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Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) a respeito da alfabetização nos diferentes momentos históricos no nosso país.
( ) As duas últimas décadas do século XIX, sobretudo, no período da Proclamação da República, iniciam-se as práticas sistematizadas e escolarizadas de ensino de leitura e escrita.
( ) Durante o período imperial, a alfabetização era um privilegio das classes dominantes.
( ) Com a necessidade de instaurar uma nova ordem política e social e com a implantação do regime republicano, a escola passa a se configurar como um espaço que busca garantir a toda população o conhecimento da cultura de letramento.
( ) As primeiras cartilhas escolares, até cerca de 1950, davam ênfase à leitura. O importante nesse momento era ensinar o “abecedário”. A leitura era feita por meio de exercícios de decifração e de identificação de palavras, por meio dos quais os estudantes aprendiam as relações entre as letras e sons, seguindo a ortografia da época. ( ) Na história da alfabetização do Brasil há momentos marcantes em relação aos métodos de ensino inicial da leitura e da escrita, e na mesma linha de aplicação de “métodos” existe a teoria da aprendizagem existencialista para a alfabetização literária desenvolvida por Ferreiro e Teberosky (1985).
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
V • V • V • V • F
F • V • F • V • V
V • F • V • F • F
F • F • V • V • V
V • V • F • F • F
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, os componentes curriculares tematizam diversas práticas, considerando especialmente aquelas relativas às culturas infantis tradicionais e contemporâneas. Nesse conjunto de práticas, nos dois primeiros anos desse segmento, o processo de alfabetização deve ser o foco da ação pedagógica. Afinal, aprender a ler e escrever oferece aos estudantes algo novo e surpreendente: amplia suas possibilidades de construir conhecimentos nos diferentes componentes, por sua inserção na cultura letrada, e de participar com maior autonomia e protagonismo na vida social. Fonte: Base Nacional Comum Curricular, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf. Acesso em 02 jan. 2024.
Em relação aos processos de Alfabetização, a BNCC considera que:
I. embora, desde que nasce e na Educação Infantil, a criança esteja cercada e participe de diferentes práticas letradas, é nos anos iniciais (1º e 2º anos) do Ensino Fundamental que se espera que ela se alfabetize.
II. no processo de alfabetização é preciso que os estudantes conheçam o alfabeto e a mecânica da escrita/leitura – processos estes que permitem a aguém tornar-se alfabetiado, ou seja, consiga “codificar e decodificar” os sons da língua (fonemas) em material gráfico (grafemas ou letras), o que envolve o desenvolvimento de uma consciência fonológica.
III. na alfabetização, conhecer a “mecânica” ou o funcionamento da escrita alfabética para ler e escrever significa, principalmente, perceber as relações bastante complexas que se estabelecem entre os sons da fala (fonemas) e as letras da escrita (grafemas), o que envolve consciência fonológica da linguagem: perceber seus sons, como se separam e se juntam em novas palavras etc.
IV. o processo básico (alfabetização) de construção do conhecimento das relações fonografêmicas, que pode se dar em dois anos, é, no entanto, complementado por outro, bem mais longo, que podemos chamar de ortografização, que complementará o conhecimento da ortografia.
É correto o que se afirma em:
I e II, apenas.
II e III, apenas.
II, III e IV, apenas.
I, II, III e IV.
A expressão "ambiente alfabetizador” se tornou uma referência para a discussão de aspectos metodológicos da alfabetização nos meados da década de 1980. Com a difusão do ideário construtivista, para o qual o foco é a criança e seu processo de conceitualização da escrita, a interação da criança com esse objeto de conhecimento ganhou uma grande importância nos encaminhamentos pedagógicos.
MONTEIRO, Sara Mourão. Ambiente Alfabetizador. Glossário CEALE — Termos de Alfabetização, Leitura e Escrita para educadores. Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Educação. Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita — CEALE. Disponível em: <https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/ambiente-alfabetizador>. Acesso em: 18 jul. 2024.
