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A imagem abaixo ilustra a técnica de bloqueio maxilomandibular com barras de Erich, que é utilizada no tratamento de fraturas da face com o objetivo de:

Fornecer conforto ao paciente.
Promover o tracionamento ortodôntico.
Viabilizar a colocação dos implantes dentários.
Restabelecer a oclusão dentária.
As fraturas do terço médio da face incluem aquelas que afetam a maxila, o zigoma e o complexo naso-órbito-etmoidal (NOE). A respeito disso, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Fratura Le Fort I.
(2) Fratura Le Fort II.
(3) Fratura Le Fort III.
(_) Resulta da aplicação de forças horizontais em um nível suficientemente alto para separar o complexo naso-órbito-etmoidal, os zigomas e a maxila da base do crânio, o que resulta na chamada disjunção craniofacial.
(_) Resulta frequentemente da aplicação de força horizontal na maxila, fraturando-a através do seio maxilar e ao longo do assoalho da fossa nasal. Ela separa a maxila das lâminas pterigoides e das estruturas nasal e zigomática.
(_) É causada por forças aplicadas em uma direção mais superior, que é a separação da maxila e complexo nasal aderido das estruturas zigomáticas e nasais.
3 - 1 - 2.
2 - 1 - 3.
1 - 2 - 3.
3 - 2 - 1.
A síndrome da fissura orbital superior póstraumática resulta da diminuição do seu conteúdo. Dependendo da localização e grau de envolvimento, pode incluir perda de sensibilidade na região frontal, perda de reflexo da córnea, dilatação pupilar fixa, oftalmoplegia e proptose. A dilatação fixa da pupila é resultado do
acometimento do III par craniano.
envolvimento do V nervo craniano.
envolvimento secundário do IV e VI pares cranianos.
envolvimento do II nervo craniano.
Paciente com fratura bilateral parassinfisária, a língua é tracionada para frente a fim de se evitar a ocorrência de:
Hematoma.
Hemorragia.
Aumento do edema.
Obstrução da orofaringe.
Ao selecionar um esquema de fixação para determinada fratura, deve-se considerar muitos fatores, como o tamanho e o número dos dispositivos de fixação, suas localizações, a abordagem cirúrgica e a exposição da fratura e a região onde serão colocadas as fixações.
Em relação à fixação com parafuso tipo lag screw, assinale a alternativa correta.
À medida que os parafusos são apertados, eles se travam à placa e estabilizam os segmentos sem que seja necessária a compressão do osso contra a placa.
Para aplicá-la, uma cortical óssea saudável é necessária, já que essa técnica não divide as cargas com o osso.
É uma técnica que deve ser utilizada para fornecer fixação rígida absoluta.
É uma técnica indicada para fraturas ou defeitos cominutivos, ou aquelas em que existe apenas um contato ósseo mínimo.
Deve-se posicionar o parafuso em direção paralela à linha de fratura, para se prevenir a sobreposição e o deslocamento durante o aperto do parafuso.
A conduta para uma subluxação de articulação temporomandibular unilateral envolve:
acesso cirúrgico para reposicionamento de disco.
artrocentese.
irrigação intra-articular com ácido hialurônico.
manipulação não cirúrgica de reposicionamento mandibular.
nenhuma intervenção.
As fraturas de órbita em crianças são raras devido, principalmente, à maleabilidade óssea, por haver grande quantidade de água no tecido ósseo. Muito frequentemente, essa injúria está associada com injúria neuro-cranial. Quando ocorrem as fraturas de órbita em crianças, qual é o principal sintoma e sinal, respectivamente?
Ânsia de vômito e xerostomia.
Diplopia e sialorreia.
Dispneia e anosmia.
Diplopia e enoftalmia.
Analise as assertivas relacionadas às fraturas do terço médio da face do tipo Le Fort e, em seguida, escolha a alternativa correta:
I.A fratura Le Fort I separa a porção inferior da maxila de maneira vertical, estendendo-se desde a abertura piriforme do nariz até a sutura pterigomaxilar.
II.A fratura Le Fort II envolve a separação da maxila e do complexo nasal da base do crânio, da área do rebordo zigomático-orbital e da área da sutura pterigomaxilar.
III.A fratura Le Fort III envolve a separação completa do terço médio da face no nível do complexo naso-órbito-etmoidal e da área da sutura pterigomaxilar.
É correto o que se afirma em:
II, apenas.
I, II e III.
I, apenas.
III, apenas.
II e III, apenas.
