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Na Deficiência Intelectual Grave, observa-se, segundo os critérios diagnósticos do DSM-5:
1. Alcance limitado das habilidades conceituais.
2. Autonomia em relação aos cuidadores, sempre.
3. Fala limitada em termos de vocabulário.
4. Possibilidade de compreender discurso e linguagem gestual simples.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
É correta apenas a afirmativa 4.
São corretas apenas as afirmativas 1 e 2.
São corretas apenas as afirmativas 2 e 3.
São corretas apenas as afirmativas 1, 3 e 4.
São corretas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
Segundo o DSM-5, o transtorno do espectro autista apresenta prejuízos persistentes na comunicação social recíproca e interação social e, ainda, padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses ou atividades. Os sintomas estão presentes desde a infância e limitam ou prejudicam o funcionamento diário. Neste contexto, o termo “espectro” refere-se:
ao fato de que as manifestações do transtorno variam muito, dependendo da gravidade da condição autista, do nível de desenvolvimento e da idade cronológica.
à observação de que a criança com autismo vive seu mundo particular como numa imagem de espelho, sem enxergar o outro.
ao fato de existirem diferentes tipos de autismos, sendo que alguns tipos são genéticos.
à observação de que o autista vive como um fantasma, como se não fosse pessoa real.
Quanto ao campo de estudo da discalculia, assinale a alternativa correta.
As dificuldades observadas na trigonometria decorrem dos problemas em discriminar a magnitude dos conjuntos.
Os transtornos específicos de aprendizagem são independentes e raramente coocorrem.
Recentemente foram identificados biomarcadores para a discalculia como a presença do gene APOE2.
Existe um modelo explicativo desse transtorno que propõe que os déficits decorrem de um comprometimento do senso numérico.
Por meio das técnicas de neuroimagem, observou-se comprometimento persistente no hipocampo de crianças com discalculia.
Segundo Dalgalarrondo (2019, p. 438), o termo dislexia é utilizado com definições mais ou menos amplas. Em sentido mais estrito, o termo “dislexia” designa disfunção no aprendizado da leitura, havendo dificuldades em graus variáveis em identificar a correspondência entre os símbolos da escrita e os fonemas, assim como em transformar signos escritos em signos verbais. No Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-5, 2014), o termo “dislexia” está incluído nos transtornos específicos da aprendizagem, que englobam transtornos na aprendizagem da leitura e da escrita e em habilidades matemáticas. As dificuldades persistentes para aprender as habilidades acadêmicas fundamentais estão entre suas características essenciais. Essa característica pode gerar confusões diagnósticas por ser comum aos transtornos do espectro autista. Ao contrário do indivíduo com Transtorno do Espectro Autista, o disléxico:
Apresenta achados anormais nos exames neurológicos, indicando lesão do sistema nervoso central.
Apresenta níveis de funcionamento intelectual anormalmente baixos, sendo o escore do QI abaixo de 60 ±5.
Não apresenta déficits na comunicação social nem na interação social, assim como também não apresenta padrões repetitivos e restritos de comportamento, interesses e atividades.
Apresenta seus sintomas e sinais tardiamente, comumente no início da velhice, e com desenvolvimento abrupto.
Hiper ou hiporreatividade a estímulos sensoriais ou interesse incomum por aspectos sensoriais do ambiente (p. ex., indiferença aparente a dor/temperatura, reação contrária a sons ou texturas específicas, cheirar ou tocar objetos de forma excessiva, fascinação visual por luzes ou movimento).
É de relevância para psicopatologia, além de todos os aspectos relacionados a valores, papéis sociais e padrões de socialização de homens e mulheres, as diferenças neuropsicológicas associadas
às diferenças de gênero.
às funções sexuais.
aos fatores socioculturais.
aos cérebros de ambos os sexos.
De acordo com o manual desenvolvido pela American Association on Intellectual and Developmental Disabilities (AAIDD, 2010) para compreensão da Deficiência Intelectual, a AAIDD (2010) propõe algumas dimensões. São elas:
habilidades intelectuais; comportamento adaptativo; saúde; participação; contexto.
dimensão conceitual; dimensão social; dimensão prática.
habilidades sociais; habilidades intelectuais; saúde.
dimensão intelectual; dimensão comportamental; participação.
habilidades sociais; habilidades intelectuais; habilidades comportamentais.
Os transtornos do neurodesenvolvimento se referem a um grupo de condições com início no período de desenvolvimento, se manifestando geralmente nas crianças antes mesmo da fase escolar. Assinale a alternativa que representa essa descrição.
