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Leia com atenção a afirmativa a seguir.
A deficiência de _________ em pacientes que fizeram cirurgia bariátrica, é algo bastante comum devido à complexidade da sua absorção e de necessitar do _______. No entanto, pacientes pós-bariátricos devem suplementar esta vitamina via _________.
Marque a opção que preenche CORRETA e respectivamente as lacunas.
vitamina D / sol / intravenosa.
cobalamina / fator intrínseco / intramuscular.
tiamina / ferro / oral.
cálcio / fator intrínseco / oral.
vitamina K / selênio / intramuscular.
A creatinina, apesar de ser um marcador de avaliação de função excretora do rim, pode aparecer aumentada em caso de trauma e cirurgias de grande porte.
Certo
Errado
Paciente submetido a cirurgia abdominal apresentou deiscência de anastomose com consequente desenvolvimento de fístula colônica e peritonite. Após melhora do processo infeccioso e observação de baixo débito diário da fístula, inicia-se:
dieta via oral líquida completa.
dieta via oral branda.
nutrição enteral por sonda, fórmula polimérica com fibras solúveis.
nutrição enteral por sonda, fórmula elementar.
nutrição parenteral exclusiva.
Paciente masculino, 56 anos, em recuperação pós-intervenção cirúrgica, tem indicação de dieta pobre em vitamina K, dentre outros fatores, devido ao uso contínuo de anticoagulante. Conforme a prescrição, qual dos seguintes alimentos deve ser evitado na dieta do paciente?
Laticínios.
Alimentos conservados em óleo vegetal.
Suco de abacaxi.
Café instantâneo.
Arroz.
As dificuldades da terapia nutricional no pós-operatório em crianças com cardiopatias congênitas são inerentes aos pacientes de alto risco cirúrgico, pois eles têm maior propensão às complicações da terapia nutricional, dentre elas:
Excesso de oferta proteica, que pode causar descompensação cardíaca.
Baixa oferta calórica, que pode aumentar a frequência cardíaca.
Oferta excessiva de carboidratos, que aumenta a liberação de insulina, promovendo, por seu efeito antinatriurético, a retenção de sódio.
Oferta hídrica excessiva que pode aumentar o gasto energético.
A dieta imunomoduladora pode contribuir para a diminuição das complicações pós-cirúrgicas e para uma melhor recuperação do peso, tendo grandes chances de influenciar significativamente na sobrevida do paciente oncológico. Segundo o Consenso Nacional de Nutrição oncológica – 2016, a terapia imunomoduladora deve ser iniciada, independente do estado nutricional de pacientes que serão submetidos a cirurgias de grande porte, em um prazo de até:
3-5 dias antes da cirurgia
2-3 dias antes da cirurgia
5-7 dias antes da cirurgia
5-10 dias antes da cirurgia
3-10 dias antes cirurgia
Uma dieta leve é destinada a pacientes em situação de pré ou pós operatório, no caso de alteração gastrintestinal ou dificuldades de mastigação e/ou deglutição. Nesse tipo de dieta, são proibidos alimentos do tipo:
Caldos, consomês, cremes, sopas com legumes cozidos em pedaços.
Pera e banana macia, cruas ou em forma de purê.
Geleia, mel, requeijão, margarina, manteiga.
Iogurte de frutas, sorvete, milk-shakes.
Grãos de Leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão de bico).
A Cirurgia Bariátrica (CB) é considerada a melhor alternativa de tratamento da obesidade classes II e III em pacientes que não apresentam boa resposta ao tratamento clínico, por possibilitar redução da mortalidade geral, com a redução do peso. Dentro desse contexto, a CB pode ser subdividida em três grupos de acordo com seus mecanismos de ação: restritiva, disabsortiva e mista. Aponte a técnica cirúrgica disabsortiva, dentro da perspectiva da cirurgia bariátrica.
Derivação Gastrojejunal.
Gastroplastia Vertical.
Derivação Biliopancréatica.
