no tempo e no espaço onde a felicidade tem sua morada.
Escolhas são feitas com base em nossas preferências. E aí torno a recorrer à etimologia para descobrir que o verbo “preferir” vem do latim praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma indicação clara de que nossas escolhas devem ser feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre-arbítrio.
O mundo corporativo nos reserva muitas armadilhas. Trocar de empresa ou mudar de atribuição, por exemplo, são convites permanentes. O problema de recusá-los é passar o resto da vida se perguntando: “O que teria acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar comigo o benefício da dúvida. Por isso, opto por assumir riscos calculados e seguir adiante. Somos livres para escolher, porém prisioneiros das consequências.
Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e apresentar propostas são um bom caminho. De nada adianta assumir uma postura defensiva e crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra você, mas a favor delas.
Por fim, combata a mediocridade em todas as suas vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados com sua vocação, de empresas que não lhe valorizam, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto, como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”. Meias-palavras, meias-verdades, mentiras inteiras, meio caminho para o fim.
Os gregos não escreviam obituários. Quando um homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com paixão?”.
QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?
COELHO, Tom. Disponível em http://www.guiarh.com.br. Acesso em: 15 out. 2016
Quanto ao tipo, o texto classifica-se predominantemente, como:
Injuntivo.
Argumentativo.
Expositivo.
Narrativo.
Quando olhamos para o mundo à nossa volta, não vemos tudo. Não podemos. A espécie humana evoluiu em condições ambientais específicas do nosso planeta, e se adaptou de forma a maximizar suas chances de sobrevivência aqui. Somos criaturas da Terra, um planeta banhado pela radiação de uma estrela cuja temperatura na superfície é de 6 mil graus centígrados. Seríamos muito diferentes se o sol fosse outra estrela.
GLEISER, Marcelo. A simples beleza do inesperado. Rio de Janeiro: Record, 2016. p. 147.
Levando em conta suas características, é correto afirmar que o texto
traz elementos de textos poéticos.
mostra elementos da narração contista.
apresenta caracteres do gênero dissertativo.
apresenta a parcialidade do gênero jornalístico.
sintetiza as formas de escrita do texto publicitário.
Com sustentação na teoria dos gêneros textuais (BAKHTIN, 1997, p. 279), constante dos PCN (BRASIL, 1998, p. 21), analise as definições seguintes e marque a opção correta.
I. O conteúdo temático é a “estrutura particular dos textos pertencentes ao gênero”.
II. A construção composicional define-se como aquilo “que é ou pode tornar-se dizível por meio do gênero”.
III. O estilo são “configurações específicas das unidades de linguagem derivadas, sobretudo, da posição enunciativa do locutor; conjuntos particulares de sequências que compõem o texto etc.”.
I, II e III são verdadeiras.
Apenas III é verdadeira.
I e II são verdadeiras.
Só II é verdadeira.
O texto caracteriza-se como
uma argumentação em defesa de tratamentos médicos alternativos.
uma descrição de experimento médico não convincente.
uma exposição dos efeitos benéficos de uma alimentação saudável.
um relato de fato histórico que confirma o exposto no primeiro período.
um exame de fatos comprobatórios da importância do empirismo na medicina.
O texto contrasta, explicitamente, duas realidades: a do m?sico bem-sucedido que toca em bailes e em ambientes elitizados, e a do cantor empobrecido que canta em bares populares e decadentes.
Em relação à tipologia textual, no texto Oh! Minas Gerais, há o predomínio do tipo
argumentativo, visto que o autor busca convencer o seu leitor sobre o quão irresistível é o sotaque mineiro.
descritivo, pois o autor descreve, por meio de exemplos, o sotaque mineiro.
instrutivo, visto que o autor incentiva o uso do sotaque mineiro.
narrativo, uma vez que o autor narra suas memórias sobre o falar mineiro.
expositivo, pois o autor declara toda sua admiração sobre o sotaque dos mineiros.
Levando em conta suas características, é correto afirmar que o texto
traz elementos de textos poéticos.
mostra elementos da narração contista.
apresenta caracteres do gênero dissertativo.
apresenta a parcialidade do gênero jornalístico.
sintetiza as formas de escrita do texto publicitário.
É explícito o propósito comunicativo presente no texto em análise: inculcar o ensinamento de que uma experiência negativa pode provocar um efeito positivo e vice-versa, por meio de uma série de acontecimentos encadeados. Com base nesse aspecto, é correto afirmar que esse propósito comunicativo assemelha-se ao do gênero textual:
certidão.
convite.
receita.
fábula.