

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
No livro intitulado Educação Matemática: da teoria à prática, Ubiratan D’Ambrósio propõe, no capítulo 3, uma definição para currículo e utiliza uma representação cartesiana para identificar os três componentes que considera fazer parte, de forma integrada, da análise curricular. Essas componentes são
objetivos, conteúdos e métodos.
objetivos, conteúdos e avaliação.
conteúdos, avaliação e bibliografia.
objetivos, conteúdos e bibliografia.
conteúdos, avaliação e didática.
As autoras Lopes e Macedo (2011) apresentam as principais teorias curriculares desenvolvidas no campo pedagógico, tecendo considerações e refletindo sobre os significados delas para a formação de determinado tipo de sujeito.
A teoria crítica do currículo, de acordo com Lopes e Macedo (2011), compreende o currículo como
O currículo escolar abrange as experiências de aprendizagens implementadas pelas instituições escolares e que deverão ser vivenciadas pelos estudantes. Nele estão contidos os conteúdos que deverão ser abordados no processo de ensino-aprendizagem e a metodologia utilizada para os diferentes níveis de ensino. Temos como teorias do currículo. Assinale a alternativa correta:
A respeito das teorias do currículo indique a alternativa correta:
I. As teorias críticas enfatizam aspectos como a ideologia, a reprodução cultural e social, as relações de poder.
II. As teorias pós-críticas denunciam o multiculturalismo presente no currículo.
III. As teorias tradicionais enfatizam o ensino, a aprendizagem, a avaliação, os procedimentos metodológicos, o planejamento etc.
IV. As teorias tradicionais consideram-se neutras e desinteressadas.
V. As teorias críticas argumentam que toda teoria implica relações de poder.
II, III e V.
I, III, IV e V.
I, II, IV.
todas estão corretas.
A articulação entre os Componentes Curriculares serve de ancoragem para a apropriação do conhecimento, preparando os estudantes para compreenderem e transformarem a si mesmos e aos outros, na interação social situada na cultura, entendendo esses estudantes como sujeitos íntegros e complexos, que não podem ser compreendidos de forma compartimentada.
Sob essa perspectiva, a dialogia entre os Componentes Curriculares é concebida como guia de ação educativa, sob a lógica da articulação entre:
São representantes das teorias críticas do currículo, EXCETO:
Pierre Bourdieu Louis Althusser
Jean Claude Passeron
John Dewey
Paulo Freire
“O currículo é lugar, espaço, território. O currículo é relação de poder. O currículo é trajetória, viagem, percurso. O currículo é autobiografia, nossa vida, curriculum vitae: no currículo se forja nossa identidade. O currículo é texto, discurso, documento. O currículo é documento de identidade” (SILVA, Tomaz Tadeu da, 2007, p. 105).
Com base na obra do autor: “Documentos de Identidade; uma introdução às teorias do currículo”, analise a correspondência entre as teorias e suas conceituações:
(T) Teorias Tradicionais do Currículo
(C) Teorias Críticas do Currículo
(P) Teorias Pós-Críticas do Currículo
( ) O tema multiculturalismo ganha centralidade, devendo o currículo contemplar a discussão sobre a identidade cultural e biológica do indivíduo (raça, etnia, gênero, sexualidade).
( ) Desloca a ênfase da racionalidade técnica para as contradições da sociedade capitalista, permitindo enxergar o caráter problematizador da educação.
( ) Conhecimento centrado no preparo do indivíduo para a sociedade, como sujeito de trabalho, visto mecanicamente como parte do sistema de massas geradoras de produtos.
( ) O currículo é visto como processo de racionalização de resultados educacionais, rigorosamente especificados e medidos, tomando o status quo como referência desejável.
( ) Tem fundamentação no pós-estruturalismo, e concebem o conhecimento estreitamente relacionado com suas formas de representação textual e discursiva.
( ) Crítica à escola como reprodutora da hegemonia dominante e das desigualdades sociais.
( ) Ênfase na educação bancária, que concebe o conhecimento como sendo constituído de informações e fatos a serem transferidos do professor para o aluno, numa comunicação unilateral.
( ) Escola vista como espaço socializador de conhecimentos e saberes historicamente construídos, onde se dá a articulação entre o ato político e o ato pedagógico.
A ordem CORRETA de associação, de cima para baixo, é:
P, C, T, T, P, C, T, C
C, P, T, P, C, P, T, C
T, P, C, T, P, C, P, P
P, P, T, T, C, P, T, C
C, C, P, T, P, T, P, P
Sobre currículo, analise as afirmativas abaixo e identifique a(s) correta(s):
I- A construção do currículo deve ultrapassar as fronteiras da escola, de forma a permitir transcender visões restritivas e, consequentemente, ir além das grades curriculares e do rol de conteúdos científicos.
II- O currículo deve garantir a inclusão, a valorização das diferenças e o atendimento à pluralidade e à diversidade cultural, resgatando e respeitando as várias manifestações de cada comunidade.