Banda Gástrica ajustável.
Bandagem Vertical.
A partir de extensa revisão de literatura sobre cuidados nutricionais perioperatório em procedimentos cirúrgicos eletivos, com base no projeto de aceleração da recuperação total pós-operatória (ACERTO), uma recomendação forte e com alta qualidade de evidência é:
a prescrição de fórmulas enterais contendo proteína íntegra e de baixo percentual de lipídios está recomendada na maioria dos pacientes submetidos a operações abdominais de grande porte. Para desnutridos graves, com câncer do aparelho digestivo ou com câncer de cabeça e pescoço, recomenda-se terapia nutricional com imunonutrientes.
a terapia nutricional oral com suplementos orais ou a nutrição enteral devem ser mantidas após a alta em pacientes que fizeram uso de terapia nutricional no período perioperatório e ainda não conseguem manter as necessidades proteico-calóricas somente por via oral.
a terapia nutricional pós-operatória por cateter ou sonda, de forma precoce, deve ser considerada para pacientes submetidos a operações de grande porte de cabeça e pescoço e do trato digestivo superior ou para aqueles pacientes que não conseguem atingir 60% da meta nutricional proposta após cinco a sete dias de pós-operatório somente com a via oral.
quando a via digestiva está impossibilitada para uso ou quando a oferta calórica não consegue atingir 60% da meta calórica planejada após cinco dias de pós-operatório, a terapia nutricional parenteral deve ser prescrita, isoladamente ou associada à nutrição enteral.
Paciente do sexo feminino, 42 anos, está internada no setor de clínica cirúrgica do hospital para realização de ressecção de tumor gástrico com indicação de gastrectomia parcial com Billroth II. Evoluiu no pós-operatório com síndrome de dumping. Para o manejo da síndrome de dumping, a paciente deve:
ingerir pequenos goles de líquidos com as refeições.
caminhar após as refeições principais.
restringir carboidratos complexos.
limitar o consumo de fibras solúveis.
incluir em cada refeição um alimento que contenha proteína.
O tratamento cirúrgico eletivo, de urgência ou de emergência, desencadeia respostas fisiológicas nos pacientes de acordo com a magnitude do traumatismo. Ainda que não se possa evitar completamente a ocorrência dessas respostas ao estresse cirúrgico, alguns nutrientes podem minimizar os efeitos deletérios inerentes ao procedimento. Para melhorar a cicatrização, com redução de complicações pós-operatórias, recomenda-se a utilização de fórmulas suplementadas com
ômega 3.
probióticos.
prebióticos (inulina e frutooligossacarídeos).
arginina.
citrulina.
A Cirurgia Bariátrica tem sido considerada uma ferramenta mais eficaz na redução da obesidade mórbida, no entanto, pode promover extensas alterações no trato gastrointestinal e aumenta o risco de deficiências nutricionais, é correto dizer, EXCETO em:
A alta ingestão de alimentos como o arroz branco, carboidratos derivados de açúcares refinados, gorduras e óleos que não constituem fonte de tiamina, é exclusivamente a causa da deficiência desse mineral em pacientes que foram submetidos à cirurgia bariátrica pelo procedimento de by-pass gástrico em Y-de-Roux.
O déficit de nutrientes alimentares como ferro e vitamina B12 levam o indivíduo a sintomas como fadiga e consequentemente ocasiona em diminuição dos níveis de atividade física sistematizada e habitual.
A relação de dependência crescente de refeições que apresentam um elevado teor calórico é um dos fatores relacionados com a deficiência.
A cirurgia bariátrica é capaz de interferir na manutenção do peso devido a uma baixa absorção de nutrientes, deficiência de micronutrientes e gasto energético além do desenvolvimento de certas patologias em pacientes submetidos ao procedimento de cirurgia bariátrica.
