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Segundo a obra “Sobre a Morte e o Morrer”, de Elisabeth Kubler-Ross (1992), a autora define 05 (cinco) estágios no Luto. A correta ordenação dos estágios, conforme a referida autora, é
Negação e Isolamento; Raiva; Depressão; Barganha; Aceitação.
Raiva; Negação e Isolamento; Depressão; Raiva; Aceitação; Barganha.
Raiva; Depressão; Negação e Isolamento; Barganha; Depressão; Aceitação.
Negação e Isolamento; Raiva; Barganha; Depressão; Aceitação.
Raiva; Depressão; Negação; Barganha; Aceitação.
De acordo com a teoria de Hans Selye, uma das fases da síndrome da adaptação geral é marcada pela quebra do equilíbrio interno do organismo e pela preparação para o enfrentamento, o que consiste em uma ação rápida mediada, especialmente, pela ativação do sistema nervoso autônomo simpático.
Certo
Errado
Segundo Kovács (1992, p. 14-15), “o medo é a resposta psicológica mais comum diante da morte. O medo de morrer é universal e atinge a todos os seres humanos, independente da idade, sexo, nível socioeconômico e credo religioso. Apresenta-se com diversas facetas e é composto por várias dimensões”. Segundo Feifel e Nagy (1981), nenhum ser humano está livre do medo da morte, e todos os medos que temos estão, de alguma forma, relacionados a ele. Cada pessoa teme mais um aspecto da morte. Em decorrência disso, Kastenbaum (1983) afirma que se deve considerar a morte sob duas concepções:
1. A morte do outro: O medo do abandono, envolvendo a consciência da ausência e a separação;
2. A própria morte: A consciência da própria finitude, a fantasia de como será o fim e quando ocorrerá.
Ao pensar sobre a morte, cada pessoa poderá relacioná-la a um dos seguintes aspectos, EXCETO:
Morte sempre iminente: Numa abordagem mais qualitativa, Ernest Becker (1976) faz uma análise interessante sobre o espaço da morte em nossa cultura, revendo alguns aspectos da teoria psicanalítica e da abordagem existencial. Começa dizendo que o medo da morte é universal na condição humana e que já nascemos com medo da morte.
Medo de morrer: Quanto à própria morte, surge o medo do sofrimento e da indignidade pessoal. Em relação à morte do outro, é difícil ver o seu sofrimento e desintegração, o que origina sentimentos de impotência por não se poder fazer nada.
Medo da extinção: Diante da própria morte, existe a ameaça do desconhecido, o medo de não ser e o medo básico da própria extinção. Em relação ao outro, a extinção evoca a vulnerabilidade pela sensação de abandono.
Medo do que vem após a morte: Quando se trata da própria morte e o medo do julgamento, do castigo divino e da rejeição, em relação à do outro, surge o medo da retaliação e da perda da relação.
A doença impede, muitas vezes, o indivíduo de trabalhar, de se divertir, tirando-o do convívio familiar e dos amigos, isolando-o. Sobre a relação saúde e doença, AFIRMA-SE:
I- É necessário banir o luto, para que os que estão vivos possam continuar suas vidas normalmente.
II- A doença pode ser uma ameaça à vida e, com isso, um aceno para a morte.
III- A doença física pode ser acompanhada de manifestações na esfera psíquica, ocasionando também alterações na interação social.
Assinale a opção CORRETA:
Apenas os itens I e II são falsos.
Apenas os itens I e III são falsos.
Apenas os itens II e III são verdadeiros.
Os itens I, II e III são verdadeiros.
A morte traz significados e representações influenciadas por questões sociais e culturais da sociedade na qual o sujeito está inserido, variando também de acordo com o momento histórico. Além disso, cada um pode construir sua própria representação da morte, marcada também por sua individualidade. Entre as emoções abaixo, a que constitui um aspecto comum ligando os ocidentais à morte é a:
raiva.
barganha.
negação.
depressão.
aceitação.
Uma pessoa tropeçou em um degrau de uma escadaria, torceu o pé e referiu dor com intensidade muito forte que a impedia de caminhar. No dia seguinte, ela avaliou a intensidade dessa dor como baixa; no terceiro dia, não referiu dor e já caminhava bem.
Nessa situação hipotética, a dor referida é classificada como
recorrente.
crônica.
fantasma.
neuropática.
aguda.
Leia o texto a seguir.
O estresse pode ser definido como como uma resposta não específica do organismo diante de qualquer situação, em sua interação com o meio ambiente físico e sociocultural, que ameace a homeostase do indivíduo, gerando a necessidade de mobilização de recursos para enfrentar o evento causador do desequilíbrio biopsicossocial. É preciso que o estresse, seu surgimento e gerenciamento, seja considerado como um processo que tem por objetivo adaptar o organismo a uma condição externa ou interna que, de alguma forma, esteja alterando a percepção de bem-estar vivenciada pelo sujeito. (SANTOS, A. F. e ALVES JÚNIOR, A.. Estresse e estratégias de enfrentamento em mestrandos de ciências da saúde. |
Fonte: SANTOS, André Faro; ALVES JÚNIOR, Antônio. Estresse e estratégias de enfrentamento em mestrandos de ciências da saúde. Psicologia: Reflexão e Crítica [online]. 2007, v. 20, n. 1, p.104-113, 2007. Disponível em: . Acesso em: 6 set. 2022. (Adaptado).
