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Paciente adulto em parada cardiorrespiratória encontra-se intubado e em RCP.
Está disponível capnografia quantitativa de forma de onda, que mostra EtCO2 persistentemente em 7 mmHg após vários ciclos de compressões torácicas.
De acordo com as diretrizes do ACLS, assinale a opção que apresenta a interpretação e a conduta mais adequadas.
Tal valor de EtCO2 é esperado durante RCP, devendo-se manter qualidade das compressões e não utilizar esse dado para qualquer decisão.
Tal valor de EtCO2 sugere compressões torácicas excessivamente vigorosas, devendo-se reduzir a profundidade das compressões.
Um EtCO2 tão baixo sugere baixa eficácia circulatória - otimizar imediatamente a qualidade da RCP e reconhecer o pior prognóstico se o valor permanecer < 10 mmHg após cerca de 20 minutos.
Tal valor de EtCO2 indica retorno de circulação espontânea (RCE) iminente, e deve-se interromper as compressões para checar pulso.
O EtCO2 não tem papel estabelecido durante RCP no ACLS, sendo útil apenas para confirmar posição do tubo orotraqueal.
Paciente com doença hepática grave, decorrente de cirrose biliar primária, é levado ao pronto-socorro com sangramento gastrointestinal inferior. Ele é estabilizado e aguarda a realização de uma endoscopia de urgência.
Com base nesse cenário, assinale a alternativa correta em relação aos defeitos de coagulação associados à doença hepática desse paciente.
A administração rotineira de vitamina K por via subcutânea é eficaz para reverter rapidamente a coagulopatia em todos os pacientes com doença hepática crônica descompensada.
A correção do INR para valores abaixo de 1,5, com plasma fresco congelado, é uma meta terapêutica essencial antes de qualquer procedimento invasivo para prevenir sangramentos graves.
Em caso de sangramento ativo e refratário, a reposição de fibrinogênio com crioprecipitado é uma terapia mais direcionada e segura do que a administração de plasma fresco congelado.
O concentrado de complexo protrombínico de 4 fatores é a terapia de primeira linha recomendada para reverter a coagulopatia e controlar sangramentos em pacientes cirróticos.
O plasma fresco congelado é benéfico porque fornece apenas fatores pró-coagulantes, inclinando decisivamente a balança hemostática para a formação de coágulos sem adicionar anticoagulantes.
No âmbito dos primeiros socorros, as medidas iniciais visam preservar a vida, evitar o agravamento do quadro e promover recuperação.
Assinale a opção CORRETA:
Em casos de hemorragia externa, deve-se priorizar a aplicação de torniquete em qualquer situação, independentemente da gravidade.
Na suspeita de fratura, a imobilização do membro afetado deve incluir as articulações acima e abaixo da lesão.
Em vítimas inconscientes, a oferta imediata de líquidos por via oral é recomendada para evitar desidratação.
A verificação da respiração é dispensável quando a vítima apresenta pulso palpável.
Mulher, 29 anos é atendida pelo SAMU em domicílio, 5 dias após tireoidectomia total por bócio multinodular. Refere início súbito de parestesias periorais e em extremidades, seguido de espasmos musculares dolorosos nas mãos. Evoluiu com ansiedade intensa e dificuldade para falar. Ao exame: consciente, ansiosa, mãos em posição de espasmo carpopedal. Sinal de Trousseau positivo. ECG no monitor: QTc prolongado. A acompanhante informa que a paciente recebeu alta hospitalar há 48 horas e não iniciou suplementação prescrita.
Diante do quadro clínico apresentado, qual é o diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica mais adequada no ambiente pré-hospitalar?
Hipomagnesemia aguda; administrar sulfato de magnésio IVem bolus.
Crise de ansiedade com hiperventilação; realizar contenção verbal e reeducação respiratória.
Hipocalcemia aguda; administrar gluconato de cálcio IV, sob monitorização cardíaca.
Tetania secundária à alcalose respiratória; administrar benzodiazepínico e oxigênio suplementar.
Hipopotassemia aguda; administrar cloreto de potássio IV, sob monitorização cardíaca.