Paciente feminina, 32 anos, que está em pósoperatório de cirurgia do trato gastrointestinal, tem indicação de dietoterapia com característica branda e pobre em resíduos. Diante disso, a dieta da paciente pode conter
vegetais folhosos crus.
frutas cruas sem casca.
cereais integrais.
legumes cozidos.
frutas cozidas com casca.
A perda de células parietais, como ocorre em ressecção gástrica e cirurgia bariátrica, pode resultar em deficiência de vitamina B12 por redução da capacidade absortiva. Sobre a absorção da vitamina B12 assinale a alternativa CORRETA.
A união da vitamina B12 com o Fator Intrínseco ocorre no estômago em pH ácido e é necessária para sua absorção no íleo terminal.
No duodeno a vitamina B12 liga-se ao Fator Intrínseco, que é uma glicoproteína secretada pelas células do estômago, para que sua absorção ocorra no íleo terminal.
As bactérias do colón sintetizam vitamina B12 e sua absorção garante as necessidades de pessoas que não ingerem alimentos fontes dessa vitamina.
A vitamina B12 se liga ao Fator Intrínseco (FI) no íleo, imediatamente antes da união com o receptor específico para o complexo vitamina B12-FI.
No estômago, a vitamina B12 é dissociada das proteínas por ação das proteases pancreáticas e se liga ao Fator intrínseco (FI) para então ser absorvida no complexo B12+FI no íleo proximal.
A suplementação de glutamina e arginina é essencial para a cicatrização de feridas, independentemente da oferta proteica.
Certo
Errado
Segundo as diretrizes do projeto ACERTO (2017), líquidos contendo carboidratos (maltodextrina) e lipídios (óleo de soja) devem ser ingeridos até uma hora antes da anestesia, exceto para casos de retardo no esvaziamento esofágico ou gástrico.
Certo
Errado
Segundo as diretrizes do projeto Aceleração da Recuperação Total Pós-Operatória (ACERTO) (2017), para o jejum pré-operatório para pacientes de cirurgias eletivas, recomenda-se jejum de sólidos de 6 horas a 8 horas antes da indução anestésica.
Certo
Errado
Diretriz ACERTO de intervenções nutricionais no perioperatório em cirurgia geral eletiva, dentre algumas normativas, estabelece que “Bebidas contendo carboidratos associados a fonte proteica (glutamina ou proteína do soro do leite) podem ser ingeridas até 3h antes do procedimento anestésico com segurança”. “Podendo ser utilizadas para abreviar o jejum pré-operatório.”. Qual o grau de recomendação e força de evidência desse procedimento?
Grau da Recomendação: FRACA e Força de evidência: ALTA.
Grau da Recomendação: MODERADA e Força de evidência: MODERADA.
Grau da Recomendação: FRACA e Força de evidência: MODERADA.
Grau da Recomendação: ALTA e Força de evidência: MODERADA.
Grau da Recomendação: MODERADA e Força de evidência: ALTA.
O Consenso da Sociedade Norte-Americana de Cirurgiões, publicado em 2013 (MCCLAVE et al., 2013), recomenda que a triagem nutricional deva ser realizada rotineiramente como parte da avaliação pré-operatória para qualquer paciente candidato à cirurgia de grande porte. Os parâmetros para classificação de risco são:
albumina sérica, risco elevado quando < 5,0 g/dL.
proteína C reativa, para avaliação inflamatória.
índice de Massa Corpórea, risco elevado <16,5 kg/m2 ou > 40 kg/m2 .
percentual do peso corporal atual em relação ao ideal, risco elevado < 80%.
perda de peso corporal em relação ao habitual, risco elevado para perda > 15% em um mês.
A má absorção intestinal secundária à perda da superfície da mucosa funcionante, em consequência de ressecção cirúrgica, derivações do trânsito intestinal ou por perdas dos enterócitos, resultando em sintomas como diarreia grave e deficiências nutricionais importantes, define a
síndrome do intestino irritável.
colite ulcerosa.
diverticulite aguda.
doença de Crohn.
síndrome do intestino curto.