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Ainda com relação às lesões mediastinais, é possível afirmar que:
paratireoide ectópica no tórax é mais comum no mediastino médio.
imediatamente após a ressecção de paratireoide ectópica mediastinal o nível de cálcio no sangue diminui.
a presença de ácido vanilmandélico na urina, em crianças com tumores de mediastino, sugere maior benignidade da lesão.
a tomografia de tórax é melhor que a RNM de tórax para a diferenciação entre lesões císticas e sólidas.
lesões tumorais no mediastino anterior são usualmente biopsiadas por mediastinoscopia convencional.
Paciente feminina 19 anos de idade com febre vespertina, sudorese noturna com derrame pleural associado e suspeita de acometimento por tuberculose. É correto afirmar que:
em pacientes com tuberculose pleural a pesquisa direta no líquido é, em geral, positiva para M. tuberculosis.
na confirmação de derrame pleural tuberculoso a pesquisa de alguma imunodeficiência deve ser realizada pela elevada associação.
a baciloscopia e o lavado broncoalveolar são os métodos Gold Standard para o diagnóstico da tuberculose pleural.
a tuberculose pleural representa, em termos relativos, uma porcentagem alta (50 a 60%) dos casos de tuberculose na região torácica.
a análise da citologia do líquido na tuberculose pleural revela um exsudato predominantemente linfocítico (>50%).
Paciente com massa pulmonar em lobo inferior esquerdo de 3,5 cm realizou biopsia transparietal com diagnóstico de adenocarcinoma. Realizou ressonância nuclear magnética (RNM) de encéfalo sem alterações. Realizou Tomografia computadorizada por emissão de pósitrons (PET-CT), na qual observou-se hipercaptação com SUV 7,5 ao nível de cadeia 10E e SUV 6,5 ao nível de cadeia 10D. Com relação a este paciente, é possível afirmar que:
não há indicação de biopsia para lesões com esse SUV.
a videotoracoscopia à esquerda consegue abordar as duas lesões.
apenas o EBUS é capaz de biopsiar as duas lesões.
a videomediastinoscopia convencional é capaz de biopsiar os dois linfonodos.
a VAMLA não está indicada para este tipo de lesão.
Qual das doenças abaixo não causa hemotórax espontâneo?
Sarcoidose.
Pneumotórax espontâneo.
Síndrome de Rendu-Osler-Weber.
Sequestro pulmonar.
Neoplasias.
As complicações pós-operatórias em cirurgia torácica podem ter consequências graves com evolução para fatalidade em segundos a minutos, devido ao comprometimento da via aérea e ventilação. Em relação a estas complicações, assinale a alternativa incorreta.
No pós operatório de traqueoplastia, a reestenose pode ser causada por uso de fios grossos na sutura da parede anterior (3.0 ou mais calibrosos) e realização de anastomose em área de mucosa traqueal inflamada
A dispneia súbita no pós-operatório de linfadenectomia mediastinal em janela aortopulmonar e de traqueoplastias pode ser decorrente de paralisia de prega vocal, secundária à lesão acidental de nervo laríngeo
Nas ressecções pulmonares lobares e sublobares, uma das medidas para prevenção de infecção de coto brônquico, seguida de deiscência, é seccionar o coto de forma que fique o mais curto possível
No transplante pulmonar, as complicações da anastomose, desde a necrose superficial de mucosa até deiscência completa, podem ocorrer em 8 a 23% dos casos, e as medidas para sua prevenção incluem o tratamento adequado do brônquio doador e anastomose boca a boca
A prevenção de síndrome pós-pneumonectomia deve ser sempre realizada com o preenchimento da cavidade pleural residual com volume semelhante ao pulmão ressecado, seja com líquido (solução salina) ou próteses de silicone
O manejo pós-operatório dos procedimentos torácicos e o tratamento de complicações têm como um dos principais componentes a condução do dreno torácico tubular e o tratamento de eventos cardiovasculares e infecciosos. Quanto às complicações pós-operatórias, assinale a alternativa correta.
