

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
"Transformar os alunos em objetos receptores é uma tentativa de controlar o pensamento e a ação, leva homens e mulheres a ajustarem-se ao mundo e inibe o seu poder criativo." (Paulo Freire)
Em seu livro 'Pedagogia do Oprimido', Freire coloca o papel da educação como um ato:
Educacional, incentivando a criatividade do aluno.
Político, que liberta os indivíduos por meio da consciência crítica.
Filosófico, que emerge da educação como uma teoria de liberdade.
Social, transformador e diferencial.
O educador brasileiro Paulo Freire (1996) diz que as qualidades do professor progressista vão sendo construídas na prática pedagógica, coerentemente com a sua opção política, de natureza crítica.
Marque a alternativa que NÃO representa uma qualidade de um professor progressista:
Tolerância
Humildade
Coragem
Egocentrismo
Amorosidade
Segundo Freire (2003), nós somos seres inacabados e, como tal, devemos estar em constante aperfeiçoamento da ação docente. A nossa realidade muda e o saber que construímos precisa ser revisto e ampliado sempre. O que se faz necessário para atualizarmos nossos conhecimentos, principalmente para analisarmos as mudanças que ocorrem em nossa prática, bem como para atribuirmos direções esperadas a essas mudanças?
O Trabalho docente
As Atividades escolares
A Vida diária
A Formação continuada
A Formação profissional
Freire (2008), ao discutir a relação ensinar-aprender, afirma que ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção.
Para Freire, a relação ensinar-aprender efetiva-se, EXCETO,
na existência de objetos, métodos e conteúdos a serem ensinados e aprendidos.
com a prática de sujeitos, um que, ensinando, aprende, outro que, aprendendo, ensina.
na riqueza da aventura de quem aprende, repetindo a lição dada por quem ensina.
na habilidade de quem ensina e de quem aprende, ao apreender a substantividade do objeto aprendido.
Conhecido pelo método de alfabetização de adultos que leva seu nome, desenvolveu um pensamento pedagógico que defende que o objetivo maior da educação é conscientizar o estudante.
Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao contexto acima.
Piaget.
Paulo Freire.
Dermeval Saviani.
Vygotsky.
Considerando a lógica da pedagogia do oprimido, segundo Paulo Freire, assinale a alternativa INCORRETA.
Os opressores são verdadeiramente generosos quando continuam tendo a oportunidade de realizar-se a partir da permanência da injustiça.
Na medida em que, para dominar, se esforçam por deter a ânsia de busca, a inquietação, o poder de criar, que caracterizam a vida, os opressores matam a vida.
Os oprimidos, como objetos, como quase "coisas", não têm finalidades. As suas, são as finalidades que lhes prescrevem os opressores.
Os oprimidos de ontem, que detêm os antigos opressores na sua ânsia de oprimir, estarão gerando, com seu ato, liberdade, na medida em que, com ele, evitam a volta do regime opressor.
“O construtivismo de _________ considera o conhecimento humano, construído graças à interação sujeito e meio (físico e social) externo. O desenvolvimento intelectual-afetivo passa por etapas de organização, não sendo inato, nem apenas fruto de estimulações do ambiente.” Completa corretamente a lacuna:
Jean Piaget.
Vygotsky.
Skinner.
Paulo Freire.
O educador Paulo Freire concebeu uma epistemologia inovadora da educação em termos mundiais e foi reconhecido como o Patrono da Educação Brasileira em 2012.
Segundo o educador:
A educação da libertação baseia-se na indissociabilidade dos contextos e das histórias de vida na formação de sujeitos, que ocorre por meio do diálogo e da relação entre alunos e professores.
A educação da libertação baseia-se na dissociabilidade dos textos e das histórias de vida na formação de sujeitos, que ocorre por meio do diálogo e da relação entre pais e professores.
A educação é encarada como um ato acadêmico, e as relações estabelecidas entre alunos e professores devem ser embasadas em interações de crítica entre sujeitos e cidadãos, de modo a construir conhecimento crítico e centrado na busca pela interdependência.
A educação problematizadora busca estimular a inconsciência crítica da realidade e a postura passiva de alunos e professores no processo ensino-aprendizagem, de forma que haja uma negação ou valorização do mundo que os influencia.
O texto acima suscita uma reflexão acerca da “educação bancária”, prática amplamente condenada por Paulo Freire. Segundo esse educador e filósofo brasileiro, a referida prática consiste em depositar os conteúdos narrados nos estudantes, que, passivos, domesticados e doutrinados, não desenvolvem em si uma consciência crítica e, com esta passividade, tornam-se cada vez mais ingênuos. Nesse sentido, Paulo Freire e Vygotsky apresentam ideias semelhantes quanto ao perfil ideal do educador: profissional organizador do espaço educacional, animador, provocador, motivador da aprendizagem, tendo uma prática que objetiva a autonomia intelectual do aluno e não sua submissão, domesticação e ideologização.
