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Quanto às fraturas do complexo zigomático, assinale a alternativa correta.
Equimose e edema são os sinais clínicos precoces mais comuns.
A projeção de Waters é o padrão-ouro para avaliação das fraturas do complexo zigomático.
A hemorragia subconjuntival não é um sinal observado com frequência.
As lesões de alta energia são caracterizadas por fratura completa de todas as articulações, com deslocamento leve a moderado.
Essas fraturas são potencialmente fatais e devem ser tratadas imediatamente.
A forma mais comum de choque, o choque hipovolêmico, resulta de uma perda rápida do volume intravascular. A resposta fisiológica é diretamente proporcional ao volume de sangue que é perdido e pode ser classificada pela percentagem dessa perda. Segundo Fonseca et al (2013), a hemorragia de classe II corresponde a uma perda de volume de sangue
entre 10% e 20%.
entre 30 e 40%.
entre 20% e 30%.
entre 40% e 50%.
A redução cruenta das fraturas condilares tem a vantagem de restaurar imediata e completamente as relações anatômicas da articulação.
Uma indicação absoluta para a redução aberta são as fraturas condilares
unilaterais em pacientes com ausências dentárias anteriores.
bilaterais.
bilaterais com fraturas do terço médio da face.
não deslocadas.
com luxação extracapsular lateral da cabeça do côndilo.
Fraturas de crânio podem estar presentes em pacientes com trauma de face. De acordo com Fonseca, Barber e Powers (2015), são sinais clássicos de fratura de base de crânio, EXCETO:
Disfunção dos pares cranianos VII e VIII.
Equimose retroauricular.
Equimose periorbitária.
Edema difuso em região temporal.
Saída de líquor pelo nariz.
As fraturas do terço médio da face são rotineiras para o cirurgião bucomaxilofacial. As fraturas de maxila são divididas em Lefort I, Lefort II, Lefort III e palatais. Vários sistemas de classificação têm sido sugeridos para as fraturas palatais. Hendrickson et al. descreveram 6 padrões com base na localização anatômica da fratura. Uma dessas fraturas é classificada como fratura parassagital, padrão de fratura mais comum em adultos. A fratura descrita classifica-se como sendo do tipo
I.
II.
IA.
III.
Fraturas do osso zigomático são lesões faciais comuns, representando a fratura facial mais usual ou a segunda em frequência após as fraturas dos ossos próprios nasais. Entre os sinais e os sintomas na avaliação clínica, existe, segundo Fonseca (2013), um sintoma importante presente em aproxidamamente 50% a 90% das lesões do complexo zigomático maxilar. Qual sintoma é descrito acima?
Hemossinus.
Trismo.
Hipoestesia do nervo infraorbital.
Equimose no sulco vestibular maxilar.
Historicamente, a classificação das fraturas zigomáticas foi utilizada para prever quais fraturas permaneceriam estáveis após a redução. Um método de classificação com base no padrão de segmentação e deslocamento foi descrito, e essas fraturas classificadas em fraturas de Baixa, Média ou Alta energia. Assinale a alternativa que apresenta o autor e o ano dessa classificação.
Gillies e colaboradores; 1927.
Knight e North; 1961.
Manson e colaboradores; 1990.
Gruss e colaboradores; 1990.
Zingg e colaboradores; 1992.
A avaliação radiográfica do trauma severo requer algumas projeções radiográficas essenciais, mesmo apesar de a TC com reformatação tridimensional ter se tornado a modalidade de imagem de escolha em traumas faciais complexos, pois radiografias-padrão continuam sendo amplamente usadas na avaliação inicial do paciente traumatizado. A série para os ossos da face consiste em três a cinco projeções, incluindo cefalométrica lateral, lateral oblíqua de Caldwell e projeções de Walter. A projeção Submentovértice (SMV) e a projeção de Towne também podem ser obtidas para ajudar a delinear fraturas que não tenham sido vistas em outras projeções (FONSECA, 2015). Assinale a alternativa que representa a incidência radiográfica mais útil para visualização de fraturas subcondilares, pois é o único estudo radiográfico simples que mostra angulação medial ou lateral e/ou deslocamento nesse tipo de fratura, e também tem suas vantagens para a avaliação das órbitas por fornecer uma excelente visualização da fissura orbitária inferior, proporcionando exposição adicional do seio maxilar e do rebordo orbitário inferior, auxiliando na avaliação pós-operatória em casos de reparo dessas fraturas.
Projeção cefalométrica lateral.
Projeção de Walter.
Projeção lateral oblíqua de Caldwell.
Projeção submento vértice (SMV).
Projeção de Towne.
A avaliação da área facial de pacientes com traumatismo deve ser realizada de forma organizada e sequencial. O crânio e a face devem ser cuidadosamente inspecionados à procura de lacerações, abrasões, contusões, áreas de edema e equimoses. Sobre os achados encontrados no exame físico da face do paciente traumatizado, analise as afirmativas a seguir.
I. Equimose periorbitária, especialmente associada à hemorragia subconjuntival, geralmente é indicativa de fratura orbitária.
II. Sinal de Battle sugere fratura de assoalho de órbita.
III. Equimose periorbitária e hemorragia subconjuntival, geralmente são indicativos de fratura do complexo zigomático.
IV. Anisocoria (pupilas desiguais) sugere fratura de órbita.
Está correto o que se afirma apenas em
I e II.
I e III.
I e IV.
II e IV.
