

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
São agentes biológicos para tratamento de doenças inflamatórias intestinais da classe dos anticorpos anti-TNF-alfa, EXCETO:
Adalimumabe.
Certolizumabe.
Golimumabe.
Vedolizumabe.
Carolina, 77 anos, apresentou dor em fossa ilíaca esquerda associada a náuseas, vômitos e parada na eliminação de flatos e fezes. Realizou exame de tomografia que diagnosticou diverticulite aguda complicada com abscesso pericolônico (Hinchey I), com abscesso de 3 cm no maior diâmetro. Qual é a melhor conduta para o caso?
Antibioticoterapia parenteral.
Drenagem percutânea de abscesso.
Retossigmoidectomia à Hartmann.
Retossigmoidectomia com anastomose primária e transversostomia protetora.
Menino de 9 anos é levado para triagem após seu irmão mais velho ser diagnosticado com pólipos colônicos. Está assintomático, sem doenças crônicas, não usa medicamentos nem substâncias. Exame físico normal, incluindo toque retal e pesquisa de sangue oculto nas fezes. Colonoscopia revela múltiplos pólipos adenomatosos pequenos e não displásicos. Teste genético confirma mutação germinativa no gene APC (Adenomatous Polyposis Coli). Qual é a melhor conduta inicial?
Rastreio conforme população geral.
Monitorar com sangue oculto nas fezes.
Vigilância colonoscópica frequente.
Proctocolectomia total de urgência.
Diversos espaços anorretais são criados pelas várias relações miofasciais na pelve. Existe um espaço localizado entre o músculo levantador do ânus e a rafe anococcígea que permite que a sepse isquioanal passe de um lado para o outro nos abscessos “em ferradura”. A qual espaço anorretal o trecho se refere?
Retrorretal.
Supraelevador.
Pós-anal profundo.
Pós-anal superficial.
Sobre a proctite actínica, assinale alternativa correta.
A sintomatologia aguda refere-se a sintomas até 6 semanas da radiação, já a proctite crônica após 6 semanas.
Na proctite crônica causada por radiação os sintomas geralmente acontecem 8 a 12 meses após a terapia, podendo surgir até no máximo 10 anos após o tratamento radioterápico.
Maior índice de massa corporal é fator protetor contra as complicações induzidas pela radiação.
Enemas de 5-ASA, de ácidos graxos e de esteroides demonstraram claramente seus benefícios no tratamento da proctite actínica crônica.
A terapia com formalina não é mais recomendada devido aos efeitos colaterais possíveis, como necrose de parede de reto.
As patologias anorretais, como hemorroidas, fissura anal, estenose, fístula e abscesso perianal, apresentam diferentes manifestações clínicas e exigem avaliação detalhada para definição do tratamento adequado, que pode variar de medidas conservadoras a intervenções cirúrgicas. Sobre tais patologias, analise as afirmativas a seguir.
I.Hemorroidas internas sintomáticas podem ser tratadas inicialmente com medidas conservadoras, incluindo dieta rica em fibras, hidratação adequada e modificação de hábitos evacuatórios.
II.Abscessos perianais geralmente evoluem de forma benigna e não necessitam de drenagem cirúrgica, podendo ser tratados apenas com antibióticos. III.Fissuras anais crônicas ou refratárias podem requerer tratamento cirúrgico específico, como esfinteroplastia lateral interna, para promover cicatrização e alívio da dor.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS.
I, II e III.
I.
I e III.
II.
A colelitíase é uma condição frequente, podendo levar a diversas complicações. Leia as afirmativas e marque V para verdadeiro e F para falso:
( ) A colelitíase é assintomática na maioria dos casos.
( ) A colangite aguda é uma complicação comum em pacientes com cálculos na vesícula.
( ) A ultrassonografia abdominal é o exame de escolha para diagnóstico inicial.
( ) O tratamento cirúrgico é indicado apenas em pacientes com sintomas.
Assinale a alternativa que contém a sequência correta:
V - V - F - V.
V - F - V - V.
F - V - F - V.
V - F - V - F.