Certo
Errado
Segundo Paulo Freire, o educador democrático não pode negar-se o dever de, em sua prática docente, reforçar a capacidade crítica do educando, a sua curiosidade e a sua insubmissão.
Certo
Errado
Freire (1996), em seu livro Pedagogia da Autonomia, tece uma série de reflexões sobre as práticas pedagógicas. Para o autor, não há docência sem discência, ou seja, o professor aprende ao ensinar e o aluno ensina ao aprender. Considerando os saberes indispensáveis à prática docente, analise as afirmativas a seguir.
I - Freire defende a atuação de um educador autoritário e conservador, que permite a participação dos educandos, suas curiosidades, insubmissões e as suas vivências adquiridas no decorrer da vida e do seu meio social.
II - Freire propõe que aquele que está no papel de formador deve entender que ensinar não é transferir conhecimento, é criar possibilidades para a sua produção ou a sua construção.
III - Freire considera ser papel do professor, no momento de sua formação inicial e em todo seu caminho profissional, repensar, refletir, indagar e inferir sobre a sua postura quanto à prática de ensino.
Assinale a alternativa que contém a(s) afirmativa(s) CORRETA(S).
I e III, apenas.
III, apenas.
II e III, apenas.
II, apenas.
I, II e III.
Passados mais de vinte anos desde sua morte, Paulo Freire segue sendo um dos autores mais citados em trabalhos acadêmicos em todo o mundo. Seu pensamento influenciou e segue influenciando pesquisadores, ativistas e educadores em diferentes partes do planeta. Em sua obra, Paulo Freire se opõe ao que qualifica como uma educação _____, à qual contrapõe uma educação voltada a desenvolver a _____ e a capacidade _____ dos educandos.
A alternativa que apresente correta e respectivamente as palavras que completem as lacunas.
Bancária – disciplina – desobediência
Libertadora – disciplina – reprodutiva
Liberal – anarquia – violenta
Crítica – autonomia – assimilacionista
Bancária – autonomia – crítica
Em sua obra clássica, Pedagogia do Oprimido, Paulo Freire apresenta e discute os conceitos de educação bancária e educação libertadora.
Quanto mais analisamos as relações educador-educandos, na escola, em qualquer de seus níveis (ou fora dela), parece que mais nos podemos convencer de que estas relações apresentam um caráter especial e marcante — o de serem relações fundamentalmente narradoras, dissertadoras. Narração de conteúdos que, por isto mesmo, tendem a petrificar-se ou a fazer-se algo quase morto, sejam valores ou dimensões concretas da realidade. Narração ou dissertação que implica um sujeito o narrador — e objetos pacientes, ouvintes — os educandos. (...) A narração, de que o educador é o sujeito, conduz os educandos à memorização mecânica do conteúdo narrado. Mais ainda, a narração os transforma em “vasilhas”, em recipientes a serem “enchidos” pelo educador. Quanto mais vá “enchendo” os recipientes com seus “depósitos”, tanto melhor educador será. Quanto mais se deixem docilmente “encher”, tanto melhores educandos serão. Desta maneira, a educação se torna um ato de depositar, em que os educandos são os depositários e o educador o depositante. (FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. São Paulo: Paz e Terra, 2011, p. 57-58).
Sobre o conceito de educação libertadora, leia as afirmações a seguir:
I – A educação bancária serve à dominação; a educação libertadora é problematizadora, que serve à libertação.
II – A educação libertadora emite comunicados e permite aos educandos que possam apreender e entender os sentidos dos comunicados.
III – A educação libertadora transmite conteúdos a partir da experiência histórico-social dos educadores, que selecionam, a partir de um currículo elaborado, o conjunto de conhecimentos para a formação de jovens e adultos.
IV – Na concepção libertadora há a superação da contradição educador-educando, tornando-se um educador-educando e um educando-educador.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o conceito de educação libertadora.
II e III.
II e IV.
I e III.
I e IV.
Paulo Freire (1921-1997) foi o mais célebre educador brasileiro, com atuação e reconhecimento internacionais. Conhecido principalmente pelo método de alfabetização de adultos que leva seu nome, ele desenvolveu um pensamento pedagógico assumidamente político.
(___)Freire criticava a ideia de que ensinar é transmitir saber porque para ele a missão do professor era possibilitar a criação ou a produção de conhecimentos.
(___)Previa para o professor um papel diretivo e informativo - portanto, ele não pode renunciar a exercer autoridade.