Considerando a informação acerca do termo ambiente alfabetizador, avalie as asserções e a relação entre elas:
I.O professor alfabetizador tem função de mediador das experiências de imersão da criança em práticas de leitura e escrita e utiliza como estratégia pedagógica a organização de um ambiente capaz de estimular e desafiar o aprendiz em seu processo de aprendizagem — o ambiente alfabetizador — selecionando materiais de interesse das crianças, organizando a exposição e o trabalho com esses materiais em sala de aula, lendo e escrevendo para e com as crianças.
PORQUE
II.A ideia fundamental é a de que a aprendizagem ocorre em um ambiente que pode ou não favorecer a leitura e a escrita. Ou seja, o aprendiz da língua escrita é capaz de refletir sobre o sistema de representação, apropriando-se de seus sinais gráficos e de suas regras de funcionamento, a partir do contato intenso com materiais escritos e da participação ativa em práticas de leitura e escrita mediadas por adultos e/ou por outras crianças mais experientes nesse processo.
Acerca dessas asserções, assinale a opção correta:
A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma explicação correta da I.
As asserções I e II são proposições verdadeiras e a II é uma explicação correta da I.
As asserções I e II são proposições falsas.
A tabela, a seguir, apresenta as atividades relacionadas ao ensino-aprendizagem da leitura e escrita desenvolvidas pela professora Marta, na Educação de Jovens e Adultos com alunos na faixa etária de 38 a 80 anos, nos oito dias de observação de suas aulas.

https://www.scielo.br/j/edur/a/TnQ6FtmgHz6qtq3bKc3VyTq/#
Pelas atividades apresentadas, pode-se perceber que
na maioria das aulas, houve leitura de texto, escrita de frases pela professora no quadro e nenhuma produção textual, evidenciando um ensino voltado a antigas práticas tendo o professor como figura central e o aluno como ser passivo.
o conhecimento é considerado um ato político e para o seu desenvolvimento, a professora utiliza instrumentos que produzem mudança, portanto não é um ato neutro.
na totalidade das aulas, o ensino-aprendizagem usou estratégias envolvendo o contexto vivenciado pelo educando, construindo assim, uma educação libertadora capaz de promover a autoconscientização dos sujeitos.
em todas as aulas, a professora utilizou atividades envolvendo a participação ativa dos alunos por meio de uma problematização inicial através de questões reais que os alunos conhecem e vivenciam.
ao longo de todas as aulas, a professora utilizou sua rigorosidade metódica, tanto no estímulo da capacidade crítica do aluno, quanto no ensino de conteúdos e atitudes éticas, estimulando atividades em grupo.
Ao estudar o processo histórico da escrita, destaca-se a importância da escrita cuneiforme. Leia os enunciados a seguir e destaque a alternativa que traz uma das características desse tipo de escrita.
A escrita cuneiforme ficou conhecida como “escrita sagrada”.
A escrita cuneiforme foi decifrada no século XVIII.
O nome cuneiforme é uma derivação de óstraco (fragmento de cerâmica).
A escrita cuneiforme era a escrita do dia a dia dos mesopotâmios, mais rápida e de desenho mais livre e veio a ser a escrita dos sacerdotes.
Com a escrita cuneiforme, a literatura teve início, os textos literários mais antigos do mundo apareceram em tabuletas sumerianas.
Leia os dois textos seguintes e analise as suas informações:
I. Com o passar dos anos fui-me convencendo de duas coisas: primeira, uma proposta de educação que se quer de fato transformadora, competente, democrática, emancipatória, construtivista só será possível se a escola tiver sucesso no empreendimento de formar leitores; segunda, a literatura infantil, por seu caráter lúdico-mágico é o caminho natural, a chave mágica que abre a porta de entrada principal que dá acesso ao mundo da leitura e a tudo o que ela pode proporcionar (Frantz, 2001, p. 14).
II. No Brasil, a literatura infantil chega mais tarde, inicialmente com adaptações de textos europeus feitos, por Alberto Figueiredo Pimentel, e só a partir de 1922, surge uma produção própria, pelas mãos de Monteiro Lobato. Nas últimas décadas, a literatura infantil brasileira mostra-se rica e diversificada, com vários enfoques e para todas as faixas etárias. Na evolução da literatura infantil no Brasil costuma-se dividir em duas etapas, a primeira é quanto à origem da literatura infantil, enfatizando o contexto de seu surgimento e as mudanças de concepções; já na segunda, continua enfatizando a origem da literatura infantil brasileira e sua evolução indo até a literatura contemporânea (Cademartori, Lígia. O que é Literatura Infantil. São Paulo: Brasiliense, 1986, Coleção Primeiros Passos).
