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Caberá ao DPF a organização do acervo, segundo critérios técnicos de identificação, classificação, arranjo e descrição.
Os documentos recebidos por transferência permanecem como propriedade exclusiva do órgão produtor.
O marco da função educativa dos arquivos na França ocorreu em 1950.
Concomitantemente à elaboração do plano de classificação, é indicada a elaboração de um inventário do acervo, a fim de instruir as pesquisas externas.
Conjuntos encadernados deverão ser desmembrados e reunidos aos demais documentos.
T. R. Schellenberg, em sua obra Arquivos Modernos, elabora várias recomendações a serem consideradas quando da avaliação documental. Assinale a opção que não corresponde a uma recomendação do autor.
Os padrões para a avaliação não devem ser encarados como absolutos ou finais.
O arquivista deve avaliar o acervo em partes, baseando-se nas unidades administrativas do órgão, separadamente.
O arquivista deve aplicar os padrões de avaliação com moderação e bom senso. Não deve conservar nem demais nem de menos.
Na avaliação de documentos sobre assuntos que não domine o arquivista deverá buscar o auxílio de especialistas na área.
O arquivista pode usar diferentes critérios na avaliação de documentos de diferentes períodos históricos.
Como visa atender ao pesquisador, o arranjo deve seguir uma ordenação temática, cronológica ou geográfica.
No arranjo do conjunto documental, os interesses das pesquisas históricas são considerados prioritários.
Na implantação de programas de gestão de documentos, devem estar incluídas atividades pertinentes ao setor de protocolo.
Por tratar-se de uma instituição vinculada ao Ministério da Saúde, a tabela de temporalidade deve ser inserida no manual, com o respaldo desse ministério.
A identificação dos fundos é tarefa que requer, previamente, o conhecimento
do levantamento do potencial informativo dos documentos acumulados.
da disposição dos documentos no interior das diferentes séries.
dos métodos de classificação empregados pelos órgãos produtores.
das determinações estabelecidas na tabela de temporalidade.
da estrutura organizacional e do funcionamento das instituições.
O manual deve contemplar os critérios adotados no processo referentes à política de avaliação aplicada ao acervo arquivístico.
a definição de um esquema de classificação para documentos de um órgão, as classes principais são criadas tomando-se por base as atividades por ele desenvolvidas.
Em um esquema de classificação, a divisão em classes organizacionais é desaconselhada devido à instabilidade da administração pública moderna.
Ricardo deve definir as regras e normas de arquivamento de documentos juntamente com a chefia superior, pois existe interface de trabalho entre áreas que deve ser comandada por essa chefia.
É de competência exclusiva de Ricardo a assinatura de requisição de material de consumo ao almoxarifado central.
A tabela de periodicidade dos arquivos do setor deve ser definida somente pelo responsável pela unidade.
Os esquemas de classificação devem ser periodicamente ajustados às necessidades correntes.
Tendo em vista a missão do DPF e a natureza dos documentos que produz e acumula, a eliminação de conjuntos documentais pertencentes à referida massa será efetuada em sigilo.