III- O currículo é uma definição teórica, por isso é estático.
Assinale a alternativa correta:
Apenas a afirmativa I está correta.
Apenas a afirmativa III está correta.
Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
Apenas as afirmativas II e III estão corretas.
Apenas as afirmativas I e III estão corretas
Sobre a teoria curricular histórica-crítica e suas relações com a pós-crítica ou pós-estruturalista examine as assertivas a seguir:
I. O pensamento curricular pós-estruturalista fundamenta-se na teoria foucaultiana e pressupõe uma formação, entre outros aspectos que considera as demandas imediatas dos indivíduos, das suas culturas e das suas relações de poder adstritas às estruturas de governamentabilidade.
II. O pós-estruturalismo constitui-se em uma perspectiva que toma como referência psicológica as metanarrativas da escola de Vigotski e defende intransigentemente o fundamento ontológico e gnosiológico da atividade vital consciente da realidade objetiva como condição inexorável para o salto do ser natural para o ser social.
III. A teoria curricular histórico-crítica fundamentase na pedagogia liberal e vincula-se às pedagogias aglutinadas em torno do lema “aprender a aprender” que também podem ser nominadas e pedagogias pós-modernas e são conhecidas como: pedagogia construtivista, pedagogia multiculturalista, pedagogia dos projetos, teoria do professor reflexivo e pedagogia das competências.
IV. A teoria curricular histórico-crítica forma-se a partir dos trabalhos do teórico brasileiro Dermeval Saviani e toma como referência a filosofia dialética materialista e histórica, que defende o conhecimento como método de apropriação de realidade num caminho que vai da síncrese à síntese, pela mediação da análise e, por sua vez, propicia a genericidade humana em um processo de elevação que ocorre da anomia à autonomia, pela mediação da hetoronomia.
Marque a alternativa correta:
estão corretas somente as assertivas I e IV.
apenas a assertiva III está correta.
todas as assertivas estão corretas.
somente as assertivas II e III são as corretas.
No que se refere às adaptações curriculares, analise os itens a seguir e, ao final, assinale as alternativas corretas:
I – São medidas adotadas enfatizando-se um grupo específico de alunos.
II – Envolvem a adoção de estratégias diferentes das usuais para permitir que todos os alunos aprendam e participem.
III – São de responsabilidade exclusivamente do professor.
IV – Devem prever uma programação escolar tão comum quanto possível.
Apenas os itens I e II são verdadeiros.
Apenas os itens I, II e IV são verdadeiros.
Apenas os itens II, III e IV são verdadeiros.
Apenas os itens I, II e III são verdadeiros.
Todos os itens são verdadeiros.
O estudo das diferentes correntes teóricas no campo do currículo é de extrema relevância para se pensar sobre a organização do trabalho pedagógico na escola. De acordo com o estudioso Tomaz Tadeu da Silva (1999), de acordo com os conceitos e concepções teóricas que carregam, as teorias sobre currículo se dividem em:
teorias da representação, teorias da emancipação e da diferença e teorias do multiculturalismo do currículo.
teorias da reprodução, teorias da emancipação e da diferença e teorias do multiculturalismo do currículo.
teorias do saber-poder, teorias críticas e teorias da emancipação e da diferença do currículo.
teorias da reprodução, teorias do multiculturalismo e teorias pós-críticas do currículo.
teorias tradicionais, teorias críticas e teorias pós-críticas do currículo.
As teorias curriculares podem ser classificadas em tradicionais, críticas e pós-críticas. Sobre o conhecimento e o currículo, nessas diferentes perspectivas, é correto afirmar que
na perspectiva tradicional o currículo tem um foco na formação técnica, capaz de qualificar os indivíduos para o mercado de trabalho.
as teorias tradicionais de currículo deslocam a ênfase dos conceitos simplesmente pedagógicos de ensino e aprendizagem para os conceitos de ideologia e poder.
as teorias críticas abordam com ênfase as preocupações com a diferença, com as relações saber-poder no âmbito escolar, o multiculturalismo, as diferentes culturas raciais e étnicas
um currículo proposto a partir da teoria crítica e pós-crítica pressupõe trabalhar com conteúdos significativos, partindo da realidade educacional existente, explorando principalmente os debates e as discussões, antes da prática.
o escolanovismo apresenta um currículo no qual é perceptível a tentativa de romper com o ensino tradicional, deixando de valorizar o professor como centro do processo de ensino e aprendizagem para focar o aluno, respeitando e valorizando as suas experiências anteriores.
A palavra latina curric?lum pode ser traduzida como pista de corrida. Nesse sentido, pode-se dizer que frequentar a trajetória escolar e universitária significa percorrer várias pistas de conteúdos selecionados para conquistar a formação pretendida.