Mulher, 82 anos, institucionalizada, é atendida pelo SAMU após episódio de rebaixamento agudo do nível de consciência. Acuidadora refere urina turva e com odor fétido há 2 dias, sem febre. Possui antecedentes de hipertensão arterial, insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FE 35%) e doença renal crônica estágio 3. Faz uso regular de furosemida, carvedilol e losartana. Ao exame: Glasgow: 12 (O3 V4 M5); Temperatura= 36,1 °C; FC= 96 bpm; FR= 30 irpm; PA= 92 × 58 mmHg; SpO₂= 93% em ar ambiente. Extremidades frias, enchimento capilar 5 segundos. Diurese referida nas últimas 12 horas: mínima. Glicemia capilar: 168 mg/dL.
Durante a monitorização, o acesso venoso periférico é obtido com dificuldade. Diante desse cenário, qual é a conduta mais adequada no ambiente pré-hospitalar?
Realizar infusão rápida de 30 mL/kg de cristaloide e aguardar normalização pressórica antes do transporte.
Iniciar reposição volêmica cautelosa com bolus menores, monitorizar resposta clínica, fornecer oxigênio suplementar e priorizar transporte rápido para unidade hospitalar.
Iniciar vasopressor por via periférica imediatamente, visando a manter PAM ≥ 65 mmHg.
Administrar antibiótico empírico no atendimento pré-hospitalar e retardar o transporte até a obtenção de resposta hemodinâmica.
Considerar delirium por desidratação e insuficiência cardíaca, priorizando restrição hídrica e observação no local.
Homem, 64 anos, encontrado em domicílio após episódio de síncope. Histórico de doença coronariana e insuficiência cardíaca. Ao atendimento inicial pelo SAMU, apresenta-se consciente, porém confuso. Após estabilização primária, são observados os seguintes parâmetros: Glasgow: 13 (O3 V4 M6); PA: 86 × 52 mmHg (PAM ≈ 63 mmHg), após 500 mL de cristaloide; FC: 122 bpm; FR: 28 irpm; SpO₂: 92% com O₂ suplementar a 4 L/min. Extremidades frias, enchimento capilar 5 segundos. Lactato capilar: 4,1 mmol/L. ECG: taquicardia sinusal, sem supradesnivelamento do ST.
Durante a avaliação secundária, o paciente mantém instabilidade hemodinâmica, apesar das medidas iniciais. Considerando os critérios de gravidade e os princípios do atendimento pré-hospitalar, qual é a conduta MAIS adequada em relação ao transporte?
Priorizar transporte apenas se houver queda adicional do nível de consciência ou parada cardiorrespiratória.
Permanecer no local até completa estabilização hemodinâmica antes de iniciar o transporte.
Solicitar apoio de outra unidade para avaliação conjunta antes de decidir o transporte.
Reduzir o ritmo das intervenções para evitar iatrogenias e observar resposta clínica por período prolongado no local.
Iniciar transporte imediato para o hospital com suporte avançado, mantendo monitorização e intervenções durante o deslocamento.
Situação hipotética: Durante o atendimento a uma parada cardiorrespiratória (PCR) em ambiente hospitalar, o monitor cardíaco evidencia um ritmo de fibrilação ventricular (FV). Assertiva: A prioridade imediata, antes mesmo de iniciar as compressões torácicas, é a administração de um choque elétrico não sincronizado.
Certo
Errado
O corpo de bombeiros é acionado para socorrer um paciente de 23 anos, vítima de acidente de motocicleta. No local, o médico constata que o paciente está desorientado e com quadro de insuficiência respiratória aguda, necessitando, então, de intubação orotraqueal. Na descrição, o médico classifica a avaliação do procedimento de intubação como "Mallampati III". Tal classificação caracteriza o procedimento como sendo:
sem dificuldade, observam-se palato mole e úvula
de dificuldade moderada, observam-se palato mole e base da úvula
sem dificuldade, observam-se palato mole, úvula e pilares das tonsilas
de dificuldade moderada, observam-se palato mole, úvula e pilares das tonsilas
de grave dificuldade, não se observam nem o palato mole nem os pilares das tonsilas
Paciente de 50 anos, com asma intermitente leve bem controlada, tem uma reação alérgica a uma vacina aplicada como tratamento para alergia ao ácaro. Ele tem hipertensão e está em uso de dose máxima de losartana e atenolol. Os achados incluem urticária, dor abdominal, dispneia e chiado no peito. Epinefrina intramuscular é aplicada (0,5 mg), mas os sintomas não melhoram. Os sinais vitais estão estáveis.