A partir da leitura dos dois textos, marque a única alternativa correta:
a afirmativa I está correta, mas a afirmativa II está errada.
a afirmativa I está errada, mas a afirmativa II está correta.
as duas afirmativas estão corretas.
as duas afirmativas estão erradas.
De acordo com Jacqueline Held, como as crianças devem se sentir em relação à literatura:
Como espectadoras passivas.
Como participantes ativas no processo criativo.
Como estranhas ao processo criativo.
Como meras observadoras do movimento criativo.
A crônica não é um “gênero maior”. Não se imagina uma literatura feita de grandes cronistas, que lhe dessem o brilho universal dos grandes romancistas, dramaturgos e poetas. Nem se pensaria em atribuir o Prêmio Nobel a um cronista, por melhor que fosse. Portanto, parece mesmo que a crônica é um gênero menor.
“Graças a Deus”, – seria o caso de dizer, porque sendo assim ela fica perto de nós. E para muitos pode servir de caminho não apenas para a vida, que ela serve de perto, mas para a literatura... Por meio dos assuntos da composição aparentemente solta, do ar de coisa sem necessidade que costuma assumir, ela se ajusta à sensibilidade de todo dia. Principalmente porque elabora uma linguagem que fala de perto ao nosso modo de ser mais natural. Na sua despretensão, humaniza; e, esta humanização lhe permite, como compensação sorrateira, recuperar com a outra mão uma certa profundidade de significado e um certo acabamento de forma, que de repente podem fazer dela uma inesperada embora discreta candidata à perfeição.
(CANDIDO, Antônio. A vida ao rés do chão. Prefácio para o livro Para Gostar de Ler volume 5 – Crônicas. Editora Ática, 1992, 8ª edição. Fragmento.)
Neste texto, o autor reflete sobre a natureza da crônica e sua capacidade de humanizar e conferir profundidade aos assuntos mais triviais, discutindo a função e o valor desse gênero literário. Qual das alternativas a seguir melhor explica a função presente no texto e a principal característica do gênero crônica?
Metalinguística, ao discutir a própria natureza da crônica, enfatizando sua simplicidade e proximidade com o cotidiano.
Emotiva, ao afirmar que a crônica, por ser um gênero menor, não tem o mesmo valor literário que os romances e dramas.
Conativa, ao sugerir que a crônica deve ser reconhecida e premiada como os demais gêneros literários por sua contribuição à literatura.
Referencial, ao destacar que a crônica, apesar de ser considerada um gênero menor, possui uma profundidade que a torna comparável aos grandes gêneros literários.
Um professor decide realizar uma atividade de leitura com seus alunos do ensino fundamental, utilizando um livro infantojuvenil que aborda temas complexos, como diversidade cultural e inclusão social. Durante a leitura, o professor destaca aspectos relacionados à formação de valores e ao desenvolvimento da empatia. Além disso, utiliza recursos multimídia para enriquecer a experiência dos alunos.
Diante desse cenário, assinale a alternativa CORRETA que apresenta os princípios e benefícios das práticas de letramento e literatura infantil nesse contexto:
o uso de recursos multimídia é dispensável, uma vez que o livro por si só já é suficiente;
a literatura infantil deve se limitar a assuntos simples e familiares para facilitar a compreensão das crianças;
a abordagem de temas complexos é válida na literatura infantil, contribuindo para o desenvolvimento crítico das crianças e o uso de recursos multimídia pode enriquecer a experiência de leitura, proporcionando diferentes linguagens;
a literatura infantil deve ser exclusivamente voltada para o entretenimento, sem preocupação com aspectos educativos;
a formação de valores e a promoção da empatia são objetivos secundários das práticas de letramento e literatura infantil.
