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O orientador pedagógico também deve estar atento às práticas pedagógicas dos docentes na sua interação com os alunos, sempre orientando esses profissionais. Em relação ao direito dos discentes de serem educados e cuidados, o Estatuto da Criança e do Adolescente especifica que todo tratamento cruel e degradante consiste em:
humilhação, ameaça grave ou ridicularização
humilhação, lesão corporal ou sofrimento físico
ameaça grave, ridicularização ou agressão verbal
lesão corporal, sofrimento físico ou agressão verbal
Arlete é Supervisora de Ensino de uma Diretoria Regional de Ensino, cujo Dirigente determinou a realização de uma Apuração Preliminar, em decorrência de um relato do diretor de uma escola estadual e da denúncia escrita de um pai dessa escola, sobre possível participação de um professor em determinada irregularidade contra um aluno, seu filho. Arlete foi uma das servidoras designada para participar da comissão dessa apuração. Para os autos dessa apuração, devem ser trazidas todas as provas existentes (testemunhais, documentais, relatos de indício etc.), as quais embasarão o arquivamento do processo ou a futura instauração do procedimento disciplinar (Sindicância ou Processo Administrativo). Ainda de acordo com as normas que regulam esse procedimento, a Supervisora Arlete estará legalmente apta a participar da comissão de apuração se ela
for supervisora de outras escolas, mas não daquela objeto da apuração
for supervisora da escola objeto da apuração.
já completou três anos e meio de exercício funcional.
for efetiva no cargo e não designada.
já foi diretora da escola em questão.
Leopoldo e Mercedes, supervisores de ensino do sistema estadual paulista, reuniram, num só grupo, os diretores das escolas públicas de seus setores de supervisão, para interpretar as diretrizes da Secretaria Estadual da Educação relativas à atribuição de aulas. Os trabalhos consistiram em leitura compartilhada, entremeada com esclarecimentos, discussão de casos trazidos pelos supervisores e debate a partir de dúvidas apresentadas pelos diretores. A respeito da atribuição de aulas, de acordo com as diretrizes da Secretaria, os diretores de escola entenderam que o correto é
convencer, com antecedência, os professores mais experientes em alfabetização a escolherem, na sua vez, as classes dos três anos iniciais.
zelar pelo rigor na classificação do professor, a qual é soberana, para que, na sua vez, ele escolha a classe ou as aulas que desejar.
seguir orientações específicas para atribuir as classes dos três anos iniciais do ensino fundamental.
atribuir um ponto aos professores cujos alunos tiveram notas altas nas avaliações externas, anteriores à atribuição, favorecendo sua classificação para a escolha de classes e aulas, na escola.
atribuir as classes e aulas de EJA – Educação de Jovens e Adultos, apenas, para compor Jornada e Carga Suplementar, de titulares de cargo, mas nunca para ampliar jornada dos mesmos.
Sobre o papel da Orientação Educacional na escola, é INCORRETO afirmar que:
É um processo dinâmico, contínuo, sistemático e integrado em todo o currículo escolar.
É um processo cooperativo e integrado em que todos os educadores, em especial o professor, assumem um papel ativo e de relevância.
É ver o aluno como um ser global que deve se desenvolver harmoniosa e equilibradamente em todos os aspectos.
É um processo de assistência cujo foco é direcionado exclusivamente aos alunos com problemas emocionais ou de rendimento.
É procurar promover situações e condições que favoreçam o desenvolvimento do educando de forma integral.
Quando estamos em um lugar onde não nos sentimos bem ou que não faz muito sentido para nossa vida, nasce em nós um desejo imenso de sair correndo dali. Algumas vezes, tomamos a decisão de sair mesmo, mas outras permanecemos para agradar alguém. Na escola não é diferente. O abandono escolar tem seu ápice nos anos finais do Ensino Fundamental II e no Ensino Médio, coincidindo justamente com o período de grandes transformações físicas e emocionais que acompanham a adolescência. Observamos que os alunos não abandonam a escola de forma repentina. É um processo e é possível perceber três principais sinais de que o aluno está ficando desinteressado pela vida escolar, são eles:
tem a atenção bastante diminuída, ficando alheio a tudo; relaxa com as tarefas propostas; faltas tornam se frequentes.
isolamento dos colegas, mesmo em horários de recreação; recusa em participar de trabalhos de grupo; atrasos constantes.
indisciplina exagerada; atitudes excessivas querendo chamar a atenção para si; extremamente desassossegado.
demonstra desinteresse pelas aulas; continua gostando de socializar com os colegas; busca apoio com a orientação educacional.
mostra se visivelmente cansado, deprimido; irritadiço e mal humorado; começa a ganhar peso ou a emagrecer sem motivo aparente.
