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O sinal que determinará, na fase inicial, a extensão de sua lesão é
o movimento voluntário na mão.
o reflexo ou sensibilidade anal.
a espasticidade no membro inferior.
a sensibilidade dolorosa no tronco.
a insuficiência respiratória.
Um paciente de 42 anos foi levado ao plantão após colisão automobilística, apresentando traumatismo craniano moderado (GCS=10). A tomografia de crânio revela contusão frontotemporal. Ele está agitado, com sinais de hipertensão intracraniana incipiente. Diante do cenário de trauma crânio-encefálico, marque a melhor estratégia no manejo inicial.
Evitar monitorização de pressão intracraniana (PIC), pois a contusão é moderada e a sedação leve basta.
Aplicar diurético osmótico (manitol ou salina hipertônica), estabilizar ABC (via aérea, respiração, circulação) e monitorar PIC, considerando intervenção neurocirúrgica se piora.
Fornecer analgésico oral, mantendo o paciente acordado para observação.
Aguardar regressão espontânea dos sintomas, dispensando suporte intensivo ou TC de controle.
No paciente com trauma raquimedular, o nível da lesão é classificado da seguinte forma:
usando o padrão internacional de classificação, o nível da lesão é definido pela preservação da sensibilidade e pelo comprometimento do movimento.
a primeira letra refere-se à porção da coluna comprometida, e o número refere-se ao primeiro nível de perda de função muscular.
o primeiro nível bilateral de sensibilidade comprometida é considerado o nível mais alto do comprometimento.
relativamente ao nível mais caudal da lesão, considera-se o primeiro grupo muscular afetado como o nível da lesão.
com relação ao segmento mais caudal, que apresenta as funções sensitiva e motora preservadas em ambos os lados.
Com relação ao trauma cranioencefálico, assinale a alternativa CORRETA:
A hiperventilação age aumentando a PaCO2 e produzindo uma vasodilatação cerebral.
A hiperventilação age aumentando a PaCO2 e produzindo uma vasoconstricção cerebral.
A hiperventilação agressiva e prolongada pode resultar em isquemia cerebral no cérebro já lesionado, causando vasodilatação cerebral grave e, portanto, prejuízo na perfusão cerebral.
A hiperventilação agressiva e prolongada pode resultar em isquemia cerebral no cérebro já lesionado, causando vasoconstricção cerebral grave e, portanto, prejuízo na perfusão cerebral.
Paciente do sexo masculino, de 35 anos, vítima de acidente automobilístico, é admitido na emergência com dor intensa no quadril direito e incapacidade de mobilização do membro inferior. No exame físico, o membro apresenta encurtamento, rotação interna e dor exacerbada à palpação na região inguinal. Radiografias anteroposterior e oblíqua do quadril mostram fratura-luxação posterior do acetábulo.
Qual a conduta inicial mais apropriada a esse caso, considerando os riscos associados?
Redução incruenta imediata na emergência, seguida por imobilização temporária com tração esquelética e avaliação por tomografia computadorizada para decidir sobre tratamento cirúrgico.
Redução incruenta imediata na sala de emergência, sem anestesia, com controle radiográfico simples e manejo conservador, caso a redução seja satisfatória.
Encaminhamento ao centro cirúrgico, onde será realizada a redução incruenta com sedação ou anestesia geral, seguida de fixação aberta do acetábulo, independentemente da avaliação por imagem pós-redução.
Início da fixação percutânea temporária da fratura para estabilização inicial e postergação da redução até a estabilização hemodinâmica e a disponibilidade de imagens de alta resolução.
Controle da dor e estabilização hemodinâmica inicial, com adiamento de qualquer tentativa de redução ou intervenção cirúrgica até a realização de tomografia computadorizada e de avaliação multidisciplinar.
Uma lesão transfixante de 06 cm no manguito rotador, de acordo com Cofield, é uma lesão
irreparável.
média.
pequena.
grande.
massiva.
Com relação a reposição de sangue no trauma, assinale a alternativa CORRETA com relação a transfusão maciça:
É mais frequentemente definida como a transfusão de 10 unidades de concentrado de hemácias dentro das primeiras 12 horas da admissão hospitalar, ou mais de 3 unidades dentro da primeira hora.
É mais frequentemente definida como a transfusão de 10 unidades de concentrado de hemácias dentro das primeiras 6 horas da admissão hospitalar, ou mais de 4 unidades dentro da primeira hora.
É mais frequentemente definida como a transfusão de 10 unidades de concentrado de hemácias dentro das primeiras 24 horas da admissão hospitalar, ou mais de 4 unidades dentro da primeira hora.
É mais frequentemente definida como a transfusão de 10 unidades de concentrado de hemácias dentro das primeiras 12 horas da admissão hospitalar, ou mais de 4 unidades dentro das primeiras 2 horas.
Qual a desvantagem que pode ocorrer quando escolhe-se a hemiartroplastia como opção de tratamento para uma fratura fechada e com desvio no úmero proximal?
Risco de lesão do nervo axilar.
Disfunção do manguito rotador.
Aumento de risco de osteonecrose.
Rigidez articular.
Resultado funcional pobre.
O tempo cirúrgico principal do tratamento de fraturas expostas como as do caso em questão consiste na estabilização com fixador externo.
Certo
Errado
São causas de aumento da pressão intracraniana na categoria de edema cerebral, EXCETO:
Lesão direta.
Alteração na oferta sanguínea.
Inflamação.
Aumento da resistência vascular: anestésicos inalatórios ou hipercapnia.
Insuficiência hepática.
Considerando-se as condições que sugerem internação hospitalar para o paciente queimado, analisar os itens.