O coping, enquanto uma estratégia de enfrentamento ao estresse, é importante pois,
o objetivo das estratégias de enfrentamento é a completa eliminação do estresse mediante técnicas de controle da respiração (respiração diafragmática, por exemplo), e do registro de pensamentos disfuncionais, adequando assim o organismo aos estímulos presente no meio ambiente.
o estresse, como sendo uma reação normal do organismo diante dos estímulos internos e externos do meio ambiente físico e sociocultural, é impossível de ser eliminado ou reduzido, portanto, o coping trata de preparar o organismo para lidar com o estresse quando ele surge.
estresse, apesar de frequente, pode ser considerado anormal pois perturba a homeostase do organismo, e por isso precisa ser enfrentado por meio de estratégias cognitivo-comportamentais que o controlem e o eliminem, restaurando assim o equilíbrio inicial.
o objetivo das estratégias de enfrentamento é a redução ou manejo do estresse mediante a avaliação que o indivíduo faz de um dado evento em sua vida. Se o enfrentamento for adequado, o estresse poderá ser reduzido e adequado ao momento; do contrário, pode chegar a intensificar o nível de estresse em vista da interpretação da situação.
“Quando retrocedemos no tempo e estudamos culturas e povos antigos, temos a impressão de que o homem sempre abominou a morte, provavelmente, sempre a repelirá. Do ponto de vista psiquiátrico, isto é bastante compreensível e talvez se explique melhor pela noção básica de que, em nosso inconsciente, a morte nunca é possível quando se trata de nós mesmos. É inconcebível para o inconsciente imaginar um fim real para a nossa vida na terra e, se, a vida tiver um fim, este será sempre atribuído a uma intervenção maligna fora de nosso alcance” (KUBLER-ROSS,1998). Sobre a morte e o processo de morrer no desenvolvimento infantil, de acordo com a autora, é CORRETO afirmar:
A criança que, de raiva, deseja que a mãe morra, porque esta não satisfez seus desejos ficará muito traumatizada caso isso venha, de fato, a acontecer, mesmo que não haja ligação alguma no tempo com seus desejos de destruição.
A criança vê a morte como algo permanente, sebe que nunca mais poderá ver a pessoa novamente, porém, não sofre com isso.
Não existe sentimento de culpa na criança pela morte de alguém, mesmo que ela por algum momento a tenha desejado.
Uma criança de cinco anos que perde a mãe, culpa os parentes pelo desaparecimento dela, principalmente se na família, houver outros filhos.
Quanto aos rituais de luto e sua função em desastres, julgue os itens a seguir de acordo com as ideias de Franco (2015).
I. Os rituais têm como principais objetivos auxiliar na concretização da morte, confirmar a perda, autorizar a expressão de afetos e memórias, propiciar a construção de significados e fornecer suporte social ao enlutado.
II. A impossibilidade de realizar os rituais fúnebres pode dificultar o processo de luto.
III. Os rituais estão presentes no processo de elaboração do luto apenas quando realizado velório e sepultamento.
Assinale a alternativa correta.
Apenas o item I está certo.
Apenas os itens I e II estão certos.
Apenas os itens I e III estão certos.
Apenas o item III está certo.
Apenas os itens II e III estão certos.
Segundo Angerami-Camon (1998), existem alguns modelos psicológicos frequentemente utilizados no tratamento de dor tanto aguda quanto crônica. Considerando tal afirmativa, assinale a alternativa incorreta sobre os possíveis tratamentos para a dor.
Tratamento operante para dor.
Tratamento eletromiográfico.
Tratamento cognitivo-comportamental.
Eletroencefalograma.
Hipnose.
onsiderando o vasto campo de estudo da Tanatologia, analise as informações abaixo:
I. Cuidados a pacientes terminais e seus familiares.
II. Processo de humanização dos cuidados paliativos.
III. Vivência dos processos de luto antes e depois da morte.
IV. Compreensão de comportamentos autodestrutivos.
Assinale a alternativa CORRETA.
Apenas uma está correta.
Apenas duas estão corretas.
Apenas três estão corretas.
Quatro estão corretas.
Todas estão incorretas.
Considerando os modelos de resposta ao estresse, analise as afirmativas correlatas e a relação proposta entre elas.
I. “Afirmar que as respostas fisiológica e psicológica após um evento estressor são desencadeadas pelo sistema simpático com aumento da frequência cardíaca e respiratória, sudorese, propiciando efeitos emocionalmente negativos como ansiedade e medo, é incorrer em distorção de entendimento sobre estresse.”