Nesse momento, o tratamento correto de escolha é
difenidramina: 25 mg, intramuscular.
epinefrina 1: 1.000 (1 mg/mL): 0,3 mg, intravenoso.
hidrocortisona: 200 mg, intravenoso.
glucagon: 1 mg, intravenoso.
terbutalina: 500 mcg, subcutâneo.
Homem de 71 anos é atendido na emergência com quadro agudo de incontinência urinária. O histórico é relevante para diabetes tipo 2 e hipertensão arterial. Ele também relata dor crônica nas costas, de muitos anos de duração, que piorou recentemente. O ultrassom realizado à chegada mostra bexiga com mais de 1.000 mL de urina, sendo realizada uma cateterização vesical de alívio. O IMC é de 35 kg/m2 , mas ele relata que perdeu algum peso recentemente. Exame físico: abdome flácido e indolor; cardiopulmonar sem alteração; sensibilidade e força parecem intactas em seus membros inferiores, mas seus reflexos no joelho e no tornozelo estão diminuídos.
O exame que deve ser solicitado é
antígeno prostático específico.
punção lombar.
ressonância magnética da coluna.
tomografia de abdome e pelve.
urograma intravenoso.
Homem, 36 anos, é atendido pelo SAMU após ser encontrado em via pública, confuso e prostrado, cerca de 6 horas após ter participado de uma competição amadora de crossfit em dia de calor intenso. Relato de uso recente de anti-inflamatório não esteroidal e suplemento proteico. Nega trauma direto significativo. Ao exame: confuso, Glasgow 13 (E4 V4 M5), FC: 118 bpm, PA: 96 × 60 mmHg, FR: 22 irpm, SpO₂: 95% em ar ambiente. Temperatura: 38,5 °C. Aparente dor muscular difusa, principalmente em coxas e panturrilhas. Urina coletada em sonda vesical de alívio: coloração castanho-escura. Durante o transporte, são obtidos dados iniciais: Glicemia capilar: 102 mg/dL, diurese inicial reduzida. Na admissão hospitalar, exames laboratoriais mostram: Creatina Quinase (CK) Total: 18.000 U/L; Creatinina: 2,3 mg/dL; Potássio: 6,1 mEq/L; Cálcio: 7,6 mg/dL. Gasometria: acidose metabólica leve.
Considerando o quadro clínico apresentado, assinale a alternativa que CORRETAMENTE integra o diagnóstico, suas prováveis causas e a conduta adequada no atendimento pré-hospitalar e hospitalar inicial.
Insuficiência renal aguda primária levando a elevação secundária de CK; o tratamento inicial deve focar no uso precoce de diuréticos.
O quadro sugere mioglobinúria isolada por desidratação; hidratação oral e observação são suficientes.
Rabdomiólise por esforço físico intenso associada a hipertermia; no APH, deve-se priorizar reposição volêmica agressiva e transporte rápido, e, no hospital, hidratação venosa guiada por diurese e monitorização de eletrólitos.
Rabdomiólise traumática; a ausência de trauma significativo afasta a necessidade de reposição volêmica vigorosa.
Rabdomiólise leve; a hipocalcemia contraindica hidratação agressiva e exige correção imediata com cálcio EV.
Mulher, 39 anos, é atendida pelo SAMU por rebaixamento progressivo do nível de consciência, agitação alternando com sonolência e episódios de vômitos. Segundo familiares, apresenta perda ponderal importante nos últimos meses, intolerância ao calor e insônia, porém sem diagnóstico médico formal. Há 48 horas, evoluiu com febre, diarreia aquosa e palpitações intensas. Ao exame: confusa, pele quente, úmida, sudoreica. Tremor fino de extremidades. Temperatura: 40,1 °C, FC: 168 bpm, PA: 150 × 86 mmHg. Ausculta cardíaca: ritmo irregular. Abdome: ruídos aumentados, sem dor à palpação. Glicemia capilar: 132 mg/dL. ECG no monitor: fibrilação atrial com resposta ventricular rápida.