Um método para classificar terceiros molares impactados está baseado na quantidade de dente impactado que está coberta com osso no ramo mandibular. Essa classificação é conhecida como a classificação de Pell e Gregory. Desse modo, se o dente estiver posicionado posteriormente de maneira que aproximadamente metade esteja coberta pelo ramo, a relação do dente com o ramo será
Classe 1 de Pell e Gregory.
Classe 2 de Pell e Gregory.
Classe 3 de Pell e Gregory.
Classe 4 de Pell e Gregory.
Classe 5 de Pell e Gregory.
O traumatismo à região facial frequentemente resulta em lesões do tecido mole, dos dentes e dos principais componentes do esqueleto da face, incluindo mandíbula, maxila, zigoma, complexo naso-órbito-etmoidal (NOE) e estruturas supraorbitárias. Sobre a avaliação dos pacientes com traumatismo facial, analisar os itens abaixo:
I. O primeiro passo na avaliação do paciente traumatizado é o exame da estabilidade cardiopulmonar, garantindo que ele esteja com as vias aéreas e os pulmões adequadamente ventilados.
II. Na avaliação imediata, antes de cuidar das lesões severas que causam risco de morte, deve-se obter uma história detalhada e proceder a uma avaliação física completa da área facial.
III. Em pacientes traumatizados, com completa obstrução das vias aéreas, uma cricotireotomia é o meio mais rápido para acessar a traqueia.
Está(ão) CORRETO(S):
Somente o item I.
Somente o item II.
Somente os itens I e III.
Todos os itens.
Com o advento da osteotomia da Le Fort I, os cirurgiões passaram a dispor de técnicas complementares para corrigir as deformidades maxilomandibulares.
A osteotomia Le Fort I permite que o cirurgião movimente a maxila nos três planos de espaços. Durante a osteotomia, os pontos de referência vertical são colocados no osso cortical com a broca a uma determinada distância da região piriforme e do suporte zigomático maxilar. Essa distância é de
5 a 10mm.
10 a 15mm.
10 a 13mm.
5 a 8mm.
5 a 12mm.
Paciente de 50 anos, sexo masculino, 70 Kg sofreu choque hipovolêmico em decorrência de traumatismo com lesões multissitêmicas. Taquicardia, taquipneia e uma diminuição na diferença entre a pressão arterial sistólica e a diastólica são observados na avaliação física. Estima- -se uma perda de sangue de 20%.
Com base na porcentagem de perda de sangue aguda, essa hemorragia é classificada como de classe
III.
I.
IV.
II.
V.
Uma paciente de 45 anos de idade, saudável, vítima de acidente automobilístico, foi atendida pela equipe médica e encaminhada para avaliação bucomaxilofacial, já tendo sido descartados TCE e outros traumas. Apresentou queixas como desconforto ao falar e abrir a boca, além de parestesia do lábio superior e dos dentes superiores anteriores. Ao exame físico, observam-se retrusão do terço médio com achatamento da face, má oclusão, mordida aberta com contato prematuro dos dentes posteriores, pequena laceração dos tecidos moles do vestíbulo oral e mobilidade maxilar à palpação. Considerando essas informações, assinale a alternativa correta.
O deslocamento da maxila em direção inferior e posterior pode ocorrer em virtude da ação dos músculos pterigoideos, caso a fratura estenda-se até a região das lâminas pterigoideas do osso esfenoide.
Nesse caso, a suspeita de uma fratura de maxila pode ser confirmada por uma única radiografia panorâmica.
Após o exame de imagens, ao confirmar uma fratura Le Fort III, o tratamento consistirá em bloqueio intermaxilar transoperatório apenas para restabelecimento da oclusão, enquanto as fraturas são reduzidas e estabilizadas com miniplacas de titânio e parafusos por meio do acesso intraoral circunvestibular superior.
O processo de cicatrização de um osso fraturado se dá em três estágios: inflamatório, reparador e de remodelamento. Na fase inflamatória, os osteoclastos vão reabsorvendo o osso medular e os osteoblastos vão depositando osso compacto.
Para fixação de fraturas de maxila, utiliza-se frequentemente um sistema de placas e parafusos de titânio de 2.7 mm, que requerem remoção em um segundo tempo cirúrgico.
Quanto ao tratamento de fraturas faciais, o material e o instrumental ilustrados na imagem abaixo são utilizados para:

Cerclagem.
Extração de parafusos tipo lag screw.
Condilectomia.
Coronoidectomia.
