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O aluno com deficiência mental, segundo documento MEC/SEESP (2006),
constrói conhecimento da mesma forma que os demais alunos, embora apresente dificuldades de demonstrar suas capacidades cognitivas.
tem uma maneira de lidar com o conhecimento acadêmico que corresponde ao que é esperado pela escola.
apresenta possibilidades de aprendizagem iguais às dos demais alunos, variando apenas nos diferentes níveis de compreensão.
apresenta condições de avançar nas aprendizagens, desde que os conteúdos sejam significativos e as metodologias adequadas.
é capaz de assimilar conhecimentos básicos e concretos que não envolvam abstração e generalização.
Se a criança cega não for incentivada, desde o início da vida, a conhecer e compreender o mundo de pessoas, coisas e acontecimentos, ela poderá adquirir atrasos em seu desenvolvimento global. Os atrasos mais comuns nesses casos ocorrem
no andar, na intencionalidade da ação, na construção do "eu" e na linguagem.
nos comportamentos de autoestimulação e na segurança básica.
na noção de conservação de objeto, no conceito de número e nos maneirismos.
na noção de objeto e nos comportamentos estereotipados.
na segurança básica e na linguagem oral de repetição.
Professores e familiares se queixam das crianças surdas por serem impulsivas e agitadas durante brincadeiras propostas no período pré-escolar. Essa impulsividade e agitação decorrem
I. da exclusão da criança surda da brincadeira, que é uma atividade generalizada e a língua não precisa estar o tempo todo presente.
II. das dificuldades de comunicação e cognitivas da criança surda de perceber relações interpessoais, o contexto e o objetivo final da brincadeira.
III. da falta de comunicação para compreensão das regras e objetivo da brincadeira.
IV. dos comportamentos impulsivos das crianças surdas por não serem oralizadas.
V. da dificuldade na função planejadora da linguagem apresentada pelas crianças surdas.
Está correto APENAS o que se afirma em
Um tipo de deficiência física que se apresenta frequentemente no nível de ensino da educação infantil no Brasil é
Doença de Parkinson.
Esclerose lateral amiotrófica.
Esclerose múltipla.
Paralisia cerebral.
Sequela de poliomelite.
Karina é uma criança de 8 anos que teve meningite aos 5 anos; como sequelas apresenta alteração sensorial importante, com baixa visão e perda auditiva (foi diagnosticada com perda auditiva neurossensorial moderada bilateral). Pela descrição acima, qual seria o estímulo mais indicado a ser utilizado no trabalho pedagógico com esta criança?
Utilização de objetos reais e ou miniaturas.
Livros com imagens bem coloridas.
Instrumentos musicais.
Atividade com cubos de gelo.
Brincadeira no gira-gira.
O conceito de deficiência mental é complexo e essa complexidade manifesta-se também nas investigações das suas causas, embora a constatação da deficiência
ocorra, em todos os casos, apenas por uma causa orgânica, detectável por exames clínicos.
envolva apenas a redução do coeficiente da inteligência (Q.I.), detectável mediante a aplicação de testes.
seja feita mediante a qualificação socioeducacional do sujeito.
não se esgote na avaliação da condição orgânica e/ou intelectual do sujeito.
seja definida pela recusa do sujeito em se apropriar dos saberes escolares.
A inserção de pessoas com surdez no processo de inclusão na escola comum requer
ambientes educacionais estimuladores, além do uso da língua de sinais.
o uso efetivo da língua, que basta para o aprendizado e o bom aproveitamento escolar.
o uso da língua de sinais, que é suficiente para o bom desempenho do aluno com surdez na escolarização.
o desenvolvimento de ações que tenham sentido para os alunos em geral.
a presença de bons professores, que não precisam conhecer e nem usar a língua de sinais.
Segundo Fierro (in Coll, Palacios e Marchesi, 1995), o funcionamento cognitivo do sujeito com deficiência mental é caracterizado, dentre outros, por
preservação no próprio processo de aprendizagem, pois o sujeito apresenta estratégias cognitivas diversificadas para otimizar suas experiências de aprendizagem.
preservação dos processos de transferência ou generalização de aprendizagem, decorrentes de dificuldades de conservação do conhecimento.
preservação dos processos de controle cognitivo, com facilidades no manejo e controle de estratégias cognitivas necessárias à aprendizagem.
metacognição preservada, pois o sujeito tem conhecimento acerca do próprio conhecimento e tem consciência de seus processos cognitivos, em particular do papel ativo da memória.
disfunções no processamento da informação, manifestadas na percepção, memória, formação de conceitos, de regras e outras características tipicamente humanas.
Quando uma criança cega ou com baixa visão iniciar em uma nova escola, o(a) professor(a) deverá apoiá-la em relação à sua mobilidade com segurança e independência. Uma das primeiras ações educativas a esse respeito, até mesmo antes do início das aulas, será
descrever os colegas de sala, nomeando-os para que a criança os conheça e possa interagir com eles no primeiro dia de aula.
conhecer todos os funcionários da escola, pois eles a conduzirão do portão da escola à sala de aula ao longo do ano escolar.
caminhar pelos ambientes da escola e, principalmente da sala de aula, descrevendo detalhes físicos, o que depois será repetido para introjetar o espaço e formar um mapa mental.
incumbir um aluno de ser o guia vidente da criança em seus deslocamentos pelo espaço da escola ao longo do ano.
apresentar à criança descritivamente todo o material didático que será utilizado no ano escolar para que possa acompanhar as aulas.
Quanto à etiologia, a surdocegueira pode ter causas pré-natais, como a toxoplasmose, causas perinatais, como medicação ototóxica, ou causas pós-natais, como a meningite.
Maria é uma adolescente de 14 anos, que apresenta deficiência mental associada a dificuldades motoras, mas bem desenvolvida do ponto de vista físico. Atualmente está matriculada na 3a série do ensino fundamental I e tem progredido em suas aprendizagens acadêmicas. Maria, entretanto, convive com alunos bem menores que ela e atualmente tem demonstrado desinteresse pelas atividades acadêmicas e pelo convívio com os colegas. Nesse caso, a atitude mais adequada da professora é
discutir a problemática com a equipe da escola, com a família e com a própria aluna, analisando todas as possibilidades e alternativas a fim de que juntas possam encontrar a melhor solução para o caso.
propor à equipe da escola que a aluna seja atendida somente pela professora especialista, três vezes por semana, até que volte a apresentar interesse pelas atividades acadêmicas.
indicar para a família a transferência da aluna para uma escola especial, compatível com sua problemática.
propor à família que busque atendimento psicológico ou psiquiátrico para a aluna, uma vez que se encontra com baixa autoestima.
propor para a família que busque uma escola particular regular que possa matricular a aluna na 8a série a fim de que possa conviver com colegas da mesma idade cronológica.
O professor deve trabalhar algumas habilidades com a criança cega, para que ela desenvolva maior independência e autonomia. A criança deve aprender a
I. amassar, rasgar e picar papéis;
II. colar e descolar etiquetas;
III. alimentar-se e tratar da higiene pessoal;
IV. fazer contornos de figuras no papel.
Está correto o apresentado em
Karina é uma criança de 8 anos que apresenta alteração sensorial importante. Não reconhece objetos por meio da visão. Pela descrição acima, qual seria a principal característica do estímulo que o professor deve utilizar?
Sentido tátil-cinestésico.
Sentido visual.
Sentido auditivo.
Sentido doloroso.
Sentido vestibular-equilíbrio.