Dois coordenadores pedagógicos de uma escola pública que atende a crianças da Educação Infantil resolveram reelaborar o currículo da escola, de modo a atualizá-lo de acordo com as novas demandas trazidas pela legislação educacional na atualidade. Dessa forma, em uma reunião com o corpo docente e a direção da escola, os coordenadores trouxeram, para reflexão, os argumentos abaixo:
I. O currículo da Educação Infantil pode ser construído independente da Base Nacional Comum, pois apenas o Ensino Fundamental e Médio tem a obrigação de seguir essa base; isso porque na faixa etária de 0 a 5 anos exige-se apenas a vinculação do currículo a características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos.
II. O estudo da Língua Portuguesa e da Matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil, devem ser contemplados no currículo da escola.
III. O ensino da Arte e a Educação Física são componentes curriculares facultativos na Educação Infantil, por isso, serão retirados do currículo para que se destine mais tempo às disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.
IV. Serão destinadas duas horas mensais para a exibição de filmes de produção nacional.
Para a reelaboração proposta pelos coordenadores, os argumentos coerentes com o que prescreve a Lei nº 9.394/96 são:
I e II, apenas.
II e IV, apenas.
III e IV, apenas.
II e III, apenas.
Lendo o texto de Fujikawa (2012), é possível verificar que, devido à necessidade de se articular as distintas instâncias da gestão, a escola dispõe de variados registros que devem manter coerência com os princípios de seu projeto político-pedagógico. A elaboração desses registros permite objetivar as questões que ocorrem nessa realidade. Contudo, para a autora, “isso não significa cristalizar as ações, as atitudes, os comportamentos, considerando-os imóveis, imutáveis ou determinados porque jazem escritos. Implica, sim, considerar as possibilidades que o registro escrito apresenta no sentido de revelação da realidade capturada”. Desse modo, a elaboração desses registros permite analisar também
“o que se revela pela ocultação de dados na escrita”.
“a imagem que os profissionais construíram da própria profissão”.
“as relações teoria-prática envolvidas na formação dos professores”.
“o conhecimento sobre as relações educativas construídas no espaço escolar”.
“a qualidade da escrita dos profissionais envolvidos”.
Em conformidade com as atribuições do cargo de coordenador pedagógico, a coordenadora Anita propôs-se a orientar os professores com os quais trabalha, no sentido de fazerem registros de suas práticas e, para fundamentar tal proposta, tomou como referência a obra de Mello, Barbosa e Faria (2017). As autoras argumentam que a ação de documentar não acontece de modo isolado, mas requer uma decisão coletiva, considerando que, “sobre o documentado, é necessário um diálogo, é necessário que o outro ou a outra possam compreender, é necessário estar disposto a
despir-se e a aceitar a crítica”.
abandonar o projeto político-pedagógico se necessário”.
elaborar planilhas para planejamento semanal”.
centrar-se nas impressões prévias e nas intuições pessoais”.
adotar modelos coletivos de registros”.
Maurício, coordenador pedagógico de uma escola pública municipal da capital paulista, tem se baseado em obras de diversos autores para coordenar o processo de desenvolvimento pessoal e profissional dos professores no âmbito da escola, em que atua. Entre essas obras, consta a de Tardif (2002), em que o autor relaciona “saberes docentes e formação profissional” e aponta “a necessidade de repensar” a “visão disciplinar e aplicacionista da formação profissional”. Segundo afirma Tardif, ele procura mostrar como o conhecimento do trabalho dos professores e o fato de levar em consideração os seus saberes cotidianos permite
diagnosticar os professores mais experientes para monitorarem os novatos, mesmo que esses tenham titulação acadêmica.
solicitar, à universidade, cursos de atualizações sob medida para cobrir as defasagens detectadas na atuação dos docentes.
responsabilizá-los, na dose certa, por resultados colocados nas metas escolares e por investimentos em sua própria formação.
fazer intervenções preventivas junto aos docentes cujos saberes são limitados por diferentes razões, evitando erros didáticos graves.
renovar nossa concepção não só a respeito da formação deles, mas também de suas identidades, contribuições e papéis profissionais.
São muitos os fatores intervenientes no planejamento do ensino e da aprendizagem, entre eles a inserção de muitos conteúdos contingenciais procedentes de fatos que marcam o cotidiano. Nesse sentido, a conduta de orientação da equipe pedagógica aos professores deve ocorrer de modo a tornar os planejamentos mais contextuais, conforme as realidades das escolas onde atuam.
I e II.
I e III.
I e IV.
II, III e IV.