O tratamento para os casos envolvendo o côndilo mandibular pode ser feito por acesso direto, técnica aberta. Qual a indicação absoluta para o acesso direto ao côndilo?
Fratura incompleta do colo condilar.
Oclusão reproduzível.
Fratura intracapsular unilateral.
Invasão de corpo estranho.
Fratura do coronóide.
Uma das áreas mais difíceis e mais gratificantes da prática odontológica e cirúrgica é o tratamento do paciente vítima de traumatismo bucal ou facial. Traumatismo nos dentes e fraturas do processo alveolar são comuns e devem ser consideradas situações de emergência, pois o resultado depende do pronto atendimento à lesão. O período de estabilização (imobilização) para dentes reimplantados maduros é de
7 a 10 dias.
15 a 21 dias.
4 semanas.
5 semanas.
A diplopia e distopia geralmente indicam uma fratura de:
zigoma;
maxilar superior;
apófise coronóide;
base de crânio.
Dentre as fraturas maxilo faciais, o trauma dento alveolar requer atenção especial devido a sua complexidade de diagnóstico e tratamento. Uma das lesões dentoalveolares é classificada como consussão. Segundo fonseca (2013), essa lesão se define por
lesão de estruturas de suporte do dente, sem mobilidade ou deslocamento anormal do dente, contudo com reação acentuada a percussão.
lesão de estruturas de suporte do dente, com mobilidade ou deslocamento anormal do dente, contudo com reação acentuada a percussão.
lesão de estruturas de suporte do dente, sem mobilidade ou deslocamento anormal do dente, contudo sem reação a percussão.
lesão de estruturas de suporte do dente, sem mobilidade ou deslocamento anormal do dente, contudo com reação leve a percussão.
A hipomobilidade de mandíbula pode ser ocasionada por diversos fatores etiológicos, como trismo, por fatores odontogênicos, infecciosos, traumáticos, patológicos e por anquiloses, que podem ser classificadas como verdadeiras ou pseudoanquiloses. A hipomobilidade mandibular também pode ser ocasionada após radioterapia para tratamentos de tumores malignos de cabeça e pescoço. Com ênfase na dificuldade de mobilizar e obter abertura incisal máxima, qual a conduta mais indicada ao cirurgião-dentista para tratar a hipomobilidade por radioterapia em um paciente com abertura bucal de 15mm?
Tratamento farmacológico endovenoso.
Fisioterapia bucal com espátulas de madeira.
Miotomia cirúrgica dos músculos da mastigação.
Osteotomia sagital bilateral de mandíbula para reestabelecimento oclusal.
Em um paciente que apresenta fratura de côndilo mandibular alta com indicação cirúrgica foi indicado o acesso extraoral do tipo pré-auricular. Tendo em vista a necessidade cirúrgica, assinale a alternativa correta.
O nervo facial passa a 0,5mm de distância do poro acústico externo sendo um grande risco sua lesão durante este acesso.
A artéria temporal superficial cruza o arco zigomático, sendo que seu ramo temporal é emitido 1cm abaixo do arco e se dirige superiormente para o espaço temporal profundo.
O nervo auriculotemporal inerva o meato acústico externo e a membrana timpânica passando anteriormente ao poro acústico externo e inervando a pele da região temporal. No acesso pré-auricular quase invariavelmente ele é danificado.
A cápsula articular da ATM tem seu principal reforço pelo ligamento esfenomandibular, que passa lateralmente à articulação,
Vítima de acidente automobilístico é atendida no pronto-socorro com trauma de face. Ao exame físico, demonstra percepção da luz no olho esquerdo, sem expressar qualquer movimento no referido olho. A pupila do olho esquerdo está dilatada e o paciente não consegue elevar a pálpebra superior esquerda. Para esse caso clínico, o diagnóstico mais provável é a ocorrência de síndrome
da fissura esfenoide.
da fissura orbital superior.
do ápice orbital.
do forame óptico.
Em trauma direto a face e crânio, poderá ocorrer alteração de mobilidade de movimentos oculares. Quanto ao teste de ducção forçada:
É aplicado diretamente ao nervo óptico, avaliando a resposta da mobilidade do olho;
É utilizado somente em casos graves, quando há laceração de córnea;
É aplicado a musculatura extrínseca, quando há limitação de mobilidade do olho;
Não tem utilidade para situações de encarceramento do músculo reto-inferior.
Considerando que o paciente não saiba informar sobre sua vacinação prévia e que a ferida acima descrita esteja contaminada, deve ser instituída a proteção contra o microrganismo Clostridium tetani.
Certo
Errado
As fraturas zigomaticorbitais devem ser inicialmente adequadamente diagnosticadas, sendo que a coleta de informações sobre o trauma, seguido do exame clínico é fundamental. A presença de enoftalmo e deslocamento vertical do globo ocular imediatamente após o trauma sugere:
Fratura do corpo do zigomático com rotação medial.
Fratura do corpo do zigomático com rotação lateral.
Fratura da borda superior da órbita.
Fratura do assoalho da órbita.
Há discordância entre os cirurgiões bucomaxilofaciais de como se tratam as fraturas de côndilo mandibular, se abertas ou fechadas. O tratamento fechado dessas fraturas é utilizado:
em deslocamentos condilares maior que 45 graus.
no deslocamento extracapsular lateral do côndilo.
no tratamento de fraturas intracapsulares isoladas.
na presença de corpo estranho próximo à fratura.
quando ocorrem fraturas condilares bilaterais.