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"A prática escolar usualmente denominada de avaliação da aprendizagem pouco tem a ver com avaliação. Ela constitui-se muito mais de provas/exames do que de avaliação. Provas/exames têm por finalidade, no caso da aprendizagem escolar, verificar o nível de desempenho do educando em determinado conteúdo e classificar em termos de aprovação/reprovação. [...] Entendo que o ato de avaliar é, constitutivamente, amoroso, o ato amoroso é aquele que acolhe a situação, na sua verdade, assim, manifesta-se o ato amoroso consigo mesmo e com os outros. O ato amoroso da avaliação permeia atos, ações, alegria, dores, permite que cada coisa seja o que é, neste momento". (In: Lukesi, Cipriano. Avaliação da aprendizagem escolar: um ato amoroso, 2001, p. 171/172). Neste sentido, para Lukesi, o ato amoroso da avaliação deve ser:
Contínuo e cumulativo.
Diagnóstico e cumulativo.
Diagnóstico, processual.
Acolhedor, integrativo, inclusivo.
Escolha a alternativa certa. Considerando que a construção do conhecimento é um processo que integra a avaliação, como devem ser avaliados os conhecimentos aprendidos e/ou construídos pelos/as alunos/as?
Com base nos critérios definidos para cada série e nos critérios mais gerais, vinculados à organização curricular e as condições de aprendizagem oferecidas, avaliar as características próprias, os limites e as possibilidades grupais e individuais de cada turma.
Atribuindo notas/conceitos através de provas, de testes e de trabalhos e/ou exercícios.
Através de instrumentos de medição da aprendizagem que possibilita a aprovação ou reprovação.
Julgando as habilidades intelectuais, envolvendo os aspectos pessoais e comportamentais dos educandos.

De acordo com o texto acima, a avaliação atual do ensino mascara:
a existência de discriminação e preconceitos de origem étnica, social ou sexual.
as atitudes de desempenho, como provas e trabalhos em grupo.
os currículos pretendido, implementado e conseguido.
a discriminação sofrida por alunos com maiores dificuldades.
que diferentes grupos sociais, sexuais ou étnicos exigem diferentes conteúdos curriculares.
Avaliação é o elemento integrador entre aprendizagem e ensino, seu objetivo é a orientação da intermediação pedagógica. Logo a avaliação deve ser:
espontaneísta como elemento de controle;
classificatória e formativa;
um jogo de regras uniformes e definidas à luz de parâmetros fixos;
investigativa e mediadora;
diagnóstica e classificatória.
Na maioria das escolas, a ação do professor é limitada a transmitir e corrigir. O processo educativo se desenvolve através de momentos estanques, sem elos de continuidade, desconectados em termos de progressão na construção do conhecimento. Não se trata de considerar a avaliação como uma fórmula mágica, ou seja, de se imaginar a possibilidade de uma avaliação mediadora, por si só, impulsionadora de saltos mecânicos de um nível de conhecimento a outro.
Segundo Jussara Hoffmann, é preciso partir da
realizações de provas objetivas e dissertativas como forma de avaliar com precisão e adequadamente os alunos.
negação de prática atual quanto ao seu caráter de terminalidade e da simples constatação de erros e acertos.
consciência do alunos sobre a importância de estudar e de sua compreensão sobre o significado da avaliação.
realidade cognitiva dos alunos para poder construir provas adequadas à capacidade deles.
compreensão dos diferentes significados existentes sobre avaliação educacional e optar por um deles.
Jussara Hoffman quando pondera sobre o uso equivocado dos testes, está preocupada em saber se os educadores pensam e definem a intencionalidade básica inerente à aplicação de testes ou solicitação de tarefas ao aluno. Afirma ela que, em função dos equívocos decorrentes de imprecisões da terminologia, o teste é entendido como instrumento
adequado para a apreensão das habilidades adquiridas.
de constatação e mensuração e não de investigação.
que possibilita a compreensão do desenvolvimento global dos alunos.
privilegiado, para garantir a função seletiva da escola na sociedade moderna.
de interação entre educador e educando, que evita a relação pessoal, em nome da objetividade.
É correto afirmar que:
Uma avaliação classificatória promove o diálogo entre os professores, entre professores e alunos e entre a escola e os pais, pela profundidade do acompanhamento.
A busca de objetividade e precisão em avaliação desvia o olhar do educador acerca do potencial do educando.
Notas e conceitos classificatórios não padronizam o que é diferente, personalizando as dificuldades e os avanços de cada aluno.
Uma análise qualitativa em avaliação não relativiza o certo e o errado.
Na avaliação segundo o sistema de Viola Spolin:
é essencial que seja feita por todos, alunos e professores, a partir de um padrão de "certo e errado", indicado pelo professor.
é essencial que o professor não assuma sozinho a avaliação, mas que faça perguntas que todos respondam, inclusive ele próprio.
é essencial que o professor assuma que esta tarefa lhe compete. É ele que deve indicar o que está certo e o que está errado.
é essencial que todos digam de quem gostaram mais. Não há necessidade de se dizer de quem eles não gostaram.

O texto acima de Maria Teresa Esteban faz referência às muitas das propostas atuais de avaliação que mantêm o estabelecimento de parâmetros com os quais as respostas dos alunos devem ser comparados
para se desenvolver uma avaliação emancipatória.
e não rompem com a prática de avaliação classificatória.
visando a realização de uma avaliação diagnóstica.
visando uma aprendizagem significativa, a partir do erro construtivo.
e organizadas de forma a oferecer a idéia exata do rendimento dos alunos.
Os momentos avaliatórios presentes nos projetos de trabalho, não como uma fórmula, mas como uma forma de diálogo do professor com o conhecimento que os alunos vão construindo e como evidência pública que lhes permite aprender uns dos outros, são:
Avaliação inicial, avaliação recapitulativa , avaliação somativa.
Avaliação formativa, avaliação recapitulativa, avaliação somativa.
Avaliação inicial, avaliação formativa, avaliação recapitulativa.
Avaliação inicial, avaliação formativa,avaliação somativa.
Numa aula com alunos da 8ª série, o professor definiu para o momento de avaliação de sua aula o seguinte enunciado: "O aluno deverá participar de um jogo de basquetebol e durante a partida deverá realizar cinco lançamentos à cesta, executando um salto jump. Demonstrando um aproveitamento de 60% de cestas convertidas."
Que critérios predominam para fundamentar que esse é um processo de avaliação clássica da área?
1. Ênfase nos conteúdos motores.
2. Participação do aluno na aula.
3. Medição quantitativa da conduta do aluno.
4. Critério individualizado.
5. Aprendizagem pelo aluno dos padrões de movimento desenvolvidos.
Estão corretas:
2,4 e 5
1,3,4 e 5
1,3 e 5
1,2,3 e 4
2,3,4 e 5