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Toda e qualquer indicação do uso de medicamentos a um paciente deve ser feita na forma de prescrição em um receituário. Assinale a alternativa que apresenta o que deve conter em uma receita comum sob o ponto de vista legal.
Deve-se usar receita carbonada em 2 vias, contendo identificação do profissional com nome, endereço e número de CRO; nome do paciente; nome do medicamento e posologia.
Deve-se usar talonário próprio contendo nome, profissão, endereço, CEP e número de inscrição do CRO do profissional; nome completo e endereço do paciente; forma de uso do medicamento; nome do medicamento e concentração; quantidade e posologia; data, assinatura e carimbo do profissional.
Deve-se usar talonário próprio, a receita deve ser carbonada em 2 vias contendo nome, profissão, endereço, CEP e número de inscrição do CRO do profissional; nome completo do paciente; nome do medicamento e concentração; quantidade e posologia; data, assinatura e carimbo do profissional.
Deve-se usar talonário próprio, a receita deve ser informatizada, carbonada em 2 vias, devem estar impressos nome, profissão, endereço, CEP e número de inscrição do CRO do profissional; nome completo do paciente; nome do medicamento e concentração; quantidade e posologia; data, assinatura e carimbo do profissional.
Deve ser de talonário próprio impresso com os dados do profissional, como nome e endereço. A escrita deve ser única e exclusivamente de próprio punho, contendo nome do paciente; nome do medicamento de referência ou genérico; posologia e forma de usar; data e carimbo do profissional.
Com relação às normas para instalação de consultórios e clínicas, assinale a alternativa correta.
É vedado o uso de cortinas.
As clínicas odontológicas devem contar com equipamentos para esterilização fora da área de atendimento.
É permitido o uso de mesas auxiliares de madeira revestida por fórmica.
O escritório de atendimento deve ser instalado no ambiente de atendimento clínico.
O depósito de material de limpeza que se destina à guarda de aparelhos, utensílios e materiais deve estar instalado em armário de madeira, na sala de atendimento.
Considerando-se os instrumentais, são normas para o funcionamento adequado de um consultório odontológico:
fazer a validação do processo de esterilização, usar uma bandeja, um jogo de instrumental e um jogo de brocas para cada paciente.
esterilizar as brocas em câmara de luz ultravioleta e mantê-las em caixas a serem utilizadas durante o dia de atendimento.
as brocas de carbono devem ser exclusivamente esterilizadas em agentes desinfectantes.
a utilização da autoclave para a esterilização de instrumentos odontológicos deve ser empregada quando não há possibilidade de esterilização em caixas metálicas na estufa.
a estufa é equipamento obrigatório para a esterilização de instrumentos, brocas e gaze.
O Conselho Federal de Odontologia propõe normas de biossegurança a serem aplicadas pelo cirurgião-dentista. De acordo com essas normas,
a esterilização dos instrumentais é opcional e deve ser realizada nos artigos que apresentem restos de matéria orgânica ou sujidade.
a descontaminação dos instrumentais é obrigatória e deve ser realizada em todos os artigos por meio de autoclavagem em altas temperaturas e com ciclo de secagem.
imersão dos instrumentos metálicos que apresentam sujidade em solução de hipoclorito de sódio deve ser realizada antes da autoclavagem.
o peróxido de hidrogênio é importante agente descontaminador de instrumentos metálicos que contenham resíduos de sangue, antes da esterilização em estufa.
a descontaminação dos instrumentais é opcional e deve ser realizada nos artigos que apresentem restos de matéria orgânica ou sujidade.
É crescente, nos dias de hoje, o funcionamento de entidades prestadoras de assistência odontológica: as clínicas dentárias ou odontológicas, policlínicas ou quaisquer outras entidades estabelecidas ou organizadas para a prestação de serviços odontológicos. Para o funcionamento legal dessas entidades
é obrigatório um responsável técnico que deve ser um cirurgião-dentista. Este deve, necessariamente, ser domiciliado na região metropolitana do município onde se encontrar instalada a clínica sob sua responsabilidade.
é obrigatório o registro da clínica apenas no Conselho Federal de Odontologia, e do profissional responsável, no Conselho Regional da localidade de atuação.
são obrigatórios anúncios e impressos sem a menção do número de inscrição no Conselho Regional e placas com a menção de todas as especialidades praticadas por seus profissionais.
são obrigatórias as placas de publicidade contemplando as informações sobre atendimento domiciliar, atendimento a pacientes especiais, formas de pagamento e convênios com outras entidades.
é obrigatório um responsável técnico que deve ser um cirurgião-dentista. Este poderá ser responsável técnico por uma única entidade prestadora de assistência odontológica.