O processo de alfabetização pode ser desenvolvidos a partir de diferentes métodos que possuem abordagens tradicionais e outras mais contemporâneas. Um desses métodos de alfabetização é o Método Scliar. O Método Scliar procura solucionar os principais problemas encontrados no processo de alfabetização destacados a seguir, afora:
Segmentar a cadeia da fala em vocábulos; e a sílaba em suas unidades constituintes.
Estruturar as unidades da língua: letra, fonema, sílaba.
Reconhecimento dos clíticos.
Repercussão das variedades sociolinguísticas na leitura e escrita.
Dificuldade na dissimetrização dos traços.
Sobre a literatura infantil, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) O texto deve ser adequado à competência linguística da criança para ler os signos.
( ) É tarefa do professor ensinar a criança a manipular o livro como objeto e descobrir nele o que só com a visão e a manipulação é possível descobrir.
( ) É desejável que o livro ingresse na sala, nos primeiros anos, como um brinquedo e uma aventura com as palavras que desperte a curiosidade dos pequenos e os estimule a pensar.
( ) Na Educação Infantil, o objetivo maior é a liberdade para as crianças manusearem livros infantis.
C - C - C - E.
E - E - C - C.
C - E - E - C.
E - C - C - E.
Levando-se em consideração que a literatura infantil é uma ferramenta significativa na prática escolar promovendo a leitura de maneira lúdica e prazerosa, facilitando a formação do espírito crítico do leitor, ampliando sua visão de mundo e despertando sua sensibilidade e criatividade, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A literatura infantil pode ser considerada como um rico instrumento para o desenvolvimento do imaginário infantil, marcado por sua intenção pedagógica.
( ) A leitura deve ser trabalhada de maneira mais próxima da realidade das pessoas e não como atividades artificiais, em situações fabricadas na sala de aula.
( ) O sujeito leitor deve estabelecer trocas e interagir com o texto, propiciando a ele condições de se posicionar diante da leitura: personagens, diálogos, trilhas sonoras, cenários etc., através da construção dos significados pela interação.
A sequência está correta em
V, V, V.
F, V, F.
F, F, V.
V, F, F.
Ao tratar das muitas facetas do letramento e da alfabetização, Magda Soares (2004) esclarece que a invenção do letramento, entre nós, se deu por caminhos diferentes daqueles que explicam a invenção do termo em outros países, como a França e os Estados Unidos. No Brasil, segundo Soares (2004), um desdobramento da discussão sobre o letramento é
uma certa desvalorização da escola.
uma certa revalorização da alfabetização.
uma certa desvalorização da norma culta.
um certo apagamento do papel do professor.
um certo apagamento da alfabetização.
Estudando alfabetização é possível que devido às necessidades da comunicação do dia a dia da humanidade é que surgiu a escrita e a leitura, e que ao inventar a escrita, o homem também fez surgir as necessidade de que ela continuasse a ser usada e passada para as novas gerações. Devido a essa necessidade, surgiu à alfabetização, ou seja, processo inicial de transmissão de leitura e escrita.
CAGLIARI, Luiz Carlos. Alfabetizando sem o Bá-Bé-Bi-Bó-Bu: São Paulo: Scipione, 1998
Com relação à necessidade do surgimento da escrita para o dia a dia da humanidade, Cagliari (1998, p. 14) confirma que:
os primeiros registros de escrita foram inventados pelos sumérios que possuíam um sistema de contagem para armazenamento de suas provisões como alimentos para consumo próprio, venda e para suas criações.
de acordo com os fatos comprovados historicamente, a escrita surgiu do sistema de contagem feito com marcas em cajados ou ossos, e usados provavelmente para contar o gado, numa época em que o homem já possuía rebanhos e domesticava os animais.
conforme os fósseis encontrados em diversos sítios arqueológicos, a escrita surgiu a partir da descoberta do fogo, onde o homem deixou diversos registros nas cavernas a partir do carvão produzido pela lenha queimada.
não é possível definir a origem da escrita, mas conseguimos supor que durante muito tempo diversos símbolos foram usados para registrar a história, e a partir dos símbolos de localização e demarcação do território, iniciou-se o sistema alfabético.