Pequenas fístulas aéreas no pós-operatório são melhor manejadas com drenagem passiva em selo d’água e, se surgirem sinais de alarme como pneumotórax volumoso persistente na radiografia, hipóxia ou enfisema subcutâneo crescente, a drenagem com aspiração contínua pode ser utilizada como primeira conduta
A fibrilação atrial é uma complicação incomum no pós-operatório das abordagens torácicas, sendo ainda menos comum após resseções pulmonares maiores como bilobectomias e pneumonectomias e, quando ocorre, deve ser feita cardioversão imediata
O infarto agudo do miocárdio pode acontecer no pós-operatório de ressecções pulmonares em pacientes oncológicos em até 70% dos casos em que há doença coronariana prévia. Portanto, todos os pacientes candidatos a este tipo de ressecção devem ser submetidos a arteriografia no pré-operatório
O empiema no pós-operatório de cirurgias torácicas, quando ocorre após 4 semanas do procedimento, pode sempre ser tratado com drenagem tubular isolada, dispensando a reabordagem cirúrgica
O quilotórax no pós operatório é uma complicação rara e, quando ocorre, é indicada reabordagem cirúrgica ou tentativa de embolização guiada por hemodinâmica apenas para os casos com débito diário superior a 2.500 ml de derrame quiloso
Diante de uma criança com quadro clínico de dispneia, febre e dor torácica há 5 dias, com radiografia de tórax mostrando velamento de seio costofrênico esquerdo até metade do hemitórax e hemograma evidenciando leucocitose, associada a alargamento de mediastino, sugestivo de massa mediastinal, a investigação do derrame pleural é fundamental para diagnóstico. Neste caso, analise os cenários e condutas possíveis abaixo.
I. Deve ser realizada drenagem torácica após toracocentese se líquido com aspecto citrino, pH = 7,41 e criança hemodinamicamente instável, sem tolerar decúbito lateral, sem necessidade de guiar a punção com ultrassonografia.
II. Deve ser realizada tomografia para investigação da massa mediastinal, seguida de toracocentese guiada por ultrassonografia, e a depender de imagens tomográficas, biópsia da massa mediastinal pode ser realizada no mesmo ato anestésico da toracocentese.
III. Se confirmada massa mediastinal por tomografia, deve ser realizada de imediato videotoracoscopia para tratamento do derrame pleural e biópsia mediastinal no mesmo tempo cirúrgico, principalmente se líquido com aspecto infecioso, independente da condição hemodinâmica e ventilatória da criança.
Estão corretas as afirmativas:
I apenas
I e II apenas
II e III apenas
II apenas
III apenas
As blebs e o enfisema pulmonar (extenso, com hiperinsuflação pulmonar crônica e/ou bolhoso) são fatores de risco para pneumotórax espontâneo, e seu tratamento cirúrgico requer planejamento minucioso para seleção de pacientes. Neste contexto, assinale a alternativa incorreta.
A doença pulmonar bolhosa tem como possíveis causas: abuso de substância inalatórias, deficiência de alfa-1-antitripsina, síndrome de Ehlers-Danlos, sarcoidose, cistos pulmonares traumáticos, cisto hidático, fibrose cística e linfangioleiomiomatose
Pacientes com doença bolhosa gigante, com necessidade de ressecção, necessitam de reabilitação pulmonar pré-operatória, considerando que as doenças causadoras da bolha também acometem todo o parênquima, o que aumenta o risco de complicações respiratórias no pós-operatório
No pneumotórax espontâneo primário, o tratamento cirúrgico deve ser sempre considerado na recidiva, enquanto nos casos de pneumotórax espontâneo secundário, o tratamento cirúrgico deve ser considerado já após o primeiro episódio
O tratamento endoscópico do enfisema com válvulas unidirecionais tem como um dos pilares a análise da separação entre os lobos, a fim de determinar se, após o tratamento, haverá ventilação colateral pelas fissuras incompletas
A ressecção de bolhas únicas e blebs pode ser realizada sempre de forma minimamente invasiva e, após a ressecção das mesmas com grampeamento, é obrigatória a pleurodese química com iodopovidona associada à pleurodese abrasiva
Leia com atenção a sentença a seguir:
“O derrame pleural associado a quadro infecciosos pulmonares deve ser investigado com toracocentese diagnóstica e a conduta a ser tomada depende do volume, pH, glicose do líquido e culturas, sendo que nos derrames ______, a drenagem torácica é ______. Já nos derrames fluidos de tamanho moderados com culturas negativas e pH < 7,2, a drenagem pleural ______.