Ostetto (2017) apresenta a importância dos registros na educação infantil, afirmando que, “para registrar, no cotidiano vivido com um grupo de crianças, é necessário observar ações, reações, interações, proposições não só das crianças, mas também do próprio docente. É preciso ficar atento às dinâmicas do grupo, às implicações das relações pedagógicas, com um olhar aberto e sensível, pois registrar não é uma técnica, tampouco pode ocorrer de forma automatizada, como a espelhar o real”. A autora destaca, ainda, que as ações de observar e documentar as experiências de uma criança ou de um grupo, de acordo com ideia de Pagni, representam instrumentos imprescindíveis para o conhecimento das potencialidades e
da habilidade da coordenação pedagógica.
da transversalidade do currículo escolar.
das competências das crianças e do grupo.
das capacidades do corpo docente.
da estruturação do currículo.
Considerando que a Orientação Educacional passou por diversas etapas no cenário educacional brasileiro, analise as assertivas abaixo, que definem as características de cada etapa, e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A Lei nº 5.692/1971 instituiu, obrigatoriamente, a Orientação Profissional, incluindo o aconselhamento pedagógico, em cooperação com gestores, professores, família e comunidade.
( ) A Orientação Educacional foi caracterizada como educativa durante a vigência da Lei nº 4.024/1961.
( ) Na década de 1980, os Orientadores Educacionais organizaram-se em entidades de classe, ampliando e fortalecendo sua relação com os demais profissionais da educação.
( ) A Lei nº 9.394/1996 trata, de forma geral, a educação profissional e a preparação para o trabalho sem, no entanto, mencionar qual profissional assumiria esse trabalho na escola.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – V – V.
V – F – V – V.
V – V – F – F.
F – V – V – V.
F – F – F – F.
O Orientador Educacional é um dos membros da equipe gestora, sendo o principal responsável pelo desenvolvimento pessoal de cada aluno. Nesse sentido, analise as ações da Orientação na escola e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A Orientação assumiu, em alguns momentos, uma postura de ingenuidade pedagógica, ocasionando críticas às suas atividades, entre as quais, ser a responsável pela fragmentação do trabalho escolar e não resolver os conflitos existentes na escola.
( ) O objetivo da atuação da Orientação é promover ajustamento do aluno à escola, à família e à sociedade para que ele tenha uma participação mais consciente no mundo em que vive.
( ) Hoje em dia, a Orientação está informada e mobilizada sobre a necessidade única de cuidar e ajudar os alunos com problemas.
( ) A Orientação assume um caráter de mediação com os demais educadores, no sentido de resgatar uma ação efetiva e de qualidade nas escolas.
( ) O principal papel da Orientação é auxiliar o aluno na formação de uma cidadania crítica e, também, a escola na organização e realização de seu projeto pedagógico.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – V – V – V.
V – F – F – V – V.
V – F – V – V – V.
F – V – V – F – F.
F – V – F – F – F.
O setor pedagógico de uma escola compreende as atividades de coordenação pedagógica e orientação educacional. As funções desses especialistas variam conforme a legislação estadual e municipal, sendo que, em muitos lugares, suas atribuições são unificadas em um só profissional ou são desempenhadas por professores.
O coordenador pedagógico deve prestar assistência pedagógica aos professores em suas respectivas disciplinas, no que diz respeito ao trabalho com os alunos.
Ao orientador educacional, cabe:
manter a atenção voltada para os alunos, com vistas a uma necessidade de encaminhamento ao atendimento médico.
aconselhar professores e família quanto a atitudes disciplinadoras e educativas para o pleno desenvolvimento dos alunos.
agir conjuntamente com os profissionais do posto de saúde mais próximo para a realização de projetos integrados.
realizar, periodicamente, testes de inteligência e de aptidão profissional, para orientar os alunos com propriedade.
atender e acompanhar o desenvolvimento dos alunos e cuidar do relacionamento escola família comunidade.
Ao lado do professor, o Orientador Educacional zela pelo processo de aprendizagem e formação dos estudantes, por meio do auxílio ao docente na compreensão dos comportamentos das crianças e jovens. Ou seja: enquanto o professor se ocupa em cumprir o currículo disciplinar, o orientador educacional se preocupa com os conteúdos atitudinais, o chamado currículo oculto. Nele, entram aspectos que os alunos aprendem na escola de forma não explícita, são:
as informações e as atividades recreativas.
a construção dos conhecimentos e as atitudes.
as regras escolares e as novidades dos colegas.
os acontecimentos veiculados pela mídia e por ouvir dizer.
os valores e a construção de relações interpessoais.
Sobre Orientação Profissional, são feitas as afirmativas abaixo.
I Seu processo não atende ao imediatismo comum entre as pessoas que desejam ajuda para escolher uma profissão.
II É um importante momento de autoconhecimento.
III O profissional auxilia que o orientando foque sua atenção para aspectos relevantes da escolha, que por vezes escapam de sua avaliação solitária.
IV A decisão sobre a escolha profissional deve recair nas sugestões do orientador, com base na expectativa da família.