Considerando os aspectos conceituais e didáticos ligados à leitura literária no contexto escolar da educação básica, numa perspectiva da alfabetização e do letramento, ao levar o livro literário para a sala de aula, o professor está contribuindo para o cumprimento
da carga horária destinada à leitura escolar, quando não existir o espaço da biblioteca.
da formação das bases pedagogizantes da literatura.
dos crivos estéticos necessários às obras de literatura infantil no âmbito escolar.
do papel da escola, que é ensinar os mecanismos de leitura e interpretação que um leitor aciona ao ler um texto.
No ciclo da água, quando ela alcança uma determinada altitude, passa do estado de vapor para o líquido, essa mudança no estado físico da água é denominada de:
Evaporação
Condensação
Infiltração
Precipitação
Pesquisadores no campo educacional defendem a ideia de que a contação de história é estruturada a partir da narrativa oral e tem muita importância para o desenvolvimento humano, portanto, é fundamental a sua estimulação e apreciação desde a primeira infância.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.
1. Quem sabe ouvir uma história sabe contar histórias. Quem ouve histórias, sendo estimulado a compreendê-las, exercita também a capacidade de criar e contar histórias, sentindo-se, quem sabe, motivado a fazer história.
2. O ato de contar histórias é anterior à escrita, pois faz parte da tradição oral desde os povos ancestrais, quando os saberes eram transmitidos oralmente e o compartilhamento de memórias e tradições se efetivava pelo ato de narrar os fatos, acontecidos e imaginados.
3. A contação de histórias é uma arte performativa (no sentido de ser um acontecimento artístico onde o contador é ao mesmo tempo parte da obra, mas também uma pessoa à parte da obra) pertencente às artes cênicas que não são teatro, mas compartilha com ele pontos comuns.
4. O contador, a contadora é aquele/aquela que conta e ao mesmo tempo interage com o público, correspondendo à interação das pessoas durante a sua performance.
5. Contar histórias significa tecer sempre, da mesma maneira, as tramas dos acontecimentos e narrar, linearmente, os fatos a serem imaginados pelas crianças, pois só assim elas serão capazes de compreender as histórias.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 5.
São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
São corretas apenas as afirmativas 2, 3, 4 e 5.
Leia o fragmento a seguir.
Na primeiríssima infância, a criança ainda não lê sozinha e é no processo deliberado de apresentação do livro e dos ritos do ler que ocorre a formação do leitor literário.
ALBUQUERQUE, Simone Santos de; FELIPE, Jane; CORSO, Luciana Vellinho (Organizadoras). Para pensar a docência na Educação Infantil. Porto Alegre: Editora Evangraf, 2019. Capítulo 6: ALFABETIZAÇÃO LITERÁRIA: BEBÊS, LEITORES E LIVROS FASCINANTES. Cristina Maria Rosa. (p.140)
Tendo em vista as ações relevantes do professor, no processo de leitura em voz alta para as crianças, analise as afirmativas a seguir:
I. É imperativa a escolha criteriosa de livros pelo professor e a integração dos bebês aos comportamentos leitores.
II. A leitura deve ser um investimento do adulto que “vai dando sentido” às páginas com sua “presença e sua voz”.
III. A mediação literária é uma atitude a ser fruída e não intencional pelo professor, para dar leveza ao processo.
Está correto o que está descrito em
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, apenas.
II, apenas.
III, apenas.
“Atirei um céu aberto
Na janela do meu bem:
Cai na Lapa — um deserto...
— Pará, capital Belém!...”
Manuel Bandeira
O texto acima remente a uma expressão da cultura popular de grande valor para o trabalho pedagógico na educação básica. Ele é classificado como:
lenda.
parlenda adivinha mística.
trava-língua.
quadrinha.
Ao planejar atividades de escrita, qual estratégia é recomendada para incentivar a reflexão sobre a prática da escrita nas crianças?
Atrelar a escrita a cópias de textos do quadro, para melhorar a compreensão.
Evitar que as crianças escrevam até que conheçam todas as letras e vocábulos.
Permitir que as crianças escrevam de acordo com suas possibilidades, mesmo que de maneira não convencional.
Focar na caligrafia e gramática.