Transtorno do Espectro Autista.
Transtorno de Apego Reativo.
Transtorno Obsessivo-Compulsiva.
Transtorno Dependente.
Segundo o Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais (DSM-5, 2014, p. 61), a característica essencial do transtorno de déficit de atenção/hiperatividade é um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade que interfere no funcionamento ou no desenvolvimento. A desatenção manifesta-se comportamentalmente no TDAH como divagação em tarefas, falta de persistência, dificuldade de manter o foco e desorganização – e não constitui consequência de desafio ou falta de compreensão. A hiperatividade refere-se à atividade motora excessiva (como uma criança que corre por tudo) quando não apropriado ou remexer, batucar ou conversar em excesso. Nos adultos, a hiperatividade pode se manifestar como:
Ansiedade e preocupação excessivas (expectativa apreensiva) acerca de diversos eventos ou atividades. A intensidade, duração ou frequência da ansiedade e preocupação é desproporcional à probabilidade real ou ao impacto do evento antecipado. O indivíduo tem dificuldade de controlar a preocupação e de evitar que pensamentos preocupantes interfiram na atenção às tarefas em questão.
Inquietude extrema ou esgotamento dos outros com sua atividade. A impulsividade refere-se a ações precipitadas que ocorrem no momento sem premeditação e com elevado potencial para dano à pessoa (p. ex., atravessar uma rua sem olhar). A impulsividade pode ser reflexo de um desejo de recompensas imediatas ou de incapacidade de postergar a gratificação. Comportamentos impulsivos podem se manifestar com intromissão social (p. ex., interromper os outros em excesso) e/ou tomada de decisões importantes sem considerações acerca das consequências no longo prazo (p. ex., assumir um emprego sem informações adequadas).
Um período de humor quase diariamente deprimido ou diminuição do interesse em atividades com duração de pelo menos duas semanas acompanhada de outros sintomas, tais como dificuldade de concentração, sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva ou inadequada, desesperança, pensamentos recorrentes de morte ou suicídio, alterações no apetite ou no sono, agitação ou retardo psicomotor, e reduzido de energia ou fadiga.
Comportamentos repetitivos, incluindo atos mentais repetitivos que o indivíduo se sente compelido a executar em resposta a uma obsessão, de acordo com regras rígidas, ou para atingir uma sensação de “integridade”.
Estado de humor extremo, durando pelo menos uma semana a menos encurtado por uma intervenção terapêutica caracterizada por euforia, irritabilidade, ou expansividade, e pelo aumento da atividade ou uma experiência subjetiva de aumento da energia, acompanhada de outros sintomas característicos, como rápida ou pressionados discurso, fuga de ideias, aumento da autoestima ou grandiosidade, necessidade de sono diminuída, distração, comportamento impulsivo ou imprudente, e mudanças rápidas entre os diferentes estados de humor (ou seja, labilidade do humor).
De acordo com o DSM-V, os transtornos bipolares são classificados em dois subtipos, o Transtorno Bipolar tipo I e o Transtorno Bipolar tipo II. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. O episódio de hipomania pode apresentar características psicóticas.
II. O transtorno bipolar tipo II é uma condição mais leve que o transtorno bipolar tipo I.
III. O transtorno bipolar tipo I se refere ao que anteriormente era nomeado doença maníaco-depressiva.
IV. Para o diagnóstico de transtorno bipolar tipo I é preciso de apenas um episódio de mania, não sendo necessária a presença de episódio depressivo.
Está correto o que se afirma apenas em
I e II.
III e IV.
I, II e III.
I, II e IV.
As dificuldades de aprendizagem, segundo Smith e Strick (2001), têm causa pontual, sendo que, afetam a capacidade do cérebro para entender, recordar ou comunicar informações. Tais causas são indicadas como:
Demandas emocionais.
Patologia psiquiátrica.
Atraso cognitivo.
Doença psicossomática.
Problemas neurológicos.
Analise as afirmativas a seguir sobre os transtornos e/ou dificuldades de aprendizagem na leitura e escrita.
I – A dificuldade de aprendizagem está necessariamente ligada a um transtorno, em que essas dificuldades podem vir a partir de fatores como familiar e/ou escola, cultural ou até mesmo advindo de sintomatologia que provocam tais dificuldades do aprender.
II – A dislexia é compreendida como um distúrbio na leitura que afeta diretamente a escrita, em que normalmente é detectado no período de alfabetização da criança, período esse que se inicia o processo de leitura e escrita.