(___)Dizia que ninguém ensina nada a ninguém, mas as pessoas também não aprendem sozinhas. "Os homens se educam entre si mediados pelo mundo", escreveu.
Considerando (V) para verdadeiro e (F) para falso marque a alternativa CORRETA que corresponde a sequência de cima para baixo das concepções de Paulo Freire.
V, F, F.
V, V, V.
V, F, V.
V, V, F.
No livro Pedagogia dos sonhos possíveis, Paulo Freire discorre sobre a alfabetização na perspectiva da Educação Popular.
Considerando as ideias discutidas por Freire nessa obra, analise as afirmativas a seguir:
I. A alfabetização, mesmo numa compreensão superficial, é um exercício através do qual o alfabetizando vai se apoderando, pouco a pouco, do profundo mistério da linguagem.
II. A prática da alfabetização deve partir dos níveis de leitura do mundo, de como os alfabetizandos estão lendo sua realidade, porque toda leitura de mundo pressupõe um certo saber.
III. A alfabetização necessita de neutralidade social e política para que possa produzir cidadania.
Estão corretas as afirmativas
I e II, apenas.
I e III, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Maria Amélia, professora do 4º ano do Ensino Fundamental, começou a retomar os estudos sobre as Tendências Pedagógicas. Foi até a biblioteca mais próxima e lá selecionou alguns livros para se aprofundar no tema. Após muita leitura e estudos, Maria Amélia observou que a Tendência Libertadora é uma das mais famosas no Brasil por sua busca de romper com o autoritarismo. De acordo com essa tendência, o homem deve ser libertado de tudo aquilo que lhe impossibilita de exercer todo o seu potencial. Assim, as mulheres não precisam aceitar o machismo; os trabalhadores do campo não devem se submeter à vontade dos grandes proprietários e os negros não devem aceitar o racismo como algo natural. Para que isso ocorra, é necessário que o homem tome consciência do seu estado atual e das suas possibilidades de mudar a sua realidade. É nesse processo de conscientização que a educação começa a exercer o seu papel, trazendo para o contexto escolar temas sociais e políticos e incluindo no processo ensino e aprendizagem a realidade concreta dos alunos. A professora Maria Amélia concluiu seus estudos sobre a Tendência Libertadora salientando que no Brasil pode-se destacar como um forte representante desse pensamento:
Jean Piaget.
Henri Pestalozzi.
Maria Montessori.
Paulo Freire.
Froebel.
Marque a alternativa correta.
Segundo Paulo Freire (Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996, p. 146), “Como prática estritamente humana, jamais pude entender a educação como experiência fria, sem alma, em que os sentimentos e as emoções, os desejos, os sonhos devessem ser reprimidos por uma espécie de ditadura racionalista”. Dessa forma, a afetividade reforça a ideia de que os professores, quando buscam aprofundar o conhecimento sobre a sua importância na relação professor-aluno, estão, na verdade, procurando:
Conceber a sala de aula como um rico espaço de relações entre alunos e professores, estabelecendo um convívio harmônico, sendo o diálogo o instrumento principal nessas relações.
Desenvolver atividades educativas formativas.
Discutir as situações de negligências que as crianças vivem na atualidade.
Promover o desenvolvimento e crescimento dos indivíduos.
Escolher melhores metodologias para a prática pedagógica estabelecida na Educação Infantil.
Qual dos autores citados abaixo defende em suas obras a participação do estudante como protagonista no processo de aprendizagem, por meio de uma ação pedagógica baseada no respeito à autonomia e à dignidade?
José Carlos Libâneo.
Ana Teberosky.
Anísio Teixeira.
Paulo Freire.
O projeto pedagógico na perspectiva de Paulo Freire define que:
O educador deve fazer do ato educativo uma atividade também política.
Fazer política na escola significa se regularizar com as utopias do corpo docente e discente da escola.
As políticas que conduzem questões administrativas, financeiras e pedagógicas devem ser discutidas politicamente no interior da escola.
Intervir na forma de fazer políticas dos educadores e representatividades.
De acordo com Paulo Freire na obra “Pedagogia da Autonomia”, em relação ao ato de ensinar, analise as alternativas abaixo e assinale a incorreta:
Quando um professor entra em uma sala de aula deve estar sendo um ser aberto a indagações, à curiosidade, às perguntas dos alunos;
Ensinar é transferir conhecimento e criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção;
Este saber necessário ao professor – que ensinar não é transferir conhecimento – não apenas precisa de ser apreendido por ele e pelos educandos nas suas razões de ser – ontológica, política, ética, epistemológica, pedagógica, mas também precisa de ser constantemente testemunhado, vivido;
Ensinar exige consciência do inacabamento;