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
fluidos, de pequeno volume, com cultura negativa e pH desconhecido / sempre indicada com catéter de fino calibre e válvula unidirecional / é indicada apenas se surgirem debris em suspensão, visíveis à ultrassonografia
fluidos, de pequeno volume, com cultura negativa e pH desconhecido / contraindicada / é sempre é indicada
fluidos, de pequeno volume, com cultura positiva e pH desconhecido / contraindicada / sempre é indicada
purulentos, de pequeno volume, com cultura positiva e pH < 7,2 / sempre indicada / somente é indicada se administrado fibrinolítico imediatamente após colocação do dreno
fluidos, de pequeno volume, com cultura negativa e pH desconhecido / contraindicada / somente é indicada se houver recidiva do derrame após a primeira toracocentese de alívio
A cirurgia torácica minimamente invasiva (vídeo ou robótica), tem se difundido cada vez mais entre os cirurgiões torácicos, trazendo aos pacientes procedimentos com menor ocorrência de dor pós operatória. Sobre os aspectos técnicos destes procedimentos, assinale a alternativa correta.
O método preferencial de ligadura vascular e brônquica nas ressecções minimante invasivas é a sutura mecânica com grampeadores endoscópicos. Para vasos, usa-se grampos de 2 a 3mm (milímetros) de altura, e para divisão de brônquios e parênquima, usa-se grampos de 3 a 5mm (milímetros)
Para as lobectomias superiores videoassistidas, inicialmente o pulmão deve ser retraído anteriormente, para completa dissecção e grampeamento do brônquio lobar antes da manipulação dos vasos
A ressecção em cunha vídeoassistida ou robótica deve ser indicada para pacientes com tumores estádio I e II, com menor taxa de recorrência em relação às lobectomias e segmentectomias anatômicas
As ressecções pulmonares videoassistidas são realizadas com óticas de 0º, na maioria dos casos, visto que estas permitem um ângulo de visão mais amplo e reduzem a chance de colisão entre os instrumentos no intraoperatório
Nas ressecções pulmonares robóticas, após o posicionamento e conexão de todos os braços (docking), caso necessário, deve-se modificar o posicionamento do paciente. Esta mobilização pode ser facilmente realizada coordenada em conjunto pelo anestesista e cirurgião principal no console
Para os pacientes com empiema pleural em fase de organização, o tratamento cirúrgico sempre é indicado e diferentes técnicas podem ser utilizadas. Quanto a essas técnicas, leia as afirmativas abaixo e assinale a incorreta.
Nos casos de espessamento pleural completo, com cavidade totalmente preenchida por secreção purulenta, com múltiplos septos de fibrose, a empiemectomia é uma alternativa viável, sendo o acesso cirúrgico por via extrapleural
Pacientes frágeis, que não toleram uma toracotomia para completa descorticação pulmonar, podem ser submetidos à toracostomia, com ressecção segmentar de apenas uma cartilagem costal, seguida de limpeza da cavidade videoassistida, drenagem em selo d’água ou pleurostomia com drenagem aberta
Mesmo na fase de organização, a abordagem cirúrgica do empiema pode ser iniciada por videotoracoscopia e, se após a completa limpeza da cavidade pleural, não houver completa reexpansão pulmonar e fibrose residual, o procedimento deve ser convertido para toracotomia
Nos pacientes com empiema, em pós-operatório de pneumonectomia associado à fístula bronco-pleural, o decúbito deve ser mantido a 0º todo o tempo, para facilitar a drenagem postural de secreção, e não há benefício em instalação de dreno torácico em selo d’agua
Nos pacientes com empiema, em pós-operatório de ressecções pulmonares sem fístula bronco-pleural, a drenagem pleural tubular em selo d’água deve ser feita imediatamente
Assinale a alternativa que apresenta a vantagem da utilização de retalhos musculares para a cobertura do implante, em pacientes submetidas à mastectomia radical modificada e à reconstrução imediata da mama com implantes.