Das afirmativas acima, estão corretas:
apenas I, III e IV.
apenas I, II e III.
I, II, III e IV.
apenas II, III e IV.
apenas I, II e IV.
Sobre as ações que o Orientador Educacional deve promover, no âmbito da intervenção escolar, são feitas as afirmativas abaixo.
I A discussão sobre o fracasso escolar à luz, somente, da dimensão pedagógica.
II A viabilização de meios para que haja uma complementação das lacunas existentes, a fim de que não se efetive e cristalize o fracasso escolar.
III O trabalho em relação à autoestima e às fontes viáveis de eliminação do fracasso.
IV A disponibilização de espaços para que os alunos enriqueçam e aprofundem seu conhecimento.
Das afirmativas acima, estão corretas:
I, II, III e IV.
apenas I, II e III.
apenas I, III e IV.
apenas II, III e IV.
apenas I, II e IV.
Sobre a organização do trabalho pedagógico, assinale a alternativa correta.
A organização dos espaços e tempos do fazer pedagógico é bastante simples, desde que os professores concebam e realizem o trabalho docente como o planejado.
A sala de aula deve possibilitar a interação dos sujeitos por meio de uma organização não muito variada desse espaço, para que consigam desenvolver uma discipl ina para o estudo.
A proposição de situações didáticas deve resguardar o espaço coletivo, evitandose o individualismo, visto a necessidade de acompanhar o desenvolvimento e a avaliação.
Implica considerar as teorias da aprendizagem e do desenvolvimento humano que resguardam a heterogeneidade de tempos e modos de aprender dos indivíduos, reconhecendo que o conhecimento é construído a partir da interlocução sociocultural e intrapessoal.
O replanejamento deve ocorrer apenas quanto aos aspectos relacionados às dificuldades de aprendizagem do grupo, evitando-se que o planejamento não seja cumprido e que os alunos sejam prejudicados.
O Orientador Escolar atua em conjunto com os demais profissionais da escola buscando sempre o desenvolvimento de uma avaliação coerente, que demonstre o conhecimento alcançado pelos alunos e que aponte indicativos ao professor sobre necessidade de retomada dos conhecimentos abordados ou novas estratégias pedagógicas. Leia as afirmativas que se referem à avaliação na escola:
I- A avaliação deve ter como foco o processo de construção do conhecimento do aluno. O que ele já sabia, como ele constrói os conceitos, quais relações estabelece, como dialoga com o aprendido e com os demais colegas, enfim, o uso que faz daquilo que aprende.
II- Na avaliação devem prevalecer os aspectos quantitativos sobre os qualitativos; o percurso dos alunos deve ser observado pelo professor, percebendo o avanço e necessidade dos mesmos.
III- Durante o processo de avaliação é através da aplicação de provas e testes que o professor consegue efetivamente mensurar o conhecimento dos alunos. Instrumentos distintos de testagem garantem ao professor tranquilidade quanto aos resultados obtidos pela turma.
IV- No cotidiano escolar, a avaliação traz elementos de análise quanto ao desempenho do aluno bem como aspectos institucionais e de atuação do professor. Desta forma, a avaliação deve servir de indicativo para reflexões em todas as direções e não ser vista apenas como resultado obtido pelo aluno.
Assinale a alternativa que apresenta todas as respostas INCORRETAS:
Somente as alternativas I e II.
Somente as alternativas II e III.
Somente as alternativas III e IV.
Somente a alternativa III.
Somente a alternativa I.
A atuação do Orientador é fundamental na reflexão com os profissionais da escola a cerca do processo ensino e aprendizagem. Neste contexto, há que se compreender o campo de atuação deste profissional. Leia as afirmativas que seguem:
I- O campo de atuação do Orientador Escolar preocupa-se também com o desenvolvimento pessoal dos alunos, buscando no trabalho coletivo o desenvolvimento de valores, sentimentos, atitudes e emoções além dos conhecimentos historicamente acumulados.
II- O Orientador Escolar participa da elaboração, organização e discussão do Projeto Político Pedagógico da escola e fomenta a execução do mesmo no decorrer do ano letivo.
III- O Orientador Escolar auxilia na mediação de conflitos ocorridos no ambiente escolar. Através da reflexão, da análise das atitudes e ações há um novo entendimento, novas percepções e avanços quanto às problemáticas enfrentadas.
IV- O campo de atuação do Orientador Escolar refere-se à necessidade em circular pela escola observando e divulgando situações particulares dos alunos; visto que as mesmas exigem segredo e discrição dos demais profissionais da escola.
Assinale somente a alternativa que apresenta todas as respostas INCORRETAS:
Somente a alternativa III.
Somente as alternativas II e III.
Somente a alternativa IV.
Somente as alternativas I e II.
Somente as alternativas I, II e III.