III – A dislexia é compreendida como uma dificuldade que aparece na leitura, impedindo o aluno de ser fluente, pois faz trocas ou omissões de letras, inverte sílabas, apresenta leitura lenta, dá pulos de linhas ao ler um texto.
IV – A disgrafia vem associada à dislexia, essa é compreendida como uma alteração da escrita frequentemente ligada a problema perceptivo-motor normalmente. O aluno faz trocas e inversões de letras, além disso, está associada a letras mal traçadas e ilegíveis, letras muito próximas e desorganização ao produzir um texto.
Estão CORRETAS as afirmativas:
II e III.
I, II e III.
II, III e IV.
I, II, III e IV.
III e IV.
Em relação aos problemas de aprendizagem, estes podem ocorrer por diferentes causas, que consiste na dificuldade do estudante em assimilar e acompanhar os conteúdos, ou transtorno de aprendizagem, disfunção neurológica de assimilação de conteúdos referentes à escrita, leitura e capacidades matemáticas. São, sintomas comuns presentes nos distintos transtornos de aprendizagem, EXCETO:
Deficiência motora.
Dificuldades na escrita.
Deficiência Intelectual.
Dificuldades na matemática.
São comportamentos característicos de educandos com Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD), exceto
dislexia e disgrafia.
acessos de agressividade.
aversão ao contato com outros.
mudanças de humor sem causa aparente.
dificuldade em iniciar e manter conversação.
A Lei no 13.977, de 8 de janeiro de 2020, denominada “ Lei Romeo Mion”, institui a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), com vistas a garantir atenção integral, pronto atendimento e prioridade no atendimento e no acesso aos serviços públicos e privados, em especial nas áreas de saúde, educação e assistência social.
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Com relação à validade:
A Ciptea terá validade de 3 anos, devendo ser mantidos atualizados os dados cadastrais do identificado e deverá ser revalidada com novo número, de modo a permitir atualizada a contagem das pessoas com transtorno do espectro autista em todo o território nacional.
A Ciptea terá validade de 1 ano, devendo ser mantidos atualizados os dados cadastrais do identificado e deverá ser revalidada anualmente, de modo a permitir a contagem das pessoas com transtorno do espectro autista em todo o território nacional.
A Ciptea não possui critério de validade, pois de acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais DSM - V, o Transtorno do Espectro Autista não é considerado uma doença. Dessa maneira, a Ciptea é mantida com o mesmo número de identificação cadastral e válida em todo o território nacional.
A Ciptea não possui critério de validade, pois de acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais DSM - V, o Transtorno do Espectro Autista não é considerado uma doença. Dessa maneira a Ciptea é mantida com o mesmo número de identificação cadastral e válida em território nacional e internacional.
A Ciptea terá validade de 5 anos, devendo ser mantidos atualizados os dados cadastrais do identificado e deverá ser revalidada com o mesmo número, de modo a permitir a contagem das pessoas com transtorno do espectro autista em todo o território nacional.
O DSM 5 (2014) estabelece os critérios diagnósticos para o Transtorno do Espectro Autista (299.00, CID-10 F.84.0). Dentre esses, podem ser observados alguns como: existência de déficit na reciprocidade socioemocional; anormalidade em abordagem social; dificuldade em estabelecer, desenvolver e manter relacionamentos; déficits em comportamentos comunicativos não verbais utilizados para interação social e ausência de interesse por pares. Para identificar um caso possível de autismo é necessário observar a gravidade do transtorno, considerando que
a gravidade deve ter por base os prejuízos na comunicação social e os padrões de comportamento restritos e estereotipados.
existe uma ampla perturbação do estado cognitivo, porém nenhum prejuízo no funcionamento social, profissional e em áreas importantes da vida.
os sintomas precisam estar presentes no período do desenvolvimento de maneira precoce, mas sem necessariamente causarem prejuízos significativos no funcionamento social.
déficits verbais e não verbais na comunicação social apresentam manifestações variadas, independentemente da idade, do nível intelectual e da capacidade linguística do indivíduo.
a realização do diagnóstico de comorbidade com deficiência intelectual apenas é possível se a comunicação social não estiver abaixo do esperado para o nível geral do desenvolvimento.
Os transtornos funcionais da aprendizagem na aquisição e no uso de habilidades acadêmicas como leitura, escrita e matemática são relacionados a uma “falha” no processo de aquisição e processamento da informação, de questões relacionadas a problemas de ordem pedagógica, emocional ou sociocultural advindos de causas endógenas e/ou exógenas. Assinale nas alternativas a seguir, os principais transtornos funcionais da aprendizagem.