Melhora da sensibilidade cutânea
Diminuição do espaço morto
Controle oncológico
Aumento da espessura de partes moles sobre o implante
Controle da dor
Assinale a alternativa correta em relação ao protocolo ERAS (Otimização da Recuperação Pós-operatória) para pós-operatório de ressecção pulmonar.
Há elevada evidência que a anestesia locorregional é mais eficaz no controle da dor no pós-operatório.
Há elevada evidência que o uso de anti-inflamatórios em combinação ao paracetamol no pré-operatório diminui a dor aguda e crônica.
Há elevada evidência que o uso de anti-inflamatórios no pré-operatório diminui a dor aguda e crônica.
Há elevada evidência que o uso de opioides no pós-operatório é mais eficaz e com menos complicações clínicas do que a anestesia locorregional.
Há elevada evidência que o uso de opioides em combinação com anti-inflamatórios no pós-operatório é mais eficaz e com menos complicações clínicas do que a anestesia locorregional.
Considerando o aumento crescente de sobrevida dos pacientes no ambiente de terapia intensiva, devido a aumento de estratégias terapêuticas disponíveis para doenças graves, tem havido aumento consequente de pacientes em ventilação mecânica com usos de dispositivos de via aérea definitiva e, portanto, em risco para desenvolvimento de estenose traqueal, que pode ser grave e fatal, quando ocasiona oclusão de 70% da luza traqueal ou mais. Quanto ao tratamento da estenose traqueal na emergência, leia as alternativas abaixo e assinale a correta.
Todos os pacientes com histórico de intubação orotraqueal nos últimos 30 dias e readmissão no departamento de emergência com queixa de dispneia súbita, com estridor ao exame físico e progressão para insuficiência respiratória, devem ser encaminhados para broncoscopia rígida, diagnóstica e terapêutica, em caráter de emergência. A tentativa de intubação em casos graves, com dessaturação, não deve ser tentada sem broncoscopia antes
Para os pacientes com histórico de intubação orotraqueal nos últimos 30 dias e readmissão no departamento de emergência com queixa de dispneia súbita, com estridor ao exame físico e progressão para insuficiência respiratória, a única hipótese diagnóstica plausível para obstrução traqueal é a estenose
Para os pacientes com estenose crônica madura, já diagnosticada, estáveis, em ventilação em ar ambiente, e calcificação extensa da parede da traquéia, sem sucesso à tentativa de dilatação com broncoscópio rígido ou balão, deve ser considerada a traqueoplastia com traqueofissura e enxerto de cartilagem costal
Para o tratamento de estenoses crônicas da traqueia em pacientes com área extensa de processo inflamatório traqueal, acometendo mais de 2/3 do comprimento da traqueia e com malacia associada, a única opção disponível para tratamento é o tubo em T de Montgomery, o qual deve ser trocado 1 vez a cada 3 meses, a fim de evitar infecção da órtese
Duas das principais alternativas não cirúrgicas para o tratamento da estenose traqueal são o laser de argônio e a aplicação tópica de mitomicina, que só tem eficácia comprovada quando utilizados de forma combinada, sendo o laser inicial e a mitomicina a seguir, no mesmo tempo anestésico
Paciente do gênero masculino, 68 anos de idade, ex-tabagista, está em pré-operatório devido nódulo pulmonar de 3,8 cm em lobo superior direito com oclusão e invasão deste óstio. Na espirometria apresenta CVF de 82% e VEF1 de 76%. O cálculo do VEF1ppo (previsto para o pós-operatório) deste paciente, que será submetido a lobectomia superior direita com broncoplastia em manga, será de:
Dado: Considere o pulmão com 19 segmentos.