A paciente retorna com os exames solicitados, com resultados negativos para metástases. Dentre as alternativas abaixo, assinale a melhor opção terapêutica para a paciente:
Retossigmoidectomia videolaparoscópica com anastomose primária.
Retossigmoidectomia com ileostomia de proteção.
Repetir colonoscopia para ressecção endoscópica da lesão.
Encaminhar ao oncologista para programação de terapia neoadjuvante.
Retossigmoidectomia abdominal com sepultamento do coto distal e colostomia proximal (cirurgia de Hartmann).
Sobre o manejo pós-ressecção de lesões colorretais, assinale a alternativa correta.
É recomendada a inspeção detalhada do defeito mucoso após a ressecção para identificar o risco de perfuração e realizar a aplicação de clipes endoscópicos quando necessário.
O fechamento profilático de defeitos de ressecção no cólon direito, independentemente do tamanho, é obrigatório.
A coagulação endoscópica com pinça ou a coagulação com a ponta da alça não são recomendadas para o controle de sangramento durante o procedimento.
Todos os pacientes em uso de antitrombóticos devem interromper a medicação obrigatoriamente antes de qualquer ressecção endoscópica de lesão colorretal ≥ 20 mm.
Lesões colorretais ressecadas ≥ 20 mm não apresentam risco significativo de complicações, como perfuração ou sangramento.
Sobre lesões do canal anal, assinale a alternativa correta.
A doença de Paget extramamária pode ocorrer no períneo e vulva, derivada de áreas abundantes em glândulas apócrinas.
O condiloma acuminado está associado ao HPV tipos 6 e 18.
A doença de Paget perineal é um adenocarcinoma intraepitelial derivado de glândulas écrinas.
A doença de Bowen é definida como um carcinoma epidermoide invasivo associado ao HPV.
O carcinoma epidermoide de canal anal (CEC) está ligado à infecção pelo HPV dos tipos 11 e 18.
Com relação à doença do cisto pilonidal, assinale a alternativa correta.
Tem como possível diagnóstico diferencial a hidradenite supurativa.
O diagnóstico do cisto pilonidal exige a realização de tomografia.
Estratégias de tratamento clínico não trazem nenhum benefício ao paciente.
O tratamento tópico com fenol tem seu papel principal em pacientes com infecção.
A doença apresenta alto impacto social, principalmente por acometer, em sua maioria, mulheres jovens.
Sobre a classificação de Paris para lesões colorretais, assinale a alternativa correta.
A classificação de Paris apresenta alta concordância entre endoscopistas experts nos países ocidentais.
Lesões do tipo 0-IIc (deprimidas) são raras e apresentam câncer com invasão submucosa em praticamente todos os casos, quando maiores do que 20 mm.
Lesões do tipo 0-IIb (planas) são as mais frequentemente associadas a câncer invasivo submucoso quando maiores do que 20 mm.
Lesões não polipoides (tipo 0-II) incluem apenas lesões planas, sem categorias adicionais baseadas em elevação ou depressão.
A classificação de Paris baseia-se no tamanho das lesões e não na morfologia.
Uma mulher de 42 anos foi submetida a uma colecistectomia laparoscópica. No período pós-operatório, evoluiu com diarreia líquida (em média, seis evacuações diárias) não responsiva ao uso de loperamida. A pesquisa de toxina de clostridioides se revelou negativa.
Qual a conduta terapêutica correta?
Colestiramina.
Octreotida.
Ondansetrona.
Pancreatina.
Metronidazol e ciprofloxacino.
O seguinte exame não faz parte do rastreamento colorretal:
pesquisa de sangue oculto nas fezes.
dosagem de antígeno carcinoembrionário (CEA).
retossigmoidoscopia.
colonografia por tomografia computadorizada.
teste de DNA fecal combinado com pesquisa de sangue oculto nas fezes.
Das características descritas, a apresentação típica da retocolite ulcerativa é:
Envolvimento segmentar do intestino delgado.
Presença de granulomas não caseosos na biópsia.
Acometimento contínuo da mucosa do reto ao cólon proximal.
Formação de fístulas e abscessos perianais.
Espessamento transmural da parede intestinal.