PORQUE
II. “Nem todo evento estressor promove respostas fisiológica e psicológica negativas, visto que as reações da experiência estressora podem ser desafiadoras e, portanto, energizantes e motivadoras.”
Assinale a alternativa correta.
A afirmativa I é verdadeira; a II é falsa em relação aos modelos de resposta ao estresse.
As afirmativas I e II são verdadeiras e ambas se referem, respectivamente, modelos e resposta ao estresse.
A afirmativa I é falsa, mas a II é verdadeira ao indicar influência positiva inerente ao modelo de resposta ao estresse.
As afirmativas I e II são verdadeiras; a I se refere a uma ressalva para os modelos de resposta ao estresse e a II à explicação pela qual essa ressalva se faz importante.
Ao tratar da família do paciente, no capítulo IX da obra “Sobre a morte e o morrer”, de Elizabeth KublerRoss (1992), a autora destaca as mudanças no lar e efeitos sobre a família. Com base nessa reflexão, analise as seguintes assertivas:
I. No período da doença, os familiares desempenham papel preponderante, embora suas reações pouco interfiram na reação do paciente.
II. Se entram em jogo visitas ao hospital, é necessário providenciar condução e alguém que tome conta das crianças na sua ausência.
III. Aos transtornos e preocupações com o marido, acrescidos da responsabilidade e do trabalho, vêm se juntar uma solidão maior e, com frequência, um ressentimento.
IV. Devemos exigir a presença constante de qualquer um dos membros da família.
Estão incorretas
I e III, somente.
II e IV, somente.
III e IV, somente.
I e IV, somente.
I, II, III e IV.
Hans Selye está entre os grandes representes dos modelos teóricos que visam explicar o estresse com a proposição das fases de adaptação, especialmente a Síndrome de Adaptação Geral (SAG). Sobre a SAG, assinale a afirmativa correta.
A fase de exaustão é caracterizada pela resistência do organismo e nela ocorre o aumento da liberação de hormônios, da frequência cardíaca e da temperatura corporal.
A resistência é a segunda fase e nela há a manutenção do aumento da atividade do sistema nervoso simpático, dos níveis de cortisol no organismo e das demandas energéticas do corpo.
Após um evento estressor, a resposta adaptativa ao estresse segue a sequência das três fases da SAG – alarme, exaustão e resistência, para que então esteja emocionalmente preparado para uma ação de “luta ou fuga”.
A primeira fase é chamada de alarme, pois o corpo se prepara para “luta ou fuga” e mobiliza o sistema nervoso parassimpático, promovendo aumento progressivo da frequência cardíaca, respiratória e da demanda sanguínea para o corpo.
Qual é o mecanismo de que o organismo lança mão em reação aos agentes do estresse, representando a forma como cada indivíduo avalia e lida com essas agressões?
Coping.
Resiliência.
Adaptação.
Enfrentamento.
O termo estresse surgiu para designar as forças envolvidas em uma situação de ameaça à manutenção da homeostase, sendo o sistema alostático responsável por essa manutenção. O organismo reage ao estresse:
Ativando um complexo repertório de respostas comportamentais e fisiológicas, conhecidas como reações de “luta e fuga”;
Desenvolvendo experiências ao longo da vida - determina o que tem sido descrito como equação etiológica das disfunções psíquicas;
Por traumas importantes na infância, como abuso sexual;
Da organização cerebral, que difere amplamente de uma pessoa para outra
A plasticidade fenotípica está relacionada com a habilidade do indivíduo de lidar com a situação estressora.
Certo
Errado
Assinale a alternativa INCORRETA dentre os processos necessários à elaboração do luto.
Reagir, produtivamente, à separação.
Re-vivenciar as experiências com a pessoa perdida.
Reajustar-se a uma nova situação.
Renegociar ou se religar às relações perdidas.
Reinvestir energia em novas relações.
Segundo Medeiros et al. (2021), quando a mãe recebe a notícia de que sua criança é portadora de malformação congênita, ela passa por um processo emocional que exibe os sinais clássicos do luto psicológico. Tais sentimentos relacionam-se com a _______________. O impacto provocado pelo diagnóstico leva a um período marcado por __________________.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
ansiedade frente ao preconceito social – isolamento social.
perda da gravidez idealizada – descontrole emocional, configurando a fase de choque.
ansiedade frente ao preconceito social – descontrole emocional, configurando a fase de choque.
perda da gravidez idealizada – isolamento social.
ansiedade frente ao preconceito social – oscilações de humor.
A situação de estresse identificado comumente após exigência física ou psicológica com alteração em ambas as esferas do indivíduo e podendo ser observado em pós-operatório, pós-quimioterapia, diálise, entre outros, bem como em situações de alteração do ciclo circadiano, de traumas psicológicos (a exemplo, perdas abruptas), vivências traumáticas e internação em U.T.I. é denominado:
Stress psicorgânico.
Estresse pós traumático.
Ansiedade hospitalar.
Síndrome de ansiedade generalizada.