I. Grandes queimados.
II. Queimados idosos ou tenra idade.
III. Queimaduras incapacitantes.
Está CORRETO o que se afirma:
Apenas no item I.
Apenas nos itens I e II.
Apenas nos itens II e III.
Em todos os itens.
Mulher, 69 anos, hipertensa, vítima de queda da própria altura após tropeçar, tendo batido a cabeça em uma mesa, com ferimento corto-contuso de 3 cm em região temporal à direita. Admitida consciente, escala de Glasgow 15, pupilas isocóricas e fotorreagentes, sem sinais localizatórios. Considerando o caso apresentado, além de realizar a sutura do ferimento, deve-se:
Dispensar a paciente sem necessidade de investigação adicional.
Internar a paciente para observação clínica e neurológica.
Realizar tomografia computadorizada de crânio sem contraste.
Realizar radiografia de crânio em três posições.
Dispensar o uso de antitetânica caso tenha se vacinado na adolescência.
Paciente de 28 anos, vítima de queda de altura, apresenta paralisia dos membros inferiores, hipotensão arterial persistente e bradicardia mesmo após administração adequada de fluidos. Qual das seguintes alternativas melhor descreve o quadro clínico apresentado?
O choque neurogênico ocorre pela perda do tônus simpático, resultando em hipotensão associada à bradicardia.
O choque medular resulta de hemorragia epidural extensa, causando hipertensão e taquicardia compensatória no paciente.
O choque neurogênico é mais comum em lesões abaixo do nível torácico, em que há mínima disfunção autonômica.
O choque neurogênico responde adequadamente à reposição volêmica, sem necessidade de drogas vasopressoras.
O choque medular se caracteriza por hipertensão arterial e taquicardia devido à estimulação do sistema nervoso simpático.
Paciente desconhecido, 35 anos, masculino, vítima de lesão por arma branca em região torácica. Na admissão no pronto-socorro, apresenta sudorese, dispneia importante, taquipneia, taquicardia, distensão de veias jugulares, murmúrios vesiculares diminuídos à direita e hipertimpanismo à percussão torácica do mesmo lado. Qual é o diagnóstico mais provável?
Hemotórax maciço.
Pneumotórax simples.
Pneumotórax hipertensivo.
Tamponamento cardíaco.
A causa mais comum de rigidez após artroplastia total do joelho é
superdimensionamento do componente femoral.
gap de flexão apertado.
gap de extensão apertado.
artrofibrose.
overstuffing patelofemoral.
Um homem de 42 anos é admitido no pronto-socorro após acidente automobilístico, no qual colidiu contra um poste em alta velocidade. Na admissão, ele está em Glasgow Coma Scale (GCS) 8 (abertura ocular: 2, resposta verbal: 3, resposta motora: 3). Apresenta pupila esquerda midriática e não responsiva à luz e sinais de fratura de base de crânio (equimose periorbital bilateral e otorragia). A pressão arterial é de 180/100 mmHg, frequência cardíaca de 58 bpm e há suspeita de herniação cerebral. Qual deve ser a conduta inicial mais apropriada nesse caso?
Solicitar tomografia computadorizada (TC) de crânio e esperar os resultados para decidir a conduta.
Iniciar monitorização invasiva da pressão intracraniana (PIC) antes de qualquer intervenção cirúrgica.
Administrar manitol 1 g/kg para redução da pressão intracraniana e reavaliar após 30 minutos.
Indicar craniectomia descompressiva emergencial baseada nos achados clínicos.
Realizar intubação orotraqueal para proteção da via aérea e ventilação controlada.
Em relação ao trauma torácico, assinale a alternativa correta.
O pneumotórax hipertensivo é causa de choque obstrutivo.
O pneumotórax aberto é caracterizado por uma abertura na parede torácica de aproximadamente três quartos do diâmetro da traquéia.
O hemotórax maciço é caracterizado por um volume de sangue igual ou maior que 2000 mL em um hemitórax.
O tamponamento cardíaco é resultante mais comumente de traumas contusos.
A contusão pulmonar é geralmente diagnosticada no exame primário.
Paciente masculino, 35 anos, vítima de politraumatismo após acidente automobilístico, é admitido no pronto-socorro. Ao exame inicial, apresenta-se intubado e com dreno torácico inserido no hemitórax esquerdo devido a suspeita de pneumotórax. Os sinais vitais incluem pressão arterial de 90/60 mmHg, frequência cardíaca de 120 bpm, frequência respiratória de 30 irpm e saturação de oxigênio de 88% em ventilação mecânica. Foi realizada a seguinte radiografia de tórax:

Com base no caso clínico acima e nos achados da imagem, o diagnóstico mais provável é:
Intubação seletiva do brônquio-fonte direito.
Pneumomediastino superior extenso.
Hérnia diafragmática esquerda traumática.
Hemotórax moderado à direita.
Pneumotórax hipertensivo não resolvido.
Na fratura de Galeazzi sem fratura do estiloide da ulna, após redução e fixação com placa e parafusos da fratura do rádio, à avaliação da articulação rádio ulnar distal, esta apresenta-se instável, porém reduzida. Para tratar adequadamente esta fratura, deve-se
explorar e reparar a fibrocartilagem triangular e fixar o rádio à ulna com fio de Kirschner.
fixar a articulação radioulnar distal, não havendo necessidade de reparar a fibrocartilagem triangular.
como a articulação está reduzida, não há necessidade de abordá-la. O membro deve ser imobilizado em pronação por 8 semanas.
fixar a articulação radioulnar distal com 02 parafusos canulados e imobilizar o membro em supinação.
explorar e reparar a fibrocartilagem triangular e imobilizar o membro em pronação para maior estabilidade da articulação radioulnar distal, sem fixá-la.