Paciente de 26 anos com quadro de dor anal intensa e progressiva, febre e toque retal evidenciando massa dolorosa lateral no reto, confirmado por TC como coleção interesfincteriana.
Qual a melhor conduta imediata?
Prescrever antibioticoterapia de amplo espectro por via oral e orientar acompanhamento ambulatorial em 7 dias para reavaliação da dor e da febre.
Realizar drenagem cirúrgica da coleção sob anestesia geral em centro cirúrgico, com exploração completa da cavidade abcedada e antibioticoterapia intravenosa no pós-operatório.
Instituir tratamento conservador com analgésicos potentes, anti-inflamatórios não esteroidais e compressas mornas locais, aguardando a drenagem espontânea da coleção.
Solicitar ressonância magnética de pelve para melhor delimitação da extensão da coleção e planejar a abordagem cirúrgica definitiva em um segundo momento.
Realizar punção aspirativa da coleção guiada por ultrassonografia transanal no consultório, seguida de antibioticoterapia oral e acompanhamento ambulatorial precoce.
Paciente de 78 anos, masculino, com histórico de hipertensão arterial e constipação crônica, apresenta quadro de sangramento retal de início abrupto, com sangue vermelho vivo, em moderada quantidade, acompanhado de dor abdominal difusa. O paciente tem histórico de doença diverticular do cólon controlada com orientação dietética.
Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 110/70 mmHg, frequência cardíaca de 98 bpm, hipocorado ++/4+, hipohidratado, acianótico, eupneico e apirético. Abdome levemente distendido, mas sem defesa. O toque retal revela sangue fresco e coágulos. Os exames laboratoriais mostram hemoglobina de 8,5 g/dL, sem alterações significativas no restante dos exames.
Nesse caso, a conduta mais adequada é
colectomia total imediata para controle do sangramento.
hidratação intravenosa, monitorar sinais vitais e realizar angiotomografia.
estabilização clínica, preparo do cólon e realizar colonoscopia de urgência.
angiografia com cateterização das artérias mesentéricas superior e inferior.
sigmoidectomia com síntese do reto e colostomia terminal com o cólon descendente.
Durante uma colonoscopia de rastreamento em um homem de 62 anos, são identificados três pólipos colônicos. O laudo anatomopatológico mostra:
• Um pólipo hiperplásico de 4 mm no reto.
• Um adenoma túbulo-viloso de 15 mm no cólon descendente.
• Um adenoma tubular de 6 mm no ceco.
Com base nas características histológicas e morfológicas, qual dos pólipos encontrados apresenta maior risco de transformação maligna?
Pólipo hiperplásico retal.
Adenoma tubular do ceco.
Adenoma túbulo-viloso do cólon descendente.
Todos os pólipos têm risco semelhante.
Apenas pólipos serrilhados têm potencial maligno.
Durante triagem em unidade básica de saúde, um jovem de 19 anos relata ter notado, nos últimos três meses, um padrão intestinal anormal. Ele refere diarreia persistente com muco e traços de sangue, que ocorre várias vezes ao dia. Associa os episódios a cólicas abdominais difusas e menciona ter perdido peso de forma não intencional no período. Também refere dores articulares intermitentes, especialmente em membros inferiores. Nega febre, viagens recentes, uso de antibióticos ou episódios semelhantes no passado. Com base nesse cenário, qual das condições abaixo deve ser a principal hipótese diagnóstica?
Doença celíaca.
Síndrome do intestino irritável.
Retocolite ulcerativa.
Infecção parasitária intestinal.
Colite isquêmica.
Homem de 55 anos realizou colonoscopia de rastreio que identificou lesão plana IIa pela Classificação de Paris, com cerca de 1,5cm no cólon ascendente. Como conduta, foi realizada ressecção por EMR. Em relação ao caso, é correto afirmar que o(a):
EMR underwater é considerada a opção preferencial para ressecção da lesão
uso de antibiótico como terapia profilática deve levar em conta o local e o tamanho da lesão
passagem de corrente com coagulação nas margens não diminui a recorrência de lesão adenomatosa nos casos de ressecção em piecemeal
colocação de clipe endoscópico profilático do defeito da mucosa após a EMR pode reduzir o risco de sangramento tardio no cólon ascendente