De acordo com Silva (2011), existem várias teorias do currículo: as teorias tradicionais, as teorias críticas e as teorias pós-críticas. As teorias tradicionais orientavam-se pela preocupação com os objetivos e as formas da educação de massa, a fim de atender às necessidades da industrialização. As teorias críticas surgiram no contexto dos movimentos sociais e políticos dos anos 1960, contestando as teorias tradicionais no que se referia às relações entre escola e sociedade, à ênfase do currículo na cultura da classe dominante, às relações entre currículo e poder, à educação bancária etc.
SILVA, Tomaz Tadeu. Documentos de identidade: uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Autêntica, 2011.
Os conceitos pertinentes apenas ao campo das teorias pós-críticas são
ideologia, poder, classe social, capitalismo, emancipação, resistência.
planejamento, eficiência, didática, metodologia, organização, objetivos.
ensino, aprendizagem, reprodução social e cultural, conscientização, currículo oculto.
identidade, alteridade, diferença, significação e discurso, representação, multiculturalismo.
Em uma perspectiva contra-hegemônica, o currículo adota, em contraposição ao conceito de avaliação da aprendizagem, o conceito de avaliação para as aprendizagens.
Considerando as Teorias Cognitivas da Aprendizagem, analise os itens abaixo e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA:
I. A Teoria Cognitiva foi desenvolvida pelo suíço Jean Piaget (1896 – 1980).
II. Na definição de Aprendizagem junto a concepção de Piaget, ele separa o processo cognitivo inteligente em duas palavras: aprendizagem e desenvolvimento.
III. Para Piaget, a Aprendizagem se dá através dos estágios de desenvolvimento e o desenvolvimento se dá através dos processos de assimilação, acomodação e os esquemas.
A organização do percurso formativo, aberto e contextualizado, deve ser construída em função das peculiaridades do meio e das características , interesses e necessidades dos estudantes, incluindo não só os componentes curriculares centrais obrigatórios , previstos na legislação e nas normas educacionais, mas outros, também , de modo flexível e variável , conforme cada projeto escolar, e assegurando:
escolha da abordagem didático-pedagógica disciplinar, pluridisciplinar, interdisciplinar ou transdisciplinar pela escola.
concepção e organização do espaço curricular e físico que se imbriquem e alarguem, incluindo espaços, ambientes e equipamentos apenas em salas de aula.
redução e unificação dos tempos e espaços curriculares, porque educar é responsabilidade da família e, por isso é essencial passar mais tempo junto a ela.
entendimento de rede de aprendizagem, como um esfacelamento de ações didático-pedagógicas, com foco na aprendizagem e no gosto de aprender.
compreensão da matriz curricular entendida como limitadora de movimento, dinamismo curricular e educacional.
Lopes e Macedo (2013) discutem vários conceitos de currículo associados a diferentes tradições. Para os autores, uma boa teoria curricular deveria:
perceber que os conhecimentos são externos aos alunos.
não se preocupar em dar conta do processo educativo envolvido no que acontece nas escolas.
criar mecanismos que, na cultura universal, permitissem escolher, o que ensinar.
desconsiderar as relações de poder subjacentes aos processos de escolha do que ensinar.
“O reconhecimento de que as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) ao Currículo exigem novas habilidades, e, portanto, a necessidade de trabalhar os diferentes letramentos, cria novos desafios educacionais no sentido de que alunos, educadores e as pessoas em geral devem ter uma maior familiaridade com os novos recursos digitais.” (ALMEIDA e VALENTE, 2011, p.23). Para enfrentar tais desafios, na opinião dos autores, é preciso, EXCETO:
preparar educadores para aprender e ensinar a ler, escrever e comunicar-se usando novas modalidades e meios de expressão.
integrar as tecnologias ao currículo, criando condições para orientar o professor a assumir o protagonismo da ação com o uso das TDIC.
disponibilizar tecnologias na escola para acesso de todos em qualquer momento, como condição suficiente para a integração das tecnologias ao currículo.
criar condições para orientar o professor a assumir o protagonismo da ação com o uso das TDIC.
De acordo com Tomaz Silva (2000), o currículo é “uma questão de saber, poder e identidade” (p. 149), e muitas relações e reflexões entre as teorias críticas e pós-críticas do currículo são consideradas pelo autor. Sobre estas relações entre teoria crítica e pós-crítica, leia atentamente as seguintes considerações:
I- As teorias pós-críticas ampliaram a concepção dos processos de dominação, já que a análise das relações de poder atuantes nas relações sociais fornece uma ampliação das noções das relações de dominação na sociedade.
II- Segundo a teoria crítica, o currículo é uma ferramenta de poder, capaz de transmitir uma ideologia. É uma construção social.
III- As teorias pós-críticas restringem a crítica do poder apenas às relações econômicas, diferentemente da teoria crítica que considera a análise das relações de poder por meio da raça, gênero, etc.
Podemos considerar como corretas as relações:
I, II e III.
II e III, apenas
I e II, apenas.
I e III, apenas.