

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
As relações entre a política de educação especial e currículo permitem depreender que:
o caráter substitutivo da educação especial é naturalizado, dado o momento evolutivo da educação especial brasileira.
defende-se a um só tempo o currículo comum e o acesso individual ao currículo, produzindo a individualização do currículo.
o caráter complementar ou substitutivo da educação especial é naturalizado, dependendo do momento evolutivo da educação especial brasileira.
não há defesa generalizada da educação inclusiva, ainda que haja disputas referentes à sua materialização e ao campo conceitual que a sustenta.
há generalizada defesa da educação inclusiva, ainda que haja disputas referentes a alunos com maiores níveis de impedimento funcional.
Partindo-se de uma perspectiva inclusiva, a educação escolar do público-alvo da Educação Especial deve ter:
caráter complementar ou substitutivo, sempre em contextos inclusivos, podendo haver ajustes razoáveis.
caráter complementar ou suplementar, sempre em contextos inclusivos, podendo haver atividades adaptadas.
caráter complementar ou suplementar, sempre em contextos inclusivos, podendo haver ajustes razoáveis.
caráter complementar ou substitutivo, sempre em contextos inclusivos, podendo haver atividades adaptadas.
caráter complementar, suplementar ou substitutivo, sempre em contextos inclusivos, podendo haver ajustes razoáveis.
Zerbato e Mendes (2021) apresentam o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) como uma proposta promissora para a efetivação da inclusão escolar. Entretanto, para o desenvolvimento de práticas pautadas sob a ótica do DUA, as autoras veem a necessidade de:
suporte da gestão para que os (as) professores (as) do ensino comum tenham maior tempo de planejamento para o desenvolvimento de atividades substitutivas para estudantes público-alvo da educação especial.
formação inicial sólida para os (as) futuros (as) professores (as) com foco em adaptações curriculares individualizadas para estudantes do público-alvo da educação especial.
estabelecimento de parceria entre professor (a) e profissionais especializados, como o (a) professor (a) de Educação Especial, para o planejamento, a execução e a avaliação das suas práticas pedagógicas.
reorganização do ambiente escolar para que o (a) professor (a) de educação especial desenvolva atividades individualizadas com os estudantes público-alvo da educação especial no turno de sua escolarização.
formação continuada com foco em abordagens universalistas para professores (as) de educação especial, pois estes (as) são os (as) principais responsáveis pelo ensino dos (das) estudantes do público-alvo da educação especial.
Até o final do século XIX, diversas expressões eram utilizadas para referir-se à educação das pessoas com deficiência: Pedagogia de Anormais, Pedagogia Teratológica, Pedagogia Curativa ou Terapêutica, Pedagogia da Assistência Social, Pedagogia Emendativa (MAZZOTTA, 2011). Essas expressões revelam uma educação baseada numa concepção:
Democrática de deficiência.
Social de deficiência.
Médica e social de deficiência.
Médica/clínica de deficiência.
Psicossocial de deficiência.
Segundo Torres Gonzáles (2002), no desenvolvimento histórico da educação especial podem ser observados diversos enfoques ou orientações que predominaram, dando ideia da complexidade e amplitude disciplinar da área. Entretanto, numa tentativa de aglutinar as múltiplas concepções e práticas que foram sendo criadas ao longo do tempo, considera-se que atualmente a educação especial desenvolve-se entre dois enfoques: enfoque baseado nos déficits e enfoque cultural-integrador. Sobre isso, é correto afirmar:
os pressupostos básicos de ambos os enfoques convivem apenas nas pesquisas e não nas ações e práticas educativas dos profissionais.
o enfoque baseado no aluno, isto é, nos déficits apresentados pelo sistema de ensino parte do diagnóstico da realidade escolar e centra-se na criação de situações educativas igualitárias.
os dois enfoques produzirão dois modelos de professores, dois modelos de escolas e dois tipos de resposta educativa.
o enfoque baseado no déficit do aluno é orientação cultural diante dos problemas neurológicos que apresentam as diferenças individuais
O enfoque cultural-integrador surge como resposta científica e não ideológica ao problema colocado pela diversidade biológica.