Durante o transporte, a equipe considera hipóteses diagnósticas e discute condutas iniciais. Com base no quadro apresentado, assinale a alternativa que CORRETAMENTE identifica o diagnóstico mais provável, a conduta adequada no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) e a sequência terapêutica correta no hospital.
Síndrome neuroléptica maligna; a ausência de rigidez muscular não afasta o diagnóstico, sendo indicado dantrolene precoce.
Sepse grave de foco abdominal; iniciar uso imediato de antibiótico de amplo espectro e expansão volêmica agressiva.
Síndrome serotoninérgica; iniciar benzodiazepínico e antagonista serotoninérgico.
Crise tireotóxica; a conduta inicial correta é administrar iodo imediatamente para bloquear a liberação hormonal, seguido de betabloqueador e, posteriormente, antitireoidiano.
Crise tireotóxica; no APH, priorizam-se suporte clínico, controle térmico e betabloqueador, e, no hospital, a sequência correta é: antitireoidiano → iodo → corticosteroide.
Homem, 68 anos, é atendido pelo SAMU com palpitações súbitas, dispneia leve e mal-estar há cerca de 6 horas. É portador de hipertensão arterial, diabetes Mellitus tipo 2 e com histórico de AVC isquêmico há 3 anos, sem sequelas. Faz uso regular de losartana e metformina. Ao exame: consciente, orientado, FC: 148 bpm, PA: 126 × 78 mmHg, FR: 20 irpm, SpO₂: 96% em ar ambiente, Ausculta cardíaca: ritmo irregular. Ausculta pulmonar: sem estertores. Monitor cardíaco: fibrilação atrial (FA) com resposta ventricular rápida. Durante o transporte, o paciente mantém estabilidade hemodinâmica.
Na emergência hospitalar, após 2 horas, permanece em FA, FC média de 130 bpm, sem sinais de instabilidade. Ecocardiograma transtorácico sem trombo intracavitário nem disfunção ventricular significativa. Após 48 horas, o paciente recebe alta hospitalar.
Considerando o caso descrito, qual alternativa descreve CORRETAMENTE a conduta mais adequada no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), hospitalar e após a alta, respectivamente?
APH: observação clínica | Hospital: cardioversão elétrica tardia | Pós-alta: suspensão de toda terapia se ritmo sinusal.
APH: cardioversão elétrica imediata | Hospital: antiagregação plaquetária | Pós-alta: betabloqueador isolado.
APH: cardioversão farmacológica | Hospital: alta precoce sem anticoagulação | Pós-alta: acompanhamento apenas se recorrência.
APH: controle da frequência cardíaca e monitorização | Hospital: estratégia de controle de frequência ou ritmo + anticoagulação | Pós-alta: anticoagulação oral contínua e controle rigoroso de fatores de risco.
APH: anticoagulação plena imediata | Hospital: alta direta | Pós-alta: antiagregante plaquetário.
Mulher, 60 anos, é atendida pelo SAMU após episódio de mal-estar súbito, associado à dispneia progressiva e desconforto torácico inespecífico, iniciados há cerca de 2 horas. Relata tontura e sensação de desmaio, sem perda da consciência. Antecedentes de hipertensão arterial, varizes de membros inferiores e viagem rodoviária prolongada (10 horas) há 5 dias. Ao exame: consciente, ansiosa. Sinais vitais: FC= 108 bpm; PA: 104 × 66 mmHg; FR: 24 irpm; SpO₂: 90% em ar ambiente. Ausculta pulmonar: sem alterações. Ausculta cardíaca: bulhas normais, B2 discretamente hiperfonética. Extremidades: sem alterações. Monitor cardíaco: taquicardia sinusal. ECG: inversão de onda T em V1–V3. Durante o atendimento, após oxigênio suplementar (4 L/min), a paciente evolui com queda da pressão arterial para 88 × 54 mmHg, mantendo taquicardia.
Considerando o cenário clínico e as possibilidades diagnósticas e terapêuticas no Atendimento Pré-Hospitalar (APH), qual é a melhor interpretação e conduta?