As fraturas isoladas do palato são raras, mas 8% a 13% das fraturas Le Fort tornam-se complicadas pela presença de fraturas palatais concomitantes. A maioria dos pacientes apresenta, nessa condição, notáveis sinais e sintomas de fratura palatal. As indicações da presença desse tipo de fratura no exame clínico incluem lacerações do lábio e de gengiva e palato. Uma alteração na oclusão também é frequentemente notada, com o segmento maxilar deslocado anterolateralmente. O diagnóstico é confirmado por uma TC maxilofacial com cortes axial e coronal. Conforme a classificação das fraturas palatais com base na localização anatômica da fratura, proposta por Hendrickson et al. (1998), a fratura parasagital (padrão de fratura mais comum em adultos – 63%), por causa do osso fino parassagitalmente, que difere da fratura alvéolo anterior pela inclusão do canino maxilar, é do tipo:
Tipo I.
Tipo II.
Tipo III.
Tipo IV.
Tipo V.
Geralmente, as fraturas alvéolo-dentárias afetam os tecidos moles adjacentes, causando abrasões, contusões, lacerações, que devem ser avaliadas quanto à presença de corpos estranhos no seu interior, limpas e suturadas quando necessário. Comumente os lábios e o tecido gengival são lacerados e necessitam de suturas. É importante observar a presença de lesão em região de mento, principalmente em crianças. Dentre as fraturas abaixo, a que é mais sugestiva das lesões em mento é:
Fratura do maxilar superior.
Fratura da cabeça da mandíbula.
Fratura do nariz.
Fratura do osso zigomático.
Observe a imagem abaixo:

Disponível em: Livro – Cirurgia oral e maxilofacial contemporânea – Hupp; Ellis; & Tucker. 6ª ed.
Assinale a alternativa que descreve corretamente a fratura mandibular da imagem:
É uma fratura do tipo cominutiva resultando em deslocamento do local da fratura causada pela tensão do músculo.
É uma fratura mandibular desfavorável resultando em deslocamento do local da fratura causada pela tensão do músculo.
É uma fratura favorável resultando em deslocamento do local da fratura causada pela tensão do músculo.
É uma fratura mandibular favorável na qual a direção e a angulação do músculo fazem resistência ao deslocamento.
É uma fratura do tipo cominutiva na qual a direção e a angulação do músculo fazem resistência ao deslocamento.
As fraturas mandibulares, em sua maioria, apresentam, como fator etiológico, o impacto direto de uma força de grande intensidade, independente da velocidade, sobre a estrutura óssea. Uma padronização quanto à classificação e à terminologia das fraturas de mandíbula facilitam sua compreensão e melhor comunicação entre os profissionais envolvidos no seu diagnóstico e plano de tratamento. Assinalar a alternativa que apresenta a relação INCORRETA entre classificação e definição:
Fratura direta ocorre quando a força se dissipa para um ponto contralateral ou distante do ponto de impacto primário, levando a um deslocamento ósseo.
Fratura impactada descreve o processo em que os cotos ósseos são impelidos uns contra os outros, ou seja, mesma direção e sentidos contrários.
Fratura cominutiva é aquela em que ocorrem vários traços de fratura em uma determinada região anatômica, podendo ser simples ou complexa.
Fratura patológica é aquela que ocorre no local adjacente a um processo patológico envolvido, removendo, dessa forma, tecido ósseo sadio de sustentação, tornando-se um ponto de fragilidade.
As bandagens são dispositivos simples, de fácil confecção, que previnem desvios e deslocamentos das fraturas, fornecendo conforto ao paciente. A técnica de bandagem ilustrada na imagem abaixo, usada para contenção de luxação recidivante da articulação temporomandibular (ATM), é conhecida como:

Bandagem de Gibson.
Bandagem de Kirschner.
Bandagem de Le Fort.
Bandagem de Barton.
As fraturas Le Fort são um grupo de padrões de fratura da face média classificados em 3 tipos: Le Fort I, II e III. As fraturas de Le Fort representam 10% - 20% de todas as fraturas faciais e podem ser causadas por qualquer trauma contuso significativo na face, mais frequentemente por acidentes com veículos motorizados. Qual(is) tipo(s) de fratura Le Fort envolve(m) fratura transmaxilar (também conhecida como fratura de Guerin) com a interrupção óssea da zona superior ao processo alveolar maxilar, abrangendo o corpo do septo nasal e podendo envolver as placas pterigóides do osso esfenoidal?
Le Fort I.
Le Fort II.
Le Fort III.
Le Fort I e III.