Dislexia, Disortografia, Discalculia e Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade.
Transtorno do Espectro Autista, o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, a Deficiência Intelectual e os Transtornos Específicos da Aprendizagem relacionados à leitura, escrita e matemática (dislexia, disortografia e discalculia).
Dificuldades de aprendizagem relacionadas aos problemas psicopedagógicos, sociais, culturais, motivacionais, familiares e/ou neurológicos.
Transtorno de Asperger; pessoa com autismo, mas de alto funcionamento, ou seja, que apresenta um quadro de autismo, mas consegue se socializar e aprender normalmente.
TDAH, Asperger, Autismos.
O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade - TDAH é um transtorno definido por níveis prejudiciais de desatenção, desorganização e /
Desobediência em geral.
Dificuldade em ter empatia.
O prejuízo na capacidade de organizar e completar tarefas.
Atraso anormal na fala quando criança.
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) reúne desordens do desenvolvimento neurológico presentes desde o nascimento ou começo da infância. São elas: Autismo Infantil Precoce, Autismo Infantil, Autismo de Kanner, Autismo de Alto Funcionamento, Autismo Atípico, Transtorno Global do Desenvolvimento sem outra especificação, Transtorno Desintegrativo da Infância e a Síndrome de Asperger.
(https://autismoerealidade.org.br/o-que-e-o-autismo/)
Sobre "Autismo Infantil", analise as assertivas com V, para verdadeiro, ou F, para falso:
(__)O Autismo Infantil parece estar associado a vários tipos de patologias do cérebro, os quais têm origem hereditária ou são causados por complicações na gravidez ou no nascimento.
(__)Crianças autistas prestam pouca atenção umas às outras e mostram mais interesse em objetos animados.
(__)No portador de autismo, o mal funcionamento de centros cerebrais que modulam o input sensorial e o output motor parece desempenhar algum tipo de papel no rol de sintomas.
(__)Entre os problemas que caracterizam o autismo infantil, podemos citar problemas de comunicação, falta de reação às pessoas e comportamento bizarro.
Marque a alternativa CORRETA.
F, V, V, V.
V, V, F, V.
V, V, V, F.
V, V, V, V.
Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais DSM - V, o Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade pode ser caracterizado como desatenção e/ou hiperatividade e impulsividade.
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É um critério de diagnóstico no subtipo predominantemente desatento:
Frequentemente remexe ou batuca as mãos ou os pés ou se contorce na cadeira.
Frequentemente levanta da cadeira em situações em que se espera que permaneça sentado (p. ex., sai do seu lugar em sala de aula, no escritório ou em outro local de trabalho ou em outras situações que exijam que se permaneça em um mesmo lugar).
Frequentemente deixa escapar uma resposta antes que a pergunta tenha sido concluída (p. ex., termina frases dos outros, não consegue aguardar a vez de falar).
Frequentemente interrompe ou se intromete (p. ex., mete-se nas conversas, jogos ou atividades; pode começar a usar as coisas de outras pessoas sem pedir ou receber permissão; para adolescentes e adultos, pode intrometer-se em ou assumir o controle sobre o que outros estão fazendo).
Frequentemente perde coisas necessárias para tarefas ou atividades (p. ex., materiais escolares, lápis, livros, instrumentos, carteiras, chaves, documentos, óculos, celular).
Muitas das Práticas Baseadas em Evidência em intervenções com pessoas com Transtorno do Espectro Autista são fundamentadas em Análise do Comportamento Aplicada, que possui conceitos básicos como, por exemplo:
O reforço, que se trata da revisão de uma instrução já feita anteriormente. Esse conceito é importante para compreensão de estratégias de dicas e reforço.
O reforço e a punição, que são decorrentes de estímulos que têm o mesmo efeito em todas as pessoas. Logo, um estímulo considerado punitivo será percebido desse modo por todas as pessoas, o que se repete nos estímulos reforçadores.
A extinção, que se refere ao fim da percepção de um estímulo como punitivo. É um conceito importante para a utilização de intervenções como extinção das respostas de fuga.
A generalização, que acontece quando o sujeito não consegue discriminar se um estímulo é punitivo ou reforçador. Logo, as respostas sempre são as mesmas, independente da estimulação. A generalização dos estímulos ocorre apenas em contextos específicos.
A punição, que se refere às consequências de um comportamento que fazem com que haja diminuição da frequência de que essa resposta ocorra. Pode ocorrer por punição positiva e punição negativa.