Questões de Concurso sobre Autores filosóficos, psicológicos, históricos e sociológicos da educação

 
 
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As relações entre a política de educação especial e currículo permitem depreender que:


A

o caráter substitutivo da educação especial é naturalizado, dado o momento evolutivo da educação especial brasileira.


B

defende-se a um só tempo o currículo comum e o acesso individual ao currículo, produzindo a individualização do currículo.


C

o caráter complementar ou substitutivo da educação especial é naturalizado, dependendo do momento evolutivo da educação especial brasileira.


D

não há defesa generalizada da educação inclusiva, ainda que haja disputas referentes à sua materialização e ao campo conceitual que a sustenta.


E

há generalizada defesa da educação inclusiva, ainda que haja disputas referentes a alunos com maiores níveis de impedimento funcional.

Partindo-se de uma perspectiva inclusiva, a educação escolar do público-alvo da Educação Especial deve ter:


A

caráter complementar ou substitutivo, sempre em contextos inclusivos, podendo haver ajustes razoáveis.


B

caráter complementar ou suplementar, sempre em contextos inclusivos, podendo haver atividades adaptadas.


C

caráter complementar ou suplementar, sempre em contextos inclusivos, podendo haver ajustes razoáveis.


D

caráter complementar ou substitutivo, sempre em contextos inclusivos, podendo haver atividades adaptadas.


E

caráter complementar, suplementar ou substitutivo, sempre em contextos inclusivos, podendo haver ajustes razoáveis.

Zerbato e Mendes (2021) apresentam o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) como uma proposta promissora para a efetivação da inclusão escolar. Entretanto, para o desenvolvimento de práticas pautadas sob a ótica do DUA, as autoras veem a necessidade de:


A

suporte da gestão para que os (as) professores (as) do ensino comum tenham maior tempo de planejamento para o desenvolvimento de atividades substitutivas para estudantes público-alvo da educação especial.


B

formação inicial sólida para os (as) futuros (as) professores (as) com foco em adaptações curriculares individualizadas para estudantes do público-alvo da educação especial.


C

estabelecimento de parceria entre professor (a) e profissionais especializados, como o (a) professor (a) de Educação Especial, para o planejamento, a execução e a avaliação das suas práticas pedagógicas.


D

reorganização do ambiente escolar para que o (a) professor (a) de educação especial desenvolva atividades individualizadas com os estudantes público-alvo da educação especial no turno de sua escolarização.


E

formação continuada com foco em abordagens universalistas para professores (as) de educação especial, pois estes (as) são os (as) principais responsáveis pelo ensino dos (das) estudantes do público-alvo da educação especial.

Até o final do século XIX, diversas expressões eram utilizadas para referir-se à educação das pessoas com deficiência: Pedagogia de Anormais, Pedagogia Teratológica, Pedagogia Curativa ou Terapêutica, Pedagogia da Assistência Social, Pedagogia Emendativa (MAZZOTTA, 2011). Essas expressões revelam uma educação baseada numa concepção:


A

Democrática de deficiência.


B

Social de deficiência.


C

Médica e social de deficiência.


D

Médica/clínica de deficiência.


E

Psicossocial de deficiência.

Segundo Torres Gonzáles (2002), no desenvolvimento histórico da educação especial podem ser observados diversos enfoques ou orientações que predominaram, dando ideia da complexidade e amplitude disciplinar da área. Entretanto, numa tentativa de aglutinar as múltiplas concepções e práticas que foram sendo criadas ao longo do tempo, considera-se que atualmente a educação especial desenvolve-se entre dois enfoques: enfoque baseado nos déficits e enfoque cultural-integrador. Sobre isso, é correto afirmar:


A

os pressupostos básicos de ambos os enfoques convivem apenas nas pesquisas e não nas ações e práticas educativas dos profissionais.


B

o enfoque baseado no aluno, isto é, nos déficits apresentados pelo sistema de ensino parte do diagnóstico da realidade escolar e centra-se na criação de situações educativas igualitárias.


C

os dois enfoques produzirão dois modelos de professores, dois modelos de escolas e dois tipos de resposta educativa.


D

o enfoque baseado no déficit do aluno é orientação cultural diante dos problemas neurológicos que apresentam as diferenças individuais


E

O enfoque cultural-integrador surge como resposta científica e não ideológica ao problema colocado pela diversidade biológica.

   
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