Entende-se por curso de especialização ou programa de residência, para efeito de registro e inscrição, aquele destinado exclusivamente a cirurgião-dentista inscrito em Conselho Regional de Odontologia e que atenda ao disposto nas normas do Conselho Federal de Odontologia e do MEC.
Para as especialidades de:
I. Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Faciais e Ortodontia;
II. Implantodontia;
III. Ortopedia Funcional dos Maxilares;
IV. Prótese Dentária, Endodontia, Periodontia, Odontopediatria, Dentística, Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial, Estomatologia, Radiologia Odontológica e Imaginologia, Odontologia Legal, Odontologia para Pacientes com Necessidades Especiais e Odontogeriatria;
V. Odontologia do Trabalho, Patologia Bucal, Prótese BucoMaxilo-Facial e Saúde Coletiva e da Família.
Exigir-se-á do aluno uma carga horária mínima respectivamente de:
2.000; 1.750; 1.500; 750 e 500
2.000; 1.750; 1.500; 1000 e 500
2.000; 1.500; 1.000; 750 e 500
2.000; 1.500; 1750; 750 e 500
2.000; 1.000; 1.500; 750 e 500
O prontuário odontológico constitui um documento fundamental ao exercício profissional. Sobre esse assunto, marque a alternativa correta.
Por conter informações sigilosas e anotações redigidas pelo profissional, o paciente só pode ler o prontuário com ordem judicial.
O paciente tem o direito de levar o seu prontuário ao término do tratamento.
O paciente tem o direito de requerer uma cópia do seu prontuário em qualquer fase do tratamento ou mesmo após o seu término.
Com o objetivo de evitar rasuras, o cirurgião-dentista pode descrever os procedimentos realizados no final de todo o tratamento.
O documento redigido pelo cirurgião-dentista para dispensar o paciente do trabalho em virtude de procedimento odontológico realizado chama-se:
atestado.
prontuário.
laudo.
parecer técnico.
No atestado odontológico, que deverá ser feito em duas vias, devem constar, obrigatoriamente, a identificação do paciente, o diagnóstico na forma do Código Internacional de Doenças (CID), o tratamento realizado e suas consequências, como o número de horas de repouso, prescritas para o paciente.
O sigilo profissional consiste em um dos deveres fundamentais do cirurgião-dentista no âmbito de sua atuação profissional. Neste contexto, constitui infração ética:
Publicar casos clínicos não-identificáveis de incapaz em revista, mesmo com a autorização do responsável.
Revelar fato sigiloso, mediante solicitação judicial, a fim de colaborar com a justiça nos casos previstos em lei.
Revelar algum fato sigiloso de que tenha conhecimento em razão do exercício profissional, sem justa causa.
Realizar notificação compulsória de doença considerada sigilosa pelo paciente.
Iniciado o processo de revalidação de seu diploma, o profissional portador de diploma expedido por escolas estrangeiras de países signatários de tratado específico poderá obter autorização administrativa provisória, válida por um período máximo de noventa dias, para exercer a odontologia na modalidade de clínica geral no território brasileiro.
Paciente T.T.F., 21 anos de idade, gênero masculino, submeteu-se a um tratamento odontológico estético com um certo cirurgião-dentista. Devido ao resultado satisfatório do tratamento, o profissional publicou as fotos do caso clínico em seu material publicitário, sem autorização do paciente, expondo sua identidade. De acordo com o Novo Código de Ética Odontológica, esta conduta está em desacordo com o determinado no Capítulo:
Da responsabilidade técnica.
Dos deveres fundamentais.
Do sigilo profissional.
Do relacionamento com o paciente.
As funções abaixo apresentadas cabem ao Técnico em Saúde Bucal, EXCETO
raspagem supragengival.
polimento.
tratamento com flúor.
aplicaçao de selante.
tratamento endodôntico.
É facultado ao cirurgião-dentista recusar o atendimento ao paciente nas seguintes situações, EXCETO:
Em caso de urgência ou emergência, se o atendimento for direcionado a um menor ou incapaz, e não for possível obter o consentimento prévio do seu responsável legal.
Durante o tratamento, quando da constatação de fatos que, a critério do profissional, prejudiquem o bom relacionamento com o paciente ou o pleno desempenho profissional.
Durante o tratamento, quando existe disposição estatutária, regimental, de instituição pública ou privada, que limite a escolha dos meios a serem postos em prática para o estabelecimento do diagnóstico e para a execução do tratamento.
Em caso de perícia, quando a parte for paciente, ex-paciente ou qualquer pessoa que tenha ou teve relações sociais, afetivas, comerciais ou administrativas, capazes de comprometer o caráter de imparcialidade do ato pericial ou da auditagem.