51%
60%
45%
76%
64%
Com relação ao timoma, um tipo de neoplasia primária mediastinal, assinale a alternativa correta.
É mais prevalente na primeira década de vida.
É a neoplasia mais comum do compartimento anterossuperior do mediastino.
A síndrome mais comum associada ao timoma é a de Horner.
Histologicamente, apresenta-se como benigno em todos os casos.
O tratamento preconizado é a imunoterapia associada à quimioterapia.
Um paciente do sexo masculino, 45 anos, com quadro inespecífico de tosse e dispneia, apresenta achado de massa homogênea em tomografia computadorizada de tórax, em mediastino anterossuperior. Tendo em vista o principal diagnóstico para esse quadro clínico, a terapêutica a ser instituída é a:
iodoterapia
ressecção cirúrgica
quimioterapia e radioterapia
plasmaférese e uso de gamaglobulinas
Quanto a complicações em cirurgias torácicas, sobre fístula bronco-pleural é INCORRETO afirmar:
É definida como uma comunicação entre o espaço endobrônquico e a cavidade pleural.
Os fatores de risco para o desenvolvimento deste tipo de complicação relacionam-se à indicação da cirurgia, fatores técnicos relativos à ressecção e fechamento do coto brônquico, a terapias adjuvantes (quimio e radioterapia), estado nutricional, diabetes, carcinoma na margem brônquica, à desvascularização do coto, coto brônquico longo, a doenças pulmonares pré-existentes (tuberculose fungos) que têm a ressecção pulmonar como tratamento e o uso de corticosteróide.
A fistula bronco-pleural pode ocorrer em qualquer etapa após a ressecção pulmonar, porém é mais freqüente após duas semanas de cirurgia.
A tosse é um sintoma crítico, principalmente se associada à expectoração hemoptóica, mucopurulenta, dispnéia e febre. Ao exame clínico, evidencia-se enfisema subcutâneo, abaulamento da incisão cirúrgica durante a tosse e, importante aumento do escape aéreo por todo ciclo respiratório.
Na fase tardia, a ocorrência de fistula sem empiema é rara.
Homem de 25 anos deu entrada na emergência (conduzido por parentes) consciente e orientado, falando normalmente, vítima de ferimento por arma branca, localizado no quarto espaço intercostal na linha axilar média do hemitórax direito. Apresenta-se estável, referindo dor no local da ferida, acianótico, sob uso de máscara facial, com inalação de O2 15 L/min., frequência respiratória de 22 incursões respiratórias por minuto, saturação de O2: 91% e traumatopneia. A frequência de pulso é igual a 90 bpm com PA= 120 x 80 mmHg.
A conduta a ser realizada para com este paciente pela equipe de plantonistas deverá ser
intubação orotraqueal com pressão positiva e toracocentese aliviadora no hemitórax direito
após estabilização inicial, indicar broncoscopia pela hipótese de lesão do brônquio direito
cricotireoidostomia cirúrgica, seguida de broncoscopia para reparo endoscópico da lesão
mediastinoscopia para reparo cirúrgico videoendoscópico de lesão traqueobrônquica direita
curativo de 3 pontas, seguido de drenagem torácica sob selo d’água e posteriormente, indicar toracotomia
Paciente com sintomas de dispneia aos esforços, tosse produtiva, sibilos esparsos, hepatomegalia, telangectasias, com alteração cutânea caracterizada como paniculite necrotizante e marcados sorológico ANCA positivo possivelmente é portador de qual enfermidade?
Hepatite autoimune.
Hemocromatose.
Doença de Wilson.
Deficiência de alfa-1-antitripsina