Síncope vasovagal secundária à ansiedade; manter observação até estabilização completa.
Síndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento; iniciar antiagregação e transporte não prioritário.
Tromboembolismo pulmonar de risco intermediário-alto com instabilidade hemodinâmica inicial; iniciar suporte ventilatório, volume cauteloso e transporte imediato para centro com capacidade de trombólise.
Pneumonia atípica de início recente; iniciar antibiótico empírico no APH.
Disfunção ventricular esquerda aguda; iniciar diurético e nitrato sublingual.
O atendimento inicial em situações de urgência e emergência deve seguir protocolos estabelecidos para garantir a abordagem rápida e eficaz do paciente. Dado o contexto, analise as afirmativas a seguir.
I.Em casos de parada cardiorrespiratória, a massagem cardíaca deve ser iniciada imediatamente, com compressões torácicas em uma frequência mínima de 80 compressões por minuto.
II.A avaliação primária em um paciente politraumatizado deve seguir a abordagem do ABCDE, priorizando vias aéreas, respiração e circulação antes de prosseguir com outros cuidados.
III.O choque anafilático pode ser tratado inicialmente com antihistamínicos e corticoides, sendo a adrenalina reservada apenas para casos refratários.
Está correto o que se afirma em:
II, apenas.
III, apenas.
I, II e III.
I e II, apenas.
A única forma de acesso aos atendimentos dos centros de atendimento psicossocial (CAPS) se dá por meio de solicitação do próprio usuário, dados os aspectos éticos envolvidos nesses atendimentos.
Certo
Errado
Um paciente de 28 anos, vítima de colisão por engavetamento, dá entrada na sala de trauma trazido pelo SAMU. Ele está inconsciente, com vias aéreas obstruídas por sangue e vômito, apresenta respiração ruidosa e irregular, pulso radial filiforme e ferimento cortocontuso sangrante na coxa esquerda. Qual a primeira conduta a ser adotada para essepaciente?
Manter vias aéreas pérvias com cânula orofaríngea e iniciar ventilação com máscara-válvula-bolsa, enquanto solicita à equipe de anestesia intubação orotraqueal.
Realizar compressão direta no ferimento da coxa esquerda e iniciar reposição volêmica com solução cristaloide aquecida em acesso venoso intraósseo.
Imobilizar a coluna cervical, realizar exame físico rápido para identificar outras lesões e solicitar exames de imagem (radiografia de tórax e pelve).
Administrar oxigênio suplementar por cateter nasal a 15L/min e realizar manobra de elevação da mandíbula para garantir permeabilidade das vias aéreas.
Qual dos seguintes medicamentos pode ser indicado na ressuscitação cardiopulmonar, independentemente do ritmo da parada cardiorrespiratória?
Vasopressina.
Atropina.
Bicarbonato de sódio.
Epinefrina.
Amiodarona.
Sobre o manejo ventilatório de vítimas graves de afogamento (graus 4 a 6), assinale a alternativa correta.
Sobre o manejo ventilatório de vítimas graves de afogamento (graus 4 a 6), assinale a alternativa correta.
A pressão expiratória positiva final (PEEP) deve ser ajustada continuamente entre as primeiras 48 e 72h, conforme melhora clínica.
Deve-se manter a PaCO₂ ao redor de 35 mmHg para evitar lesão cerebral secundária, principalmente em afogamento grau 6.
A hipercapnia permissiva é indicada nas primeiras 24h para evitar lesões alveolares por barotrauma.
A Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA), que ocorre em afogamento grau 6, tem recuperação lenta e costuma deixar sequelas pulmonares.
A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é um sistema usado para avaliar o nível de consciência em pacientes com lesão cerebral, medindo respostas oculares, verbais e motoras. Seu escore varia de 3 a 15, indicando gravidade crescente da alteração neurológica. Sobre a Escala de Coma de Glasgow, assinale a alternativa INCORRETA.
Flexão anormal (decorticação) na resposta motora contabiliza escore 3.
A ausência de resposta verbal conta como 1 ponto.
A abertura ocular em resposta à dor contabiliza escore 2.
A resposta verbal orientada conta com escore 4.
A extensão anormal (descerebração) contabiliza escore 3.